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Archive for the ‘Prevenção de doenças’ Category

Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

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É inevitável. Filho doente causa uma sensação tão difícil de controlar… o chão é o primeiro a sumir.

A cabeça pensa besteira, o coração entra em descompasso, mas não podemos parar.

Pelo contrário, agora é que mostramos mesmo para que servem as mamães…hehehe.

Atente para sintomas como palidez, choro que parece um gemido ou grito de dor, falta de apetite, sonolência, vômito e, principalmente, alta temperatura corporal.

Caso suba, nada de pânico!  Preocupe-se mesmo se estiver acima de 37,5 º, medidos com termômetro.

Bebês menores de um ano, e crianças de qualquer idade que não falam, precisam de muito mais atenção.

Podem cair no sono com facilidade, ou passar horas acordados para total aflição materna. Demonstram incômodo de alguma forma, em alguns casos expelem o que está maltratando o corpo pelo vômito, ou diarréia. Ruim quando o negócio não quer sair, e o organismo não dá conta de expulsar o invasor.

Se parecer grave, consulte um médico de confiança o quanto antes.

Não caia no desespero e leve seu bebê recém-nascido ao Pronto Socorro mais próximo porque sente cólicas, ou regurgitou… Lembre-se sempre que é muito importante ter muita calma nessa hora.

Se houver sintomas preocupantes, e persistentes, busque orientação especializada (não o clínico geral) para investigações mais detalhadas, e orientações adequadas.

Exames clínicos ou laboratoriais podem detectar possíveis infecções. Qualquer sinal de problema respiratório deve ser observado e tratado com muita prudência.

Crianças portadoras de lesões cerebrais costumam apresentar temperatura alta ( não exatamente febre), quando sentem alguma dor que não conseguem expressar.

Também pode acontecer a hipotermia. Mesmo seriamente enfermas, a temperatura fica lá embaixo.

Para baixar a febre

Faça compressas com uma fralda ou pano de algodão, umedecido em água não muito fria.

Coloque na testa, atrás do pescoço, das orelhas e embaixo dos braços. Deixe por alguns minutos nestas áreas. Conforme forem esquentando, troque-os. Verifique após alguns minutos se a temperatura se normalizou, com o auxílio de um termômetro.

Não cubra. Retire meias e blusas, e segure-se: não enrole seu filho em um cobertor porque bate os dentinhos de frio.

Coloque roupas leves, de algodão.

Hidrate! Dê pequenos goles de água, vez ou outra.

Ofereça pequenos pedaços de frutas (sem casca) como maçã, pêra, melão, manga…

Evite bebidas protéicas (sucos de soja ou leite de vaca), e açúcar, especialmente o refinado.

Não automedique!

Dê antitérmico e analgésico,  apenas por recomendação médica.

O uso continuado de dipirona sódica, pode causar redução de glóbulos brancos. Existe um tempo para uso do remédio, evite ultrapassar. Utilize apenas se muito necessário, como nos casos em que outras substâncias antitérmicas não fazem efeito.

Quando a febre não cede fácil, pode ser sinal de infecção. O médico prescreve o uso de antibióticos, com a possibilidade de tratamento em casa, sem riscos de infecções hospitalares.

Algumas reações alérgicas também podem provocar estado febril.

Mais:

Corpo hidratado funciona melhor, mesmo que a doença dê  a impressão de que tudo vai muito mal.

Os bebês especiais, e crônicos respiratórios, costumam apresentar um ronco forte nos pulmões, após a ingestão de líquidos, quando estão muito gripados.

Os roncos também podem ser sintomas de reação alérgica a algum alimento. O leite de vaca é o primeiro no ranking dos causadores de alergias em crianças até 3 anos.

As reações aos alimentos podem provocar sintomas que se confundem com gripe, resfriado, asma bronquica, bronquite, bronquiolite, refluxo gastroesofágico (vômitos), entre outros, e também levar a criança  a uma pneumonia.

Dê líquidos, mas perceba o momento de parar, se houver muita salivação e ronco.

É preciso secar toda essa secreção, ou que seja retirada através da tosse provocada por tapotagem, nos casos de bebês e crianças especiais.

A limpeza dos brônquios pulmonares é primordial para a saúde pois, entupidos com o catarro, passam a ter funcionamento deficiente, provocando séria dificuldade na respiração.

Se a criança estiver arfando, e não houver infecção, tome providências urgentes antes que as secreções cheguem aos pulmões e dominem o ambiente (ondepode evoluir para pneumonia).

Verifique também se o nariz não parece inchado, e se há dificuldades em respirar ao dormir. Pode ser apenas catarro que não conseguem soltar. Pode-se prevenir com vaporização durante o banho. Deixe a água quente do chuveiro criar vapor e então leve seu filho para lá, ajudando-o a aspirar o vapor quente por alguns poucos minutos.

Utilize pomada de calêndula para secar os seios da face. Passe acima dos olhos, rente ás sobrancelhas, da raiz do nariz até as bochechas chegando nas orelhas. Alivia as dores da sinusite e seca as secreções quando não há infecção.

A constipação costuma acontecer com frequência em organismos debilitados, prejudicando ainda mais a saúde.  A falta de apetite também.

Opte por frutas como a pêra, para ajudar a evacuar e fornecer água. Mamão, que auxilia a fortalece ro sistema imunológico,creme de abacate com banana (sem açúcar),  maçã, que combate bactérias intestinais e o mau hálito, creme de manga , etc. Dê a maçã sem casca, não faça sucos.  Pode colocá-la nos sucos com outras frutas, que ajuda a liberar os intestinos.

Nesta horas, os caldos e cremes são a melhor pedida, pois confortam o corpo, que não está com muita disposição para digerir nada complicado.

A carne vermelha é de difícil digestão. O corpo adoecido precisa de ajuda, não de mais problemas. 

Use mais os legumes e a maior quantidade de verde possível.

Faça canja com bardana,nabo, gengibre, salsinha, nirá e acrescente alguns brotos de alfafa ou feijão. Os germinados e brotados devem ser acrescidos após desligar o fogo.

Salsinha, coentro e cebolinha vão ajudar na digestão e aumentar os níveis de vitamina C e clorofila.

Utilize azeite de oliva extravirgem.

Após longos períodos de recuperação, troque a chupeta e a escova de dentes, jogando fora as bactérias e outros microorganismos oportunistas.

Alergia Alimentar infantil

A alergia ás proteínas do leite de vaca é a alergia alimentar que mais acomete as crianças na primeira infância.

Costuma ocorrer nos menores de três anos, também com a sensibilização através do aleitamento materno, caso a mãe consuma alimentos lácteos ou derivados.

Cerca de 60% das crianças manifestam os primeiros sintomas de alergia logo após a primeira mamada.

Estudos apontam que as alergias alimentares são causadas principalmente pelas proteínas do leite de vaca, seguido do ovo, soja, amendoim, castanhas, peixes, frutos do mar e trigo.

Pelo menos 40 sintomas podem estar associados com reações alérgicas: cólica, vômito, diarréia (às vezes com sangue), urticária, asma, salivação intensa e engasgos que levam á pneumonia, sinusite, coceira, otites de repetição, tosse, espirro, anemia, baixo crescimento, rinite, dor de cabeça, inchaço nos lábios, na língua e na garganta e choque anafilático.

Fonte:

Guimarães, Nana. Guia de alimentação infantil- com dicas de cuidados para crianças especiais, 2003.

GAZOLA, Helen B. Alergia alimentar em crianças. São Paulo: Revista Nutrição em Pauta, V. 16, n. 90, 2008, p. 16 – 20.

Veja mais:

Para fortalecer o sistema imunitário



 

 

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Os números de casos de Aids no Brasil continuam subindo, ainda que lentamente.

Nos dias de hoje, a transmissão mais freqüente ocorre através do relacionamento heterossexual, acarretando em constante crescimento nos números de mulheres infectadas.

Em 1985,  haviam 15 casos de homens para 1 de mulher. Em 2007, quase empatam: 1,5 homem para 1 de mulher.

Com o aumento da população feminina com a doença, subiram também os números de transmissão vertical.

Transmissão vertical é quando o bebê é infectado pelo vírus (HIV) ainda durante a gestação, o parto ou por meio da amamentação.

Entre  os anos de 2000 a 2009  (1º semestre), foram notificados 47.405 casos de gestantes com Aids.

O número de menores de 13 anos, HIV+, de 1980 a 2007, foi de 16.455.

Destes, 83% ocorreram pela exposição vertical.

Em menores de 5 anos, a Aids atingiu 10.739 casos, entre 1996 e 2009. Desse total, 5.526 casos registrados debebês menores de 1 ano.

Aids e amamentação materna

A maioria dos bebês de mães soropositivas para o HIV não apresentam sinais ou sintomas de infecção pelo vírus ao nascer.

Porém, a taxa de transmissão vertical pode chegar a 20% (a cada 100 crianças nascidas de mães infectadas, 20 podem tornar-se  HIV+).

Estudos estimam que o risco de transmissão do vírus pelo leite humano seja de 7 a 22%.

Por isso, alguns países, como o Brasil, decidem pela não amamentação por mulheres soropositivas para o HIV.

Mas não é por isso que seu bebê vai ficar sem leite materno!

Clique aqui:  DOAÇÃO DE LEITE MATERNO e informe-se sobre como receber LM em sua casa.

Quanto á alimentação e nutrição de crianças em risco de HIV/Aids, as orientações são próximas do que seriam para todas as outras crianças: alimentação saudável, repleta de frutas, verduras, legumes, grãos e sementes que deixam longe as doenças.

Mais:

Quando a criança adoece (sugestões de cuidados alimentares)

Alimentação para fortalecer o sistema imunológico

Alimentos fermentados para fortalecer o sistema imunológico

Probióticos para diarréia

CÓLICA E PRISÃO DE VENTRE

O inicio das primeiras papinhas

Leia no Google Books o Guia de Alimentação Infantil – Com dicas de cuidados para crianças especiais

(A autora é essa que vos fala. O livro aborda como alimentar as crianças e bebês quando assaltados por determinadas doenças respiratórias, gastrointestinais, etc.)

Download:

Guia Prático de Preparo de Alimentos para Crianças Menores de 12 Meses Verticalmente Expostas ao HIV.

Cartilha Alimentação e Nutrição para pessoas que vivem com HIV e AIDS

Para os maiores:

Por dentro do medicamento

(Cartilha com Jogo de memória em anexo – produzida pelo GIV – Grupo de Incentivo á Vida e Ass. François-Xavier Bagnoud do Brasil)

Jogo Zig-Zaids

Desenvolvido por pesquisadoras do Departamento de Biologia do Instituo Oswaldo Cruz/ Fiocruz

Fonte:

Boletim Epidemiológico Aids/DST_Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

 
 
Resumo: A fim de reduzir os riscos de transmissão vertical do HIV intra-útero/intraparto e eliminar o risco de tal transmissão por meio da amamentação, o MS edita este guia prático, auxiliando as mães a alimentar adequadamente seus filhos. Com orientações alimentares fartamente ilustradas, para auxiliar a compreensão, esta obra colabora também com o estabelecimento e o fortalecimento do vínculo afetivo mãe-bebê.

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No site da Sociedade Paulista de Psiquiatria Clínica tem um artigo muito interessante sobre transtornos da infância, retratando entre outros os problemas alimentares.

Os mais “comuns” são: recusa alimentar, vômitos ou regurgitação, constipação e diarreia.

 

Transtornos da Alimentação – Primeiro ano de vida

O Transtorno de Alimentação da Primeira Infância consiste na falha persistente em comer ou mamar adequadamente, que se reflete como um fracasso significativo para ganhar peso ou uma perda de peso significativa ao longo de pelo menos 1 mês (Critério do DSM.IV).

Não se trata da consequência existente de uma condição gastrintestinal orgânica ou outra condição clínica, como por exemplo, do refluxo gastroesofágico, mas uma perturbação alimentar de difícil explicação.

Para que o transtorno alimentar seja considerado de primeira infância seu início deve ocorrer antes dos 6 anos de idade.

Com frequência, bebês com transtornos da alimentação são irritáveis e difíceis de consolar principalmente durante a alimentação e, em outros momentos, eles podem ser apáticos e retraídos, bem como apresentar atrasos no desenvolvimento.

healthtap_comEm alguns casos, o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância coexiste com problemas na interação entre os pais e a criança, em geral caracterizados por reações agressivas dos pais diante da recusa alimentar do bebê.

Pode existir uma associação entre o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância e dificuldades no ciclo sono-vigília, regurgitação frequente e períodos imprevisíveis de vigília.

No primeiro ano, as recusas alimentares também podem ser consequência de separações traumáticas, porém, não é raro que aconteça o contrário, ou seja, que a criança mostre uma necessidade excessiva de alimento.

Recusa Alimentar

MyEdit_meOs primeiros transtornos alimentares na infância podem aparecer logo na lactância através da recusa do peito materno ou da mamadeira.

No começo dessa anorexia algumas crianças demonstram apenas passividade diante da comida, não realizam os movimentos de sucção e, depois de algum tempo, se negam a comer.

As causas podem ser fisiológicas, como por exemplo um reflexo de sucção mais lento, o fluxo do leite difícil ou a forma inconveniente do mamilo, ou mesmo devido à pouca necessidade de alimento.

As causas podem ainda ser psicológicas, neste caso, como uma reação negativa automática desencadeada pela ansiedade da mãe.

Ainda por razões psicológicas, a criança pode apresentar recusa alimentar por ocasião do desmame do seio materno, manifestando-se, além da recusa alimentar, choro, agitação e/ou vômitos.

mumstheword_meEssa situação pode ser prevenida quando o desmame do seio é gradual. Durante o primeiro ano a relação comida-mãe tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança.

Às vezes, a recusa alimentar da criança reflete uma carência de atenção materna. São importantes as reações dos pais a respeito dessas dificuldades alimentares da criança.

Normalmente os pais se desesperam diante da inapetência de seus filhos, mas se forçam a alimentação com extrema rigidez, criam-se círculos viciosos onde a hostilidade e tensão passam a predominar, convertendo os atos de comer em verdadeiras lutas entre os pais e a criança.

Vômitos

breastfeedingbasics_comNo caso dos vômitos, o jato e a força do alimento expelido pela boca é proporcionada por fortes contrações da musculatura abdominal e podem ter uma grande variedade de causas.

Entre essas causas as mais comum são o excesso de alimento oferecido, seguido pela voracidade e rapidez com que alguma crianças mamam e por atitudes extremadas das mães (proteção ou de falta de atenção).

A aerofagia, que é a ingestão de ar junto com o leite, também pode ser uma das causas. Alguns psicólogos acreditam que, com muita frequência, os vômitos se devem a dificuldades emocionais que a criança experimenta, e devem ser entendidos como uma tentativa de chamar a atenção, uma espécie de protesto ou um medo de perda da mãe.

A Recusa Alimentar primária e os Vômitos, comum a muitas crianças, devem ser bem diagnosticados para afastar a possibilidade de um transtorno clínico mais sério.

Os diagnósticos que devem ser afastados são de Doenças Metabólicas Hereditárias, Regurgitação ou Ruminação

A característica da Ruminação ou Regurgitação é a volta espasmódica da alimentação ingerida e re-mastigação de alimentos. Trata-se de uma dificuldade muito séria no processo alimentar que começa entre os 3 e 6 meses de idade, podendo persistir durante muito tempo.

O alimento parcialmente digerido é ejetado da boca ou, mais comumente, mastigado e engolido de novo, é regurgitado sem náusea, esforço para vomitar, repugnância ou transtorno gastrintestinal aparentes.

A Regurgitação não é devida a uma condição gastrointestinal ou outra condição clínica, como por exemplo, ao refluxo gastro-esofágico.

wemademe2Os bebês com Ruminação ou Regurgitação exibem uma posição característica de tencionar e arquear as costas com a cabeça estirada para trás, projeta a mandíbula para frente e faz movimentos de sucção com a língua.

A regurgitação ou ruminação não ocorre só depois que a criança se alimenta mas sim em qualquer momento e, curiosamente, parece ocorrer mais vezes quando a criança se encontra sozinha.

A literatura enfatiza o fato das crianças com Regurgitação serem habitualmente quietos, tristes, e que permanecem imóveis durante horas.

Tem-se a nítida impressão que elas experimentam algum prazer com a ruminação e podem continuar fazendo movimentos de sucção como se buscassem alguma satisfação oral com isso.

Quando a regurgitação se regulariza, interrompe-se a perda de peso que a criança vinha apresentando, caso contrário, o crescimento é deficiente, podendo aparecer distrofia grave e desidratação e desnutrição.

Ainda que se possa evitar o ato de ruminação mediante constante atenção ou distração à criança, uma melhora mais expressiva só pode se dar com o restabelecimento de uma boa relação entre a mãe e a criança.

wemademeEm algumas ocasiões a regurgitação pode se confundir com os vômitos, sendo o aspecto voluntário da regurgitação a principal diferença.

Constipação
A constipação é a retenção fecal quando não existem anomalias anatômicas ou causas dietéticas.

Apesar de, aparentemente, não parecer um problema importante, pode converter-se em um transtorno crônico e dificilmente reversível.

A constipação na criança é considerada, também, como uma forma de expressar sentimentos de oposição, frustração e ansiedade.

Diarreia
Tanto em crianças quanto em adultos, as diarreias também se incluem entre os transtornos gastrointestinais cuja origem é a ansiedade e a depressão, exceto nos casos de uma possível ação de agentes infecciosos ou alergias alimentares.

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