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Archive for the ‘Hormônios nos alimentos’ Category

Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

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A União Europeia vai proibir o uso de compostos orgânicos Bisfenol A (BPA) em mamadeiras de plástico, á partir de 2011.

“Existem áreas de incerteza, decorrentes de novos estudos, que mostraram que o BPA pode ter um efeito sobre o desenvolvimento, a resposta imune e na promoção de tumores,” alerta John Dalli, Comissário responsável pela Saúde e Defesa do Consumidor da UE.

Presente no policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente, e também na resina que reveste latas de alimentos, o BPA (Bisfenol A), simula no organismo a ação do hormônio estrogênio, podendo causar desequilíbrio no sistema endócrino.

Especialistas concordam, porém, que a gestação e os primeiros dois anos de vida são os períodos de maior vulnerabilidade, pois os bebês estão em rápido desenvolvimento, têm pouca massa e maior dificuldade para metabolizar agentes tóxicos.

Um estudo do FDA (Food and Drug Administration) de 2010 levantou preocupações quanto à exposição de fetos, bebês e crianças pequenas ao composto.

Em setembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promoveu um encontro com especialistas para avaliar as evidências científicas, e a conclusão é que os alimentos são, de fato, a principal fonte de exposição ao BPA.

Produtos como brinquedos, resina dentária e papel de nota fiscal teriam importância menor.

“O problema é que estamos expostos a uma contaminação contínua e há uma ação combinada do bisfenol com outros desreguladores endócrinos presentes no cotidiano, como agrotóxicos e até o fitoestrógeno da soja.

Não se sabe até que ponto um pode potencializar o outro”, afirma a médica Ieda Verreschi, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite até 0,6 miligramas de bisfenol-A por Kg do composto usado na fabricação de cada produto.

Segundo Ieda, há indícios de que os desreguladores endócrinos são perigosos mesmo em concentrações inferiores ao limite permitido pela legislação.

“Nesse caso, vale o princípio da precaução. Devemos considerar o bisfenol como potencialmente perigoso até provar o contrário.”

A susbtância já é proibida no Canadá, na Dinamarca e Costa Rica, bem como em alguns Estados americanos.

Suspeita-se, desde a década de 1930, de que seja prejudicial à saúde. Em 2008, após vários artigos do governo dos EUA questionarem sua segurança, e alguns comerciantes retiraram das prateleiras produtos com BPA.

Um projeto de lei determinando restrições ao uso do BPA foi aprovado recentemente na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado brasileiro.

Agora deve ser avaliado na Comissão de Assuntos Sociais e então seguir para a Câmara dos Deputados, onde será votada em caráter terminativo.

Mesmo assim, ainda há o risco de ser votado sem conhecimento de causa, e tudo acabar na mesma.

Previna-se com:

Amamentação exclusiva

Evite esquentar alimentos dentro de recipientes plásticos (mamadeira, copinho, vasilhames, etc).

Resfrie o leite antes de colocar na mamadeira com BPA.

Não utilize forminhas de gelo ou potes de plástico, para congelar papinhas ou outros alimentos.

Não coloque garrafas ou jarras plásticas na geladeira.

Opções ao BPA:

Mamadeira de vidro

Mamadeira de polipropileno

Produtos que possuam no rótulo: “BPA Free” ou “livre de BPA”.

Para o lanche da escola, mande os sucos em garrafinhas de aço inox que conservam o sabor e deixam na temperatura adequada.

Últimas notícias, clique abaixo:

 

Finalmente, o BPA (Bisfenol A) está fora!!!!

Fontes:

Reuters

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo

Jornal O Estado de S.Paulo

O tao do consumo

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Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.

Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.

Concordo com cuidar do consumo excessivo,  não apenas de soja,  mas de todo e qualquer alimento.

O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno,  tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.

Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.

Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.

Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.

Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta. Vamos á luta, companheiros!

Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).

Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia-a-dia.

Mas será que no limite estabelecido?

 Texto

https://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2008/07/08/soja-para-bebes-e-criancas/ 

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No caso das crianças com alergia ao leite de vaca, o leite de soja é indicado?

Segundo o professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da PUCRS, o gastroenterologista e nutrólogo, Dr. José Vicente Noronha Spolidoro, NÃO.

“As fórmulas à base de proteína de soja não são indicadas para o tratamento da alergia à proteína do leite de vaca, pois também contém proteínas potencialmente alergênicas”, explica.

Um dado importante é que metade dos bebês com alergia à proteína do leite de vaca sofre com alergia à proteína de soja.

Uma das alternativas é a substituição do leite por fórmulas especiais à base de proteínas extensamente hidrolisadas, ou fórmula especial composta de aminoácidos livres.

Para saber mais, leia a pesquisa na íntegra:

Conhecimento de pediatras e nutricionistas no tratamento da alergia ao leite de vaca no lactente

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