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Archive for the ‘Sistema Imunológico’ Category

sinus babyParece gripe, mas é sinusite II

Alguns profissionais de saúde têm divulgado que bebês não têm sinusite, porque os seios da face ainda não estão formados, contrariando até mesmo o diagnóstico de outros profissionais.

Vamos lá, estudar o assunto, e comprovar cientificamente que, sim, bebês e crianças menores podem ter rinossinusite.

Causas da sinusite
Fonte: NHS Choices – Inglaterra

A sinusite é causada por excesso de muco ou inchaço do revestimento dos seios da face e nariz.

Pode ocorrer devido a um resfriado ou gripe, ao frio, alergias (asma, rinite alérgica), pólipos nasais ou adenoides, irritação dos revestimentos dos seios faciais (por contato com cloro da piscina, fumaça de cigarros, poluição, etc.)

As bactérias se proliferam nos seios faciais, causando dor, dor de cabeça e algumas vezes febre. O muco infectado pode ser amarelo ou verde.

Os seios da face e a sinusite

Fonte: Seios da face – Anatomia – UNIFESP

Seio Maxilar

noses_children2Os seios maxilares, são os maiores dos seios paranasais, estão localizados no interior do osso maxilar, sendo normalmente segmentados por septos ósseos.

Aparecem como uma pequena canaleta no quarto mês de vida fetal.  Ao nascimento são pequenos e limitados (dimensões de 2 x 1 x 1cm),  à porção medial do osso maxilar. Com o crescimento expandem-se e ocupam larga extensão da maxila, alcançando seu máximo desenvolvimento após a segunda dentição.

Seio Frontal

Os seios frontais estão localizados no osso frontal. Estão ausentes ao nascimento e, esses sim, começam a se desenvolver após os dois anos de idade.

Seio Esfenoidal

Os seios esfenoidais possuem número variado. Rudimentares ao nascimento aparecem como pequenas evaginações das cavidades nasais. A partir dos dois anos de vida se tornam mais visíveis.

Seio Etmoidal

Os seios etmoidais já existem ao nascimento como pequenas cavidades cujo conjunto forma um labirinto.

Essas cavidades são pequenas antes dos dois anos de idade, e apresentam desenvolvimento rápido entre o sexto e oitavo ano.


healthtapRinossinusite em bebês e crianças

Fonte: Jornal de Pediatria – UNIFESP/EPM

Nos bebês e crianças (lactentes á partir de 01 ano de idade), as pequenas dimensões das cavidades ainda em desenvolvimento e o encurtamento da distância entre as superfícies mucosas e os óstios de drenagem atuam como facilitadores do desenvolvimento da rinossinusite.

Os sinais e sintomas mais frequentes nos quadros crônicos incluem obstrução nasal, cefaleia, irritabilidade, tosse diurna e noturna, secreção posterior e halitose.

Outras causas da rinossinusite: deficiência de imunoglobulinas, transitória ou permanente, alterações muco ciliares, fibrose cística e variados processos alérgicos.

Em análise recente de estudos publicados que avaliaram a relação entre asma e sinusite, concluiu-se que a inflamação dos sinos nasais pode provocar piora nas doenças das vias aéreas. O tratamento da sinusite em pacientes asmáticos acarreta melhora, embora a natureza exata dessa relação permaneça em discussão.

stuffynose newhealthyguideSinusite bacteriana em crianças

Fonte: Atualização da diretriz de diagnóstico e tratamento de sinusite bacteriana em crianças da Academia Americana de Pediatria.

A sinusite bacteriana aguda (SBA) é uma complicação comum que pode ocorrer após uma infecção de via aérea superior de origem viral ou na vigência de quadro inflamatório alérgico.
Cerca de 6 a 7% das crianças levadas a atendimento médico com sintomas respiratórios apresentam sinusite bacteriana aguda.

A maior parte das infecções das vias aéreas superiores pode causar febre e sintomas constitucionais como cefaleia e mialgia nas primeiras 24 a 48 horas, quando os sintomas respiratórios passam a ficar mais proeminentes.

Esse quadro infeccioso não dura mais que 5 a 7 dias, sendo o pico dos sintomas respiratórios entre o 3º e o 6º dias, quando passam a melhorar. Em alguns casos, os sintomas podem durar mais de 10 dias.

Rinossinusites bacterianas

Fonte: RBM Revista Brasileira de Medicina

A incidência das sinusites em crianças é bastante controversa, mas é certo que o processo inflamatório e infeccioso das cavidades paranasais pode ocorrer bem precocemente, logo que estas estejam formadas.

(Nota: formadas não é sinônimo de maduras. A formação é anterior ao nascimento).

whattoexpect_comO tamanho dos seios da face das crianças é relativamente pequeno comparado ao tamanho do óstio de drenagem, daí a retenção de secreções é dificultada.

No recém-nascido e no lactente, estão formados os seios maxilares e etmoidais, onde pode ocorrer a sinusite.

Nos pré-escolares, as sinusites maxilares são as mais comuns.

Os seios frontal e esfenoidal começam a se formar mais tardiamente e completam seu desenvolvimento por volta dos dez anos.

Devemos evitar novas crises ou impedir que o processo se torne crônico com a eliminação dos fatores predisponentes.

Assim, é importante manter sob controle os quadros alérgicos, avaliar adequadamente fatores como desvio septal, irritação por fatores ambientais, etc.

A asma e a tosse crônica são capítulos à parte. Há grande prevalência de rinossinusite deflagrando ou piorando a evolução destes quadros.

Sinusite em crianças (lactentes > 01 ano)

Fonte: OtoLab – Otorrinolaringologia Pediatrica – RJ

Geralmente, os quadros de sinusite ocorrem por complicações de resfriados ou crises alérgicas, em decorrência de obstrução nasal e do grande acúmulo de secreções.

Essas secreções depositam-se nas cavidades, normalmente são cheias de ar, facilitando o crescimento de bactérias causadoras da infecção.

Os sintomas mais comuns da sinusite são tosse, nariz entupido com produção de catarro amarelado e, eventualmente, febre e dor de cabeça.

Muitas vezes a tosse, principalmente ao acordar pela manhã, é o único sintoma da doença.

Repare que estes sintomas podem ser facilmente confundidos com um resfriado comum ou até mesmo com a rinite alérgica.  A diferença está no tempo de permanência dos sintomas.

Nos resfriados comuns, eles não ultrapassam sete dias, o que não acontece com a sinusite. Já na rinite alérgica, a congestão nasal vem acompanhada de coriza, espirros e coceira no nariz.

Conduta diagnóstica e terapêutica na sinusite da criança

Fonte: Jornal de Pediatria – Artigo de Revisão

(…) a padronização diagnóstica e terapêutica para o tratamento da sinusite conduz a uma redução no número de tratamentos antibióticos supérfluos.

Em especial, objetivamos a redução do uso inadequado dos antimicrobianos.

Como resultado final, pode-se obter a redução da resistência aos antibióticos e custos do tratamento.

Frequentemente essas indicações supérfluas de antimicrobianos são feitas para o tratamento de crianças com supostas sinusites bacterianas e outras infecções das vias aéreas.

blog_firstcryLeia mais
(com dicas de tratamentos naturais)
Parece gripe, mas é sinusite!!

Amamentação e antibióticos do leite materno

Leite materno e redução da resistência aos antibióticos

Outras fontes

Wald ER et al. Clinical practice guideline for the diagnosis and management of acute bacterial sinusitis in children aged 1 to 18 years. Pediatrics 2013 Jul; 132:e262.

Smith MJ. Evidence for the diagnosis and treatment of acute uncomplicated sinusitis in children: A systematic review. Pediatrics 2013 Jul; 132:e284.

http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/086.pdf

http://www.iapo.org.br/manuals/24-2.pdf

http://emedix.com.br/not/not2001/01abr02ped-wusn-mcw-sinusite.php

http://www.childrenshospital.org/conditions-and-treatments/conditions/sinusitis

Fotos
1.  Kids-ent (Michael Rothschild, MD)
2. Ent Technologies – Austrália
3. HealthTap
4. New Healthy Guide
5. What to Expect
6. University of Minnesota

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KEFIR é uma bebida produzida através da fermentação de grãos de micro-organismos vivos, assim como os iogurtes.

Diz a lenda que a tribo turca Karachay, habitante das montanhas entre a Europa Oriental e Ásia Oriental, foi agraciada pelo Criador com os grãos que deram origem a essa bebida quase mítica.

Com a dádiva, foram entregues algumas normas, como a doação dos grãos apenas ás pessoas honestas e de bom coração. Entre as tribos caucasianas do norte, vender Kefir era um pecado mortal.

Com isso, os segredos da origem dos grãos do Kefir se perderam no tempo, e sua disseminação pelo mundo iniciou-se apenas após 1867, data em que se registram suas primeiras aparições, distantes das tribos turcas.

Hoje, o Kefir é popular em vários países, onde é vendido em supermercados. No Brasil, contamos com a doação de grãos para a produção caseira da bebida.

PRODUÇÃO CASEIRA

Os grãos do Kefir multiplicam-se conforme são cultivados, e aumentam rapidamente.

Diferentemente do iogurte, fermentado apenas por lactobacilos, pode ser fermentado por cerca de 37 micro-organismos diferentes, incluindo as leveduras utilizadas na preparação de pães e cerveja.

Após o preparo da bebida, separa-se os grãos para novo cultivo (formação de mais Kefir), para ser consumido ao natural, ou misturado com frutas, mel e cereais, e também pode ser utilizado no preparo de receitas como substituto do leite ou iogurte.

O Kefir entra em estado de “hibernação” quando exposto á temperaturas abaixo de 10.° Por isso, pode ficar em hibernação, guardado em geladeira, caso deseje dar um tempo no cultivo ou consumo.


Saúde!

Segundo cientistas asiáticos e europeus o Kefir contém triptofano, cálcio, magnésio, fósforo, vitaminas B1, vitamina K, biotina e ainda garantem que possui vitamina B12 (devido ás suas origens remotas).

Argumenta-se que o ácido láctico presente no Kefir e demais bebidas fermentadas melhora o metabolismo geral, e o ácido carbônico diminui a irritação da mucosa estomacal, aliviando sintomas de colite, gastrite, rins e pulmões.

A bebida auxilia na saúde mental, colabora com a redução do peso, tratamento de diabetes e algumas alergias. Fortalece o sistema imunitário, normaliza a pressão arterial, regula o colesterol, é útil para pessoas com depressão e insônia, bronquite e aterosclerose. Pra terminar, também é desintoxicante.

Porém, pode ser contraindicado para pessoas com problemas hepáticos, devido á formação de etanol durante sua fermentação.

Segundo estudos europeus, descobriu-se que 1 litro de Kefir pode conter até 38 g de etanol  por litro após 7 a 10 dias de fermentação.

Para intolerantes á lactose, vegetarianos ou vegans o cultivo em água ou outra cultura fermentativa que não o leite de vaca é o mais adequado.

Fontes

Teor de etanol no kefir de água – Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA – NCBNI

História do Kefir – Wikipedia

A Mágica do iogurte da moda – Iliana Dimitrova

Veja mais: Kefir (Receita Iogurte de kefir de coco)

Alimentos fermentados – Muito além dos iogurtes

Kefir – alimento probiótico

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Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

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AI QUE CALOR!!!

QUANTIDADE DE ÁGUA PARA BEBÊS E CRIANÇAS _ I

QUANTO DAR DE ÁGUA AO BEBÊ? E PARA CRIANÇAS MAIORES?

AI MEU DENTINHO!!!

BETERRABA TEM FERRO?

QUANDO A CRIANÇA ADOECE

ÁGUA NOS ALIMENTOS

NO COPINHO É BEM MELHOR!!

MAMADEIRAS DE PLÁSTICO SÃO PROIBIDAS NA EUROPA

O INÍCIO DAS PAPINHAS DO BEBÊ

COMO ORDENHAR E ARMAZENAR O LEITE MATERNO

FARINHAS NAS PAPINHAS

CAFÉ PARA AS CRIANÇAS? Talvez não seja uma boa ideia…

PRIMEIRAS PAPINHAS

RECEITAS PARA “LEITES” VEGETAIS

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É inevitável. Filho doente causa uma sensação tão difícil de controlar… o chão é o primeiro a sumir.

A cabeça pensa besteira, o coração entra em descompasso, mas não podemos parar.

Pelo contrário, agora é que mostramos mesmo para que servem as mamães…hehehe.

Atente para sintomas como palidez, choro que parece um gemido ou grito de dor, falta de apetite, sonolência, vômito e, principalmente, alta temperatura corporal.

Caso suba, nada de pânico!  Preocupe-se mesmo se estiver acima de 37,5 º, medidos com termômetro.

Bebês menores de um ano, e crianças de qualquer idade que não falam, precisam de muito mais atenção.

Podem cair no sono com facilidade, ou passar horas acordados para total aflição materna. Demonstram incômodo de alguma forma, em alguns casos expelem o que está maltratando o corpo pelo vômito, ou diarréia. Ruim quando o negócio não quer sair, e o organismo não dá conta de expulsar o invasor.

Se parecer grave, consulte um médico de confiança o quanto antes.

Não caia no desespero e leve seu bebê recém-nascido ao Pronto Socorro mais próximo porque sente cólicas, ou regurgitou… Lembre-se sempre que é muito importante ter muita calma nessa hora.

Se houver sintomas preocupantes, e persistentes, busque orientação especializada (não o clínico geral) para investigações mais detalhadas, e orientações adequadas.

Exames clínicos ou laboratoriais podem detectar possíveis infecções. Qualquer sinal de problema respiratório deve ser observado e tratado com muita prudência.

Crianças portadoras de lesões cerebrais costumam apresentar temperatura alta ( não exatamente febre), quando sentem alguma dor que não conseguem expressar.

Também pode acontecer a hipotermia. Mesmo seriamente enfermas, a temperatura fica lá embaixo.

Para baixar a febre

Faça compressas com uma fralda ou pano de algodão, umedecido em água não muito fria.

Coloque na testa, atrás do pescoço, das orelhas e embaixo dos braços. Deixe por alguns minutos nestas áreas. Conforme forem esquentando, troque-os. Verifique após alguns minutos se a temperatura se normalizou, com o auxílio de um termômetro.

Não cubra. Retire meias e blusas, e segure-se: não enrole seu filho em um cobertor porque bate os dentinhos de frio.

Coloque roupas leves, de algodão.

Hidrate! Dê pequenos goles de água, vez ou outra.

Ofereça pequenos pedaços de frutas (sem casca) como maçã, pêra, melão, manga…

Evite bebidas protéicas (sucos de soja ou leite de vaca), e açúcar, especialmente o refinado.

Não automedique!

Dê antitérmico e analgésico,  apenas por recomendação médica.

O uso continuado de dipirona sódica, pode causar redução de glóbulos brancos. Existe um tempo para uso do remédio, evite ultrapassar. Utilize apenas se muito necessário, como nos casos em que outras substâncias antitérmicas não fazem efeito.

Quando a febre não cede fácil, pode ser sinal de infecção. O médico prescreve o uso de antibióticos, com a possibilidade de tratamento em casa, sem riscos de infecções hospitalares.

Algumas reações alérgicas também podem provocar estado febril.

Mais:

Corpo hidratado funciona melhor, mesmo que a doença dê  a impressão de que tudo vai muito mal.

Os bebês especiais, e crônicos respiratórios, costumam apresentar um ronco forte nos pulmões, após a ingestão de líquidos, quando estão muito gripados.

Os roncos também podem ser sintomas de reação alérgica a algum alimento. O leite de vaca é o primeiro no ranking dos causadores de alergias em crianças até 3 anos.

As reações aos alimentos podem provocar sintomas que se confundem com gripe, resfriado, asma bronquica, bronquite, bronquiolite, refluxo gastroesofágico (vômitos), entre outros, e também levar a criança  a uma pneumonia.

Dê líquidos, mas perceba o momento de parar, se houver muita salivação e ronco.

É preciso secar toda essa secreção, ou que seja retirada através da tosse provocada por tapotagem, nos casos de bebês e crianças especiais.

A limpeza dos brônquios pulmonares é primordial para a saúde pois, entupidos com o catarro, passam a ter funcionamento deficiente, provocando séria dificuldade na respiração.

Se a criança estiver arfando, e não houver infecção, tome providências urgentes antes que as secreções cheguem aos pulmões e dominem o ambiente (ondepode evoluir para pneumonia).

Verifique também se o nariz não parece inchado, e se há dificuldades em respirar ao dormir. Pode ser apenas catarro que não conseguem soltar. Pode-se prevenir com vaporização durante o banho. Deixe a água quente do chuveiro criar vapor e então leve seu filho para lá, ajudando-o a aspirar o vapor quente por alguns poucos minutos.

Utilize pomada de calêndula para secar os seios da face. Passe acima dos olhos, rente ás sobrancelhas, da raiz do nariz até as bochechas chegando nas orelhas. Alivia as dores da sinusite e seca as secreções quando não há infecção.

A constipação costuma acontecer com frequência em organismos debilitados, prejudicando ainda mais a saúde.  A falta de apetite também.

Opte por frutas como a pêra, para ajudar a evacuar e fornecer água. Mamão, que auxilia a fortalece ro sistema imunológico,creme de abacate com banana (sem açúcar),  maçã, que combate bactérias intestinais e o mau hálito, creme de manga , etc. Dê a maçã sem casca, não faça sucos.  Pode colocá-la nos sucos com outras frutas, que ajuda a liberar os intestinos.

Nesta horas, os caldos e cremes são a melhor pedida, pois confortam o corpo, que não está com muita disposição para digerir nada complicado.

A carne vermelha é de difícil digestão. O corpo adoecido precisa de ajuda, não de mais problemas. 

Use mais os legumes e a maior quantidade de verde possível.

Faça canja com bardana,nabo, gengibre, salsinha, nirá e acrescente alguns brotos de alfafa ou feijão. Os germinados e brotados devem ser acrescidos após desligar o fogo.

Salsinha, coentro e cebolinha vão ajudar na digestão e aumentar os níveis de vitamina C e clorofila.

Utilize azeite de oliva extravirgem.

Após longos períodos de recuperação, troque a chupeta e a escova de dentes, jogando fora as bactérias e outros microorganismos oportunistas.

Alergia Alimentar infantil

A alergia ás proteínas do leite de vaca é a alergia alimentar que mais acomete as crianças na primeira infância.

Costuma ocorrer nos menores de três anos, também com a sensibilização através do aleitamento materno, caso a mãe consuma alimentos lácteos ou derivados.

Cerca de 60% das crianças manifestam os primeiros sintomas de alergia logo após a primeira mamada.

Estudos apontam que as alergias alimentares são causadas principalmente pelas proteínas do leite de vaca, seguido do ovo, soja, amendoim, castanhas, peixes, frutos do mar e trigo.

Pelo menos 40 sintomas podem estar associados com reações alérgicas: cólica, vômito, diarréia (às vezes com sangue), urticária, asma, salivação intensa e engasgos que levam á pneumonia, sinusite, coceira, otites de repetição, tosse, espirro, anemia, baixo crescimento, rinite, dor de cabeça, inchaço nos lábios, na língua e na garganta e choque anafilático.

Fonte:

Guimarães, Nana. Guia de alimentação infantil- com dicas de cuidados para crianças especiais, 2003.

GAZOLA, Helen B. Alergia alimentar em crianças. São Paulo: Revista Nutrição em Pauta, V. 16, n. 90, 2008, p. 16 – 20.

Veja mais:

Para fortalecer o sistema imunitário



 

 

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Os números de casos de Aids no Brasil continuam subindo, ainda que lentamente.

Nos dias de hoje, a transmissão mais freqüente ocorre através do relacionamento heterossexual, acarretando em constante crescimento nos números de mulheres infectadas.

Em 1985,  haviam 15 casos de homens para 1 de mulher. Em 2007, quase empatam: 1,5 homem para 1 de mulher.

Com o aumento da população feminina com a doença, subiram também os números de transmissão vertical.

Transmissão vertical é quando o bebê é infectado pelo vírus (HIV) ainda durante a gestação, o parto ou por meio da amamentação.

Entre  os anos de 2000 a 2009  (1º semestre), foram notificados 47.405 casos de gestantes com Aids.

O número de menores de 13 anos, HIV+, de 1980 a 2007, foi de 16.455.

Destes, 83% ocorreram pela exposição vertical.

Em menores de 5 anos, a Aids atingiu 10.739 casos, entre 1996 e 2009. Desse total, 5.526 casos registrados debebês menores de 1 ano.

Aids e amamentação materna

A maioria dos bebês de mães soropositivas para o HIV não apresentam sinais ou sintomas de infecção pelo vírus ao nascer.

Porém, a taxa de transmissão vertical pode chegar a 20% (a cada 100 crianças nascidas de mães infectadas, 20 podem tornar-se  HIV+).

Estudos estimam que o risco de transmissão do vírus pelo leite humano seja de 7 a 22%.

Por isso, alguns países, como o Brasil, decidem pela não amamentação por mulheres soropositivas para o HIV.

Mas não é por isso que seu bebê vai ficar sem leite materno!

Clique aqui:  DOAÇÃO DE LEITE MATERNO e informe-se sobre como receber LM em sua casa.

Quanto á alimentação e nutrição de crianças em risco de HIV/Aids, as orientações são próximas do que seriam para todas as outras crianças: alimentação saudável, repleta de frutas, verduras, legumes, grãos e sementes que deixam longe as doenças.

Mais:

Quando a criança adoece (sugestões de cuidados alimentares)

Alimentação para fortalecer o sistema imunológico

Alimentos fermentados para fortalecer o sistema imunológico

Probióticos para diarréia

CÓLICA E PRISÃO DE VENTRE

O inicio das primeiras papinhas

Leia no Google Books o Guia de Alimentação Infantil – Com dicas de cuidados para crianças especiais

(A autora é essa que vos fala. O livro aborda como alimentar as crianças e bebês quando assaltados por determinadas doenças respiratórias, gastrointestinais, etc.)

Download:

Guia Prático de Preparo de Alimentos para Crianças Menores de 12 Meses Verticalmente Expostas ao HIV.

Cartilha Alimentação e Nutrição para pessoas que vivem com HIV e AIDS

Para os maiores:

Por dentro do medicamento

(Cartilha com Jogo de memória em anexo – produzida pelo GIV – Grupo de Incentivo á Vida e Ass. François-Xavier Bagnoud do Brasil)

Jogo Zig-Zaids

Desenvolvido por pesquisadoras do Departamento de Biologia do Instituo Oswaldo Cruz/ Fiocruz

Fonte:

Boletim Epidemiológico Aids/DST_Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

 
 
Resumo: A fim de reduzir os riscos de transmissão vertical do HIV intra-útero/intraparto e eliminar o risco de tal transmissão por meio da amamentação, o MS edita este guia prático, auxiliando as mães a alimentar adequadamente seus filhos. Com orientações alimentares fartamente ilustradas, para auxiliar a compreensão, esta obra colabora também com o estabelecimento e o fortalecimento do vínculo afetivo mãe-bebê.

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Entre no site da Pro teste para saber mais:

Dossiê PRO TESTE

Os alimentos industrializados estão abusando da quantidade de aditivos, o que pode provocar inúmeros problemas de saúde – principalmente em crianças.

Os aditivos para alimentos são substâncias não-nutritivas que melhoram a aparência, sabor, textura e o tempo de armazenamento de alimentos.

Entre os males relacionados ao excesso de consumo, estão alergiaS, hiperatividade e câncer.

Há públicos que são ainda mais vulneráveis ao consumo dos aditivos.

É o caso de gestantes, idosos, pessoas que têm alimentação pouco variada e, principalmente, crianças menores de três anos.

Crianças não estão prontas para aditivos

O maior problema com a criançada é que os sistemas digestivo e urinário ainda não estão totalmente preparados para processar uma alimentação que traga aditivos.

Na saúde infantil, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde recomendam que não sejam utilizados aditivos em produtos alimentares destinados a crianças.

Apesar disso, é importante ressaltar que há vários produtos no mercado para crianças menores de um ano que contêm aditivos, como iogurtes, gelatinas, refrigerantes, biscoitos, balas, dentre outros.

Alguns dos ADITIVOS PREJUDICIAIS Á CRIANÇAS E BEBÊS

ÁCIDO LÁTICO (INS 270)

Pode provocar perturbações metabólicas nos bebês devido à imaturidade do aparelho digestivo.

Principais Alimentos: Quase todos os produtos alimentares, principalmente, sucos e néctares, doces, geléias, biscoitos, e condimentos.

ÁCIDO TARTÁRICO (INS 334)

Em doses elevadas é laxativo e pode causar gastroenterites, bem como uma diminuição na absorção de cálcio no organismo.

Principais Alimentos: Presente em quase todos os alimentos, principalmente nos vegetais em conservas, produtos de confeitaria, doces e geléias, goma de mascar e alimentos para bebês e crianças.

BUTIL HIDROXIANISOL

Aumento do nível de colesterol e lipídeos sanguíneos. Aumento da síntese de enzimas digestivas no fígado, o que pode acentuar o catabolismo de substâncias como as vitaminas A e D. Possivelmente carcinógeno. Não pode ser adicionado a alimentos para bebês e crianças.

Principais Alimentos: Óleos e gorduras.

Potencial Alérgico: Sim. Risco de alergias e urticárias.

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