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Archive for the ‘OMS’ Category

sg_theasianparent_comLeia completo: Relactação e amamentação na Adoção
Dr. Karleen Gribble

Amamentar uma criança adotada é uma possibilidade que poucas pessoas estão cientes.

Não é necessário ter gerado seu filho, ou ter ovários,  para ser capaz de amamentar. E a amamentação pode ser uma experiência muito positiva tanto para a criança, quanto para a mãe.

O processo de produção do leite materno, em casos de amamentação adotiva, é bastante simples.

Durante a gravidez, os hormônios, incluindo estrogênio, progesterona e prolactina preparam os seios para produzir leite.

No entanto, o hormônio prolactina também é liberado em resposta à estimulação do mamilo. Níveis elevados de prolactina podem causar o desenvolvimento de estruturas produção e secreção do leite.

Os níveis de prolactina podem ser aumentados através da utilização de uma bomba elétrica para ordenha ou a amamentação de um bebê.

Uma vez que a secreção do leite materno começa, a saída deste mesmo leite através da sucção faz com que mais leite seja produzido.

O processo de indução da lactação chama-se relactação, trans lactação ou lactação induzida. É um processo normal e natural.

Evidente que relactação não ocorre apenas em amamentação adotiva. Mulheres que desmamaram seus filhos biológicos e desejam reiniciar a amamentação podem re-iniciar esse processo de produção do leite materno da mesma maneira.

E, literalmente, nunca é tarde demais!

Fonte
Australian Breastfeeding Association

Foto
Asosiasi Ibu Menyusui Indonésia

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baby eating alone3ALIMENTAÇÃO INFANTIL ATÉ 2 ANOS

Fonte: OPAS/OMS

” Quanto ao desenvolvimento fisiológico, o recém-nascido não possui maturidade de seus sistemas excretor, digestivo e neuromuscular, sendo assim os alimentos oferecidos aos bebês não devem exceder a capacidade funcional destes sistemas.

Práticas de alimentação infantil adequadas

Os alimentos complementares devem ser ricos em energia e nutrientes (particularmente ferro, cálcio, zinco, vitaminas A e C e ácido fólico) e livres de contaminação (microbiológica ou química).

Devem ser apresentados em quantidade e consistência próprias para a idade da criança e sem excessos de sal e condimentos (WHO, 1998).

A freqüência com que as refeições devem ser oferecidas à criança depende da densidade energética dos alimentos e vice-versa.

Crianças amamentadas entre 6 e 8 meses de idade devem receber, além do leite materno, 2 ou 3 refeições diárias, e crianças maiores de 8 meses devem receber pelo mek1831856nos 3 refeições (WHO, 1998).

O uso de cereais, raízes e tubérculos preparados como papas, sopas ou mingaus diluídos resultam em preparações com baixo conteúdo e densidade energética.

Além disso, estes alimentos contêm ácido fítico, polifenóis e/ou fibra dietética, componentes que inibem a absorção de determinados micronutrientes (Gibson e Hotz, 2000).

Segundo a OMS (WHO, 1998), o período de alimentação complementar é aquele durante o qual outros alimentos ou líquidos são oferecidos à criança junto com o leite materno.

Qualquer alimento ou líquido que contenha nutrientes, oferecido à criança neste período, é chamado de alimento complementar.

1296009Quando um alimento complementar é especificamente preparado para atender as necessidades nutricionais e fisiológicas da criança, este alimento é definido como alimento de transição.

Quando os alimentos complementares oferecidos à criança são os mesmos consumidos pelos outros membros da família são chamados alimentos da família.

A introdução de alimentos de transição antes dos quatro meses de idade pode interferir no estabelecimento de hábitos alimentares que podem contribuir para superalimentação, pois antes desta idade, a criança não consegue expressar reações que indicam saciedade e recusa ao alimento – como fechar a boca e inclinar a cabeça para trás.

O processo de introdução de alimentos sólidos é lento, e quanto mais jovem é a criança mais demorada é a aceitação de alimentos diferentes do leite.

Fonte:
Disponível para download em: Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Organização Mundial de Saúde (OMS)/ Organização Pan-amaericana de Saúde (OPAS)

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