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baby eating alone3ALIMENTAÇÃO INFANTIL ATÉ 2 ANOS

Fonte: OPAS/OMS

” Quanto ao desenvolvimento fisiológico, o recém-nascido não possui maturidade de seus sistemas excretor, digestivo e neuromuscular, sendo assim os alimentos oferecidos aos bebês não devem exceder a capacidade funcional destes sistemas.

Práticas de alimentação infantil adequadas

Os alimentos complementares devem ser ricos em energia e nutrientes (particularmente ferro, cálcio, zinco, vitaminas A e C e ácido fólico) e livres de contaminação (microbiológica ou química).

Devem ser apresentados em quantidade e consistência próprias para a idade da criança e sem excessos de sal e condimentos (WHO, 1998).

A freqüência com que as refeições devem ser oferecidas à criança depende da densidade energética dos alimentos e vice-versa.

Crianças amamentadas entre 6 e 8 meses de idade devem receber, além do leite materno, 2 ou 3 refeições diárias, e crianças maiores de 8 meses devem receber pelo mek1831856nos 3 refeições (WHO, 1998).

O uso de cereais, raízes e tubérculos preparados como papas, sopas ou mingaus diluídos resultam em preparações com baixo conteúdo e densidade energética.

Além disso, estes alimentos contêm ácido fítico, polifenóis e/ou fibra dietética, componentes que inibem a absorção de determinados micronutrientes (Gibson e Hotz, 2000).

Segundo a OMS (WHO, 1998), o período de alimentação complementar é aquele durante o qual outros alimentos ou líquidos são oferecidos à criança junto com o leite materno.

Qualquer alimento ou líquido que contenha nutrientes, oferecido à criança neste período, é chamado de alimento complementar.

1296009Quando um alimento complementar é especificamente preparado para atender as necessidades nutricionais e fisiológicas da criança, este alimento é definido como alimento de transição.

Quando os alimentos complementares oferecidos à criança são os mesmos consumidos pelos outros membros da família são chamados alimentos da família.

A introdução de alimentos de transição antes dos quatro meses de idade pode interferir no estabelecimento de hábitos alimentares que podem contribuir para superalimentação, pois antes desta idade, a criança não consegue expressar reações que indicam saciedade e recusa ao alimento – como fechar a boca e inclinar a cabeça para trás.

O processo de introdução de alimentos sólidos é lento, e quanto mais jovem é a criança mais demorada é a aceitação de alimentos diferentes do leite.

Fonte:
Disponível para download em: Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Organização Mundial de Saúde (OMS)/ Organização Pan-amaericana de Saúde (OPAS)

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