Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘diabetes’


Diabetes: Crianças que recebem fórmulas infantis à base de leite de vaca antes dos 2 meses têm 2 vezes maior probabilidade de desenvolver diabetes.
Morte súbita: Crianças não amamentadas têm probabilidade quase 3 vezes maior de serem vítimas de morte súbita do que crianças amamentadas.
Má oclusão (dentes tortos): Entre crianças amamentadas, quanto mais longa a duração do aleitamento materno, menor a incidência de má oclusão.
 Cárie dental: Crianças amamentadas desenvolvem menos cáries do que crianças não amamentadas.
Parasitas: Crianças de 1 a 2 anos amamentadas têm uma taxa de infecção por parasitas de 29%, enquanto que crianças não amamentadas têm uma taxa de 66%.
Infecção do trato urinário: Do nascimento até os 6 meses as crianças alimentadas por mamadeira têm probabilidade 5 vezes maior de contrair infecção urinária do que as amamentadas.
Diarréia: Crianças de 0-12 meses que n ão recebem leite de peito são 14,2 vezes mais provavéis de morrer de diarréia do que bebês amamentados exclusivamente.
Desnutrição: 80% das crianças de 3 meses ou mais ainda amamentadas apresentam estado nutricional normal, mas das crianças alimentadas por mamadeira somente
43% têm essa classificação.
Infecção respiratória aguda (IRA): Bebês desmamados têm risco 3.6 vezes maior de morrer por infecção respiratória aguda comparado a crianças em aleitamento
materno.
 Otite: Crianças de 0 a 12 meses amamentadas exclusivamente têm metade do número de otites do que crianças não amamentadas.
Visão melhor: Tanto bebês nascidos pré termo como a termo, alimentados com leite de peito, apresentam melhor visão aos 4 meses e aos 36 meses do que aqueles
alimentados artificialmente.
Xeroftalmia (desordem da visão): A xeroftalmia em crianças é 3 vezes mais provável nas que interromperam a amamentação antes dos 24 meses.
Câncer: Crianças exclusivamente amamentadas por no mínimo 6 meses apresentam metade da probabilidade de desenvolver câncer antes dos 15 anos  que crianças não amamentadas.
Melhor desenvolvimento intelectual: Crianças amamentadas por longo período apresentam maiores índices em testes de inteligência.
FONTE: GIFA – Geneva Infant Feeding Association, membro da IBFAN
(clique no nome da IBFAN, acima, para acessar o documento completo, também com artigo sobre inteligência e aleitamento materna).
Anúncios

Read Full Post »

O Diabetes está na lista das 5 doenças com maiores índices de mortalidade no mundo todo.

Costuma atacar de formas diferentes, e por motivos diferentes, de grávidas a crianças, adultos e idosos.

Porém, seus sintomas costumam ser semelhantes, levando ao excesso de açúcar, ou glicose, no sangue.

Em tempos não tão longínquos, maiores de 30, 40 anos, apareciam como portadores exclusivos de uma das manifestações da doença, o diabetes Tipo 2.

Em crianças e adolescentes, detectava-se com maior frequência o  diabetes mellitus insulino-dependente ou diabetes infantil.

Atualmente, a preocupação com o crescimento do diabetes vem crescendo em todo planeta, especialmente porque os hábitos alimentares das crianças produz novos números todos os dias.

O diabetes tipo 2 não é mais doença de gente grande.

A ingestão contínua e progressiva de açúcar por bebês antes de 2 anos, e crianças de todas as idades, leva-nos rumo a uma nova desordem mundial.

A boa notícia é que podemos lançar mão da prevenção para a diabete tipo 2, o que é quase impossível em se tratando da diabete tipo 1, a Infantil, que necessita muito da insulina injetável.

Nessa, células do pâncreas, produtoras de insulina, são destruídas pelo próprio sistema de defesa do portador, devido a fatores genéticos.

Já a tipo 2, é fruto de sedentarismo, obesidade e oferta de alimentos inadequados, associados a genética e tudo o mais.

Nada que não se possa mudar com um pouco de boa vontade… e antes que seja tarde.

Sintomas e Sinais clássicos da doença

Sede excessiva

Aumento do volume da urina

Aumento no número de micções

Surgimento do hábito de urinar à noite

Fadiga, fraqueza, tonturas e possíveis desmaios

Visão borrada

Aumento de apetite

Perda de peso

Pode acontecer do diabetes estar rondando por aí, e não ser percebido.

Há casos de crianças que possuiam doenças de infância, como otites recorrentes, camuflando a doença.

Exames de glicemia junto ao pediatra podem ser úteis, em casos em que o açúcar está sempre no topo do cardápio, e em que a criança parece acima do peso, ou muito abaixo.

Prevenção

Os cuidados com a alimentação do bebê são primordiais para que o problema fique sempre o mais longe possível.

Procure iniciar a alimentação complementar corretamente, oferecendo frutas, legumes, verduras, grãos, sementes e tudo o que é saudável.

Controle sua vontade de colocar açúcar em tudo, para que o bebê aceite melhor a papinha de frutas, ou até mesmo a papinha salgada.

Prefira os alimentos caseiros, sem uso de temperos ou nitratos.

Evite farinhas industrializadas para fazer mingau, e produtos lácteos como os  “queijos petit suisse”, que possuem muito açúcar refinado entre seus ingredientes.

Não ofereça leite integral ao bebê menor de 1 ano. Geralmente, com esse tipo de alimento vai mais um tanto de açúcar, colocado pelo produtor, ou pela mamãe para que o bebê aceite melhor a mamadeira.

E além de açúcar, vai ainda mais uma quantidade significativa de gordura saturada do próprio leite da vaca.

INSULINA

No final do século 19, foi descoberta a insulina, um peptídeo produzido pelo pâncreas, capaz de controlar a glicemia sanguínea.

No ínicio de 1921, a insulina foi, pela primeira vez, isolada e utilizada para tratamento de um doente.

Em 1922, uma mãe desesperada levou sua filha, a pequena Elizabeth Hughes, até o médico Frederick Banting, que realizava pesquisas com o hormônio. A menina estava muito magra, e apresentava fraqueza extrema.

O médico iniciou tratamento com insulina, a menina se recuperou, e logo uma indústria farmacêutica tratou de patentear e produzir grandes quantidades do que foi considerado na época uma grande revolução em termos de medicina.

Alimentação para equilibrar os níveis de açúcar no organismo

Nossos filhos são do mundo, mesmo que não gostemos muito disso.

Logo, por mais que cuidemos de tudo o que se refere ás crianças, elas seguem seus caminhos, e topam com doces e guloseimas.

Quando não por si mesmas, sempre tem alguém oferecendo uma balinha, um pirulito, um doce… para agradar.

Um amigo sempre dizia que seria bom se as pessoas mais velhas procurassem agradar crianças presenteando com um livro infantil.

Então, o jeito é cuidar para equilibrar esses excessos. Porque é o doce ofertado por terceiros, por primeiros (os próprios pais), pela escola, embutidos nos produtos alimentícios, etc.

O consumo excessivo de açucar refinado prejudica a absorção de minerais importantes como o cálcio, tão necessário para dentes e ossos fortes.

Para rebater, experimente:

Cebola

Além de fazer chorar, ela ajuda a reduzir sensivelmente os níveis de açúcar no sangue.

O primeiro estudo cientifico sobre a cebola a produção e liberação de insulina, foi realizado na década de 1920.

Brócolis, grãos integrais, levedo de cerveja, cevada, ervilha e outros alimentos ricos em Cromo costumam normalizar as taxas de açúcar no sangue. Se estiverem altas, caem, se estiverem baixas, sobem, e permanecem no limite adequado.

No Iraque, a cevada é utilizada como remédio para diabetes.

Cravo e Canela

O antigo costume árabe de colocar um pouco de cada sobre certos doces não é só para enfeitar ou incrementar o sabor.

Na verdade, servia para controlar os índices de açúcar no sangue. Mais a canela, que é muito útil em casos de diabetes tipo 2.

Legumes

Devem ser consumidos á vontade, assim como as fibras.

Aveia é boa pedida para a diabete tipo 2. Peça sugestões á nutricionista.

E mais:

Antioxidantes como abacate, manjericão, peixes, melancia, semente de gergelim, gengibre, manjerona, soja, sementes de girassol, alho e grande parte dos alimentos que contêm vitaminas E e C auxiliam no combate ao colesterol e, na seqüência,  no controle do diabetes.

Na Índia e em Israel, sementes de feno-grego são utilizadas para nivelar o açúcar do sangue, melhorar a tolerância á glicose e diminuir o colesterol ruim.

Esta erva pode ser encontrada em casas de produtos naturais e farmácias de manipulação. Peça orientação ao farmacêutico responsável sobre o uso com crianças.

Ginástica é bom em qualquer idade, principalmente para crianças que não possuem capacidade motora e precisam de uma forcinha, seja com fisioterapia, seja com exercícios simples e corriqueiros.

Bom não só por reduzir as taxas de triglicérides, mesmo nos magrinhos, mas também por ajudar a queimar excessos desnecessários.

Outros tantos:

O professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Fernando de Oliveira, e a pesquisadora do Embrapa, Maria Lúcia Saito, pesquisaram 17 plantas brasileiras utilizadas em tratamentos para diabetes.

Está aqui: Alguns vegetais brasileiros empregados no tratamento da diabetes

Entre as citadas estão: agrião, carqueja, alcaçuz, estévia, sálvia e a já comentada cebola, com explicações mais científicas de pesquisadores nacionais e internacionais.

Se seu filho tem diabetes, ou você conhece alguém que tenha, procure uma associação como a Pró-Crianças e Jovens Diabéticos (ONG-JD)

que criou o Projeto ZELOUS, para uso do celular em monitoramento com crianças diabéticas do tipo 1.

O sistema, que ainda está em fase de testes, deve começar a funcionar no início de 2011.

Danoninho para bebês? Não pode, não!!

Mucilon para bebês baixo peso ou refluxo?

Bebês brasileiros consomem produtos industrializados em excesso

Obesidade infantil: a culpa é da mamãe?

Fontes:

História da Insulina

Diabetes tipo 2 na infância – revisão de literatura

Guia de alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais. Guimarães, N. Ed. Ground

Read Full Post »

“Será que tudo o que eu gosto é ilegal, é imoral ou engorda…?”

Toda criança adora cachorro quente. Aliás, não apenas as crianças.

Por outro lado, vez ou outra pipocam aqui e ali pesquisas e estudos sobre o consumo constante de alimentos embutidos (salsichas, linguiças, salame, bacon, presunto…), e sua relação com câncer, doenças cardiovasculares ou diabetes tipo II.

Em maio desse ano, saiu mais uma, realizada pela Faculdade de Medicina de Harvard, e publicada no site do jornal “Circulation” .

Com base na análise de 1.600 estudos que observaram 1,218 milhão de pessoas em uma dezena de países, os estudiosos concluíram que comer apenas um cachorro-quente por dia aumenta em 42% os riscos de sofrer doenças cardiovasculares.

Muita gente não quer acreditar, ou não quer largar o costume de se deliciar com o sanduíche mais popular do pedaço.

Entretanto, se é difícil controlar o desejo, ao menos evite o consumo exagerado.

Para as crianças, de vez em quando, em uma festa infantil, em um sábado ou domingo chuvoso, durante um jogo do campeonato, vá lá, que ninguém é de ferro.

Agora, todo dia, porque hoje estou com preguiça de ir para o fogão, porque basta colocar as salsichas na água, porque o gosto é tentador, porque não conheço ninguém que tenha morrido após a ingestão de salsicha… pense bem.

E pense ainda mais ao dar salsichas para bebês e crianças menores de 2 anos.

Se apresentam refluxo, evite completamente (não apenas salsicha, mas todo alimento embutido).

Se forem alérgicos á caseína do leite de vaca ou intolerantes á lactose, evite pois possuem lactose.

Tem ainda que, em termos nutricionais, um cachorro quente não vale muita coisa para quem quer mais que calorias.

A salsicha possui alguma quantidade de ferro, mas o organismo não o absorve como deveria, e nenhuma fibra, vitamina ou mineral.

Conforme Renata Micha, da Escola de Saúde Pública de Harvard, bacon, salame, linguiças, cachorros quentes e frios devem ser os mais evitados.

Todas as carnes processadas possuem, em média, quatro vezes mais sódio, e 50 % mais nitrato que as não processadas.

Para entender um pouco mais:

“Embutido” é todo produto á base de carne de porco, com a danada camuflada entre pedaços de carne bovina, como nas salsichas.

Para que não haja riscos de intoxicação alimentar, acabam bombardeadas com conservantes e aditivos, além dos corantes que dão aquele tom chamativo.

Entre as substâncias químicas utilizadas está o nitrito (ou nitrato de sódio), que em nosso organismo vira nitrosaminas.

Perigosas, são capazes de causar câncer no estômago, pâncreas ou intestino, além de irritar as terminações nervosas do cérebro.

Do que são feitas as salsichas?

Sabemos que salsichas são produzidas com carnes picadas ou moídas de porco, boi ou frango.

Contudo, o que muitos não sabem é quais pedaços são reservados para a confecção da iguaria: sobras dos cortes tradicionais, e partes pouco apreciadas.

Isso mesmo! Em um pequeno bastão podemos encontrar desde restos das bochechas dos animais até  sobras das vísceras.

No caso das salsichas de frango ou de peru, a carne aproveitada é a que fica grudada nos ossos após a retirada das peças principais.

Ou seja, o que iria para o lixo ou consumo de outros animais, acaba na mesa da família.

Você sabia que…

…o colesterol LDL forma depósitos espessos nas paredes internas das artérias (placas), dificultando o transporte do sangue para o coração, além da criação de coágulos que interrompem o fluxo sangüíneo em alguns pontos?

para cada 1.000 mg de sódio perdemos de 20mg a 40mg de cálcio pela urina? Parece pouco, mas faz uma falta danada para quem precisa de dentes e ossos fortes.

… ‘A maior parte do colesterol presente no corpo é sintetizada pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida pela dieta. Portanto, ao contrário de como se pensava antigamente, o nível de colesterol no sangue não aumenta se se aumentar a quantidade de colesterol na dieta.” (Wikipédia)…

…’tá… mas falta explicar como os níveis de colesterol começam a subir. Não seria pela soma de alguns fatores (alimentação, vida sedentária, etc.)?

Fontes:

Circulation Journals _ American Heart Association

Guia de alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais (Ed. Ground)

Read Full Post »