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Archive for the ‘Os Primeiros Dentinhos do Bebê’ Category

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AI QUE CALOR!!!

QUANTIDADE DE ÁGUA PARA BEBÊS E CRIANÇAS _ I

QUANTO DAR DE ÁGUA AO BEBÊ? E PARA CRIANÇAS MAIORES?

AI MEU DENTINHO!!!

BETERRABA TEM FERRO?

QUANDO A CRIANÇA ADOECE

ÁGUA NOS ALIMENTOS

NO COPINHO É BEM MELHOR!!

MAMADEIRAS DE PLÁSTICO SÃO PROIBIDAS NA EUROPA

O INÍCIO DAS PAPINHAS DO BEBÊ

COMO ORDENHAR E ARMAZENAR O LEITE MATERNO

FARINHAS NAS PAPINHAS

CAFÉ PARA AS CRIANÇAS? Talvez não seja uma boa ideia…

PRIMEIRAS PAPINHAS

RECEITAS PARA “LEITES” VEGETAIS

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O bebê não quer comer, não consegue dormir direito, parece nervoso e não se percebe o que há.

Enquanto isso, sua gengiva coça, coça, coça… e o bebê chora, chora, chora…

Depois dos seis meses, é dada a largada para o nascimento dos dentes de leite do seu bebê.

Além de fundamental para a mastigação, essa dentição ajuda a desenvolver os ossos da face, e possui ainda papel importante no desenvolvimento da fala.

O melhor amigo do bebê nessa fase é o mordedor.

Providencie um, e procure oferecer papinhas que não piorem ainda mais a irritação das gengivas (muito temperadas, salgadas ou muito doces).

Quando estão com aquele incômodo insuportável, preferem mesmo é mamar.

Mesmo assim, não deixe de oferecer, e capriche no  prato, colocando um molho suave nos amassadinhos ou peneirados, e dando frutas como o mamão, macio e adocicado.

Para completar, uma boa dose de paciência, até que tudo passe!

Bom de Boca

Comece a limpar a boca do seu bebê á partir do terceiro mês de vida, com o auxilio de uma dedeira massageadora, chumaço de algodão umedecido ou uma gaze, logo após as mamadas.

Conforme os esperados dentes de leite forem aparecendo, arrume uma escovinha de cerdas macias, que limpam sem machucar.

Nesta fase, não é necessário o uso de creme dental. Consulte um dentista para saber o momento correto de introduzir o flúor.

Faça a escovação logo após as refeições, e pela manhã, ao acordar.

Lembre-se de escovar o lado de  dentro.

Não esqueça, de vez em quando, de escovar suavemente a língua, que retém grande quantidade de bactérias.

Retire a mamadeira noturna logo que conseguir. A falta de limpeza dos dentes nesse horário acarreta em cáries ainda na primeira infância.

Criança especial precisa de cuidados especiais

Lave bem as mãos.

Se ainda consegue pegar no colo, acomode a cabeça em seu cotovelo, apoiando o pescoço, enquanto a mão fica livre para ajudar a abrir a boca. Com a outra mão, molhe a escova em água.

Segure a criança com cuidado para que não jogue a cabeça para trás. Avise que vai iniciar a escovação. Mostre a escova e peça para mexer em sua boca.

Na arcada superior, faça movimentos de cima para baixo, na inferior, de baixo para cima, retirando resíduos que se alojam entre os dentes e a gengiva. Depois, passe em vai e vem, suavemente, na boca toda.

Caso haja o risco de engolir o produto da escovação, alterne a passada da escova com a de uma gaze levemente umedecida, para secar. Fale sempre a mesma coisa, enquanto escova: que não pode engolir, que espere que a mamãe já vai enxugar, etc.

Faça a higiene bucal completa ao menos duas vezes ao dia (com creme dental e fio dental), mas todas as vezes em que der alimento, passe gaze ou algodão úmido para limpar os dentes.

Á noite, antes de dormir, é muto importante, pois neste horário, as bactérias se proliferam e ganham força.

Existem pasta ou gel dental próprio para dentes-de-leite, que pode ser engolida sem qualquer risco a saúde infantil. Na fórmula possuem extrato de calêndula, que detém processos inflamatórios.

Chá de sálvia é antiinflamatório em casos mais agudos e problemáticos, e alivia a dor. Passe com auxílio de um algodão, após escovar, depois enxague rapidamente.

Para quem toma anticonvulsivos, que enfraquecem e esfarelam o esmalte dos dentes, cremes naturais, com extratos vegetais ou gel de sálvia, podem ajudar um bocado.

Após ministrar medicamentos, ricos em corantes e açúcar, lembre-se de limpar a boca do seu filho ou filha com gaze ou algodão úmido. Essa medida evita cáries e manchas que não saem facilmente.

FONTES:

Marcos do desenvolvimento – o nascimento dos dentes

Portal Alvaro Velho (Portugal)

Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais (2003) 

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No site da Sociedade Paulista de Psiquiatria Clínica tem um artigo muito interessante sobre transtornos da infância, retratando entre outros os problemas alimentares.

Os mais “comuns” são: recusa alimentar, vômitos ou regurgitação, constipação e diarreia.

 

Transtornos da Alimentação – Primeiro ano de vida

O Transtorno de Alimentação da Primeira Infância consiste na falha persistente em comer ou mamar adequadamente, que se reflete como um fracasso significativo para ganhar peso ou uma perda de peso significativa ao longo de pelo menos 1 mês (Critério do DSM.IV).

Não se trata da consequência existente de uma condição gastrintestinal orgânica ou outra condição clínica, como por exemplo, do refluxo gastroesofágico, mas uma perturbação alimentar de difícil explicação.

Para que o transtorno alimentar seja considerado de primeira infância seu início deve ocorrer antes dos 6 anos de idade.

Com frequência, bebês com transtornos da alimentação são irritáveis e difíceis de consolar principalmente durante a alimentação e, em outros momentos, eles podem ser apáticos e retraídos, bem como apresentar atrasos no desenvolvimento.

healthtap_comEm alguns casos, o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância coexiste com problemas na interação entre os pais e a criança, em geral caracterizados por reações agressivas dos pais diante da recusa alimentar do bebê.

Pode existir uma associação entre o Transtorno de Alimentação da Primeira Infância e dificuldades no ciclo sono-vigília, regurgitação frequente e períodos imprevisíveis de vigília.

No primeiro ano, as recusas alimentares também podem ser consequência de separações traumáticas, porém, não é raro que aconteça o contrário, ou seja, que a criança mostre uma necessidade excessiva de alimento.

Recusa Alimentar

MyEdit_meOs primeiros transtornos alimentares na infância podem aparecer logo na lactância através da recusa do peito materno ou da mamadeira.

No começo dessa anorexia algumas crianças demonstram apenas passividade diante da comida, não realizam os movimentos de sucção e, depois de algum tempo, se negam a comer.

As causas podem ser fisiológicas, como por exemplo um reflexo de sucção mais lento, o fluxo do leite difícil ou a forma inconveniente do mamilo, ou mesmo devido à pouca necessidade de alimento.

As causas podem ainda ser psicológicas, neste caso, como uma reação negativa automática desencadeada pela ansiedade da mãe.

Ainda por razões psicológicas, a criança pode apresentar recusa alimentar por ocasião do desmame do seio materno, manifestando-se, além da recusa alimentar, choro, agitação e/ou vômitos.

mumstheword_meEssa situação pode ser prevenida quando o desmame do seio é gradual. Durante o primeiro ano a relação comida-mãe tem um papel fundamental no desenvolvimento da criança.

Às vezes, a recusa alimentar da criança reflete uma carência de atenção materna. São importantes as reações dos pais a respeito dessas dificuldades alimentares da criança.

Normalmente os pais se desesperam diante da inapetência de seus filhos, mas se forçam a alimentação com extrema rigidez, criam-se círculos viciosos onde a hostilidade e tensão passam a predominar, convertendo os atos de comer em verdadeiras lutas entre os pais e a criança.

Vômitos

breastfeedingbasics_comNo caso dos vômitos, o jato e a força do alimento expelido pela boca é proporcionada por fortes contrações da musculatura abdominal e podem ter uma grande variedade de causas.

Entre essas causas as mais comum são o excesso de alimento oferecido, seguido pela voracidade e rapidez com que alguma crianças mamam e por atitudes extremadas das mães (proteção ou de falta de atenção).

A aerofagia, que é a ingestão de ar junto com o leite, também pode ser uma das causas. Alguns psicólogos acreditam que, com muita frequência, os vômitos se devem a dificuldades emocionais que a criança experimenta, e devem ser entendidos como uma tentativa de chamar a atenção, uma espécie de protesto ou um medo de perda da mãe.

A Recusa Alimentar primária e os Vômitos, comum a muitas crianças, devem ser bem diagnosticados para afastar a possibilidade de um transtorno clínico mais sério.

Os diagnósticos que devem ser afastados são de Doenças Metabólicas Hereditárias, Regurgitação ou Ruminação

A característica da Ruminação ou Regurgitação é a volta espasmódica da alimentação ingerida e re-mastigação de alimentos. Trata-se de uma dificuldade muito séria no processo alimentar que começa entre os 3 e 6 meses de idade, podendo persistir durante muito tempo.

O alimento parcialmente digerido é ejetado da boca ou, mais comumente, mastigado e engolido de novo, é regurgitado sem náusea, esforço para vomitar, repugnância ou transtorno gastrintestinal aparentes.

A Regurgitação não é devida a uma condição gastrointestinal ou outra condição clínica, como por exemplo, ao refluxo gastro-esofágico.

wemademe2Os bebês com Ruminação ou Regurgitação exibem uma posição característica de tencionar e arquear as costas com a cabeça estirada para trás, projeta a mandíbula para frente e faz movimentos de sucção com a língua.

A regurgitação ou ruminação não ocorre só depois que a criança se alimenta mas sim em qualquer momento e, curiosamente, parece ocorrer mais vezes quando a criança se encontra sozinha.

A literatura enfatiza o fato das crianças com Regurgitação serem habitualmente quietos, tristes, e que permanecem imóveis durante horas.

Tem-se a nítida impressão que elas experimentam algum prazer com a ruminação e podem continuar fazendo movimentos de sucção como se buscassem alguma satisfação oral com isso.

Quando a regurgitação se regulariza, interrompe-se a perda de peso que a criança vinha apresentando, caso contrário, o crescimento é deficiente, podendo aparecer distrofia grave e desidratação e desnutrição.

Ainda que se possa evitar o ato de ruminação mediante constante atenção ou distração à criança, uma melhora mais expressiva só pode se dar com o restabelecimento de uma boa relação entre a mãe e a criança.

wemademeEm algumas ocasiões a regurgitação pode se confundir com os vômitos, sendo o aspecto voluntário da regurgitação a principal diferença.

Constipação
A constipação é a retenção fecal quando não existem anomalias anatômicas ou causas dietéticas.

Apesar de, aparentemente, não parecer um problema importante, pode converter-se em um transtorno crônico e dificilmente reversível.

A constipação na criança é considerada, também, como uma forma de expressar sentimentos de oposição, frustração e ansiedade.

Diarreia
Tanto em crianças quanto em adultos, as diarreias também se incluem entre os transtornos gastrointestinais cuja origem é a ansiedade e a depressão, exceto nos casos de uma possível ação de agentes infecciosos ou alergias alimentares.

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