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Archive for the ‘Artigos’ Category


Dia de comer tudo o que gostam e desejam.

Até aí, tudo bem, é tempo de festa e muita alegria.

Como chutam o balde e exageram no consumo de certos ingredientes, o jeito é mamãe e papai ficarem á postos, tentando o caminho do meio.

Onze dicas para um natal sem problemas:

1) Evitem começar a festa antes do horário combinado.

Até lá, as refeições devem ser como sempre, fornecendo o que precisam para o dia a dia.

2) Se tem comemoração em família, com as guloseimas todas á postos, fique de olho caso passem no consumo do mesmo alimento (03 a 04)

3) Não deixe seu bebê próximo ás mesas, ou coma e beba com ele no colo. Deixe-o em segurança, e aproveite a festança!

Sabem como é, bebês adoram colocar tudo na boca… ofereça suas papinhas habituais ou o leite. Nada de açúcar, glacê e  muito menos refrigerantes ricos em benzeno, ou sucos industrializados impróprios para menos de 01 ano, 02, 03, 04…

4) Cuide com o consumo de alimentos crus (salada de frutas, glacê de bolo com ovos batidos…).

Algumas vezes, o problema pode estar no manuseio dos ingredientes quando as receitas são realizadas.

5) Cuide com o consumo de balas . Não tem como escapar? Opte pelos pirulitos, e fique de olho!

6) Excesso de guaraná, chocolate, açúcar, corantes, ou todos juntos, pode causar muita agitação, e depois irritação e fadiga.

Além do stress, em alguns causa dor de barriga, cocô mole e escuro, queda da imunidade, etc.

7) Não deixe que brinquem horas e horas sem comer ou beber algo, ainda mais pelo calor do verão.

8) Ofereça frutas frescas.

O melhor dessa época é que surgem as frutas que vemos todos os dias e não ligamos para elas: uvas variadas, pêssego, laranja lima, caju, melancia, melão…

9) Ofereça ÁGUA

10)  As castanhas , ricas em cálcio, e o amendoim, devem ser ingeridos com muita parcimônia. Para bebês, pouco ou nada, pois há o risco de intoxicação ou reação alérgica.

11)  Não dê, ou deixe que alguém ofereça, refrigerantes.

O guaraná tem mais cafeína que a coca-cola.

Refrigerantes com vitamina C transformam ácido benzóico em benzeno, extremamente prejudicial para a saúde humana.

 

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Desculpe a nossa falha!!

Estou com um grande número de mensagens sem respostas. Devido ao corre corre diário, não consigo tempo para respondê-las, e atualizar o blog.

Peço desculpas e, sinceramente, o que mais quero é trocar informações com todas, pois são minhas professoras prediletas 🙂 Aprendo muito com cada história contada, e cada momento de aflição que passam com seus filhos.

Somos todas do mesmo time, e mesmo que tenhamos nossas diferenças, no fundo somos todas iguais, só mudamos de endereço!!!

As férias, estão chegando, o trabalho dobra com crianças em casa, mas vamos que vamos!!!

Até breve!!

P.S.: as mensagens aparecem apenas após aprovação.

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O histórico de iniquidade racial no Brasil ainda repercute no acesso de habitantes autodeclarados negros aos serviços de saúde.

Segundo dados do Ministério da Saúde,  as doenças infecciosas e a desnutrição matam mais crianças negras que brancas, sendo o risco de uma criança negra morrer por desnutrição 90% maior em relação às brancas.

O risco de mortalidade antes dos 5 anos de vida por infecções e parasitoses é 60% maior entre crianças negras.

Desigualdade racial dificulta acesso da população negra aos serviços de saúde


MAIS DO MESMO:

Vida de negro é difícil...

No Brasil, poucos adotam crianças negras

Criança de rua tem dia da criança?

Fotos/Créditos:

1 – Khammyie (https://khammyie.wordpress.com/)
2. Agliberto Lima/VEJA SP (revista Exame fev/20011)

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Alô, mamães, papais e cuidadores:

Façam o Download!

*  GUIA ALIMENTAR PARA CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS

* 10 PASSOS PARA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL DE MENORES DE 02 ANOS

CARTILHA PARA A MÃE TRABALHADORA QUE AMAMENTA – Min. da Saúde

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O Alimentação e Saúde Infantil é o vencedor da categoria Saúde do Top Blog !

Estou muito feliz com essa vitória.

Quero agradecer imensamente a todas as pessoas que acreditaram e ajudaram nessa batalha.

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Segundo dados do Ministério da Saúde, as doenças infecciosas matam mais crianças negras que brancas.

Como se não bastasse, o risco de uma criança negra morrer por desnutrição é 90% maior em relação às brancas.

E  o risco de mortalidade antes dos 5 anos de vida, por algum tipo de parasitose, é 60% maior entre as crianças negras.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2006, revelaram que  31 milhões de brasileiros menores de 18 anos são negros ou indígenas. O termo “negro” corresponde aos que se autodeclaram pardos ou negros.

Apesar de maioria da população nessa faixa etária,  não são agraciados por condições básicas  que lhes garantam uma vida mais digna.

Meninas e meninos indígenas ou negros (as), figuram no ranking dos mais pobres entre os pobres brasileiros (63 % e 62%, respectivamente).

Essa desatenção se arrasta por alguns séculos, deixando um rastro de racismo ainda difícil de ser expurgado.

Às crianças negras, sempre restou a vontade de resistir, e sobreviver.

Se, hoje, os índices apontam essa população como a mais desprovida de educação,  imagine em séculos passados, quando a igreja católica dominava o ensino no Brasil, recusando-se a receber negros em seus bancos escolares.

Com a Lei do Ventre Livre (1871), acreditou-se que algo mudaria para os pequenos desafortunados.

Entretanto, na prática, esta lei ou separava as crianças de seus pais, ainda escravos, ou fazia com que pagassem com trabalho sem remuneração, pela estadia e alimentação que recebiam.

O governo da época inaugurou abrigo para acolher estas crianças. De cada 100 que lá entravam, 80 morriam antes de completar 1 ano de idade.

Segundo, Joaquim Nabuco, em O Abolicionismo:

“[…] “Pela lei de 28 de setembro de 1871, a escravidão tem por limite a vida do escravo nascido na véspera da lei.

Mas essas águas mesmas não estão ainda estagnadas, porque a fonte do nascimento não foi cortada, e todos os anos  mulheres escravas dão milhares de escravos por vinte e um anos aos seus senhores.

Por uma ficção de direito, eles nascem livres, mas, de fato, valem por lei aos oito anos de idade 600$000, cada um.

Essa é a lei, e o período de escravidão que ela ainda permite”.

FONTES

O abolicionismo – Joaquim Nabuco

Infância e adolescência no Brasil – site UNICEF

A não-infância: crianças como mão de obra em Mariana (1850/1890) – Heloísa Maria Teixeira

Desigualdade racial dificulta acesso da população negra aos serviços de saúde – Jornal da Unicamp (dezembro, 2009)

Negros: a face real da Lei Áurea – Frei David Santos/Educafro

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A natureza é bem democrática  Para ela, não tem bonito, nem feio, pobre ou rico.

E quando decide manifestar  toda sua fúria, faz acontecer sem hora marcada, em qualquer local do mundo, de todas as formas possíveis e inimagináveis, e com qualquer pessoa.

Em situações de emergência, bebês e crianças pequenas são especialmente vulneráveis à desnutrição, doenças e morte.

A mortalidade infantil durante essas situações ultrapassam em muito as taxas de períodos normais, variando de 12 a 53%.

Leia sobre amamentação nas emergências, e aproveite para baixar uma cartilha com orientações para esses momentos.

E saiba ainda os motivos pelos quais as doações de latas de leite em pó e farinhas industrializadas aos necessitados podem ser perigosas para as vidas dessas crianças.

Alimentação de lactentes e crianças pequenas em situaçãoes de emergência – Ibfan/Brasil

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