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Archive for the ‘transgênicos’ Category

resistencia francesaAinda bem que sempre tem o pessoal da Resistência 😉

Devido a ameaça de contaminação das sementes de milho por sementes transgênicas, foi lançada uma campanha pela Rede de Sementes em parceria com a Juventude Camponesa do Polo da Borborema.

Essa animação visa alertar as formas e os riscos de contaminação do milho.

Fonte: aspta.org

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thetruthaboutag_com
Sempre que a questão hormônios no frango é levantada, uma legião de defensores da indústria avícola afirma categoricamente que não, não tem.

Os animais crescem tanto devido aos cuidados com saúde, uso de antibióticos e cruzamento seletivo.

O conceito de Seleção natural foi proposto por Charles Darwin e Alfred Wallace em 1945. Em resumo, quer dizer que apenas os fortes sobrevivem.

Os cientistas das indústrias de alimentos decidiram dar uma força para a natureza, criando ao longo das 3 últimas décadas matrizes mais robustas e resistentes.

Dessa época em diante, antibióticos se transformaram em “promotores de crescimento”, contrariando a lógica, e a seleção natural se mostrou muito mais que fenômeno da natureza.

Veja aqui: Por que a taxa de crescimento de frangos é tão rápida atualmente?

illiliberation_wordpressEm 18 de agosto de 2001, a revista New Scientist anunciou que a empresa farmacêutica Embrex (leia-se Pfizer), financiou 4,7 milhões de dólares para experimentos de clonagem de frangos para a indústria avícola.

Nessa mesma época, métodos de seleção de aves de corte começaram a ser divulgados. Os maiores eram os escolhidos, criando matrizes para as gerações futuras.

Aproveitando-se do pouco conhecimento do público consumidor sobre manipulação genética e transgênicos, cientistas da área passaram a afirmar categoricamente não existir hormônios nos frangos, que é proibido, que é inviável, que é caro, que não há possibilidades de colocar nas rações, fornecer por outros meios, que não tem, e ponto final.

No inicio de 2008, o FDA (Food and Drug Administration) decidiu aprovar o comércio de animais clonados para alimentação humana. Os clones eram de matrizes geneticamente modificadas (OGM).

Meses após, em Chicken genome plucked bare by inbreeding (2008) , a revista New Scientist apresentou os resultados da primeira avaliação genética em aves, realizada por cientistas da Universidade Purdue, Indiana.

health24_comOs pesquisadores utilizaram genomas que foram sequenciados naquele mesmo ano, para medirem a diversidade genética, comparando-as com raças do século XIX e de galinhas selvagens.

Os estudos apontaram que, em média, galinhas modernas super produtivas perderam mais da metade de seus genes originais. Algumas linhagens de frango de corte perderam até 90%.

E esses são os animais selecionados pelos produtores, espalhados pelo mundo através de acordos comerciais,  que “não recebem” hormônios de crescimento, e crescem milagrosamente apenas consumindo antibióticos.

E o hormônio está aonde?

Leia aqui: Frangos, clonagem e manipulação genética 

Fontes bibliográficas

“A Ética da Engenharia Genética e Patentes Animais”, Karen Davis, PhD, The Alliance for Animals, 1996, Universidade de Wisconsin-Madison.

Are we eating cloned meat?, Frank DeFazio, Scientific American, 2008.

Frangos clonados no menu, Andrea Graves, New Scientist, 2001.

Patente. Publicação 1992.
Codes for chicken and turkeys for growth agents
“A presente invenção refere-se genericamente à manipulação de materiais genéticos e, mais particularmente, à utilização de procedimentos recombinantes, para assegurar a produção de polipeptídeos que possuem uma ou mais propriedades bioquímicas e imunológicas de hormonios de crescimento de espécies aviárias”.

Foto 1: thetruthaboutag.com
Foto 2: illiliberation.wordpress.com
Foto 3: healthy24.com

 

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k21701862É sabido que leite, soja e ovos são os principais alimentos causadores de alergias alimentares, especialmente em crianças*.

Entre 2005 e 2006, uma petição com um milhão de assinaturas circulou pela Europa exigindo maiores informações sobre a presença de organismos geneticamente modificados em produtos originários de animais consumidores de rações transgênicas, principalmente carnes, leite e ovos.

Atualmente, as principais preocupações da comunidade cientifica mundial, sobre os efeitos adversos dos organismos geneticamente modificados (OGMs), centram-se na transferência à resistência aos antibióticos, graus de toxicidade e potencial alergenicidade dos produtos manipulados geneticamente.

transgenic plantEm 2002, o médico imunologista e alergologista londrino, Gideon Lack, escreveu sobre a migração de DNA de alérgenos para culturas de não-alérgenos, em Clinical risk assessment of GM foods.

No documento, o alergologista discorreu sobre o primeiro cenário de contaminação cruzada ocorrido em 1996, quando proteínas de castanha do Brasil foram transferidas para a soja transgênica.

Dessa forma, a proteína expressa na soja cultivada manteve sua alergenicidade, e pacientes alérgicos ás castanhas, sem respostas para soja, passaram a apresentar resposta mediada por IgE para alergia à soja.

ogmsoyPesquisas mais recentes apresentam comprovações sobre a deposição de frações transgênicas, não apenas em outras plantas, mas também em tecidos de animais alimentados com esses alimentos.

Fragmentos de DNA de plantas transgênicas em leite e carne de animais

Uma revisão da literatura conduzida pela ONG Testbiotech encontrou crescentes evidências de que fragmentos de DNA de plantas transgênicas podem ser encontrados em leite, órgãos internos e músculos de animais.

Em abril de 2010, cientistas da Itália relataram a presença de sequências de DNA de soja transgênica em leite de cabras.

Traços deste DNA foram também encontrados nos cabritos e crianças alimentadas com o leite dessas cabras.

Em outra pesquisa, cientistas encontraram traços de plantas transgênicas em órgãos de peixes.

Professor Jack Heinemann. Universidade de Canterbury, Nova Zelândia, in: Report on Animals Exposed to GM Ingredients in Animal Feed

Transgênicos e Saúde Humana

sick4O professor do programa de pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, Miguel Pedro Guerra, defensor de maior cautela com transgênicos, comentou sobre a incorporação de novas proteínas na cadeia alimentar e a ocorrência de alergias provocadas pelas modificações genéticas, em entrevista para a revista Galileu.

Para o professor, o FDA (agência americana que regula alimentos e remédios nos EUA) não conduziu testes e, em simplificação surpreendente, liberou plantas para o cultivo com base apenas no conceito de equivalência substancial.

Por esse conceito, plantas transgênicas são equivalentes às não-transgênicas.

Mas, muitos cientistas discordam dessa simplificação.

sick7“Desde 1996, bactérias, vírus e outros genes introduzidos artificialmente no DNA de soja, milho e sementes de algodão e canola implicam em riscos de reações alérgicas mortais”, comenta Jeffrey M. Smith, do Instituto de Responsabilidade Tecnológica (IRT), com sede nos EUA.

“E as provas, colhidas ao longo da última década, sugerem ainda que estão contribuindo para o aumento das alergias alimentares em todo o mundo. Os cientistas sabem há muito tempo que os transgênicos podem causar alergias”, afirma.

sick3O Reino Unido é um dos poucos países que realiza uma avaliação anual das alergias alimentares.

Em 1999, pesquisadores ingleses ficaram alarmados ao descobrirem que as reações à soja dispararam em 50%, em relação ao ano anterior.

A soja geneticamente modificada havia entrado recentemente no Reino Unido, a partir de importações dos EUA.

sickNa manifestação tardia de alergias, até que um alimento seja consumido com certa frequência, não é possíve detectar o processo alérgico.

 “O único teste definitivo para alergias”, segundo o ex-microbiologista do FDA, Louis Pribyl, “é o consumo por pessoas afetadas, o que pode ter implicações éticas em se tratando de estudos programados.”

Ainda conforme documento do IRT, culturas OGMs podem criar novas alergias.

Em 2010, o Dr. Michael Hansen, PhD em impactos da biotecnologia na agricultura e cientista sênior da Consumers Union, ao participar  de evento sobre transgênicos, em São Paulo, comentou que, no início de sua utilização, os transgênicos ocasionaram redução no uso de agrotóxicos. Porém, gradativamente, esse uso passou a duplicar.

trigogenO glifosato, princípio ativo do herbicida Roundup Ready (RR), da Monsanto, possui forte relação com prejuízos à saúde humana como reprodução indevida de células, aumento nas taxas de abortos espontâneos, má formação fetal e manifestações imunitárias como alergias alimentares.

Atenção!

Transgênicos na alimentação dos bebês e crianças menores

k17435747Atualmente, além de muitos corantes, açúcar, xarope de milho ou outro adoçante artificial, a maioria das farinhas engrossantes para bebês e produtos lácteos, incluso  certas marcas de leite em pó, possuem transgênicos em suas composições, sem qualquer declaração nos rótulos.

Mulheres que amamentam, especialmente alérgicos, devem observar também a ingestão de carnes e ovos quando frente a alguma reação do lactente.

Leia mais:

Cientistas pedem fim dos transgênicos em todo mundo – Revista Caros Amigos

Cientistas de todo o mundo, preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução.

Eles escreveram uma carta aberta, assinada por 815 cientistas de 82 países, na qual se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo.

Os cientistas fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade.

Eles também querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricultores em todo o mundo.

examiner

Roda alimentos alergênicos

Fontes bibliográficas

Europeus exigem rotulagem de produtos de animais alimentados com transgênicos. Greenpeace/Brasil (2007)

Produtos com ingredientes transgênicos deverão trazer informações nos rótulos (Idec/2012)

Influência sobre CTNBio é trunfo das gigantes da transgenia
Comissão responsável por liberar pesquisa, produção e comercialização de transgênicos no Brasil é integrada por cientistas ligados às empresas do setor. Disponível em: Repórter Brasil.

Legalizados há 10 anos, transgênicos vivem apoteose
Lei 10.688/2003, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, impulsionou o mercado dos transgênicos, lavouras de soja e devastação da Amazônia para plantio.

Brasil negocia com Monsanto sementes de soja vetadas na China (Intacta RR2 Pro). Insitituto Humanitas Unisinos (2012)

Clinical risk assessment of GM foods. Elsevier Science Ireland. G. Lack / Toxicology Letters 127 (2002) 337–340k 

Fragmentos de DNA transgênico no leite e carnes de animais alimentados com transgênicos. Organização Pratos Limpos. Brasil. 2010.

Dossiê Transgênicos: os dois lados da moeda. Revista Galileu. Editora Globo.

Segurança dos Alimentos: O que o mundo está discutindo a respeito de transgênicos e agrotóxicos? Ciclo de palestras. CREMESP/IDEC. 2010.

The Institute for Responsible Technology (IRT). Jeffrey M. Smith. Aumento de alergias á soja devido consumo de soja geneticamente modificada. IRT, 2007. 

Foto: Roda 8 alimentos mais Alergênicos: World Allergy Organization (WAO)

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Se é para engrossar o leite ou a papinha por algum motivo, tente opções que ainda por cima vão fazer bem ao corpo todo:

AVEIA

Aveia tem glúten. E o glúten deve ser evitado como parte do cardápio. Até os 6 meses, deve-se evitar tanto quanto farinhas industrializadas.

Entre 6 e 12 meses a aveia pode ser ofertada com cautela, menos que 1 colher ao dia, de preferência hidratada ou germinada. Em paralelo deve-se aumentar a ingestão de água.

Por esse motivo não pode ser dada aos bebês menores de 6 meses, pois a água necessária após ingestão de aveia vai ocupar espaço no estômago tão diminuto deles. Prejudica a nutrição diária ao diminuir a quantidade de leite que deveria ocupar aquele espaço.

Em pequenas quantidades garante alguns nutrientes, como o Cálcio.

Por ser rica em fibras deve-se ter enorme cuidado nas quantidades ofertadas aos bebês muito pequenos e crianças até 2 anos.

Evite dar todo dia religiosamente, mais que uma vez.

Hidrate a aveia e lembre-se de dar água entre as refeições.

ARARUTA

A digestão da araruta pelo nosso organismo é próxima do que podemos chamar de ideal. É o tipo de amido que vale á pena digerir sem medo, por não possuir glúten.

Infelizmente, vivemos na época do tudo que é bom dura pouco. Assim, a arauta compõe a lista dos alimentos em extinção. Por pura burrice humana…

È dificil de encontrar para compra em alguns locais do país. Por isso, a EMBRAPA lançou uma cartilha sobre a ARARUTA. Fiz um pedido procurando saber se podem mandar também algumas sementes.

Cartilha _ Como plantar e usar ARARUTA

Outras Farinhas:

FARINHA DE ARROZ

Para fazer a farinha de arroz basta moer  arroz integral. depois de torrar um tanto. Procure hidratar e depois secar, para então moer.

Como com as outras farinhas,  pode-se engrossar leite materno ou de vaca, e ainda papinhas.

receita 2

A alternativa ao uso da farinha de arroz é apenas bater arroz papa, sem sal, no liquidificador, até formar uma papa.

Pode dar mais sabor acrescentando uma fruta doce (banana, manga, caqui, etc), cacau, alfarroba, baunilha…

FARINHA DE MILHO ou FUBÁ

Se conseguir milho orgânico,pode encontrar em algumas regiões onde plantam sementes guardadas por anos.

Evite milho cultivado com agrotóxicos ou farinhas e qualquer outro produto à base de milho, pois atualmente, no Brasil, são todos transgênicos.

Daí, pode moer mais um pouco a farinha em flocos e utilizar para fazer mingaus e papinhas, ou engrossar o leite. Vantagem: não contém aquele tantão de açúcar do mucilon.

No blog da Neide Rigo (Come-se), tem um post muito interessante sobre como se faz a farinha de milho, a verdadeira.

Pode utilizar  ainda:

QUINOA EM FLOCOS OU FARINHA

CEVADINHA OU OUTRO GRÃO INTEGRAL.

Caso não encontre preparadas, adquira os grãos e moa em casa.

OUTRAS OPÇÕES:

INHAME, BANANA, BATATA-DOCE,  MANDIOCA, FARINHA DE MANDIOCA, ARROZ COZIDO…

(Clique abaixo)

Receitas caseiras de alimentos de desmame_ farinhas nas papinhas

Mucilon para o bebê?

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