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Archive for the ‘receitas para bebê’ Category

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MELANCIA

Apesar de mais conhecida como fruta, a melancia é uma hortaliça pertencente à família Cucurbitaceae, a mesma do melão (Cucumis melo), pepino (C. pepo), chuchu (Sechium edulis), abóboras (Curcubita moschata L.), entre outras.
Sua cultura é originária da África. Foi trazida para o Brasil pelos escravos.

Atualmente, nosso país é um grande produtor de melancia, destacando os estados de Goiás, Bahia, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Fonte:
“A cultura da Melancia”. Série Produtor Rural. Divisão de Biblioteca (DIBIBL). Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ).

A série está disponível gratuitamente para download no site da Biblioteca www.esalq.usp.br/biblioteca. As versões impressas podem ser adquiridas na Biblioteca por R$ 10,00. Por envio postal, o valor será acrescido de R$ 7,50 por conta do frete. Informações pelo telefone (19) 3429.4140 (r.210).

Disponível em: esalq.usp.br

Veja aqui:
Receita Pão Papai Noel

Montando a árvore de Natal

Aromas de Natal 

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Não gostam de frutas??

Agora vão gostar!!

🙂

Para o creme vegetal, parecidíssimo com o creme de leite comum, vai precisar de:

Creme de leite de castanhas de caju

1 3/4 de xicara de castanhas de caju
2 colheres de sopa de vinagre de maçã
1 colher de chá de vinagre de maçã
1/2 colher de chá de sal
1 1/4 de xicara de água

Modo de fazer

Deixe as castanhas de molho por cerca de 8 horas
Escorra a água
Bata o caju com o vinagre e o sal por cerca de dois minutos

Não deixe a massa “colar” na parede do processador ou liquidificador
Aos poucos, acrescente água de 1/4 por 1/4 , a cada vez, batendo por 1 minuto cada
No final, fica com aparência líquida

Deixe repousar na geladeira por cerca de 1 a 1 1/2 hora

Creme de leite de arroz

Bata o residuo do leite de  arroz com água de coco ou o próprio leite, da mesma forma que fez com as castanhas de caju
Acrescente açúcar mascavo
Não coloque sal algum
 
Creme de leite de inhame

Cozinhe o inhame, sem sal
Bata com 1 xicara de água de coco

Leve açúcar mascavo ao fogo,
Antes de criastalizar, acrescente o inhame batido e mexa rapidamente
deixe esfriar

Glacê de coco

Veja aqui: Cobertura de coco para bolos (sem lactose, sem ovos)

 

 

 

 

 

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ist1_8466250-baby-with-pears06-08 meses: Explorando a comida e começando a comer

Quando bebês amamentados começam a comer outros alimentos, é necessário que um novo tipo de resposta às necessidades e sinais das crianças seja estabelecido por suas mães ou pessoas que cuidem delas.

A consistência e a textura dos alimentos, como eles são oferecidos e as quantidades precisam mudar conforme as crianças crescem e aprendem como lidar com a comida.

O que é apropriado aos seis meses não é o mesmo aos 12 ou aos 18 meses.

A alimentação de acordo com as necessidades das crianças refere-se a uma alimentação receptiva e envolve cuidados na ajuda e no encorajamento para as crianças comerem (sem forçá-las), alimentando devagar e pacientemente, experimentando oferecer diferentes comidas e minimizando distrações.

6dce52e9c63c08fd810a2aa4839511caA amamentação em livre demanda pode propiciar quase toda energia que bebês entre 06 e 08 meses precisam.

Se mostram pouco interesse em comer, mas estão sendo amamentados com frequência, não há razão para ficar preocupada.

A partir dos seis meses, os dois nutrientes que os bebês precisam em maior quantidade do que proveniente apenas do leite materno são o ferro e o zinco.

De início, bebês necessitam de comidas mais pastosas e macias que não requerem muita mastigação como os purês.

Alguns bebês também ficam felizes com pedaços de comidas macias como talos de verduras cozidas que eles podem segurar com as próprias mãos, sugando ou  mordendo com suas gengivas.

supercook_ruCrianças amamentadas são expostas aos sabores e gostos através do leite materno.

Estudos sugerem que elas estão mais propensas a aceitar comidas que tenham o mesmo sabor dos alimentos ingeridos por suas mães.

Gradativamente, a quantidade e a variedade podem ser incrementadas, aumentando a oferta de refeições para duas ou três vezes por dia, entre 7 a 8 meses.

Nesta idade, não existe vantagem em oferecer outros alimentos em frequência maior.

Isso pode prejudicar a nutrição do bebê, na medida em que ingere menor quantidade de leite materno, e os substitutos não conferem os mesmos valores nutricionais que ele.

09-11 meses: Comendo Mais

Bebês maiores costumam comer mais, o número de refeições oferecidas pode aumentar para três ou quatro por dia, com um ou dois lanches, se necessário, sempre complementados com leite materno.

A amamentação em livre demanda deve continuar, mas é importante estabelecer um padrão regular de horários para as refeições.

Novos alimentos devem continuar a ser introduzidos para ampliar a variedade na dieta e de nutrientes consumidos.

12-24 meses: Adaptando-se ao padrão alimentar da família

Em torno dos 12 meses de vida a maioria das crianças está fisicamente apta para comer os alimentos com consistência similar aos alimentos consumidos pela família.

É importante que elas tenham suas próprias porções/pratos, pois elas comem tão rápido quanto os membros mais velhos da família.

Além disso, alguns alimentos ainda precisarão ser cortados em pequenos pedaços ou amassados.

Muitos bebês que praticam a técnica conhecida como BLW  (o bebê pega alimentos adequados para sua idade, com as próprias mãos), seguem essa fase com tranquilidade e maior conforto.

Mães que não conseguem “ver sujeira”, relaxem!
Não reprimam o aprendizado e apreensão de conhecimento de seus bebês.
🙂

Trecho do artigo: “Do peito a comida caseira, saúde a vida inteira” (WABA)

Alimentação e Saúde Infantil - Nutrição consciente desde a infância

Em 2005, a WABA ( The World Alliance for Breastfeeding Action) – Aliança Mundial Pró-amamentação, lançou a cartilha Do peito á comida caseira: Saúde a vida inteira!

Sempre atual,  o documento discorre sobre os benefícios incontestáveis da amamentação materna, e também da alimentação complementar bem elaborada logo no início.

Muitas mães não sabem, mas isso faz muito a diferença em futuro próximo.

DA AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA A COMIDA CASEIRA:CUIDANDO DA TRANSIÇÃO NO TEMPO CERTO

Quando começar?

Órgãos de saúde e proteção ás crianças no mundo todo recomendam que a alimentação  complementar deve acontecer no tempo certo, ser nutricionalmente adequada, segura e de acordo com as necessidades da criança.

Amamentação exclusiva é mais do que suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais dos bebês até que eles completem 06 meses de idade (26 semanas).

Nesta fase, ocorrem vários marcos de desenvolvimento que tornam o bebê apto a comer alimentos macios e semi-sólidos.

Ver o post original 930 mais palavras

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Consta na história da humanidade que a cevadinha (Hordeum vulgare L.) anda pela terra desde o período Paleolítico.

A cevada foi dos primeiros alimentos domesticados pelo homem.

Assim como inúmeras outras plantas (e animais), era encontrada apenas em sua forma selvagem (original), até que após o final do período glacial a migração fluente de pessoas e animais carregou-a para outras terras.

A domesticação é a seleção e adaptação de determinados seres vivos ás condições diferentes de seu habitat natural, para suprir as necessidades humanas.

A cevadinha era um grande simbolo do antigo Egito. De acordo com a bíblia, a cevada foi um dos “sete grãos que fertilizaram a Terra prometida de Cannaã”.

O  cultivo da cevada domesticada foi iniciado entre 6000 a.C. e 7000 a.C., no Oriente Médio. Muito mais tarde foi substituida pelo trigo.

É excelente substituta do arroz, e também pode ser utilizada em preparações diferentes de saladas, hamburgueres, bolinhos, bolo, etc.. Contém glúten, baixo indice glicêmico e boa quantidade de fibras, o que auxilia no controle do colesterol. É rica em antioxidantes como as vitaminas do complexo B (niacina).

COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DA CEVADINHA
em 50g

Carboidratos – 37g
Proteínas – 5g
Fibras – 2g
Cálcio – 27,5mg
Ferro – 2,2 g

Receitas

CREME DE CEVADINHA

1 xícara de cevadinha germinada
(se preferir cozida, apenas cozinhe e reserve)
1 colher de chá de missô
1 pedaço pequeno de gengibre
1 tomate picado
1 xícara de couve flor picadinha.

Bata os ingredientes até formar um creme.

HAMBURGUER DE CEVADINHA COM COGUMELOS

😉

1 xícara de cevada cozida
1 batata pequena
2 colheres cogumelos picados
3 colheres cogumelos shyitake picados
1/2 colher de chá de tomilho seco
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
Missô (1/4 cholher de chá)
1/4 colher de chá de cominho ou gengibre
óleo de girassol para ajudar na liga
Ervas frescas

Preaqueça o forno.
Cozinhe e amasse as batatas.
Misture com os cogumelos, a cevada, sal e cominho ou gengibre.

Forme bolinhos, depois achate como hamburguer.

Deixe assar até dourar, virando os lados de 10 em 10 minutos.

Monte os hamburgueres  acrescentando rodelas de tomates, orégano, etc.

Receitas com cevadinha para o bebê, veja aqui:

Cevadinha com leite de coco, cevadinha com quiabo ou vagem, risoto de cevadinha, cevadinha com quinoa…

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howtomake_cakepopsVeja na página: Receitas para crianças

Bolo de rolo, bolinhos, panquecas, biscoitos, pão doce, donuts, pizza vegetariana, hamburguer vegan, etc.

Sem leite de vaca, ovos ou outros ingredientes de origem animal.

Foto: howtomake-cakepops

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A alimentação complementar deve ser iniciada aos 6 meses de idade, com a oferta de papinhas de frutas naturais ou legumes.

Escolha um dia e ofereça uma fruta raspada, amassada ou para que o bebê pegue com as mãozinhas e leve à boca (BLW – Baby Led Weaning), no meio da tarde (se em amamentação, quando são oferecidas apenas 3 refeições ao dia) . Bebês em aleitamento artificial iniciam com a fruta no meio da manhã. 

BLW

Uma rápida introdução: Corte a fruta em pedaços grandes, de preferência retire a casca (celulose pode acelerar funcionamento dos intestinos e afetar ganho de peso). Fique de olhos bem abertos. Realize o método apenas se sentir segurança, mas saiba que dificilmente ocorre engasgos, devido mecanismo realizado pelo bebê que impulsiona o alimento para fora. 

Como fazer

Varie as frutas em intervalos de dois a três dias. Observe se o bebê não apresenta alguma reação. Atente para dor de barriga, irritação, muito choro, manchas na pele, assaduras ou fezes moles…

Após cerca de uma semana, comece a oferecer papinha “salgada” na hora do almoço.

Não ofereça sucos de frutas ao bebê dessa idade.

Sua capacidade gástrica ainda é muito pequena, e comporta apenas o estritamente necessário para sua nutrição. E porque não precisa, de líquidos basta o leite (seja materno, seja artificial).

Se mesmo assim, ainda não se convenceu de que bebês menores de 1 ano não precisam de sucos e outros alimentos diluídos, saiba que é importante que se acostume ao  sabor natural das frutas, que possuem açúcar e são doces por natureza.

Para saber quanto dar de água aos bebês, amamentados ou não, veja aqui:
Quanto dar de água ao bebê e crianças maiores

As primeiras papinhas de frutas devem ser oferecidas pela manhã, aos bebês em aleitamento artificial.

Ao iniciar as refeições principais, almoço e jantar, bebês em aleitamento artificial devem receber um pedaço de fruta rica em vitamina C, para melhor absorção do ferro), caso não recebam suplementação desse mineral.

Para oferta de água, inicie com o copinho de transição nessa fase.

Veja aqui:

NO COPINHO É BEM MELHOR!!

Para bebês em aleitamento materno exclusivo, a primeira papinha deve ser oferecida no almoço ou meio da tarde.

Não há “lanche” para bebês amamentados ao peito.

O leite materno é nutricionalmente superior às frutas ou legumes, em quantidade e qualidade, especialmente nessa fase.

A água não é necessária, pois o leite materno além de fornecer todos os nutrientes, hidrata satisfatoriamente.

Então, resumindo:

Inicie a alimentação complementar com frutas raspadas ou amassadas, oferecidas em colher de silicone (evite as de metal que são frias e duras o suficiente para incomodar o bebê), ou BLW.

Frutas indicadas para a primeira fase:

Banana, mamão, maçã, pera, caqui, melão, manga…

Escolha apenas frutas naturalmente doces, evite as que necessitam da adição de açúcar.

As primeiras papinhas salgadas

Após praticamente seis meses tomando apenas leite, materno ou artificial, é chegada a hora de o bebê conhecer novos alimentos.

As papinhas salgadas devem ser oferecidas de forma gradativa, com paciência e em ambiente agradável.

Procure deixar o bebê seguro e confiante.

Monte um cardápio com horários e intervalos, sempre priorizando o aleitamento materno, que segue em livre demanda mesmo após as refeições. 

Lembre-se que seu bebê é um bebê, e precisa não apenas conhecer os alimentos mas, principalmente, é necessário observar as possíveis reações adversas que pode ter ao ser exposto a algum deles (cólicas, agitação, alergias ou intolerâncias…).

Procure amassar com garfo ou utilize um amassador de batatas, desses de preparo de purês.

Evite o liquidificador.

Muitos bebês, após 1 ano, apresentam dificuldades de mastigação por terem iniciado com alimentos diluídos batidos em liquidificador.

A regra para a combinação dos alimentos e elaboração das papinhas após o período inicial  (por volta de 1 mês a 40 dias do começo), é a seguinte:

1 – Energéticos: responsáveis pelo fornecimento da energia necessária para o crescimento e as atividades diárias da criança. Também auxilia no metabolismo da proteína.

Arroz, batata, mandioquinha, cará, inhame, batata-doce, mandioca, fubá…

2 – Construtores: ricos principalmente em proteínas, são responsáveis pela multiplicação das células.

Leguminosas, ervilha, lentilha, feijão (caldo) ou grão-de-bico e carnes (caldo)…

3 – Reguladores: regulam os processos bioquímicos do organismo, aumentam a resistência imunológica e fornecem fibras.

Alface, abóbora, brócolis, cenoura, couve, escarola, chuchu, abobrinha, vagem, quiabo…

Procure variar as verduras, com o uso de acelga, alface, agrião, chicória, catalonia, couve…

O Jantar

Assim que o bebê estiver comendo bem a papinha do almoço, e mais o lanche do meio da manhã (bebês em aleitamento artificial), comece a dar também o lanche no meio da tarde e, posteriormente, o jantar.

No jantar, deve-se oferecer o mesmo do almoço.

Porém, isso não quer dizer que deva requentar a comida dada anteriormente.

Alimentos deixados em geladeira, perdem valores nutricionais e podem causar problemas digestivos.

Evite sopas diluídas, faça as papinhas em consistência pastosa

Evite

Ovo: Não é necessário nessa fase. Proteínas adquiridas pelo ovo são obtidas pela amamentação ou consumo da fórmula artificial. Leite materno já possui albumina.

Caso decida oferecer ovo porque ajuda a evitar alergia a ele: Isso não é verdadeiro. Não há comprovação cientifica, sem conflito de interesses,  de que bebês expostos à proteínas alergênicas antes de 01 ano, ou após, não apresentaram reações a essas substâncias.

Se oferecer mesmo assim: no inicio, fracione a gema e ofereça. Evite o ovo inteiro, pois albumina da clara, assim como o cálcio, compete com ferro das refeições principais.

Leite da vaca integral: pode acarretar em anemia ferropriva.
Não confunda leite de vaca integral com fórmulas lácteas. São produtos diferentes.

Produtos industrializados: pelos aditivos químicos em quantidades muito superiores ao que um bebê pode suportar, além de açúcar refinado, xarope de milho, adoçantes artificiais e nutrientes também em quantidades superiores ao que um bebê deve ingerir ao dia, como o sódio. 

Temperos industrializados: contêm glutamato monossódico, excesso de sódio, corantes, etc.

Carnes de qualquer espécie: Não há qualquer necessidade de carnes para bebês que estão iniciando a alimentação complementar. Os leites materno e artificial suprem as necessidades de  proteínas e ferro necessárias ao dia.

Considere ainda suplementação e reservas hepáticas de vitamina B12 e ferro, que se estendem até próximo dos 08 meses.

Baixe aqui:

Guia alimentar para crianças menores de dois anos.
OMS/OPAS

Os dez passos da alimentação saudável para crianças menores de 2 anos

Papinhas – o que é bom saber / Alimentação infantil até 2 anos

Danoninho para bebês?

Mucilon para refluxo e bebês baixo peso?

Só pra variar: opções ao mucilon

Chega de mamadeira! No copinho é bem melhor!

Papinha do bebê – Alimentos de desmame

Papinha do bebê – Receitas de Farinhas caseiras (também para bebês alérgicos ao leite de vaca)

Meu bebê não quer comer – 0 a 06 meses

Meu bebê não quer comer – 06 a 12 meses

Soja e Telarca precoce – aumento das mamas

Soja para bebês e crianças?? Há controvérsias!!

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo (Crianças maiores)

 

 

 

 

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