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Archive for the ‘PAPINHA’ Category

Leite vegetal para o bebê ou criança pequena é uma boa pedida na hora de oferecer mais vitaminas, minerais, fibras e também gorduras benéficas.

Na verdade, o dito popular acabou fixando as bebidas feitas com vegetais como “leite”.

Leite porque alimenta, e pronto.

mymidlifemumblings.wordpress

LEITE DE AVEIA

Coloque 150 ml de aveia em flocos de molho em 1 litro de água, por cerca de 20 minutos.

Em seguida, bata no liquidificador, acrescentando 1 pitada de sal.

naturaltherapypagescomau -

Guarde em jarra de vidro esterilizada ou pote de vidro, bem fechado, na geladeira.

Para bebês, pode fazer cozido, como um mingau ralo, para garantir a segurança alimentar.

Coloque 250ml de água para cada 3 colheres de aveia, e leve ao fogo, com umA pitada de sal.

Para dar mais sabor, coloque raspas de laranja, bata com uma fruta doce, acrescente baunilha em favas ou cacau, alfarroba…

Evite alimentos crus para bebês pequenos, pelo risco de contaminação.

A menos quea família seja crudívora, e saiba lidar com esse tipo de alimentação adequadamente.

Como o Daniel, pai da Olivia:

OLIVIA É CRUDIVORA DESDE QUE NASCEU!

LEITE DE GERGELIM ou LINHAÇA

2 xícaras de água
4 colheres de sopa de sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho por cerca de 3 a 4 horas. Bata no liquidificador, depois coe.

Esse tipo de leite é melhor para uso em receitas como de pães, bolos, etc.

Não é aconselhável a ingestão de gergelim ou linhaça em quantidades maiores que 1 colher de café ao dia para crianças muito pequenas.

Essas sementes devem ser sempre hidratadas ou germinadas, e oferecidas sem a casca.

O gergelim é alergênico, portanto não deve ser oferecido aos bebês e crianças menores de 1 ano, á menos que comprovado que não há risco para a saúde. 

LEITE DE CASTANHAS com AVEIA

1/2 litro de água fervente
3 castanhas do Pará
2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 pitada de sal

Deixe de molho por cerca de 1 hora, depois bata tudo no liquidificador.Coe. Pronto.

Ideal para uso em receitas de bolos, bolinhos, tortas, etc.

As castanhas e nozes possuem potencial alergênico, e elementos tóxicos se ingeridos em quantidade superior á recomendada ao dia.

O consumo de frutas oleaginosas deve ser extremamente moderado para crianças menores.

LEITE DE ARROZ

1 xícara de arroz cru lavado (prefira arroz moti, arbóreo ou integral)
4 xícaras de água, 1 pitada de sal marinho
Deixar de molho por cerca de 4 horas.

Coloque o arroz para cozinhar em fogo baixo, até que fique cozido e empapado. Não deixe a água secar. O caldo deve estar com os níveis sempre acima dos grãos de arroz, mesmo depois de cozido.

Deixe esfriar. Coloque a água do cozido com auxilio de uma concha, e algumas colheres do arroz já cozido, no liquidificador, com a própria água.

Para acrescentar cálcio á receita, coloque 2 castanhas de molho em água fervente, por 4 horas, e bata junto com o arroz, ou acrescente 1 colher de café de gergelim ou linhaça germinados ou hidratados, ou misture o arroz com  Quinoa, que é rica em cálcio.

Coe em coador de pano grande (de café ou similar).

downloadLEITE DE COCO

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa. Pique e bata no processador ou iquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina. Esprema para tirar todo o seu leite.

Ou faça dessa maneira:

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha.

Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos.

A seguir, despeje em um coador de pano e esprema bem.

Guarde em jarra de vidro esterilizada.

LEITE DE QUINOA

1/2 copo de grãos de quinoa lavada

2 xicaras de água filtrada

Coloque a quinoa de molho em água, em uma tigela de vidro.

Cubra com uma tampa ou filme plástico. Deixe na  geladeira durante a noite.

Na manhã seguinte, escorra a quinoa e passe em água limpa.

Coloque em uma panela, junte as 2 xícaras de água  e leve ao fogo até ferver.

deixe amornar e bata no liquidificador, acrescentado água aos poucos, se necessário.

Coe utilizando coador de pano grande (de café).

LEITE DE AMÊNDOAS DOCES

Coloque as amêndoas de molho (200g) em uma vasilha com cerca de dois dedos acima.

Deixe por cerca de 1 hora. despreze a água.

Bata com água (1 litro).

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LEITE DE ORCHATA DE CHUFA (Blog da Karenina)

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem sucedida!

Horchata

Tem ainda leite de inhame, de canjica, de milho, de quinoa, de alpiste, de cevadinha, de

Utilize baunilha em favas, cacau, alfarroba ou frutas doces para dar um up no sabor!

Leites de castanhas, nozes, gergelim ou linhaça devem ser consumidos com moderação, pois possuem substâncias que podem causar problemas se ingeridas acima da quantidade diária recomendada.

De onde veio?

Tomei conhecimento do leite de arroz lendo o livro de um médico alemão, que o recomendava como excelente para fortalecer o aparelho digestivo. Isso lá no outro século.

Ele citava a medicina chinesa, de onde sempre vem muita coisa boa, e a macrobiótica.

Anos depois, lembrei do leite de arroz como substituto ao leite de vaca para minha filha alérgica e intolerante.

O leite de grãos eu achava forte, depois soube que pode causar um desequilíbrio de nutrientes por conter muitos fitatos.

Deixei para quando ela estivesse maior, e os de gergelim e de castanhas conheci em um tópico do orkut.

Veja mais:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

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Veja aqui:

 RECEITAS CASEIRAS DE ALIMENTOS DE DESMAME – FARINHAS CASEIRAS

… aqui

FARINHAS NAS PAPINHAS (I)

… e aqui:

 SÓ PRA VARIAR: OPÇÕES AO MUCILON 

MAIS:

PRIMEIRAS PAPINHAS


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Não é difícil encontrar mães que são orientadas a dar leite de vaca em caixinha, ou saquinho, para seu bebê. Muitas vezes, logo nos primeiros dias de vida.

Diferentemente do que acontece no Brasil, a Academia Americana de Pediatria (APA) costuma monitorar e analisar questões nutricionais relacionadas ao uso de leite de vaca INTEGRAL para lactentes.

À partir desses estudos, a APA recomenda que crianças menores de 01 ano fiquem longe do leite de vaca integral (inclua-se aí  o leite ninho).

A  primeira opção  deve ser sempre o Leite Materno.

Apenas na ausência da amamentação materna deve-se escolher, com ajuda profissional, uma Fórmula infantil apropriada.

Os motivos para evitar o leite de caixinha, leite UHT, leite de saquinho, enfim, o leite de vaca integral,  são os seguintes:

→ O bebê não possui capacidade gástrica para digerir a proteína do leite integral.

Por isso, a recomendação de diluir em água.

Contudo, essa prática pode trazer novos problemas, como desnutrição (por diluição mal feita), e baixa oferta de gordura.

Pelo mesmo motivo, o leite desnatado é contra-indicado aqui no Brasil. Nos EUA, os pediatras recomendam quando notam obesidade á vista.

Durante a diluição, pode acontecer contaminação, expondo a criança ao risco de infecções intestinais, diarreias e consequente intolerância á lactose provocada pelo desarranjo intestinal.

→ A quantidade de proteína no leite de vaca pode prejudicar o funcionamento dos rins.

O leite de vaca possui 3 vezes mais proteínas que o leite humano. Devido a essa característica,  o leite integral acidifica o pH sangüíneo.

Também sobrecarrega os rins, quando consumido diariamente.

→ Crianças alimentadas com leite de vaca integral apresentam baixa ingestão de nutrientes como   ácido linoléico,  zinco, ferro e vitaminas C e E.

O ácido linoléico é essencial para o desenvolvimento do Sistema Nervoso Central do bebê.

Os ácidos araquidônico (ARA) e ácido docosahexaenóico (DHA), são vitais para o desenvolvimento visual e cerebral.

Encontrados no leite materno, estão ausentes no leite de vaca.

As Fórmulas infantis, pesquisadas pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em 2010, apresentaram quantidades de ácidos graxos bem abaixo do estabelecido obrigatoriamente para as indústrias.

→ Por outro lado,  ocorre a ingestão excessiva de sódio, potássio, proteínas e cálcio.

O excesso de sódio pode acarretar em retenção de água e desidratação.

O excesso de cálcio pode prejudicar a absorção do ferro.

O excesso de proteínas do leite de vaca pode desencadear alergia ao próprio alimento.

Essa alergia pode manifestar-se através dos sintomas mais variados, que vão de tosse, problemas de pele, problemas respiratórios, vômitos que se confundem com refluxo gastroesofágico, problemas intestinais, sangue nas fezes, etc.

O Leite de vaca possui fatores imunológicos que não servem para os bebês humanos, funcionam apenas com os da mesma espécie.

O leite materno sim, é bem completinho.

Possui fatores de defesa,  divididos em quatro grupos: antimicrobianos, anti-inflamatórios, imunomoduladores e leucócitos (neutrófilos, macrófagos e linfócitos).

Quer dizer, diminui ou afasta totalmente o risco de inflamações, infecções, alergias ou intolerâncias ao próprio leite, como acontece com o leite animal.

Segundo estudos realizados tanto no Brasil quanto nos EUA, como o da revista americana Today’s Parent, oferecer leite integral ao seu bebê pode ocasionar em sangue oculto nas fezes, devido a pequenos sangramentos intestinais. E daí para uma anemia ferropriva é um passo.

→ A fervura do leite integral destrói o ácido fólico presente no alimento.

Essa deficiência pode acarretar em anemia megaloblástica.

Como o bebê menor de 12 meses não possui ainda uma variedade muito grande de alimentos em suas refeições, a reposição do ácido fólico pode acabar comprometida.

Então, já sabe:

Na ausência do aleitamento materno, procure a fórmula infantil mais adequada, em parceria com o pediatra.

Leite integral x Farinhas

Com o leite integral diluído, para ajudar na digestão, os pediatras costumam indicar o acréscimo de farinhas industrializadas.

A questão é que praticamente todas as farinhas industrializadas, são impróprias para o consumo de bebês e crianças menores de 04 anos, devido as quantidades de sódio e açúcar que possuem.

Se o mesmo sódio, em grandes quantidades no leite de vaca, traz prejuízos, com a farinha, o risco é dobrado.

Se o motivo para a recomendação (de diluir),  for a condição social da mãe,  o correto é encaminhar para o serviço social da cidade em que mora, para que receba a fórmula infantil indicada, através de programas do Estado.

O “barato” que sai mais caro

O consumo de alimentos artificiais costuma desembocar na compra de outros ítens, necessários para completar a nutrição do bebê.

Como o leite de vaca carece de certos nutrientes, torna-se importante a suplementação com produtos químicos.

Da lata ou caixinha, para a compra de vitamina A, vitamina D, ferro e outros, há uma pequena distância. Aliás, não há distância alguma.

Soma-se a isso, a possibilidade do surgimento de determinadas doenças, ou mesmo reações alérgicas mascaradas pela falta de tratamento adequado.

Daí paga-se  pouco pelo leite, mas muito mais para manter o engano. Sem falar no bebê sempre assaltado por algum problema que “fazemos de tudo e nenhum médico descobre o que é”.

Outro ponto é o uso de suplementos para bebês que utilizam fórmulas artificiais, e não fazem parte de determinados grupos para o uso compulsório (prematuros, etc).

Quer dizer, se as fórmulas são elaboradas para substituir o leite materno, e possuem ferro, cálcio, vitamina A, e tudo o mais, para que mais suplementação artificial??

Bem, isso é assunto para outra conversa.

Fontes:

A utilização do leite integral na infância – Comitê de Nutrição/ Pediatrics – Jornal da Academia Americana de Pediatria

Fatores Imunológicos do leite humano – Unidade Neonatal da Divisão de Clínica Pediátrica do Hospital Universitário da USP/SP

Consumo de leite de vaca e anemia ferropriva na infância –  Jornal de Pediatria/ Maria A.A. Oliveira e Mônica Osório (Universidade Federal de Pernambuco/UFPE)

Revista Today’s Parent (Ready for cow’s milk?)

Fórmulas infantis comercializadas no Brasil possuem valores nutricionais abaixo do recomendado – Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP/SP

Consumo do leite de vaca:  Mitos e Realidades – Denise Madi Carreiro (Nutricionista)

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Basta ir até a página para ler e copiar as receitas.

Em breve, tem mais (também receitas das papinhas para almoço e jantar).

Sobre a primeira e mais completa alimentação do bebê, veja nossa página exclusiva:

AMAMENTAÇÃO

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O INICIO DAS PAPINHAS DO BEBÊ

Como ordenhar e armazenar o leite materno

Baixe aqui: GUIA ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MENORES DE 02 ANOS – OMS/OPAS

Danoninho para bebês?

Mucilon para refluxo e bebês baixo peso? Não pode, não!

Só pra variar: opções ao mucilon

Chega de mamadeira! No copinho é bem melhor!

Papinha do bebê – Alimentos de desmame

Papinha do bebê – Receitas de Farinhas caseiras (também para bebês alérgicos ao leite de vaca)

Meu bebê não quer comer – 0 a 06 meses

Meu bebê não quer comer – 06 a 12 meses

Soja e Telarca precoce – aumento das mamas

Soja para bebês e crianças?? Há controvérsias!!

 

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No site da Sociedade Paulista de Psiquiatria Clínica tem um artigo muito interessante sobre transtornos da infância, retratando entre outros os problemas alimentares.

Os mais “comuns” são: recusa alimentar, vômitos ou regurgitação, constipação e diarreia.

 

Transtornos da Alimentação – Primeiro ano de vida

O Transtorno de Alimentação da Primeira Infância consiste na falha persistente em comer ou mamar adequadamente, que se reflete como um fracasso significativo para ganhar peso ou uma perda de peso significativa ao longo de pelo menos 1 mês (Critério do DSM.IV).

Não se trata da consequência existente de uma condição gastrintestinal orgânica ou outra condição clínica, como por exemplo, do refluxo gastroesofágico, mas uma perturbação alimentar de difícil explicação.

Para que o transtorno alimentar seja considerado de primeira infância seu início deve ocorrer antes dos 6 anos de idade.

Com frequência, bebês com transtornos da alimentação são irritáveis e difíceis de consolar principalmente durante a alimentação e, em outros momentos, eles podem ser apáticos e retraídos, bem como apresentar atrasos no desenvolvimento.

healthtap_comEm alguns casos, o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância coexiste com problemas na interação entre os pais e a criança, em geral caracterizados por reações agressivas dos pais diante da recusa alimentar do bebê.

Pode existir uma associação entre o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância e dificuldades no ciclo sono-vigília, regurgitação frequente e períodos imprevisíveis de vigília.

No primeiro ano, as recusas alimentares também podem ser consequência de separações traumáticas, porém, não é raro que aconteça o contrário, ou seja, que a criança mostre uma necessidade excessiva de alimento.

Recusa Alimentar

MyEdit_meOs primeiros transtornos alimentares na infância podem aparecer logo na lactância através da recusa do peito materno ou da mamadeira.

No começo dessa anorexia algumas crianças demonstram apenas passividade diante da comida, não realizam os movimentos de sucção e, depois de algum tempo, se negam a comer.

As causas podem ser fisiológicas, como por exemplo um reflexo de sucção mais lento, o fluxo do leite difícil ou a forma inconveniente do mamilo, ou mesmo devido à pouca necessidade de alimento.

As causas podem ainda ser psicológicas, neste caso, como uma reação negativa automática desencadeada pela ansiedade da mãe.

Ainda por razões psicológicas, a criança pode apresentar recusa alimentar por ocasião do desmame do seio materno, manifestando-se, além da recusa alimentar, choro, agitação e/ou vômitos.

mumstheword_meEssa situação pode ser prevenida quando o desmame do seio é gradual. Durante o primeiro ano a relação comida-mãe tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança.

Às vezes, a recusa alimentar da criança reflete uma carência de atenção materna. São importantes as reações dos pais a respeito dessas dificuldades alimentares da criança.

Normalmente os pais se desesperam diante da inapetência de seus filhos, mas se forçam a alimentação com extrema rigidez, criam-se círculos viciosos onde a hostilidade e tensão passam a predominar, convertendo os atos de comer em verdadeiras lutas entre os pais e a criança.

Vômitos

breastfeedingbasics_comNo caso dos vômitos, o jato e a força do alimento expelido pela boca é proporcionada por fortes contrações da musculatura abdominal e podem ter uma grande variedade de causas.

Entre essas causas as mais comum são o excesso de alimento oferecido, seguido pela voracidade e rapidez com que alguma crianças mamam e por atitudes extremadas das mães (proteção ou de falta de atenção).

A aerofagia, que é a ingestão de ar junto com o leite, também pode ser uma das causas. Alguns psicólogos acreditam que, com muita frequência, os vômitos se devem a dificuldades emocionais que a criança experimenta, e devem ser entendidos como uma tentativa de chamar a atenção, uma espécie de protesto ou um medo de perda da mãe.

A Recusa Alimentar primária e os Vômitos, comum a muitas crianças, devem ser bem diagnosticados para afastar a possibilidade de um transtorno clínico mais sério.

Os diagnósticos que devem ser afastados são de Doenças Metabólicas Hereditárias, Regurgitação ou Ruminação

A característica da Ruminação ou Regurgitação é a volta espasmódica da alimentação ingerida e re-mastigação de alimentos. Trata-se de uma dificuldade muito séria no processo alimentar que começa entre os 3 e 6 meses de idade, podendo persistir durante muito tempo.

O alimento parcialmente digerido é ejetado da boca ou, mais comumente, mastigado e engolido de novo, é regurgitado sem náusea, esforço para vomitar, repugnância ou transtorno gastrintestinal aparentes.

A Regurgitação não é devida a uma condição gastrointestinal ou outra condição clínica, como por exemplo, ao refluxo gastro-esofágico.

wemademe2Os bebês com Ruminação ou Regurgitação exibem uma posição característica de tencionar e arquear as costas com a cabeça estirada para trás, projeta a mandíbula para frente e faz movimentos de sucção com a língua.

A regurgitação ou ruminação não ocorre só depois que a criança se alimenta mas sim em qualquer momento e, curiosamente, parece ocorrer mais vezes quando a criança se encontra sozinha.

A literatura enfatiza o fato das crianças com Regurgitação serem habitualmente quietos, tristes, e que permanecem imóveis durante horas.

Tem-se a nítida impressão que elas experimentam algum prazer com a ruminação e podem continuar fazendo movimentos de sucção como se buscassem alguma satisfação oral com isso.

Quando a regurgitação se regulariza, interrompe-se a perda de peso que a criança vinha apresentando, caso contrário, o crescimento é deficiente, podendo aparecer distrofia grave e desidratação e desnutrição.

Ainda que se possa evitar o ato de ruminação mediante constante atenção ou distração à criança, uma melhora mais expressiva só pode se dar com o restabelecimento de uma boa relação entre a mãe e a criança.

wemademeEm algumas ocasiões a regurgitação pode se confundir com os vômitos, sendo o aspecto voluntário da regurgitação a principal diferença.

Constipação
A constipação é a retenção fecal quando não existem anomalias anatômicas ou causas dietéticas.

Apesar de, aparentemente, não parecer um problema importante, pode converter-se em um transtorno crônico e dificilmente reversível.

A constipação na criança é considerada, também, como uma forma de expressar sentimentos de oposição, frustração e ansiedade.

Diarreia
Tanto em crianças quanto em adultos, as diarreias também se incluem entre os transtornos gastrointestinais cuja origem é a ansiedade e a depressão, exceto nos casos de uma possível ação de agentes infecciosos ou alergias alimentares.

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