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Archive for the ‘Copinho de Transição’ Category

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Ultimamente, o astro rei não tem dado trégua, e mesmo á sombra todo cuidado é pouco.

Entre os cuidados básicos, roupas leves e chapéu, para todas as idades. E nada de meias para os pequeninos.  Já basta ter que suportar as fraldas!

No carro, coloque protetores nos vidros. Ao andar na rua, com os bebês e crianças, providencie uma sombrinha ou guarda-chuva.

Se tiver um guarda-sol para carrinho de bebê, melhor. Prefira sempre os de cores mais escuras.

Com a temperatura lááááá encima, o ideal é a HIDRATAÇÃO constante.

Evite bebidas industrializadas, refrigerantes, garrafinhas, mamadeiras e chuquinhas de plástico, que com o calor tornam qualquer bebida insuportável.

Ao sair, providencie uma bolsa térmica, com muito gelo ou ice packs, e coloque lá o que for preciso, bem embalado e protegido.

Leve o copinho de transição para o passeio, ou mesmo copos descartáveis pequenos, se o seu bebê for acostumado com ele.

Fuja de bebedouros públicos, e dos famigerados galões de plástico azul. Alguns posam cobertos com capas até bonitinhas, mas pense em como ele foi parar ali. Geralmente, os cuidados de higiene de quem manuseia o utensílio são um tanto duvidosos.

Água tem em todo o lugar, portanto, fora de casa, opte mesmo pelas garrafinhas de água mineral, de fontes confiáveis.

Em casa, o apetite exige receitas leves e nutritivas. Tenha sempre uma salada para acompanhar o almoço, e muitas frutas para o decorrer do dia.

Veja algumas RECEITAS PARA O VERÃO

E capriche nas SALADAS, utilizando flores comestíveis, frutas frescas e um pouco de oleaginosas, cevadinha, trigo, grão de bico ou lentilhas.

Mais:

Receitas refrescantes para dias muito quentes!
Ai que calor! (II) – Receita sorvete de casquinha vegan

Quantidade de água para bebês e crianças I

Quantidade de água para beb~es e crianças II

Água nos alimentos

Chega de mamadeira! No copinho é bem melhor!

Mamadeiras de plástico são proibidas na Europa

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A União Europeia vai proibir o uso de compostos orgânicos Bisfenol A (BPA) em mamadeiras de plástico, á partir de 2011.

“Existem áreas de incerteza, decorrentes de novos estudos, que mostraram que o BPA pode ter um efeito sobre o desenvolvimento, a resposta imune e na promoção de tumores,” alerta John Dalli, Comissário responsável pela Saúde e Defesa do Consumidor da UE.

Presente no policarbonato, um tipo de plástico rígido e transparente, e também na resina que reveste latas de alimentos, o BPA (Bisfenol A), simula no organismo a ação do hormônio estrogênio, podendo causar desequilíbrio no sistema endócrino.

Especialistas concordam, porém, que a gestação e os primeiros dois anos de vida são os períodos de maior vulnerabilidade, pois os bebês estão em rápido desenvolvimento, têm pouca massa e maior dificuldade para metabolizar agentes tóxicos.

Um estudo do FDA (Food and Drug Administration) de 2010 levantou preocupações quanto à exposição de fetos, bebês e crianças pequenas ao composto.

Em setembro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promoveu um encontro com especialistas para avaliar as evidências científicas, e a conclusão é que os alimentos são, de fato, a principal fonte de exposição ao BPA.

Produtos como brinquedos, resina dentária e papel de nota fiscal teriam importância menor.

“O problema é que estamos expostos a uma contaminação contínua e há uma ação combinada do bisfenol com outros desreguladores endócrinos presentes no cotidiano, como agrotóxicos e até o fitoestrógeno da soja.

Não se sabe até que ponto um pode potencializar o outro”, afirma a médica Ieda Verreschi, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite até 0,6 miligramas de bisfenol-A por Kg do composto usado na fabricação de cada produto.

Segundo Ieda, há indícios de que os desreguladores endócrinos são perigosos mesmo em concentrações inferiores ao limite permitido pela legislação.

“Nesse caso, vale o princípio da precaução. Devemos considerar o bisfenol como potencialmente perigoso até provar o contrário.”

A susbtância já é proibida no Canadá, na Dinamarca e Costa Rica, bem como em alguns Estados americanos.

Suspeita-se, desde a década de 1930, de que seja prejudicial à saúde. Em 2008, após vários artigos do governo dos EUA questionarem sua segurança, e alguns comerciantes retiraram das prateleiras produtos com BPA.

Um projeto de lei determinando restrições ao uso do BPA foi aprovado recentemente na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado brasileiro.

Agora deve ser avaliado na Comissão de Assuntos Sociais e então seguir para a Câmara dos Deputados, onde será votada em caráter terminativo.

Mesmo assim, ainda há o risco de ser votado sem conhecimento de causa, e tudo acabar na mesma.

Previna-se com:

Amamentação exclusiva

Evite esquentar alimentos dentro de recipientes plásticos (mamadeira, copinho, vasilhames, etc).

Resfrie o leite antes de colocar na mamadeira com BPA.

Não utilize forminhas de gelo ou potes de plástico, para congelar papinhas ou outros alimentos.

Não coloque garrafas ou jarras plásticas na geladeira.

Opções ao BPA:

Mamadeira de vidro

Mamadeira de polipropileno

Produtos que possuam no rótulo: “BPA Free” ou “livre de BPA”.

Para o lanche da escola, mande os sucos em garrafinhas de aço inox que conservam o sabor e deixam na temperatura adequada.

Últimas notícias, clique abaixo:

 

Finalmente, o BPA (Bisfenol A) está fora!!!!

Fontes:

Reuters

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia de São Paulo

Jornal O Estado de S.Paulo

O tao do consumo

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Não é sempre que a  transição é simples.  Para facilitar, o ideal é apresentar o copinho ao bebê quando ele estiver com 6 ou 7 meses, para tomar água ou suco.

Essa introdução pode ser feita com copinhos de treinamento com tampa. Há crianças que não “captam” muito bem como a coisa funciona. Não tem problema.

Espere mais algumas semanas ou até meses e tente de novo. As crianças tendem a querer imitar os adultos ou amiguinhos e irmãos mais velhos. Aproveite o interesse do seu filho, quando ele o demonstrar, para fazer novas tentativas.

Mostre ao bebê que é preciso entornar o copo para o líquido descer. Quando ele entender, você pode dar a ele copos com tampa e duas alças para ele treinar.

Os copinhos com tampa e válvula de segurança são ótimos porque não deixam o líquido cair quando o bebê vira o copo de cabeça para baixo, mas, por outro lado, dificultam bastante o trabalho da criança, porque ela tem que sugar para o líquido sair.

No começo, experimente tirar a válvula para que o líquido saia mais fácil, ou prefira um copo sem válvula.

Há pais que preferem ensinar seus filhos pequenos direto num copo normal, e dispensam totalmente os copinhos de treinamento.

Outra opção é usar copos com canudo.

Bebês podem aprender a chupar pelo canudinho bem cedo, antes de completar 1 ano.

Vale fazer tentativas ocasionais. Deixe bem claro para a criança que, no caso do canudo, o copo não deve ser entornado para que o líquido saia.

Se seu filho tem o costume de mamar para adormecer, você pode começar a pensar em usar uma mamadeira só com água para esse fim, para que o leite não fique acumulado na boca durante a noite toda.

Se você fizer a troca de uma vez, há grandes chances de a criança ficar muito brava na hora em que receber água em lugar de leite.

Dê o leite primeiro, limpe a boca da criança com gaze ou escova de dentes e, quando ela estiver de barriga cheia, ofereça o “tetê” ou “mamá” especial de dormir — com água.

Se nada disso der certo, não se esqueça de passar gaze ou fralda na gengiva depois de seu filho ter adormecido com a mamadeira de leite na boca.

Leia abaixo algumas dicas de leitores para ajudar com o uso do copo:

– Deixe a mamadeira apenas para o leite puro, e estabeleça para o seu filho a regra de que todos os outros tipos de líquido (suco, água, chá, leite com sabor) têm de ser tomados no copo.

– Faça experiências com vários tipos e marcas de copos, até achar aquele de que seu filho mais gosta. Vale até levá-lo ao supermercado ou à loja para escolher um — talvez ele fique mais entusiasmado.

– Molhe o bico do copo com o líquido para que a criança sinta o gosto e perceba que ele está ali.

– Use o copinho na frente do seu filho para dar o exemplo, e incentive-o a copiá-la.

– Se seu filho está relutando em usar o copinho de treinamento, procure um que tenha o bico mais macio. Quando ele se acostumar a esse, você pode passar para os tradicionais.

Fonte: BabyCenter Brasil

VALE Á PENA:

Slides com orientações para uso do copinho/ PROAMA/UNESP

QUANTO DAR DE ÁGUA AO BEBÊ? E PARA CRIANÇAS MAIORES?

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