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sg_theasianparent_comLeia completo: Relactação e amamentação na Adoção
Dr. Karleen Gribble

Amamentar uma criança adotada é uma possibilidade que poucas pessoas estão cientes.

Não é necessário ter gerado seu filho, ou ter ovários,  para ser capaz de amamentar. E a amamentação pode ser uma experiência muito positiva tanto para a criança, quanto para a mãe.

O processo de produção do leite materno, em casos de amamentação adotiva, é bastante simples.

Durante a gravidez, os hormônios, incluindo estrogênio, progesterona e prolactina preparam os seios para produzir leite.

No entanto, o hormônio prolactina também é liberado em resposta à estimulação do mamilo. Níveis elevados de prolactina podem causar o desenvolvimento de estruturas produção e secreção do leite.

Os níveis de prolactina podem ser aumentados através da utilização de uma bomba elétrica para ordenha ou a amamentação de um bebê.

Uma vez que a secreção do leite materno começa, a saída deste mesmo leite através da sucção faz com que mais leite seja produzido.

O processo de indução da lactação chama-se relactação, trans lactação ou lactação induzida. É um processo normal e natural.

Evidente que relactação não ocorre apenas em amamentação adotiva. Mulheres que desmamaram seus filhos biológicos e desejam reiniciar a amamentação podem re-iniciar esse processo de produção do leite materno da mesma maneira.

E, literalmente, nunca é tarde demais!

Fonte
Australian Breastfeeding Association

Foto
Asosiasi Ibu Menyusui Indonésia

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Relactação é uma maneira simples de fazer com que mães que querem amamentar possam voltar a fazê-lo.

Também é excelente opção para mães adotivas, que gostariam de amamentar seus filhos utilizando toda força da sua própria natureza.

Se, por algum motivo, você deixou de amamentar, e agora gostaria de tentar novamente, veja como fazer:

Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade.

A mamadeira nem sempre permite a descida do leite satisfatoriamente.

A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

* Fita adesiva para curativos, para prender a sonda junto ao seio.
Procure hipoalergênica.

Para a RELACTAÇÃO:

•Coloque a ponta da sonda cerca de 2cm ao lado, ou por cima do mamilo.

• Prenda a sonda com a fita crepe.
Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

*Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou pressione a sonda com os dedos, para administrar a quantidade de saída.

Ao “relactar” evite

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira.
Utilize copinho ou colher para dar o leite, evitando a confusão de bicos pelo bebê;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso não seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.
O importante, agora, é a sucção do seio.

•Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, mesmo que não tiver leite para ordenhar. Isso vai estimular a produção, aos poucos, mas logo dará resultados.

Quando fazer

• Quando o bebê deixou o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente, baixo peso ou desnutrição;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Completamente ligada á natureza femininaa relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

E lembre-se:

Não existe leite materno fraco.

Para saber mais

Relactação – Estudo realizado na Unicamp 

Já falamos disso antes

Para tudo tem jeito! A prática da relactação

Relactação- como fazer – tornando a amamentação possível

Quer saber muito mais sobre relactação, teoria e prática?
Passe no blog AMAMENTAÇÃO, da Ana Paula:

BLOG AMAMENTAÇÃO – onde comprar sondas


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PARA A RELACTAÇÃO,  será preciso:

*  Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

* Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade.

A mamadeira nem sempre permite a descida do leite satisfatoriamente.

A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

* Fita adesiva para curativo, para prender a sonda junto ao seio. Procure as hipoalergênicas.

Pronto!

Depois de organizar os detalhes, comece a relactação:

Coloque a ponta da sonda por cima ou ao lado do mamilo.

Prenda a sonda com a fita crepe. Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou aperte com o dedo administrando a quantidade.

Ao Relactar, evite:

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira. Nos momentos em que não relactar, utilize copinho ou colher para dar o leite, evitando a confusão de bicos;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso nao seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.O importante, agora, é a sucção do seio.

• Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, para estimular a produção.

Quando fazer a relactação

• Quando o bebê deixou o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente e baixo peso;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Para quem ainda não sabe: O que é a Relactação?

Relactação é uma maneira simples de auxiliar as mamães que querem amamentar seus bebês, mesmo quando por motivo de força maior tiveram que parar de dar o peito, ou nunca deram (mães adotivas ou que tiveram problemas de saúde que as impediram de fazê-lo).

Aqui no Brasil, a relactação é mais conhecida graças ao trabalho de divulgação de instituições não governamentais que apóiam a amamentação (nacionais ou internacionais). No exterior, já é velha conhecida de algumas décadas.

Á partir dessas organizações é que a relactação tornou possível a realização do desejo das mães que querem amamentar seus filhos. Descobrindo ainda que não há motivos que impeçam uma mulher de relactar.

Completamente ligada á natureza femininaa relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

Muitas mães podem conseguir o mesmo apenas colocando o bebê para sugar o seio, em intervalos regulares, mas outras precisam de uma forcinha extra.

Experimente a Relactação também caso o médico “libere” fórmulas artificiais para seu bebê, entre outros motivos, porque:

1) Parece não ganhar peso (provavelmente porque a pega do seio não está correta, então ele ingere menos leite materno do que poderia);

2) Seu leite é fraco e não sustenta o seu filho (idem acima. Esse mito é o mais absurdo do rol de “motivos” para introduzir alimentação complementar precocemente)

3) Está com mastite ou rachaduras no seio, depressão pós-parto, tomando remédios que poderiam ser evitados, etc.

Para saber mais

Amamentação Adotiva

(para orientação e estímulo ás mães adotivas que desejam amamentar – em inglês)

Cómo relactar o inducir una lactancia

(orientação de como realizar a relactação – em espanhol)

Estudo realizado no Dpto. Pediatria da Unicamp – 1981

Já falamos do assunto antes:

Para tudo tem jeito! A prática da relactação

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Relactação é uma técnica que, ao mesmo tempo em que supre a alimentação, incentiva a sucção no peito, levando o bebê a reaprender esse mecanismo.

Por sua vez, a sucção induz a produção do leite, pela estimulação dos hormônios prolactina e ocitocina.

O objetivo principal da Relactação é resgatar a Amamentação e a produção de leite diminuída ou perdida.

Indicada para bebês que:

• Deixaram o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo

• Com sucção pouco eficiente, ordenhando pouco leite e com baixo peso

• Que rejeitaram o peito

• Prematuros que não conseguem ordenhar todo o leite necessário

• Doentes – cardíacos e outros – que não podem fazer esforço

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldades

• Recém-nascidos cujo colostro da mãe não desceu

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação

• Com hipogalactia

nursingnook.net

Utensilios para a Relactação

Leite materno ordenhado ou leite artificial na falta do LM
Sonda Levine nº 4 (cateter estomacal, gástrico ou uretral)
Seringa descartável, mamadeira ou recipiente para armazenar o leite
Fita crepe para prender o cateter


Como proceder

Colocar uma das extremidades do cateter no recipiente contendo o leite materno ou artificial

Introduzir a ponta do cateter por cima do mamilo, cuidando para não ultrapassar a ponta do mamilo

Prender o cateter ao peito com fita adesiva

O recipiente com o leite deve ficar abaixo do nível da boca do bebê

Colocar o bebê no peito e verificar a pega ajustando da maneira correta

Se o bebê estiver ordenhando muito rápido o leite do recipiente, dobre a sonda para controlar o fluxo

Recomendações Importantes

1. Não ofereca mamadeira ao bebê

2. Em caso de complementar as mamadas ao peito, deve-se utilizar copinho

3.  Não dar outro líquido ao bebê

4. Buscar realizar o procedimento quando mãe e bebê estiverem calmos e relaxados

5. No início, não relactar quando o bebê estiver com fome

6. Utilizar no inicio o leite que o bebê está acostumado

7. Pingar o leite com seringa ou conta gotas nos lábios do bebê, mamilo e aréola da mãe, para propiciar estimulo dos sentidos (cheiro, sabor)

8. Realizar ordenha de 2 em 2 horas mesmo sem leite materno suficiente nas mamas, para estimular a produção

Fonte

Grupo Anjos da Amamentação. Equipe multidisciplinar e voluntária do Hospital Santa Lucinda/ PUC/SP. Sorocaba. São Paulo.

Fonte das Fotos:
http://www.lact-aid.com
http://www.nursingnook.net

Mais:

RELACTAÇÃO – COMO FAZER – TORNANDO A AMAMENTAÇÃO POSSÍVEL

Assistam!

Vídeo da Laurinha tomando leite materno no copinho, aos 10 dias:

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pressreader_comSubstitutos do leite de vaca, para quem precisa de outras opções, pelos motivos mais diversos:

Os Campeões em CÁLCIO

Leite Materno

A boa relação cálcio:fósforo presente no leite materno favorece a absorção do cálcio.

Outros:
Sementes de gergelim: 90 mg de cálcio em 1 colher de sopa (sementes com casca) 10 mg de cálcio em 1 colher de sementes descascadas

Amêndoas 1/3 de xícara  =   50 mg
Melado escuro 1 colher de sopa =  137 mg
Alga hijiki seca =  1/4 de xícara =  162 mg
Alga wakame seca = 1/4 de xícara = 104 mg
Homus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara=   81 mg
Quinoa  1 xícara =  50 mg
Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa= 128 mg
Sementes de linhaça: 211 mg
Coentro desidratado : 788 mg
Folha de caruru crua: 455 mg
Alfavaca : 258 mg
Manjericão:  211 mg
Couve refogada : 177 mg
Agrião:  133 mg

Mostarda:  68 mg
Brócolis : 51mg    Cozido: 86mg
Salsinha:  179 mg
Cebolinha:  80 mg
Abobrinha crua:  80 mg
Palmito: 58 g
Aveia: 48 mg
Leite de coco: 16 mg
Açaí: 22 mg
Manga haden: 22 mg
Laranja: 34 mg
Chicória: 45 mg

Veja ainda receitas de Leites vegetais” que podem ser utilizados em receitas de bolos, pudins, mousses, etc.

Leite de Gergelim

2 xícaras de água
4 colheres de sopa de sementes de gergelim
Deixe as sementes de molho na água por mais ou menos 3 horas.
No liquidificador, bata por 3 minutos. Coe. Dá para usar tb sementes de girassol sem as cascas.
 
Leite de Castanhas
1/2 litro de água fervendo
3 castanhas do pará
2 colheres de sopa de aveia
1 pitada de sal
 
Junte todos os ingredientes.
Deixe de molho por uma hora.
Bata tudo no liquidificador e coe.
 
Leite de arroz
1 xícara de arroz cru lavado
2 xícaras de água
Deixar de molho por 4 horas.
Bater por 2 minutos no liquidificador.
 
Leite de coco
Limpe 2 cocos médios.
Retire a polpa.
Pique e bata no processador ou liquidificador, com pouca água do próprio coco.
Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira.
Esprema bem.
ou
Coloque o bagaço do coco em uma vasilha.
Misture com água.
Deixe de molho por 30 minutos.
A seguir, despeje em um pano ou coador.
Esprema bem.

Leite de Inhame
3 inhames
Água
Coco
Bata o inhame e o coco, com a água. 
Coe.

Foto: Juanita M. praticando relactação com seu filho adotivo.

Mais do mesmo:


Fontes

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