Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Bebê Prematuro’ Category

PREMATURO PINTERESTTrecho extraído de: International Breastfeeding Centre

Introdução

Com grande frequencia, mamães enfrentam problemas preveníveis com a amamentação. Entretanto, a rotina de muitos hospitais torna a situação mais difícil para mães e bebês iniciarem a amamentação de maneira bem sucedida.

Quando a prematuridade acontece, as mães têm ainda mais dificuldades com o aleitamento materno.

Isso acontece porque bebês prematuros precisam de leite materno e da prática da amamentação mais que bebês nascidos a termo.

A razão que  restringe o acesso à ajuda neste período é porque muitas técnicas usadas para salvar vidas de prematuros foram desenvolvidas nas décadas de 60 e 70, quando o leite materno não era prioridade nas Unidades de Terapias Intensivas Neonatais ( UTI Neonatais), como hoje é provado ser.

ibreastfeed_co_uk site

Infelizmente, apesar de tudo que viemos aprendendo desde esta época, sobre como ajudar mães e bebês a praticarem a amamentação, as UTI´s Neonatais parecem ser, em geral e com algumas exceções claro, resistentes a mudarem a forma na qual os bebês devem ser amamentados desde o nascimento prameturo.

Ainda pior, algumas técnicas adotadas tornam a situação ainda mais difícil. Alguns mitos sobre bebês prematuros e amamentação: Bebês prematuros precisam de fortificantes e complementos? Na verdade, a maioria não precisa.

Se a mãe ordenha seu leite eficientemente, bebês com peso acima de 1.800 g (geralmente com 32 semanas de gestação, embora haja exceções) podem crescer adequadamente apenas com leite materno, talvez com a adição de vitamina D ou fósforo.

aboutkidshealth_ca O real problema atrás dessa necessidade de fortificantes é que isto tem sido uma regra em muitas UTIs neonatais, sob a argumentação de que os bebês têm que crescer na mesma proporção fora da mãe, como se não tivessem nascido tão cedo.

Mas há evidências de que bebês que crescem mais rápido devido a fortificação sofrem problemas futuros de altos níveis de colesterol “ruim” no sangue, hipertensão sanguínea, resistência à insulina (pode ser início de diabetes mellitus tipo 2) e sobrepeso.

Estes estudos foram conduzidos com bebês prematuros, para os quais foram oferecidos: A) apenas leite humano B) Leite Materno + Leite de banco C) Leite materno + fórmula para prematuros.

Os bebês que receberam fórmula artificial  cresceram mais rapidamente, mas há um preço para isso, como a ocorrência de variados problemas de saúde (refluxo gastroesofágico, cólicas abdominais, superalimentação, etc.)

  • Uma forma de evitar os fortificantes em alguns bebês prematuros eu aprendi na África, era oferecer ainda mais leite materno do que a UTI neonatal permitia.infantfeeding_info
    De fato, esses bebês não eram como os bebês prematuros dos países em desenvolvimento. Eles eram maiores, e um pouco de oxigênio era tudo que eles precisavam para sobreviver.Mas naquele tempo, acreditava-se  que o bebê deveria crescer como se estivesse dentro da mãe.Eu aumentava o volume de leite materno que o bebê recebia para além de 150-180ml/kg/dia, as vezes ainda mais de 300ml/kg/dia e os bebês aceitavam e cresciam muito bem.

    A oferta não era de uma só vez; o leite era gotejado no estômago por sonda nasogástrica, poucas gotas por vez.

  • Bebês prematuros não podem mamar até que completem  34 semanas de gestação.Isto é errado.O trabalha de UTI neonatal amiga da amamentação, especialmente na Suécia, tem mostrado que bebês podem começar a mamar mesmo com 28 semanas e muitos são capazes de realizar a pega e extrair o leite disponível com 30 semanas.

    Na verdade, alguns bebês mamam plenamente com 32 semanas. Isto significa que amamentação e não apenas receber leite materno por sonda nasogástrica ou mamadeira.

    Com o Método Canguru e acesso precoce à mama, isto pode acontecer em qualquer lugar.

    Claro, todo bebê é diferente e alguns podem demorar mais tempo dependendo se eles enfrentaram problemas respiratórios ou outras condições, mas esperar até que o bebê tenha 34 semanas para lhe apresentarem a mama é, praticamente, usar o mamadeira como modelo de alimentação para infante.

  • Bebês prematuros se cansam ao mamar no peito.

    Alguns acreditam que esta seja uma verdade porque bebês, não apenas os prematuros, tendem a adormecer na mama quando o fluxo de leite é baixo, especialmente nas primeiras semanas. Oferecem a ele uma mamadeira e, porque o fluxo de leite é rápido, o bebê acorda e suga com força. A falsa conclusão? O bebê se cansa ao peito porque o trabalho para sugar nele é mais “árduo” e a mamadeira é a opção mais fácil.

  • Bebês prematuros comumente não realizam boa pega, em parte porque ele não é bem ensinado. Com boa pega, o uso da compressão mamária e, se necessário, o alimentador auxiliar, ele vai receber bom fluxo e não vai adormecer ao seio. Aumente o fluxo e você  verá que a amamentação não é difícil nem cansativa para o bebê.
  • Pesagem (pesar o bebê antes e depois de mamar) é um bom método de saber quanto leite o bebê suga por mamada.

    A pesagem pressupõe que nós sabemos o quanto o bebê deve mamar. Como podemos saber, visto que os parâmetros utilizados falam sobre o peso e idade do bebê alimentados com fórmulas?

    E como poderíamos dizer o quanto o bebê deve receber se ele realizasse boa pega, com a mãe usando a compressão, especialmente se a amamentação é controlada por programas de 10 ou 20 minutos (por conta da preocupação de que o bebê pode se cansar)?

    A melhor forma de saber se o bebê está mamando bem é observar o bebê no momento da amamentação.

Bebês prematuros devem continuar recebendo fortificantes quando deixam o hospital.

Este é um novo “percalço” que vem minando a amamentação de prematuros. Talvez alguém tenha apresentado algum documento em uma conferência que mostrou que o bebê teria melhores resultados se o uso de fortificantes continuasse.

Mas, novamente, “mais não é, necessariamente melhor” e a amamentação é mais importante do que o ganho de peso.

Fontes
A Amamentação e o bebê prematuro –  International Breastfeeding Centre

Aleitamento materno em prematuros: manejo clínico hospitalar

Read Full Post »

Veja na página AMAMENTAÇÃO, algumas formas de lidar com esses problemas.

 

Read Full Post »


Diabetes: Crianças que recebem fórmulas infantis à base de leite de vaca antes dos 2 meses têm 2 vezes maior probabilidade de desenvolver diabetes.
Morte súbita: Crianças não amamentadas têm probabilidade quase 3 vezes maior de serem vítimas de morte súbita do que crianças amamentadas.
Má oclusão (dentes tortos): Entre crianças amamentadas, quanto mais longa a duração do aleitamento materno, menor a incidência de má oclusão.
 Cárie dental: Crianças amamentadas desenvolvem menos cáries do que crianças não amamentadas.
Parasitas: Crianças de 1 a 2 anos amamentadas têm uma taxa de infecção por parasitas de 29%, enquanto que crianças não amamentadas têm uma taxa de 66%.
Infecção do trato urinário: Do nascimento até os 6 meses as crianças alimentadas por mamadeira têm probabilidade 5 vezes maior de contrair infecção urinária do que as amamentadas.
Diarréia: Crianças de 0-12 meses que n ão recebem leite de peito são 14,2 vezes mais provavéis de morrer de diarréia do que bebês amamentados exclusivamente.
Desnutrição: 80% das crianças de 3 meses ou mais ainda amamentadas apresentam estado nutricional normal, mas das crianças alimentadas por mamadeira somente
43% têm essa classificação.
Infecção respiratória aguda (IRA): Bebês desmamados têm risco 3.6 vezes maior de morrer por infecção respiratória aguda comparado a crianças em aleitamento
materno.
 Otite: Crianças de 0 a 12 meses amamentadas exclusivamente têm metade do número de otites do que crianças não amamentadas.
Visão melhor: Tanto bebês nascidos pré termo como a termo, alimentados com leite de peito, apresentam melhor visão aos 4 meses e aos 36 meses do que aqueles
alimentados artificialmente.
Xeroftalmia (desordem da visão): A xeroftalmia em crianças é 3 vezes mais provável nas que interromperam a amamentação antes dos 24 meses.
Câncer: Crianças exclusivamente amamentadas por no mínimo 6 meses apresentam metade da probabilidade de desenvolver câncer antes dos 15 anos  que crianças não amamentadas.
Melhor desenvolvimento intelectual: Crianças amamentadas por longo período apresentam maiores índices em testes de inteligência.
FONTE: GIFA – Geneva Infant Feeding Association, membro da IBFAN
(clique no nome da IBFAN, acima, para acessar o documento completo, também com artigo sobre inteligência e aleitamento materna).

Read Full Post »

PARA A RELACTAÇÃO,  será preciso:

*  Sonda nasogástrica nº 4 ou 5

É por onde o leite vai passar até chegar ao bebê.

* Seringa, mamadeira pequena ou (melhor opção) Frasco de nutrição suplementar\ ou frasco de nutrição enteral.

Esse frasco substitui a mamadeira ou a seringa, pois é de mais fácil manuseio, deixando as mãos livres.

Para a relactação o uso desse utensílio é melhor, pois faz com que o leite desça pela sonda com maior praticidade.

A mamadeira nem sempre permite a descida do leite satisfatoriamente.

A seringa pode acontecer de pressionar rapidamente soltando jatos na boca do bebê, ocasionando em engasgo.

* Fita adesiva para curativo, para prender a sonda junto ao seio. Procure as hipoalergênicas.

Pronto!

Depois de organizar os detalhes, comece a relactação:

Coloque a ponta da sonda por cima ou ao lado do mamilo.

Prenda a sonda com a fita crepe. Se achar mais confortável, segure firme, sem prender.

Se o bebê sugar muito rápido o leite do recipiente, arrume sonda de calibre menor, ou aperte com o dedo administrando a quantidade.

Ao Relactar, evite:

• Dar outro líquido ao bebê;

• Utilizar mamadeira. Nos momentos em que não relactar, utilize copinho ou colher para dar o leite, evitando a confusão de bicos;

• Aproveite quando ele estiver com fome, para que a aceitação seja maior;

• Se consegue ordenhar o leite para colocar no recipiente, bom. Caso nao seja possível, não há problemas. Dê o leite que o bebê está acostumado.O importante, agora, é a sucção do seio.

• Pingue o leite com seringa ou conta-gotas nos lábios do bebê, no mamilo e na aréola do seu seio, para que ele sinta o cheiro e o sabor, estimulando a pega;

• Realize todos os dias a ordenha do leite materno, de 2 em 2 horas, para estimular a produção.

Quando fazer a relactação

• Quando o bebê deixou o peito para usar  a mamadeira, e a mamãe quer voltar a amamentá-lo;

• Quando o bebê apresenta sucção pouco eficiente e baixo peso;

• Quando o bebê parece rejeitar o seio;

• Bebê prematuro que não consegue ordenhar todo o leite necessário para sua nutrição;

• Bebê doente – cardíaco e outros – que não podem fazer esforço;

• Portadores de síndromes, caso haja dificuldade;

• Recém-nascidos cujo leite da mãe não desceu;

• Mães que tomaram medicamentos para secar o leite e querem retomar a amamentação;

• Mamães adotivas que querem amamentar seus bebês.

Para quem ainda não sabe: O que é a Relactação?

Relactação é uma maneira simples de auxiliar as mamães que querem amamentar seus bebês, mesmo quando por motivo de força maior tiveram que parar de dar o peito, ou nunca deram (mães adotivas ou que tiveram problemas de saúde que as impediram de fazê-lo).

Aqui no Brasil, a relactação é mais conhecida graças ao trabalho de divulgação de instituições não governamentais que apóiam a amamentação (nacionais ou internacionais). No exterior, já é velha conhecida de algumas décadas.

Á partir dessas organizações é que a relactação tornou possível a realização do desejo das mães que querem amamentar seus filhos. Descobrindo ainda que não há motivos que impeçam uma mulher de relactar.

Completamente ligada á natureza femininaa relactação ativa hormônios (a ocitocina e a prolactina) que não apenas ajudam na produção do LM (leite materno), como o faz aumentar consideravelmente!

Muitas mães podem conseguir o mesmo apenas colocando o bebê para sugar o seio, em intervalos regulares, mas outras precisam de uma forcinha extra.

Experimente a Relactação também caso o médico “libere” fórmulas artificiais para seu bebê, entre outros motivos, porque:

1) Parece não ganhar peso (provavelmente porque a pega do seio não está correta, então ele ingere menos leite materno do que poderia);

2) Seu leite é fraco e não sustenta o seu filho (idem acima. Esse mito é o mais absurdo do rol de “motivos” para introduzir alimentação complementar precocemente)

3) Está com mastite ou rachaduras no seio, depressão pós-parto, tomando remédios que poderiam ser evitados, etc.

Para saber mais

Amamentação Adotiva

(para orientação e estímulo ás mães adotivas que desejam amamentar – em inglês)

Cómo relactar o inducir una lactancia

(orientação de como realizar a relactação – em espanhol)

Estudo realizado no Dpto. Pediatria da Unicamp – 1981

Já falamos do assunto antes:

Para tudo tem jeito! A prática da relactação

Read Full Post »

O INICIO DAS PAPINHAS DO BEBÊ

Como ordenhar e armazenar o leite materno

Baixe aqui: GUIA ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MENORES DE 02 ANOS – OMS/OPAS

Danoninho para bebês?

Mucilon para refluxo e bebês baixo peso? Não pode, não!

Só pra variar: opções ao mucilon

Chega de mamadeira! No copinho é bem melhor!

Papinha do bebê – Alimentos de desmame

Papinha do bebê – Receitas de Farinhas caseiras (também para bebês alérgicos ao leite de vaca)

Meu bebê não quer comer – 0 a 06 meses

Meu bebê não quer comer – 06 a 12 meses

Soja e Telarca precoce – aumento das mamas

Soja para bebês e crianças?? Há controvérsias!!

 

Read Full Post »

1. Lavar cuidadosamente as mãos e antebraços.

2. Lavar os seios, nos outros horários, passar algodão ou gaze embebidos em água filtrada.

3. Usar máscara ou evitar falar, espirrar ou tossir enquanto estiver ordenhando o leite.

4. Massagear, previamente e delicadamente a mama como um todo com movimentos circulares da base em direção a aréola. Esse procedimento deve ser feito preferencialmente pela nutriz que assim poderá localizar os pontos mais dolorosos. (Figura 1)

5. Dispor de vasilhame de vidro esterilizado para receber o leite.  Preferencialmente vidros de boca larga, com tampas que possam ser submetidas a fervura durante mais ou menos 20 minutos.

7. Ter a mão pano úmido limpo e lenços de papel para limpeza das mãos.

8. Procure relaxar, sentada ou em pé, em posição confortável.

9. O recipiente onde será coletado o leite materno (copo, xícara, caneca ou vidro de boca larga) deve ser esterilizado e posicionado próximo ao seio.

10. Com os dedos da mão em forma de “C”, coloque o polegar na aréola ACIMA do mamilo e o dedo indicador ABAIXO do mamilo na transição aréola-mama, em oposição ao polegar. Sustentar o seio com seus outros dedos.

11. Use a mão esquerda para a mama esquerda e a mão direita para a mama direita, ou use as duas mãos simultaneamente (uma em cada mama ou as duas juntas na mesma mama)

12. Pressione seu polegar e o dedo indicador, um em direção ao outro, e levemente para dentro em direção a parede torácica. Evite pressionar demais pois pode bloquear os ductos lácteos.

13. Pressione e solte, pressione e solte. Isso não deve machucar. Se doer, a técnica está errada. A princípio o leite pode não vir, mas depois de pressionar algumas vezes, o leite começa a pingar. Poder fluir em jorros se o reflexo de ocitocina é ativo.

14. Pressione a aréola da mesma forma, a partir dos LADOS, para assegurar que o leite está sendo extraído de todos os segmentos do seio.

15. Evite esfregar ou deslizar seus dedos sobre a pele. O movimento dos dedos deve ser rotatório.

16. Evite comprimir o mamilo entre os dedos, dessa maneira não conseguirá extrair o leite. Acontece o mesmo quando o bebê suga apenas o mamilo.

17. Ordenhe um seio por pelo menos 3-5 minutos até que o leite flua lentamente, então ordenhe o outro lado; e repita em ambos os lados.

18. Explique que ordenhar leite do peito adequadamente leva mais ou menos 20-30 minutos, em cada mama, especialmente nos primeiros dias quando apenas uma pequena quantidade de leite pode ser produzida. É importante não tentar ordenhar em um tempo mais curto.

19. Coloque a aréola entre o polegar e os outros dedos e pressione para dentro, na direção da parede torácica. (Figura 2)

20. Pressione atrás do mamilo e da aréola, entre os seus dedos e polegar. (Figura 3)

21. Pressione os lados para esvaziar todos os segmentos. (Figura 4)

COMO ARMAZENAR

1. Coletar o leite em recipiente de vidro, de boca larga e esterilizada.

2. Para armazenar o leite coletado, utilizar preferencialmente, vidros transparentes com tampas plásticas resistente ao calor, para que possam ser esterilizadas em água fervente durante mais ou menos 20 minutos.

3. Identificar os frascos com o dia que foi feito a coleta.

4. Armazenar por um período de 24 hs na geladeira, 15 dias no congelador ou no freezer (Figura 7).

5. Estando o leite pasteurizado, pode ser armazenado por 6 meses no freezer.

6. Antes de oferecer ao bebê:

a. Retirar do freezer e descongelar em banho-maria, não deve ser deixado em temperatura ambiente. Manter após descongelado em geladeira por até 24 horas. Atenção: não congelar este leite novamente – a sobra após 24 horas na geladeira deve ser desprezada.

b. Antes de retirar a quantidade a ser oferecida ao bebê, em cada mamada, agitar bem o frasco para completa mistura dos diversos componentes do leite.

c. Aquecer o volume a ser oferecido para o bebê, em banho-maria, fora do fogo – nunca ferver o leite (apenas para “quebrar o gelo”).

7. Oferecer no copo ou com a colher.

Outras técnicas de ordenha:

– seguir as orientações dos manuais

• Bomba manual tira-leite com pêra de borracha e bulbo

• Bomba manual tira-leite tipo seringa

• Bomba elétrica para tirar leite

Artigo extraido de : Sociedade Brasileira de Pediatria

Para tudo tem jeito! A Prática da Relactação

Read Full Post »

Não é sempre que a  transição é simples.  Para facilitar, o ideal é apresentar o copinho ao bebê quando ele estiver com 6 ou 7 meses, para tomar água ou suco.

Essa introdução pode ser feita com copinhos de treinamento com tampa. Há crianças que não “captam” muito bem como a coisa funciona. Não tem problema.

Espere mais algumas semanas ou até meses e tente de novo. As crianças tendem a querer imitar os adultos ou amiguinhos e irmãos mais velhos. Aproveite o interesse do seu filho, quando ele o demonstrar, para fazer novas tentativas.

Mostre ao bebê que é preciso entornar o copo para o líquido descer. Quando ele entender, você pode dar a ele copos com tampa e duas alças para ele treinar.

Os copinhos com tampa e válvula de segurança são ótimos porque não deixam o líquido cair quando o bebê vira o copo de cabeça para baixo, mas, por outro lado, dificultam bastante o trabalho da criança, porque ela tem que sugar para o líquido sair.

No começo, experimente tirar a válvula para que o líquido saia mais fácil, ou prefira um copo sem válvula.

Há pais que preferem ensinar seus filhos pequenos direto num copo normal, e dispensam totalmente os copinhos de treinamento.

Outra opção é usar copos com canudo.

Bebês podem aprender a chupar pelo canudinho bem cedo, antes de completar 1 ano.

Vale fazer tentativas ocasionais. Deixe bem claro para a criança que, no caso do canudo, o copo não deve ser entornado para que o líquido saia.

Se seu filho tem o costume de mamar para adormecer, você pode começar a pensar em usar uma mamadeira só com água para esse fim, para que o leite não fique acumulado na boca durante a noite toda.

Se você fizer a troca de uma vez, há grandes chances de a criança ficar muito brava na hora em que receber água em lugar de leite.

Dê o leite primeiro, limpe a boca da criança com gaze ou escova de dentes e, quando ela estiver de barriga cheia, ofereça o “tetê” ou “mamá” especial de dormir — com água.

Se nada disso der certo, não se esqueça de passar gaze ou fralda na gengiva depois de seu filho ter adormecido com a mamadeira de leite na boca.

Leia abaixo algumas dicas de leitores para ajudar com o uso do copo:

– Deixe a mamadeira apenas para o leite puro, e estabeleça para o seu filho a regra de que todos os outros tipos de líquido (suco, água, chá, leite com sabor) têm de ser tomados no copo.

– Faça experiências com vários tipos e marcas de copos, até achar aquele de que seu filho mais gosta. Vale até levá-lo ao supermercado ou à loja para escolher um — talvez ele fique mais entusiasmado.

– Molhe o bico do copo com o líquido para que a criança sinta o gosto e perceba que ele está ali.

– Use o copinho na frente do seu filho para dar o exemplo, e incentive-o a copiá-la.

– Se seu filho está relutando em usar o copinho de treinamento, procure um que tenha o bico mais macio. Quando ele se acostumar a esse, você pode passar para os tradicionais.

Fonte: BabyCenter Brasil

VALE Á PENA:

Slides com orientações para uso do copinho/ PROAMA/UNESP

QUANTO DAR DE ÁGUA AO BEBÊ? E PARA CRIANÇAS MAIORES?

Read Full Post »

Older Posts »