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Archive for the ‘RECEITAS PAPINHAS’ Category

ist1_8466250-baby-with-pears06-08 meses: Explorando a comida e começando a comer

Quando bebês amamentados começam a comer outros alimentos, é necessário que um novo tipo de resposta às necessidades e sinais das crianças seja estabelecido por suas mães ou pessoas que cuidem delas.

A consistência e a textura dos alimentos, como eles são oferecidos e as quantidades precisam mudar conforme as crianças crescem e aprendem como lidar com a comida.

O que é apropriado aos seis meses não é o mesmo aos 12 ou aos 18 meses.

A alimentação de acordo com as necessidades das crianças refere-se a uma alimentação receptiva e envolve cuidados na ajuda e no encorajamento para as crianças comerem (sem forçá-las), alimentando devagar e pacientemente, experimentando oferecer diferentes comidas e minimizando distrações.

6dce52e9c63c08fd810a2aa4839511caA amamentação em livre demanda pode propiciar quase toda energia que bebês entre 06 e 08 meses precisam.

Se mostram pouco interesse em comer, mas estão sendo amamentados com frequência, não há razão para ficar preocupada.

A partir dos seis meses, os dois nutrientes que os bebês precisam em maior quantidade do que proveniente apenas do leite materno são o ferro e o zinco.

De início, bebês necessitam de comidas mais pastosas e macias que não requerem muita mastigação como os purês.

Alguns bebês também ficam felizes com pedaços de comidas macias como talos de verduras cozidas que eles podem segurar com as próprias mãos, sugando ou  mordendo com suas gengivas.

supercook_ruCrianças amamentadas são expostas aos sabores e gostos através do leite materno.

Estudos sugerem que elas estão mais propensas a aceitar comidas que tenham o mesmo sabor dos alimentos ingeridos por suas mães.

Gradativamente, a quantidade e a variedade podem ser incrementadas, aumentando a oferta de refeições para duas ou três vezes por dia, entre 7 a 8 meses.

Nesta idade, não existe vantagem em oferecer outros alimentos em frequência maior.

Isso pode prejudicar a nutrição do bebê, na medida em que ingere menor quantidade de leite materno, e os substitutos não conferem os mesmos valores nutricionais que ele.

09-11 meses: Comendo Mais

Bebês maiores costumam comer mais, o número de refeições oferecidas pode aumentar para três ou quatro por dia, com um ou dois lanches, se necessário, sempre complementados com leite materno.

A amamentação em livre demanda deve continuar, mas é importante estabelecer um padrão regular de horários para as refeições.

Novos alimentos devem continuar a ser introduzidos para ampliar a variedade na dieta e de nutrientes consumidos.

12-24 meses: Adaptando-se ao padrão alimentar da família

Em torno dos 12 meses de vida a maioria das crianças está fisicamente apta para comer os alimentos com consistência similar aos alimentos consumidos pela família.

É importante que elas tenham suas próprias porções/pratos, pois elas comem tão rápido quanto os membros mais velhos da família.

Além disso, alguns alimentos ainda precisarão ser cortados em pequenos pedaços ou amassados.

Muitos bebês que praticam a técnica conhecida como BLW  (o bebê pega alimentos adequados para sua idade, com as próprias mãos), seguem essa fase com tranquilidade e maior conforto.

Mães que não conseguem “ver sujeira”, relaxem!
Não reprimam o aprendizado e apreensão de conhecimento de seus bebês.
🙂

Trecho do artigo: “Do peito a comida caseira, saúde a vida inteira” (WABA)

Alimentação e Saúde Infantil - Nutrição consciente desde a infância

Em 2005, a WABA ( The World Alliance for Breastfeeding Action) – Aliança Mundial Pró-amamentação, lançou a cartilha Do peito á comida caseira: Saúde a vida inteira!

Sempre atual,  o documento discorre sobre os benefícios incontestáveis da amamentação materna, e também da alimentação complementar bem elaborada logo no início.

Muitas mães não sabem, mas isso faz muito a diferença em futuro próximo.

DA AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA A COMIDA CASEIRA:CUIDANDO DA TRANSIÇÃO NO TEMPO CERTO

Quando começar?

Órgãos de saúde e proteção ás crianças no mundo todo recomendam que a alimentação  complementar deve acontecer no tempo certo, ser nutricionalmente adequada, segura e de acordo com as necessidades da criança.

Amamentação exclusiva é mais do que suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais dos bebês até que eles completem 06 meses de idade (26 semanas).

Nesta fase, ocorrem vários marcos de desenvolvimento que tornam o bebê apto a comer alimentos macios e semi-sólidos.

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Consta na história da humanidade que a cevadinha (Hordeum vulgare L.) anda pela terra desde o período Paleolítico.

A cevada foi dos primeiros alimentos domesticados pelo homem.

Assim como inúmeras outras plantas (e animais), era encontrada apenas em sua forma selvagem (original), até que após o final do período glacial a migração fluente de pessoas e animais carregou-a para outras terras.

A domesticação é a seleção e adaptação de determinados seres vivos ás condições diferentes de seu habitat natural, para suprir as necessidades humanas.

A cevadinha era um grande simbolo do antigo Egito. De acordo com a bíblia, a cevada foi um dos “sete grãos que fertilizaram a Terra prometida de Cannaã”.

O  cultivo da cevada domesticada foi iniciado entre 6000 a.C. e 7000 a.C., no Oriente Médio. Muito mais tarde foi substituida pelo trigo.

É excelente substituta do arroz, e também pode ser utilizada em preparações diferentes de saladas, hamburgueres, bolinhos, bolo, etc.. Contém glúten, baixo indice glicêmico e boa quantidade de fibras, o que auxilia no controle do colesterol. É rica em antioxidantes como as vitaminas do complexo B (niacina).

COMPOSIÇÃO NUTRICIONAL DA CEVADINHA
em 50g

Carboidratos – 37g
Proteínas – 5g
Fibras – 2g
Cálcio – 27,5mg
Ferro – 2,2 g

Receitas

CREME DE CEVADINHA

1 xícara de cevadinha germinada
(se preferir cozida, apenas cozinhe e reserve)
1 colher de chá de missô
1 pedaço pequeno de gengibre
1 tomate picado
1 xícara de couve flor picadinha.

Bata os ingredientes até formar um creme.

HAMBURGUER DE CEVADINHA COM COGUMELOS

😉

1 xícara de cevada cozida
1 batata pequena
2 colheres cogumelos picados
3 colheres cogumelos shyitake picados
1/2 colher de chá de tomilho seco
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
Missô (1/4 cholher de chá)
1/4 colher de chá de cominho ou gengibre
óleo de girassol para ajudar na liga
Ervas frescas

Preaqueça o forno.
Cozinhe e amasse as batatas.
Misture com os cogumelos, a cevada, sal e cominho ou gengibre.

Forme bolinhos, depois achate como hamburguer.

Deixe assar até dourar, virando os lados de 10 em 10 minutos.

Monte os hamburgueres  acrescentando rodelas de tomates, orégano, etc.

Receitas com cevadinha para o bebê, veja aqui:

Cevadinha com leite de coco, cevadinha com quiabo ou vagem, risoto de cevadinha, cevadinha com quinoa…

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