Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Nutrição Infantil’ Category

Perdeu o apetite por causa do calor? Experimente as receitas abaixo!

Uma salgada:

Para garantir aminoácidos completos, em uma refeição leve, prepare:

Tabule de quinoa
3 xícaras de quinoa cozida
3 pepinos em cubos
1 cebola
2 maços de cheiro verde picado
1 xícara tomates cereja, cortados ao meio
1 xícara de salsa picada
½ xícara hortelã picada
¼ xícara de suco de limão
2 colheres de chá de raspas de limão
½ colher de chá de sal marinho
Pimenta moída na hora
¼ xícara de azeite de oliva extravirgem

Em uma tigela grande, misture todos os ingredientes, terminando com o azeite.

… e duas doces e geladas 

Sorvete de morango com óleo de coco

Ingredientes

01 lata de óleo de coco
Frutas (opcional): morango, mirtilos, framboesa ou outra de época

Dica: Não agite a lata do óleo de coco. Abra com cuidado e retire a parte de cima, onde está concentrada a gordura.
Bata ou processe todos os ingredientes.
Se desejar adoçar, utilize outra fruta doce, tâmaras, uvas passas ou agave
Coloque a mistura em um recipiente e leve ao freezer.

Receita:  blog.freepeople.com


Sorvete de manga com leite de coco

02 mangas tommy
1/2 litro de leite de coco caseiro
2 a 3 colheres da polpa do coco
1/2 limão

Misture as mangas com o leite de coco e bata bem
Acrescente o sumo do limão e a polpa do coco
Leve ao freezer por cerca de 3 horas

Outras dicas para dias quentes:

Ai, que calor!!! Dicas para sair com o bebê/ quantidade de água ao dia

Read Full Post »

Introdução de outros alimentos durante a amamentação altera o paladar e aumenta risco de obesidade

baby in chairFonte: Revista Fapesp

Os pais têm uma oportunidade rara de influenciar o desenvolvimento dos filhos e de ajudá-los a se tornarem adultos mais saudáveis. . Mas é preciso estar atento e agir rápido. Essa chance surge cedo e dura pouco.

Começa na concepção e segue por apenas mil dias – os 270 da gestação mais os 730 dos dois primeiros anos de vida.

A receita não é nova, mas pode evitar problemas graves de saúde mais tarde. Experimentos com roedores indicam que a substituição do leite materno por outros alimentos – outros tipos de leite, inclusive – nessa fase do desenvolvimento altera o paladar e instala no organismo um desequilíbrio hormonal que pode durar a vida toda e favorecer o ganho de peso.

Já a nutrição correta reduz o risco de desenvolver na idade adulta obesidade e doenças cardiovasculares, atestam estudos populacionais conduzidos em cinco países em desenvolvimento (Brasil, África do Sul, Guatemala, Filipinas e Índia).

x19957965Ainda segundo esses trabalhos, o aleitamento exclusivo favorece o desempenho intelectual.

Por algumas décadas equipes de vários países, entre elas a do epidemiologista brasileiro César Victora, avaliaram regularmente o crescimento de 10.912 crianças.

Aquelas que começaram a receber outros alimentos antes dos 6 meses de idade – o que ocorreu antes do terceiro mês com 69% dos bebês da amostra brasileira – acumularam mais gordura corporal ao longo da vida.

E quanto mais cedo consumiam papinhas, sucos e outros tipos de leite mais gordura concentravam, o que eleva o risco de problemas no coração e de acidente vascular cerebral, responsáveis por 30% das mortes no mundo (International Journal of Epidemiology).

“O que mais influenciou o acúmulo de gordura não foi a duração do aleitamento, mas a precocidade da introdução de outros alimentos na dieta da criança”, afirma Victora, professor da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos.

Uma possível explicação para o crescimento acelerado tardio é o consumo de mais calorias que o recomendado.

Conforme pesquisadoras da Universidade Estadual de Campinas, pesquisas comprovaram que crianças que recebiam mamadeiras e outros alimentos nos primeiros meses de vida consumiam até 50% mais calorias que o ideal (ver Pesquisa FAPESP nº 123).

u29589839A alimentação apropriada inclui uma dieta equilibrada da mãe na gravidez, o aleitamento materno exclusivo nos seis primeiros meses de vida e, a partir daí, a amamentação acompanhada de alimentos sólidos ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais, como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A participação maior das mulheres no mercado de trabalho, aliada à desinformação sobre como e por quanto tempo amamentar, contribui para que a dieta das crianças mude antes da hora.

“Além disso”, conta Victora, “muitos médicos não respeitam a orientação da OMS e introduzem cedo na dieta alimentos desnecessários nessa fase da vida”.

O resultado é que a proporção de mulheres que amamentam exclusivamente ao peito por seis meses no Brasil é baixa, comparada à de outros países.

Hoje 51% das mães alimentam os filhos exclusivamente ao peito nos quatro primeiros meses de vida – eram 36% em 1999 – e 41% amamentam até o sexto mês, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

Por trás das alterações de com­portamento há mudanças hormonais e metabólicas.

Em trabalhos apresentados nos últimos anos no Journal of Endocrinology e Journal of Physiology,  equipe do endocrinologistas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mostrou que o desmame precoce al­tera a composição corporal e reduz a sensibilidade ao hormônio leptina, que induz à saciedade e à puberdade.

Enquanto não se descobre o que dispara essas alterações e como as controlar de modo eficiente, o melhor é prevenir o problema por meio do aleitamento exclusivo por ao menos seis meses.

http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/01/28/mil-dias-que-valem-uma-vida/

Read Full Post »

e16-164218A obesidade em crianças e adolescentes alcançou proporções epidêmicas nas Américas.

Publicações abalizadas concordam que os fatores mais importantes que promovem o aumento de peso e obesidade, assim como doenças crônicas não-transmissíveis (DCNTs) são:

a) o alto consumo de produtos com poucos nutrientes e muito açúcar, gordura e sal (doravante denominados produtos energéticos com poucos  nutrientes);

b) consumo rotineiro de bebidas açucaradas;

c) atividade física insuficiente.

A atividade física exerce um papel importante na prevenção da obesidade.

Contudo, os níveis necessários para compensar o consumo excessivo de calorias são muito altos.


É pouco provável que os esforços preventivos baseados principalmente na atividade física sejam bem-sucedidos em ambientes onde produtos energéticos com poucos nutrientes e bebidas açucaradas estão facilmente ao alcance e são consumidos constantemente.

k18486604O papel do açúcar adicionado à alimentação foi tema de muito escrutínio científico nos últimos anos.

As metanálises de estudos longitudinais e estudos controlados aleatórios mostraram associações positivas entre o consumo de açúcar de adição e o aumento de peso.

Além disso, o consumo de bebidas açucaradas tem forte associação com doença cardiovascular, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.

Entre os mecanismos fisiológicos estão a hiperinsulinemia, resistência à insulina, inflamação de vasos sanguíneos e hipertensão.

A redução do consumo dos açúcares de adição é essencial para a prevenção, mas evidentemente não é suficiente por si só.

Uma alimentação saudável deve ser baseada no consumo diário de frutas e verduras, grãos integrais, leguminosas, óleos vegetais e baixo consumo de carnes vermelhas e processadas.

x13195421Como os alimentos naturais e integrais são a base das culinárias tradicionais nas Américas, essas mesmas tradições podem ser um instrumento valioso para promover a alimentação saudável.

Identificar os fatores determinantes da epidemia de obesidade é fundamental para instruir e desenvolver políticas, ações, leis e regulamentações relacionadas à saúde bem fundamentadas.

Do ponto de vista alimentar, agora se reconhece que as preferências alimentares pessoais, decisões de compra e comportamentos alimentares são moldados pelo preço, marketing, disponibilidade e acessibilidade.

Por sua vez, estes fatores são influenciados por políticas e regulamentações do mais alto nível para agricultura e comércio.

u16492733Uma tendência comercial atual de destaque associada à epidemia de obesidade é a venda de produtos energéticos com poucos nutrientes e bebidas açucaradas em países de baixa e média renda.

O consumo de produtos energéticos com poucos nutrientes é cinco vezes maior e o de refrigerantes é quase três vezes maior em comparação ao de países desenvolvidos, onde o consumo está atualmente atingindo níveis de saturação do mercado.

O tamanho dos refrigerantes e de outros produtos comercializados também aumentou drasticamente nas últimas décadas.

A publicidade de produtos energéticos com poucos nutrientes e de bebidas açucaradas para crianças e adolescentes aumentou, influenciando as preferências alimentares, os pedidos de compra e os padrões alimentares nestas populações

u19808817De modo semelhante, as oportunidades para atividade física padecem com o mau planejamento urbano e a violência crescente, assim como sua percepção.

Combinada a esta situação, a diversão eletrônica vem cada vez mais substituindo a atividade física recreativa.

O tempo que as crianças passam diante da tela, que é uma oportunidade para o consumo de alimentos e exposição à publicidade de alimentos, aumentou para três horas ou mais por dia.

Além disso, as escolas reduziram o tempo destinado à educação física.

Este Plano de Ação mira as crianças e adolescentes por várias razões.


Primeiro, a amamentação materna pode reduzir a prevalência de sobrepeso e obesidade em cerca de 10%.

O aleitamento materno também pode ajudar as mães a perder peso mais rapidamente após a gravidez.

Em segundo lugar, quanto mais cedo o indivíduo fica com sobrepeso ou obeso, maior é o seu risco de permanecer com sobrepeso ou obeso com o avançar da idade.

Terceiro, a obesidade tem consequências adversas para a saúde em idade precoce, pois aumenta o risco de asma, diabetes tipo 2, apneia do sono e doenças cardiovasculares.

Essas doenças, por sua vez, afetam o crescimento e o desenvolvimento psicossocial durante a adolescência e, posteriormente, comprometem a qualidade de vida e a longevidade.

k3663761Em quarto lugar, como os hábitos alimentares são constituídos na infância, a promoção e consumo de produtos energéticos com poucos nutrientes, bebidas açucaradas e fast-foods na infância interfere com a formação de hábitos alimentares saudáveis.

Por último, as crianças são incapazes de discernir a intenção persuasiva da comercialização e publicidade de  alimentos e bebidas com valor nutricional mínimo que estão associados com o aumento  do risco de sobrepeso e obesidade infantil.

Como essas campanhas promocionais fogem ao controle dos pais, representam uma questão ética e de direitos humanos.

Um precedente para ação já foi estabelecido no Código Internacional de Comercialização de  Substitutos do Leite Materno (“Code”).

Para complicar ainda mais a questão, as adolescentes são as mais afetadas pela epidemia de obesidade, principalmente nos estratos econômicos mais baixos.

53º CONSELHO DIRETOR
66ª SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL DA OMS PARA AS AMÉRICAS
Organização Mundial de Saúde (OMS)

Leia completo: Plano de Ação para Prevenção da Obesidade em Crianças e Adolescentes

Read Full Post »

E também não precisa, não é?!

Essa é a fase mais bacana da vida alimentar dos bebês.

Estão em plena descoberta, e a mamãe também acaba aprendendo muito da arte de cozinhar.

E o melhor: toda papinha leva pouco tempo para ser feita.

Ninguém precisa “se matar com a barriga no fogão”…

Site PROTESTE: NÃO SE DEIXE ENGANAR COM OS QUEIJINHOS

Açúcar demais, proteína de menos

“… os petit suisse apresentam açúcar em excesso, o que é prejudicial à saúde das crianças, que acabam se acostumando ao paladar doce desde cedo. 

Se uma criança de 7 a 10 anos consumir um potinho, estará ingerindo 27% do limite diário máximo de açúcar de absorção rápida.

Se tiver de 4 a 6 anos, 32%.

Valor muito acima do ideal recomendado, que é de 10%.

Os maiores problemas nas análises foram detectados nos teores de ferro e cálcio: as quantidades informadas nos rótulos são inferiores ao publicado nos rótulos”.

E tem ainda os 10 passos da alimentação saudável para crianças até 2 anos

Passo 5

Devem ser evitados: açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos, guloseimas (biscoitos, chocolates), sal em excesso e alimentos muito condimentados.

Veja receitas que substituem o produto, sem corantes e sem açúcar refinado 🙂

RECEITAS PRIMEIRAS PAPINHAS

Kefir e iogurte caseiro (como fazer)

Baixe aqui: Apostilas com receitas de Papinhas e Sucos

Receita de danoninho caseiro

Quase um danoninho (sem corante):

Bata uma fruta da preferência com uma banana madura (maçã, melão, mamão, pera…).

A banana ajuda a encorpar, e adoçar.
Pode utilizar iname ou outro tubérculo, ou ainda “gelatina” de agar agar

Adquira seu Kefir em alguma comunidade de doadores

Faça iogurte com aveia fermentada

Evite o tofu e soja para crianças muito pequenas

*****

Leia também:

Perigo dos aditivos químicos para crianças e bebês

Pediatra é retirado da propaganda do danoninho, por “impingir o consumo do produto anunciado”, 2º Conar

Entre as missões do Conar (Conselho Nacional de autorregulamentação publicitária), está, principalmente o atendimento a denúncias de consumidores, autoridades, associados ou formuladas pelos integrantes da própria diretoria.

As denúncias são julgadas por um Conselho de Ética, que pode recomendar alteração ou suspender a veiculação do anúncio.

Leia mais:

Read Full Post »

baby eating alone3ALIMENTAÇÃO INFANTIL ATÉ 2 ANOS

Fonte: OPAS/OMS

” Quanto ao desenvolvimento fisiológico, o recém-nascido não possui maturidade de seus sistemas excretor, digestivo e neuromuscular, sendo assim os alimentos oferecidos aos bebês não devem exceder a capacidade funcional destes sistemas.

Práticas de alimentação infantil adequadas

Os alimentos complementares devem ser ricos em energia e nutrientes (particularmente ferro, cálcio, zinco, vitaminas A e C e ácido fólico) e livres de contaminação (microbiológica ou química).

Devem ser apresentados em quantidade e consistência próprias para a idade da criança e sem excessos de sal e condimentos (WHO, 1998).

A freqüência com que as refeições devem ser oferecidas à criança depende da densidade energética dos alimentos e vice-versa.

Crianças amamentadas entre 6 e 8 meses de idade devem receber, além do leite materno, 2 ou 3 refeições diárias, e crianças maiores de 8 meses devem receber pelo mek1831856nos 3 refeições (WHO, 1998).

O uso de cereais, raízes e tubérculos preparados como papas, sopas ou mingaus diluídos resultam em preparações com baixo conteúdo e densidade energética.

Além disso, estes alimentos contêm ácido fítico, polifenóis e/ou fibra dietética, componentes que inibem a absorção de determinados micronutrientes (Gibson e Hotz, 2000).

Segundo a OMS (WHO, 1998), o período de alimentação complementar é aquele durante o qual outros alimentos ou líquidos são oferecidos à criança junto com o leite materno.

Qualquer alimento ou líquido que contenha nutrientes, oferecido à criança neste período, é chamado de alimento complementar.

1296009Quando um alimento complementar é especificamente preparado para atender as necessidades nutricionais e fisiológicas da criança, este alimento é definido como alimento de transição.

Quando os alimentos complementares oferecidos à criança são os mesmos consumidos pelos outros membros da família são chamados alimentos da família.

A introdução de alimentos de transição antes dos quatro meses de idade pode interferir no estabelecimento de hábitos alimentares que podem contribuir para superalimentação, pois antes desta idade, a criança não consegue expressar reações que indicam saciedade e recusa ao alimento – como fechar a boca e inclinar a cabeça para trás.

O processo de introdução de alimentos sólidos é lento, e quanto mais jovem é a criança mais demorada é a aceitação de alimentos diferentes do leite.

Fonte:
Disponível para download em: Guia alimentar para crianças menores de dois anos. Organização Mundial de Saúde (OMS)/ Organização Pan-amaericana de Saúde (OPAS)

Read Full Post »