Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘papinha’

Antes de tudo, separe todos os utensílios necessários:

Potes de vidro pequenos

ou

Forminhas de gelo de silicone

Etiquetas adesivas

Cubos de gelo

Vasilhames grandes e médios para branqueamento/ou panela de vapor

Ingredientes para a papinha

Feira básica:

Sempre que possível, opte pelos alimentos orgânicos.

Nas primeiras papinhas, cai bem:

Batata inglesa, abóbora, inhame, mandioquinha, mandioca, cenoura, abobrinha, chuchu, batata-doce...

PARA TUBÉRCULOS E RAÍZES O IDEAL É FAZER UM PURÊ.

DEPOIS, leve ao congelador, devidamente embalado.

Se amamenta, acrescente o leite materno na receita dos purês.

Não faça o mesmo com leite industrializado.

O leite materno possui ferritina, que auxilia na absorção de Ferro dos outros alimentos. Já o leite industrializado não possui ferritina, e ainda possui cálcio suficiente para prejudicar a absorção do Ferro das refeições.

É dito nos meios cientificos que o leite materno pode ser dado com refeições “salgadas” até pelo menos oitavo mês do bebê.

Como fazer os purês:

Cozinhe á vapor ou em água. Para o vapor, quem não tiver panela de vapor, basta colocar o escorredor de macarrão na boca de uma panela que tampe todos os furinhos, embaixo. Coloque água na panela de baixo, os ingredientes no escorredor. Prontinho!

Depois de cozido, passe no espremedor de batatas ou peneire.

A consistência da papinha peneirada é única. Fica muito melhor para a aceitação do bebê.

Se o bebê já comeu algumas papinhas:

Acrescente ao purê pequena quantidade de couve, brócolis, salsinha ou nirá, bem moídos (cerca de 1/2 colher de café, de início). Misture bem.

Esses purês podem ser servidos mesmo após a introdução de alimentos mais consistentes e da família, como acompanhamento dos pratos principais. Podem deixar as refeições mais saborosas.

Se o bebê, ou bebéia, já ultrapassou essa fase há tempos, faça a receita de preferência.

E vamos ao congelamento da papinha!

Não congele: Receitas à base de maisena, gelatina pura, maionese, clarascozidas ou em neve, gema crua, ovo cozido, vegetais crus, creme de chantilly, iogurte, folhas de verduras e frutas, banana e pêra d’água.

CADA UM PARA UM LADO:

Legumes e verduras não suportam o congelamento inadequado. Acabam “desmilinguindo”.

Acrescente os legumes e verduras ás receitas sempre após o cozimento.

No caso do congelamento, melhor que sejam congelados em separados, para que não amarguem ou alterem o sabor durante o descongelamento.

Para que não se perca os nutrientes, corte as hortaliças depois de branqueadas e resfriadas (antes de embalar).

TÉCNICA DO BRANQUEAMENTO PARA LEGUMES E VERDURAS

Lave bem os legumes. Esterilize como necessário. Corte os talos damaneira que irá utilizar (cubos, pedaços grandes, pequenos, etc.).

Em uma panela, ferva água e mergulhe o legume ou verdura.

Pode utilizar a panela de vapor, colocando água também na panela superior. Depois fica mais fácil retirar o alimento.

Deixe por 1 minuto (verduras), ou 5 minutos (legumes).

Retire, e coloque em água com gelo.

Deixe esfriar, em seguida coloque na geladeira, em recipiente sem a tampa, por cerca de uma hora.

Tempo de alguns alimentos:

Couve-flor – 3 minutos
Cenoura – 3 minutos
Brocólis – 3 minutos
Batata Baroa – 3 minutos
Ervilha – 1 ,5  minutos
Vagem – 2 minutos
Maçã – 3 minutos

DICAS ÚTEIS

Chuchu, abobrinha e beringela congelam melhor como prato pronto.

Mandioca ( aipim), bem fresca, pode ser congelada crua e sem casca.

Couve flor, brócolis, alcachofra e repolho, lavar bem e deixar de molho em água com limão e sal por 30 minutos, antes de branquear, para soltar pulgões ou outros pequenos insetos.

Ervas para tempero – lave, seque, pique a gosto e congele.

Tomate – em forma de molho, suco ou purê, sem cascas e sem sementes.

Para saber mais:

Por quanto tempo podemos deixar certos alimentos fora da geladeira?

FONTE:

As dicas foram retiradas de vários sites sobre o tema, encontrados através do Google.

Sobre a não utilização de utensílios de plástico para congelar, para conservar, para guardar,  veja os riscos:

Bebês são os que mais absorvem bisfenol A:

Baseado em estudos toxicológicos, a European Food Authority (Autoridade Alimentar Européia – EFA) estabeleceu um limite diário de consumo de BPA em 50 microgramas por kg de massa corporal.

“No entanto, o limite não inclui estudos feitos sobre o impacto hormonal do BPA, que normalmente são difíceis de interpretar”, diz Natalie von Götz, pesquisadora do Instituto de Química e Bioengenharia (Institute of Chemistry and Bioengineering).

Read Full Post »

Encontrei esse documento da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) quase que por acaso.

Ele apresenta estratégias e projetos alimentares para pessoas pobres do mundo todo.

Um bom aprendizado para nós, que temos quase tudo a nosso alcance, pois conseguimos assim mais opções, que ajustamos ao nosso modo de vida.

Utilização dos alimentos de base para o desmame

O primeiro alimento de desmame que o bebé come é, geralmente, um alimento mole ou semi líquido, preparado a partir de um alimento de base feculento (por exemplo, milho, milho miúdo, mandioca ou inhame).

Contudo, uma papa simples preparada com farinha de cereal ou de tubérculo (por exemplo, mandioca) e água, não é suficientemente rica em energia e tem falta de proteínas e vitaminas essenciais, tais como a A e a C.

É pois importante juntar outros alimentos, nomeadamente leguminosas, ricas em proteínas, tais como feijão-nhemba, feijão ou feijão-congo, assim como uma colher de óleo e/ou de açúcar.

Como alternativa ao óleo, podem ser adicionadas leguminosas que sejam ricas em gordura, por exemplo os amendoins ou soja torrados/moídos, ou sementes oleaginosas, como as sementes de gergelim ou de girassol torradas/moídas.

Os legumes de folha verde e os frutos ricos em vitaminas e em sais minerais também podem ser adicionados.

Como resolver o problema dos alimentos volumosos

Os alimentos de base como o milho, o milho miúdo, o sorgo, a mandioca e o inhame, são ricos em amido.

Isto significa que durante a cozedura absorvem muita água, o que os torna volumosos; assim sendo, é necessário consumir uma grande quantidade para obter suficiente energia e nutrientes.

Os adultos podem consumir muita comida numa só refeição, mas as crianças pequenas têm um estômago pequeno e não podem consumir grandes quantidades. Assim, se os alimentos são volumosos, as crianças não recebem suficiente energia e nutrientes.

Felizmente, este problema pode ser resolvido dando às crianças refeições frequentes, preparando alimentos de desmame com farinha de cereais germinados e enriquecendo os alimentos volumosos.

Dar aos bebés refeições frequentes

Uma criança de 6 a 12 meses, em aleitamento artificial,  precisa de cerca de cinco pequenas refeições por dia, para conseguir aproveitar suficiente energia e nutrientes dos alimentos volumosos .

Preparar alimentos de desmame com farinha de cereais germinados

O facto de se fazer germinar os cereais antes de os transformar em farinha, modifica a estrutura do amido e permite preparar uma papa que contém duas vezes mais farinha do que uma papa preparada com farinha normal, sem modificar a consistência da papa.

Enriquecer os alimentos volumosos

Um alimento volumoso enriquece-se adicionando um outro alimento rico em energia ou em nutrientes, ou em ambos.

Para tornar um alimento de base mais energético, pode acrescentar-se-lhe uma colher de sopa de óleo, de gordura ou de açúcar.

Isto aumenta a concentração energética do alimento, sem aumentar o seu volume, nem modificar a sua consistência.

Um alimento para bebés pode ser igualmente enriquecido com um alimento rico em proteínas, como por exemplo a farinha de uma leguminosa (feijão-nhemba, feijão, feijão-bambara ou amendoim), adicionada à farinha de cereal ou de tubérculo utilizada para preparar o alimento.

Também pode ser adicionado feijão-nhemba, feijão, frango, carne ou peixe esmagados.

Os alimentos ricos, tanto em energia (gordura ou óleo) como em proteínas, podem ser transformados ou cozinhados e adicionados ao alimento de desmame.

Desses alimentos fazem parte o amendoim, a soja, as sementes de gergelim, as sementes de melão, as sementes de girassol ou outras sementes oleaginosas disponíveis localmente.

Para se assegurar de que as crianças recebem suficientes vitaminas A e C, o que aumenta a absorção de ferro, as mães ou outras pessoas que delas se ocupem, devem dar-lhes, todos os dias, alguns dos seguintes alimentos:

  • folhas verdes escuro, cortadas finamente, esmagadas ou trituradas;
  • legumes de cor alaranjada esmagados, tais como a abóbora ou batata doce;
  • frutos esmagados, tais como a banana, manga ou goiaba;
  • sumo de laranja, de tangerina ou de limão.

Estes alimentos podem ser misturados com a papa enriquecida ou dados separadamente às crianças.

A batata doce de polpa amarela ou alaranjada são particularmente ricas em vitamina A, constituindo uma boa base de preparação de alimentos para bebés e podendo ser enriquecidas com alimentos ricos em proteínas, tais como leguminosas.

Além disso, adicionar uma colher de óleo de palma encarnado a uma preparação para crianças, melhora significativamente o seu conteúdo em energia e fornece vitamina A, vital para uma boa visão e para a protecção contra as doenças infecciosas.

Uma colher de café de óleo de palma vermelho misturada na papa da criança todos os dias, fornece-lhe suficiente vitamina A para mantê-la de boa saúde.

FONTE:

FAO ((Food and Agriculture Organization of the United Nations)

Veja mais aqui:

SÓ PRA VARIAR: OPÇÕES AO MUCILON

**

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL: 1º LUGAR NO TOPBLOG 2010!!!

**********

Read Full Post »