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Archive for the ‘Comportamento infantil’ Category

“Entre os estudiosos do tema é quase unânime a constatação de que os hábitos alimentares inadequados da família determinam a maioria dos casos de obesidade.

Muitos desses apontam, por parte das mães, a oferta exagerada de alimentos ao dia, acréscimo de açúcar nas receitas, e outras condutas que seguem em direção á superalimentação.

Pesquisas mostram que a obesidade como consequência da superalimentação geralmente está associada a perturbações na relação mãe-filho.

O excesso de atenção á alimentação da criança (e do bebê), pode servir de estímulo para que utilize as refeições (ou ausência delas), para chamar a atenção sobre si, ou para expressar raiva.

A necessidade da criança em agradar a mamãe pode desencadear um processo de comilança precoce.

Por sua vez, a mamãe possui também dificuldades para transformar seu próprio comportamento alimentar.”

Alimentação e Saúde Infantil - Nutrição consciente desde a infância

Não é sempre mas, em muitos casos, a necessidade compulsiva de comer e comer está diretamente ligada ao vínculo da mãe com seu filho.

Entre os estudiosos do tema é quase unânime a constatação de que os hábitos alimentares inadequados da família determinam a maioria dos casos de obesidade.

Muitos desses apontam, por parte das mães, a oferta exagerada de alimentos ao dia, acréscimo de açúcar nas receitas, e outras condutas que seguem em direção á superalimentação.

Pesquisas mostram que a obesidade como consequência da superalimentação geralmente está associada a perturbações na relação mãe-filho.

O excesso de atenção á alimentação da criança (e do bebê), pode servir de estímulo para que utilize as refeições (ou ausência delas), para chamar a atenção sobre si, ou para expressar raiva.

A necessidade da criança em agradar a mamãe  pode desencadear um processo de comilança precoce.

Por sua vez, a mamãe possui também dificuldades…

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Não é sempre mas, existem casos em que a necessidade compulsiva de comer e comer está diretamente ligada ao vínculo da mãe (ou pai) com seu filho.

Entre os estudiosos do tema é quase unânime a constatação de que os hábitos alimentares inadequados da família determinam a maioria dos casos de obesidade.

Muitos desses apontam, por parte das mães, a oferta exagerada de alimentos ao dia, acréscimo de açúcar nas receitas, e outras condutas que seguem em direção á superalimentação.

Pesquisas mostram que a obesidade como consequência da superalimentação geralmente está associada a perturbações na relação mãe-filho.

O excesso de atenção á alimentação da criança (e do bebê), pode servir de estímulo para que utilize as refeições (ou ausência delas), para chamar a atenção sobre si, ou para expressar raiva.

A necessidade da criança em agradar a mamãe  pode desencadear um processo de comilança precoce.

Por sua vez, a mamãe possui também dificuldades para transformar seu próprio comportamento alimentar.

Além do mais, tem aquilo do “ser mãe”, com o costume de aliar gordura á boa saúde.

Juntando-se com a oferta de alimentos açucarados ou impróprios para o consumo em determinadas idades, inicia-se o caminho da obesidade.

Tem ainda os suplementos vitamínicos, que alteram funções cerebrais e seguem enviando mensagens para que a criança que outrora não comia, devore tudo o que vê pela frente.

Em seu último estudo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que em apenas 30 anos, o número de crianças e adolescentes do sexo masculino, acima do peso, subiu de 4% para 18%. Entre as meninas, o salto foi de 7,5% para 15,5%.

Características como o gasto de energia, a velocidade do metabolismo e a formação de determinadas proteínas no organismo passam de geração para geração e interferem no acúmulo de gordura no corpo, porém, se os pais são sedentários, dificilmente exigirão que as crianças façam exercício. Se comem mal, os pequenos terão o mesmo hábito.

Misturando fatores genéticos e de criação, os cientistas chegaram a duas probabilidades preocupantes: ter o pai ou a mãe acima do peso significa até 50% de risco de o filho ficar gordo; e, se o pai e a mãe forem obesos, a chance é de até 90%.

Leia mais:

“Bebês cereias” e a obesidade infantil – Childhood obesity News
Bebês brasileiros consomem produtos industrializados em excesso

FONTES:

Influência materna na obesidade Infantil – Núcleo Paradigma (Análise do comportamento)

Obesidade Infantil e influência dos pais (Revista Nutrição em Pauta)

Interessante…

O médico indiano Dr. Chittaranjan Yajnik é  especialista em obesidade, e diretor da Unidade de Diabetes no KEM Hospital Research Centre em Pune, na Índia.

Ele tem apresentado em palestras o quanto fatores maternos são mais determinantes para a obesidade do filho do que os paternos: genéticos, gestacionais (intra-uterinos) e pós-natais (lactação e ambiente familiar).

E que o terceiro trimestre de gestação é o período crítico para a hiperplasia das células adiposas.

Foram apresentadas as influências maternas intra-uterinas, que são nutricionais, metabólicas, estresse, infecções e tóxicas.

O alto peso materno e hiperglicemia durante a gravidez também influenciam na macrossomia.

As prováveis causas para uma criança se tornar obesa, segundo o especialista, são: exposição intra-uterina à hiperglicemia e estresse durante gestação.

Mães muito novas com diabetes poderiam ter mais genes de suscetibilidade à obesidade e diabetes.

Leia mais sobre o trabalho do médico aqui:

Obesidade Infantil: Contribuição de Fatores Maternos

Ilustração: Ziraldo

 

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