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Posts Tagged ‘Amamentação’

“A literatura internacional indica que cerca de 90% dos casos de alergia alimentar são ocasionados por apenas oito alimentos: ovos, leite, peixe, crustáceos, castanhas,
amendoim, trigo e soja.

Esses alimentos são reconhecidos como alergênicos de relevância
para a saúde pública pelo Codex Alimentarius, organismo da FAO e da OMS responsável
pela harmonização internacional de regras para alimentos, e por diversos países.”

Perguntas e Respostas sobre Rotulagem de Alimentos Alergênicos

Anvisa – setembro/2015

Alimentação e Saúde Infantil - Nutrição consciente desde a infância

Passei tantos anos acreditando que encontraria cálcio apenas em um copo de leite de vaca e derivados, que senti um grande receio ao pensar que aquilo teria que mudar.

Por “força das circunstâncias”, sacudi o comodismo preso em latas de leite em pó, e fui á caça desse mineral tão importante para o crescimento de um bebê.

Ainda estava presa áquela certeza de que o encontraria apenas em outro leite, que não o das vacas. Assim, passei a coletar informações necessárias sobre tipos de leite, e intolerância á lactose.

A ficha ainda não havia caído…

Ué?! Então existe mesmo cálcio fora do leite de vaca?

Era difícil de acreditar…ainda mais porque para onde me virasse ouvia a afirmação como verdade absoluta, vinda também de profissionais de saúde e nutrição.

Foi preciso que as indústrias começassem a lançar produtos na linha “sem lactose”, no país, para que se descortinasse o véu…

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Introdução de outros alimentos durante a amamentação altera o paladar e aumenta risco de obesidade

baby in chairFonte: Revista Fapesp

Os pais têm uma oportunidade rara de influenciar o desenvolvimento dos filhos e de ajudá-los a se tornarem adultos mais saudáveis. . Mas é preciso estar atento e agir rápido. Essa chance surge cedo e dura pouco.

Começa na concepção e segue por apenas mil dias – os 270 da gestação mais os 730 dos dois primeiros anos de vida.

A receita não é nova, mas pode evitar problemas graves de saúde mais tarde. Experimentos com roedores indicam que a substituição do leite materno por outros alimentos – outros tipos de leite, inclusive – nessa fase do desenvolvimento altera o paladar e instala no organismo um desequilíbrio hormonal que pode durar a vida toda e favorecer o ganho de peso.

Já a nutrição correta reduz o risco de desenvolver na idade adulta obesidade e doenças cardiovasculares, atestam estudos populacionais conduzidos em cinco países em desenvolvimento (Brasil, África do Sul, Guatemala, Filipinas e Índia).

x19957965Ainda segundo esses trabalhos, o aleitamento exclusivo favorece o desempenho intelectual.

Por algumas décadas equipes de vários países, entre elas a do epidemiologista brasileiro César Victora, avaliaram regularmente o crescimento de 10.912 crianças.

Aquelas que começaram a receber outros alimentos antes dos 6 meses de idade – o que ocorreu antes do terceiro mês com 69% dos bebês da amostra brasileira – acumularam mais gordura corporal ao longo da vida.

E quanto mais cedo consumiam papinhas, sucos e outros tipos de leite mais gordura concentravam, o que eleva o risco de problemas no coração e de acidente vascular cerebral, responsáveis por 30% das mortes no mundo (International Journal of Epidemiology).

“O que mais influenciou o acúmulo de gordura não foi a duração do aleitamento, mas a precocidade da introdução de outros alimentos na dieta da criança”, afirma Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Uma possível explicação para o crescimento acelerado tardio é o consumo de mais calorias que o recomendado.

Conforme pesquisadoras da Universidade Estadual de Campinas, pesquisas comprovaram que crianças que recebiam mamadeiras e outros alimentos nos primeiros meses de vida consumiam até 50% mais calorias que o ideal (ver Pesquisa FAPESP nº 123).

u29589839A alimentação apropriada inclui uma dieta equilibrada da mãe na gravidez, o aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses de vida e, a partir daí, a amamentação acompanhada de alimentos sólidos ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais, como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A participação maior das mulheres no mercado de trabalho, aliada à desinformação sobre como e por quanto tempo amamentar, contribui para que a dieta das crianças mude antes da hora.

“Além disso”, conta Victora, “muitos médicos não respeitam a orientação da OMS e introduzem cedo na dieta alimentos desnecessários nessa fase da vida”.

O resultado é que a proporção de mulheres que amamentam exclusivamente ao peito por seis meses no Brasil é baixa, comparada à de outros países.

Hoje 51% das mães alimentam os filhos exclusivamente ao peito nos quatro primeiros meses de vida – eram 36% em 1999 – e 41% amamentam até o sexto mês, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

Por trás das alterações de com­portamento há mudanças hormonais e metabólicas.

Em trabalhos apresentados nos últimos anos no Journal of Endocrinology e Journal of Physiology,  equipe do endocrinologistas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mostrou que o desmame precoce al­tera a composição corporal e reduz a sensibilidade ao hormônio leptina, que induz à saciedade e à puberdade.

Enquanto não se descobre o que dispara essas alterações e como as controlar de modo eficiente, o melhor é prevenir o problema por meio do aleitamento exclusivo por ao menos seis meses.

http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/mil-dias-que-valem-uma-vida/

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AMAMENTASEMCOMPLICA-OMSAs dificuldades no amamentar, devido a inúmeros fatores que assaltam muitas mães de primeira viagem (e segunda, e terceira…), podem ser solucionadas através de informações que conscientizem sobre o aleitamento materno.

Essa publicação narra a história veridica de Sheila Queiroz, com todas as dificuldades que enfrentou para conseguir amamentar seu bebê desde o nascimento até dois anos ou mais.

Nos quadrinhos, são mostradas as dificuldades pelas quais mulheres que amamentam (ou não), passam em seu cotidiano. De opiniões contrárias ao aleitamento, que desencorajam e enfraquecem os ânimos, até as reais promoções à amamentação.

Pega, vantagens do aleitamento materno, ordenha, retorno ao trabalho…

Entretanto mesmo, o que importa é a vontade da mamãe em amamentar, fechando os ouvidos para tudo o que diga o contrário, vindo de onde vier. Porque, infelizmente, também temos os inúmeros profissionais de saúde que promovem o desmame precoce.

Bem didática, a cartilha ainda vem com caça-palavras e outros testes bacanas 🙂

#ficaadica

Cartilha para download:

http://www.redeblh.fiocruz.br/media/amsemcom.pdf

Leia também:

COMO RECONHECER UM PROFISSIONAL DE SAÚDE QUE NÃO APOIA A AMAMENTAÇÃO – Dr. Jack Newman’s Guide to Breastfeeding. Neuman, Jack, 2003.  Disponível em International Breastfeeding Centre – 1995/ 2005

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Não há leite fraco. Entretanto, a mãe que amamenta precisa de uma maior quantidade de alimentos e líquidos.

Assim supre suas necessidades, e produz leite em quantidade e qualidade adequadas ao bebê.

unicef / Gian Calvi

A mãe precisa comer frutas, verduras, legumes, feijão e arroz, que possuem os nutrientes e vitaminas de que precisa.

A mãe deve beber bastante líquido: chás, água, sucos, para ajudar na produção do leite materno.

A mãe não deve consumir álcool, fumo e outras drogas, nem tomar medicamentos sem prescrição médica.

A família deve comprar e consumir alimentos que são próprios da região e de cada época do ano. Eles são mais baratos, frescos e nutritivos.

O governo deve propiciar apoio alimentar à mãe que amamenta, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.

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PARA A RELACTAÇÃO,  será preciso:

*  Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

* Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade.

A mamadeira nem sempre permite a descida do leite satisfatoriamente.

A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

* Fita adesiva para curativo, para prender a sonda junto ao seio. Procure as hipoalergênicas.

Pronto!

Depois de organizar os detalhes, comece a relactação:

Coloque a ponta da sonda por cima ou ao lado do mamilo.

Prenda a sonda com a fita crepe. Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou aperte com o dedo administrando a quantidade.

Ao Relactar, evite:

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira. Nos momentos em que não relactar, utilize copinho ou colher para dar o leite, evitando a confusão de bicos;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso nao seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.O importante, agora, é a sucção do seio.

• Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, para estimular a produção.

Quando fazer a relactação

• Quando o bebê deixou o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente e baixo peso;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Para quem ainda não sabe: O que é a Relactação?

Relactação é uma maneira simples de auxiliar as mamães que querem amamentar seus bebês, mesmo quando por motivo de força maior tiveram que parar de dar o peito, ou nunca deram (mães adotivas ou que tiveram problemas de saúde que as impediram de fazê-lo).

Aqui no Brasil, a relactação é mais conhecida graças ao trabalho de divulgação de instituições não governamentais que apóiam a amamentação (nacionais ou internacionais). No exterior, já é velha conhecida de algumas décadas.

Á partir dessas organizações é que a relactação tornou possível a realização do desejo das mães que querem amamentar seus filhos. Descobrindo ainda que não há motivos que impeçam uma mulher de relactar.

Completamente ligada á natureza femininaa relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

Muitas mães podem conseguir o mesmo apenas colocando o bebê para sugar o seio, em intervalos regulares, mas outras precisam de uma forcinha extra.

Experimente a Relactação também caso o médico “libere” fórmulas artificiais para seu bebê, entre outros motivos, porque:

1) Parece não ganhar peso (provavelmente porque a pega do seio não está correta, então ele ingere menos leite materno do que poderia);

2) Seu leite é fraco e não sustenta o seu filho (idem acima. Esse mito é o mais absurdo do rol de “motivos” para introduzir alimentação complementar precocemente)

3) Está com mastite ou rachaduras no seio, depressão pós-parto, tomando remédios que poderiam ser evitados, etc.

Para saber mais

Amamentação Adotiva

(para orientação e estímulo ás mães adotivas que desejam amamentar – em inglês)

Cómo relactar o inducir una lactancia

(orientação de como realizar a relactação – em espanhol)

Estudo realizado no Dpto. Pediatria da Unicamp – 1981

Já falamos do assunto antes:

Para tudo tem jeito! A prática da relactação

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Basta ir até a página para ler e copiar as receitas.

Em breve, tem mais (também receitas das papinhas para almoço e jantar).

Sobre a primeira e mais completa alimentação do bebê, veja nossa página exclusiva:

AMAMENTAÇÃO

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Relactação é uma técnica que, ao mesmo tempo em que supre a alimentação, incentiva a sucção no peito, levando o bebê a reaprender esse mecanismo.

Por sua vez, a sucção induz a produção do leite, pela estimulação dos hormônios prolactina e ocitocina.

O objetivo principal da Relactação é resgatar a Amamentação e a produção de leite diminuída ou perdida.

Indicada para bebês que:

• Deixaram o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo

• Com sucção pouco eficiente, ordenhando pouco leite e com baixo peso

• Que rejeitaram o peito

• Prematuros que não conseguem ordenhar todo o leite necessário

• Doentes – cardíacos e outros – que não podem fazer esforço

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldades

• Recém-nascidos cujo colostro da mãe não desceu

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação

• Com hipogalactia

nursingnook.net

Utensilios para a Relactação

Leite materno ordenhado ou leite artificial na falta do LM
Sonda Levine nº 4 (cateter estomacal, gástrico ou uretral)
Seringa descartável, mamadeira ou recipiente para armazenar o leite
Fita crepe para prender o cateter


Como proceder

Colocar uma das extremidades do cateter no recipiente contendo o leite materno ou artificial

Introduzir a ponta do cateter por cima do mamilo, cuidando para não ultrapassar a ponta do mamilo

Prender o cateter ao peito com fita adesiva

O recipiente com o leite deve ficar abaixo do nível da boca do bebê

Colocar o bebê no peito e verificar a pega ajustando da maneira correta

Se o bebê estiver ordenhando muito rápido o leite do recipiente, dobre a sonda para controlar o fluxo

Recomendações Importantes

1. Não ofereca mamadeira ao bebê

2. Em caso de complementar as mamadas ao peito, deve-se utilizar copinho

3.  Não dar outro líquido ao bebê

4. Buscar realizar o procedimento quando mãe e bebê estiverem calmos e relaxados

5. No início, não relactar quando o bebê estiver com fome

6. Utilizar no inicio o leite que o bebê está acostumado

7. Pingar o leite com seringa ou conta gotas nos lábios do bebê, mamilo e aréola da mãe, para propiciar estimulo dos sentidos (cheiro, sabor)

8. Realizar ordenha de 2 em 2 horas mesmo sem leite materno suficiente nas mamas, para estimular a produção

Fonte

Grupo Anjos da Amamentação. Equipe multidisciplinar e voluntária do Hospital Santa Lucinda/ PUC/SP. Sorocaba. São Paulo.

Fonte das Fotos:
http://www.lact-aid.com
http://www.nursingnook.net

Mais:

RELACTAÇÃO – COMO FAZER – TORNANDO A AMAMENTAÇÃO POSSÍVEL

Assistam!

Vídeo da Laurinha tomando leite materno no copinho, aos 10 dias:

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