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Archive for the ‘Cuidados na Gravidez’ Category

Introdução precoce da alimentação complementar, oferta de leite de vaca integral antes de 01 ano e desmame precoce  são fatores que podem levar ao desenvolvimento da anemia ferropriva em bebês.
O cálcio presente no leite de vaca prejudica a absorção do ferro de outros alimentos.

Produtos animais como ovos e leite de vaca possuem ferro de baixa biodisponibilidade, devido a componentes que formam complexos insolúveis com o ferro, prejudicando sua absorção.

O ferro do ovo está presente na gema, e não na clara. Na clara encontra-se a albumina, que dificulta a melhor absorção do ferro de outros alimentos.

Também a quantidade de polifenóis, fitatos e oxalatos presentes em determinados alimentos  são responsáveis pela baixa absorção do ferro não heme da dieta.

Existem duas formas de ferro  obtidos através da alimentação: o ferro heme, ou ferro ferroso, e ferro não heme, ou o ferro férrico.

O ácido ascórbico (vitamina C) consegue transformar o ferro não heme em ferroso, aumentando assim sua absorção.

O ferro é absorvido no duodeno, porém é estocado no fígado, baço e medula óssea.

Nos meses de amamentação o leite materno é a principal fonte de ferro para o bebê.

O ferro do leite materno tem maior biodisponibilidade (absorção) do que o leite de vaca, fazendo com que as crianças que recebem leite materno nos primeiros 6 meses de vida apresentem reservas de ferro maiores do que as alimentadas com leite de vaca.

O perigo de baixa absorção de ferro ocorre nas crianças não alimentadas com leite materno, e também que recebem leite de vaca integral em conjunto com alimentos pobres em ferro.

Fonte:
Anemia Ferropriva na Primeira InfânciaMacarena Urrestarazu Devincenzi; Luciana Cisoto Ribeiro; Dirce Maria Sigulem
http://www.pnut.epm.br/Download_Files/nutricao.pdf

Consumo de leite de vaca e anemia ferropriva na infância
disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jped/v81n5/v81n5a04

MAIS DO MESMO

LEITE MATERNO CONTRA A ANEMIA FERROPRIVA

Por que esperar 1 ano para dar leite de vaca ao bebê ??

Beterraba tem ferro?


Anemia é frequente em crianças indígenas do Brasil

 

Uma em cada cinco crianças indígenas de até 5 anos no Brasil tem estatura menor do que o esperado para a sua idade.

Mais da metade desse total sofre de anemia ferropriva.

Na Região Norte, a situação é ainda mais grave: 41,1% estão abaixo da estatura esperada para a idade e 66% têm anemia.

Os dados são do 1º Inquérito Nacional de Saúde e Nutrição dos Povos Indígenas, de 2010, realizado pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Segundo a pesquisa, mais de 19% das crianças indígenas de todo o país foram hospitalizadas nos 12 meses antes do levantamento, principalmente por pneumonia e diarreia.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2010-05-11/pesquisa-da-funasa-aponta-anemia-entre-criancas-indigenas-e-peso-acima-do-normal-entre-mulheres

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A cafeína é a substância psicoativa mais consumida no mundo.

No fundo, no fundo mesmo, é uma droga, na acepção da palavra. Droga porque a ingestão constante vicia. Droga porque altera o funcionamento do organismo, e nas crianças seus efeitos são maiores.

Em pequenas quantidades provoca a dilatação dos vasos sanguíneos, aumenta a circulação, acelera os batimentos cardíacos e a atividade cerebral, aguça alguns dos nossos sentidos e ainda promove aumento na secreção do suco gástrico.

Aliás, figura na lista das drogas estimulantes como a cocaína, as anfetaminas e os inibidores de apetites.

Presente em vários alimentos como os chocolates (teobromina), chá verde, chá mate, chimarrão e em bebidas á base de cola (coca, pepsi) ou no guaraná, a cafeína convive com a humanidade há séculos, e comprova a máxima de Paracelso:
A diferença entre o veneno é o remédio está na dose!!

Quando saber quanto é Demais?

No Brasil, não há limite estabelecido para o consumo de café por crianças. Os especialistas em saúde e nutrição falam em algo em torno de 1/4 de xicara, sendo 3/4 com leite.

Procurei e procurei, mas não encontrei a que xícara se referem (de chá ou a tradicional de cafezinho).  Nos EUA, também não há parâmetros de consumo.

No Canadá, o Ministério da Saúde recomenda não mais que 2,5 mg de cafeína por Kg de peso corporal.

Com base no peso médio das crianças daquela população, as definições para idades entre 4 e 12  anos é a seguinte:

  • 45 mg de cafeína/dia para crianças de 4-6 anos.
  • 62,5 mg de cafeína/dia para crianças de 7 – 9 anos
  • 85 mg de cafeína/dia para crianças de 10 a 12 anos

Uma lata de coca-cola fornece a uma criança, de 4 a 6 anos,  a quantidade máxima diária de cafeína.

Se for de guaraná, extrapola essa quantidade ainda mais.

 GUARANÁ possui 40 mg de cafeína em apenas

1 g!

Dizem que é quase 3 vezes mais que o café.

Logo, fica fácil para uma criança exceder os limites de ingestão de cafeína ao dia, sem que alguém se dê conta.

Em 2010, médicos da University of Nebraska Medical Center, realizaram uma pesquisa que constatou o seguinte: 75% das crianças americanas consomem muita cafeína ao dia, através dos refrigerantes.

Esse hábito interfere na média diária de sono dessas crianças (dormem menos), diagnósticos de hiperatividade, agitação e mau rendimento escolar.

Pode ocasionar também dores de cabeça, azia, dores de estômago, problemas cardíacos e respiratórios, nervosismo, irritabilidade ou  agitação motora.

Estudos recentes indicam que o consumo de cafeína maior que 150-200 mg por dia, pode levar á gravidez de alto risco, como comprovado em pesquisa epidemiológica realizada em Portugal.

As gestantes analisadas apresentaram maiores riscos de aborto espontâneo, má formação fetal, retardo do crescimento fetal e bebês baixo peso ao nascer.

Tomar café ou comer muitos chocolates enquanto amamenta também não é boa idéia, pois a cafeína ultrapassa a barreira mamária, da mesma forma que faz com a barreira placentária, podendo intoxicar o bebê.

E tem ainda:

1) As outras xantinas, parentes da cafeína, como a teobromina, do chocolate, e a teofilina, dos chás verde e preto;

2) Muitos medicamentos antigripais, analgésicos, antiinflamatórios e antitérmicos possuem cafeína em suas fórmulas.

Êta, cafezinho bom!?

Cafeína pode causar perda de apetite, o que não é nada bom para crianças, mas o problema mesmo é que traz outras complicações pois atua diretamente no Sistema Nervoso Central, causando alterações na percepção, humor, consciência, cognição e comportamento.

Exceder no consumo de café,  ou outros alimentos ricos em cafeína, pode prejudicar a absorção de cálcio pelo organismo e elevar os riscos de doenças ósseas, já que a mesma aumenta a excreção de cálcio pela urina.

E como se não bastasse:

Um novo estudo afirma que dar café aos bebês não irá mantê-los acordados, como no caso dos adultos.

Na verdade, a bebida quente tem efeito mais duradouro, e pode ser prejudicial aos padrões respiratórios na idade adulta.

O que dar, então?

Já sabemos que café, não pode.

Quais as opções?

Café descafeinado: Sempre tem alguma cafeína. Aqui no Brasil, com as inúmeras e corriqueiras falhas na fiscalização de tudo, podemos encontrar marcas que vendem dizendo uma coisa e fazendo outra. Logo, o nível permitido de cafeína pode estar muito acima!

Café de cevada: a cevada, mais conhecida pela produção de cerveja, é uma boa substituta do café. Sem cafeína, possui bons níveis de vitamina B e fibras. Estudos afirmam que é coadjuvante no tratamento de doenças coronárias e diabetes. No Brasil, há algumas marcas de café de cevada á venda;

Outras: oferecer sucos de frutas naturais ou chás de ervas (para os maiores, bem maiores), smothies, vitaminas, batidos de frutas, iogurte natural com frutas…

FONTES: 

Cafeína – Ballone GJ, Moura / Psiqweb

Foto 1 –  Jim Weber/ The commercial appeal


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Li aqui

The Vegetarian Resource Group

que nos EUA,  3,2% da população é VEGETARIANA.

Não parece, mas é gente pra dedéu!

Segundo a revista Vegetarian Times, no estudo “Vegetarianism in America” , isso dá em torno de 7, 3 milhões de pessoas que não consomem carnes, com um belo percentual das que não tomam leite, passam manteiga no pão, apreciam iogurtes, queijos e afins.

Está bom.  Primeiro porque, quando falamos em “estudo realizado por uma revista americana”, sabemos que não é o mesmo que dizer sobre as dificuldades para que pesquisas de qualquer espécie sejam realizadas no Brasi.

Segundo, porque coloca por terra os argumentos de quem recita o “tem que comer carne… tem que tomar leite… “, como se vegetarianos fossem extraterrestres impossíveis de respirar sobre a terra (aliás, possuem realmente alguma dificuldade pela desinformação em torno deles).

Se assim fosse, como viveria a população da Ìndia, que abriga a maior parte de vegetarianos do mundo todo?

Em sua monografia: “Considerações sobre alimentação complementar com foco em crianças vegetarianas e veganas a partir de uma visão da Nutrição Funcional”, a nutricionista Grasiela Popper expõe os seguintes dados:

Crianças ovolactovegetarianas têm crescimento semelhante ao das não vegetarianas.

Crianças asiáticas vegetarianas nascidas no Reino Unido são maiores que as nascidas na Índia, Paquistão ou Bangladesh, diferença atribuída ao maior acesso a variedade de alimentos e menor incidência de doenças infecciosas (WARRINGTON & STOREY, 1988).

O crescimento de crianças adventistas do sétimo dia, que são vegetarianas, não mostrou diferença em comparação às não vegetarianas.

No entanto, alguns estudos com crianças veganas mostram menor crescimento nos primeiros 5 anos, com maior crescimento próximo aos 10 anos.

A altura é normal em crianças veganas mas há a tendência de terem menor
Índice de Massa Corporal em comparação a crianças que consomem dietas
mistas.

O consumo de produtos de origem animal pode ser estimulante para o
crescimento e é preciso ter equilíbrio no seu uso.

Por exemplo, um quilo de queijo é feito com 10 quilos de leite; além de hormônios e medicamentos dados aos animais, o leite contém insulina, estrogênio, progesterona, testosterona, prolactina e outros hormônios bovinos naturais que ficarão concentrados no queijo além da gordura saturada .

A Associação Dietética Americana e as Dietistas do Canadá informam que dietas veganas e outros tipos de dietas vegetarianas são apropriadas para todos os estágios do ciclo de vida, incluindo a infância (ADA, 2003).

As considerações nutricionais mais discutidas para crianças vegetarianas e veganas são apresentadas abaixo:

Energia

O menor crescimento verificado em algumas crianças vegetarianas com
idade menor que 5 anos pode ser atribuída a baixa ingestão energética.

A ingestão energética de crianças veganas acima de 5 anos é similar àquela de crianças em dieta mista.

Estudo realizado em primatas, que avaliou os efeitos da ingestão calórica sobre a saúde geral, indicou que uma alimentação com mais nutrientes e menos calorias promove não somente tempo de vida maior, como envelhecimento mais lento.

A dieta vegetariana acompanha esta indicação (Messina & Messina, 1996).

Proteínas
Ovolactovegetarianos e veganos alcançam e até excedem as necessidades de proteínas .

Uma metanálise avaliou o equilíbrio de nitrogênio e não encontrou diferenças significativas de acordo com a fonte de proteína utilizada na dieta.

A combinação de fontes vegetais, como cereais, leguminosas, oleaginosas e produtos de soja garantem o equilíbrio da necessidade diária de aminoácidos (INSTITUTE OF MEDICINE, 2002).

Todos os legumes, verduras e grãos contêm todos os aminoácidos essenciais e não essenciais, o que diferencia são as proporções entre eles, por isso a combinação garante a adequação.

Cálcio
Um artigo de revisão que avaliou a densidade óssea de vegetarianos,
concluiu que não há diferenças nos índices de avaliação de saúde óssea entre
ovolactovegetarianos e onívoros.

Outro estudo  concluiu que não há diferenças significativas sobre os índices avaliados, quando o cálcio provém apenas de fontes vegetais ou quando inclui produtos lácteos, apesar da diferença quantitativa de cálcio nas duas dietas.

Estudos mostram que alta quantidade de proteína e baixa de potássio
promovem perda urinária de cálcio retirado do osso para neutralizar o pH
sanguíneo.

O consumo de frutas e vegetais diminui a acidez da dieta e contêm micronutrientes, como o potássio, que protegem a perda de cálcio do osso.

Além disso, quantidades elevadas de sódio(das carnes) também contribuem
negativamente para o balanço de cálcio, por aumentar sua perda pela urina.

Dietas vegetarianas e veganas contêm maiores quantidade de frutas e
outros vegetais que dietas mistas .

Além disso, consomem mais folhas verdes, o que contribui para o aporte de vitamina K .

O consumo de sal é menor, outro fator protetor do metabolismo

ósseo.

Ferro
O ferro contido nos vegetais é o ferro não heme, que é mais sensível do
que o ferro heme tanto aos estimuladores quanto aos inibidores de absorção.

O maior inibidor de absorção do ferro é o fitato; outros inibidores incluem cálcio, polifenóis de chás, cacau e café, sais fosfatos, antiácidos, proteína de soja e ovo.

Entre os elementos que favorecem a absorção de ferro estão a vitamina C
e outros ácidos orgânicos de frutas e vegetais, vitamina A e carotenóides.

As recomendações diárias para ferro sugerem, para vegetarianos, uma ingestão 1,8 vezes maior que para não vegetarianos considerando a menor disponibilidade de ferro na dieta vegetariana (INSTITUTE OF MEDICINE, 2001).

Mangels e Messina (2001) sugerem suplementação de ferro de 1 mg por quilograma de peso da criança por dia (1mg/kg de peso/dia) começando entre 4 a 6 meses de idade da criança.

Vegetarianos tendem a ter menores estoques de ferro que onívoros, mas não têm mais incidência de anemia que estes, nos artigos que avaliaram hematócrito, hemoglobina e saturação de transferrina; já os níveis de ferritina se mostraram mais baixos em vegetarianos em 2 de 3 artigos revisados.

Estoques elevados de ferro têm sido relacionados com maior risco para
algumas doenças e as DRIs para ferro recomendam que homens e mulheres, após a menopausa, não recebam ferro suplementado, independente se são vegetarianos ou não.

Porém, isso é vantajoso para os vegetarianos pois o ferro heme foi relacionado com aumento de risco de câncer cólon retal por formação de fatores citotóxicos.

A ferritina elevada foi relacionada com aumento de risco para doença coronariana e a ferritina mais alta com menor sensibilidade à insulina, um ponto positivo para vegetarianos.

Vitamina B12
A vitamina B12 ou cobalamina é sintetizada por bactérias e fungos e
está presente nos alimentos de origem animal como leite e ovos.

O Guia para vegetarianos norte americanos relata que veganos que não
recebem suplementação, não estão providos de vitamina B12, mas os
ovolactovegetarianos sim, desde que tenham uma dieta adequada.

Este guia sugere o consumo de 4 fontes de vitamina B12 ao dia, para gestantes e lactantes, e caso isto não ocorra, sugere a suplementação de 5 a 10mcg diários ou 2000 mcg semanais.

O leite humano tem ligantes para vitamina B12 e ácido fólico, semelhante à lactoferrina, o que confere poder bacteriostático e garante a absorção destas vitaminas.

Estudos indicam que os estoques de vitamina B12 não são acessados
para a manutenção de níveis dessa vitamina no leite materno, assim, é
importante que a lactante vegana ou vegetariana tenha fontes diárias
suficientes (alimentos fortificados, leite e derivados ou ovos) ou suplemente
esta vitamina.

Na ausência disto, é necessário que o lactente receba suplementação diária de 0,4 mcg até o sexto mês e 0,5 mcg após os 6 meses até 1 ano de idade.

Após 1 ano, alimentos fortificados com vitamina B12 podem servir de fontes desta vitamina.

RECEITAS PAPINHAS VEGETARIANAS/VEGANAS PARA BEBÊS

RECEITAS VEGETARIANAS E VEGANAS

LEITES VEGETAIS / ALIMENTOS SUBSTITUTOS DO LEITE DE VACA E SOJA

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 Equipe da Universidade de Yale pesquisou sobre a região do cérebro que regula o humor, detectando que o parto por cesariana pode aumentar o risco de depressão pós-parto.

O pesquisador James Swain, que liderou a equipe de Yale, disse que a pesquisa ajuda a explicar as reações químicas que envolvem a ligação afetiva entre mães e filhos.

“Nossos resultados apóiam a teoria de que as variações de condições de parto como as que ocorrem na cesariana, que alteram experiências neuro-hormonais no nascimento, podem diminuir a resposta do cérebro da mãe no começo do período pós-parto”, afirma o estudo.

Para o professor James Walker, da faculdade britânica Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, já se observou que mães que fizeram cesariana às vezes têm problemas de se relacionar com seus filhos.

No entanto, Walker afirma que os motivos por trás dessa diferença de comportamento ainda não são conhecidos.

Walker ressalta que diferenças de personalidades – e não apenas a diferença no método dos partos – poderiam explicar a diferença na reação das mães analisadas pela pesquisa da equipe de Yale.

Ele também afirma que não há estudos de longo prazo que comprovam que mães que deram à luz por cesariana mantém problemas de relação com o filho no longo prazo.

“Não há dúvida de que muitas mães que fizeram cesariana se tornaram ótimas mães”, diz.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080904_bebe_parto_dg.shtml

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Mães que dão à luz naturalmente respondem mais ao choro dos filhos do que as que fazem parto por cesariana, sugere uma pesquisa americana.

Tomografias dos cérebros de 12 mães realizadas poucas semanas depois de elas darem à luz mostraram mais atividade em áreas ligadas à motivação e emoções nas que escolheram o método natural de nascimento.

A equipe da Universidade de Yale afirma que as diferenças nos hormônios gerados no nascimento podem ser a peça-chave para explicar o fenômeno.

As contrações, principal característica do nascimento natural, provocam a liberação da oxitocina, um hormônio que os cientistas acreditam que desempenha um papel fundamental no comportamento das mães.

O parto por cesariana não libera o mesmo hormônio.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080904_bebe_parto_dg.shtml

 

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Segundo estudo publicado na revista “Fertility and Sterility”, as maléficas gorduras trans – presentes em alguns alimentos processados e associadas ao entupimento das artérias e maior risco cardiovascular – pode também aumentar os riscos de morte fetal durante a gestação.

Conforme os estudos, a dieta rica em Trans pode aumentar a resistência à insulina e, de acordo com especialistas americanos, levar a uma maior atividade do inibidor do ativador do plasminogênio, que está associado à perda fetal.

Avaliando 104 mulheres que tiveram pelo menos uma gravidez durante 25 a 30 anos de acompanhamento, eles notaram que a taxa de perda do feto aumenta de 30% em mulheres com menor consumo de gordura trans (2,2% do total de calorias), para 52% em mulheres com maior ingestão dessas gorduras (47% do total de calorias).
http://www.reutershealth.com/archive/2008/09/18/eline/links/20080918elin001.html

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