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Archive for the ‘Alergia Alimentar’ Category

k21701862É sabido que leite, soja e ovos são os principais alimentos causadores de alergias alimentares, especialmente em crianças.

Entre 2005 e 2006, uma petição com um milhão de assinaturas circulou pela Europa exigindo maiores informações sobre a presença de organismos geneticamente modificados em produtos originários de animais consumidores de rações transgênicas, principalmente carnes, leite e ovos.

Atualmente, as principais preocupações da comunidade cientifica mundial, sobre os efeitos adversos dos organismos geneticamente modificados (OGMs), centram-se na transferência à resistência aos antibióticos, graus de toxicidade e potencial alergenicidade dos produtos manipulados geneticamente.

transgenic plantEm 2002, o médico imunologista e alergologista londrino, Gideon Lack, escreveu sobre a migração de DNA de alérgenos para culturas de não-alérgenos, em Clinical risk assessment of GM foods.

No documento, o alergologista discorreu sobre o primeiro cenário de contaminação cruzada ocorrido em 1996, quando proteínas de castanha do Brasil foram transferidas para a soja transgênica.

Dessa forma, a proteína expressa na soja cultivada manteve sua alergenicidade, e pacientes alérgicos ás castanhas, sem respostas para soja, passaram a apresentar resposta mediada por IgE para alergia à soja.

ogmsoyPesquisas mais recentes apresentam comprovações sobre a deposição de frações transgênicas, não apenas em outras plantas, mas também em tecidos de animais alimentados com esses alimentos.

Fragmentos de DNA de plantas transgênicas em leite e carne de animais

Uma revisão da literatura conduzida pela ONG Testbiotech encontrou crescentes evidências de que fragmentos de DNA de plantas transgênicas podem ser encontrados em leite, órgãos internos e músculos de animais.

Em abril de 2010, cientistas da Itália relataram a presença de sequências de DNA de soja transgênica em leite de cabras.

Traços deste DNA foram também encontrados nos cabritos e crianças alimentadas com o leite dessas cabras.

Em outra pesquisa, cientistas encontraram traços de plantas transgênicas em órgãos de peixes.

Professor Jack Heinemann. Universidade de Canterbury, Nova Zelândia, in: Report on Animals Exposed to GM Ingredients in Animal Feed

Transgênicos e Saúde Humana

sick4O professor do programa de pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais da UFSC, Miguel Pedro Guerra, defensor de maior cautela com transgênicos, comentou sobre a incorporação de novas proteínas na cadeia alimentar e a ocorrência de alergias provocadas pelas modificações genéticas, em entrevista para a revista Galileu.

Para o professor, o FDA (agência americana que regula alimentos e remédios nos EUA) não conduziu testes e, em simplificação surpreendente, liberou plantas para o cultivo com base apenas no conceito de equivalência substancial.

Por esse conceito, plantas transgênicas são equivalentes às não-transgênicas.

Mas, muitos cientistas discordam dessa simplificação.

sick7“Desde 1996, bactérias, vírus e outros genes introduzidos artificialmente no DNA de soja, milho e sementes de algodão e canola implicam em riscos de reações alérgicas mortais”, comenta Jeffrey M. Smith, do Instituto de Responsabilidade Tecnológica (IRT), com sede nos EUA.

“E as provas, colhidas ao longo da última década, sugerem ainda que estão contribuindo para o aumento das alergias alimentares em todo o mundo. Os cientistas sabem há muito tempo que os transgênicos podem causar alergias”, afirma.

sick3O Reino Unido é um dos poucos países que realiza uma avaliação anual das alergias alimentares.

Em 1999, pesquisadores ingleses ficaram alarmados ao descobrirem que as reações à soja dispararam em 50%, em relação ao ano anterior.

A soja geneticamente modificada havia entrado recentemente no Reino Unido, a partir de importações dos EUA.

sickNa manifestação tardia de alergias, até que um alimento seja consumido com certa frequência, não é possíve detectar o processo alérgico.

 “O único teste definitivo para alergias”, segundo o ex-microbiologista do FDA, Louis Pribyl, “é o consumo por pessoas afetadas, o que pode ter implicações éticas em se tratando de estudos programados.”

Ainda conforme documento do IRT, culturas OGMs podem criar novas alergias.

Em 2010, o Dr. Michael Hansen, PhD em impactos da biotecnologia na agricultura e cientista sênior da Consumers Union, ao participar  de evento sobre transgênicos, em São Paulo, comentou que, no início de sua utilização, os transgênicos ocasionaram redução no uso de agrotóxicos. Porém, gradativamente, esse uso passou a duplicar.

trigogenO glifosato, princípio ativo do herbicida Roundup Ready (RR), da Monsanto, possui forte relação com prejuízos à saúde humana como reprodução indevida de células, aumento nas taxas de abortos espontâneos, má formação fetal e manifestações imunitárias como alergias alimentares.

Atenção!

Transgênicos na alimentação dos bebês e crianças menores:

k17435747Atualmente, além de muitos corantes, açúcar, xarope de milho ou outro adoçante artificial, a maioria das farinhas engrossantes para bebês e produtos lácteos, incluso  certas marcas de leite em pó, possuem transgênicos em suas composições, sem qualquer declaração nos rótulos.

Mulheres que amamentam, especialmente alérgicos, devem observar também a ingestão de carnes e ovos quando frente a alguma reação do lactente.

Leia mais:

Cientistas pedem fim dos transgênicos em todo mundo – Revista Caros Amigos

Cientistas de todo o mundo, preocupados com os perigos que os transgênicos representam para a biodiversidade, a segurança alimentar, a saúde humana e animal, exigem uma moratória imediata sobre este tipo de cultivo em conformidade com o princípio da precaução.

Eles escreveram uma carta aberta, assinada por 815 cientistas de 82 países, na qual se opõem aos cultivos transgênicos que intensificam o monopólio corporativo, exacerbam as desigualdades e impedem a mudança para uma agricultura sustentável que garanta a segurança alimentar e a saúde em todo o mundo.

Os cientistas fazem um apelo à proibição de qualquer tipo de patentes de formas de vida e processos vivos que ameaçam a segurança alimentar e violam os direitos humanos básicos e a dignidade.

Eles também querem apoio maior à pesquisa e ao desenvolvimento de uma agricultura não corporativa, sustentável, que possa beneficiar as famílias de agricultores em todo o mundo.

Fontes bibliográficas

Europeus exigem rotulagem de produtos de animais alimentados com transgênicos. Greenpeace/Brasil (2007)

Produtos com ingredientes transgênicos deverão trazer informações nos rótulos (Idec/2012)

Influência sobre CTNBio é trunfo das gigantes da transgenia
Comissão responsável por liberar pesquisa, produção e comercialização de transgênicos no Brasil é integrada por cientistas ligados às empresas do setor. Disponível em: Repórter Brasil.

Legalizados há 10 anos, transgênicos vivem apoteose
Lei 10.688/2003, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, impulsionou o mercado dos transgênicos, lavouras de soja e devastação da Amazônia para plantio.

Brasil negocia com Monsanto sementes de soja vetadas na China (Intacta RR2 Pro). Insitituto Humanitas Unisinos (2012)

Clinical risk assessment of GM foods. Elsevier Science Ireland. G. Lack / Toxicology Letters 127 (2002) 337–340k 

Fragmentos de DNA transgênico no leite e carnes de animais alimentados com transgênicos. Organização Pratos Limpos. Brasil. 2010.

Dossiê Transgênicos: os dois lados da moeda. Revista Galileu. Editora Globo.

Segurança dos Alimentos: O que o mundo está discutindo a respeito de transgênicos e agrotóxicos? Ciclo de palestras. CREMESP/IDEC. 2010.

The Institute for Responsible Technology (IRT). Jeffrey M. Smith. Aumento de alergias á soja devido consumo de soja geneticamente modificada. IRT, 2007. 

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Leite vegetal para o bebê ou criança pequena é uma boa pedida na hora de oferecer mais vitaminas, minerais, fibras e também gorduras benéficas.

Na verdade, o dito popular acabou fixando as bebidas feitas com vegetais como “leite”.

Leite porque alimenta, e pronto.

mymidlifemumblings.wordpress

LEITE DE AVEIA

Coloque 150 ml de aveia em flocos de molho em 1 litro de água, por cerca de 20 minutos.

Em seguida, bata no liquidificador, acrescentando 1 pitada de sal.

naturaltherapypagescomau -

Guarde em jarra de vidro esterilizada ou pote de vidro, bem fechado, na geladeira.

Para bebês, pode fazer cozido, como um mingau ralo, para garantir a segurança alimentar.

Coloque 250ml de água para cada 3 colheres de aveia, e leve ao fogo, com umA pitada de sal.

Para dar mais sabor, coloque raspas de laranja, bata com uma fruta doce, acrescente baunilha em favas ou cacau, alfarroba…

Evite alimentos crus para bebês pequenos, pelo risco de contaminação.

A menos quea família seja crudívora, e saiba lidar com esse tipo de alimentação adequadamente.

Como o Daniel, pai da Olivia:

OLIVIA É CRUDIVORA DESDE QUE NASCEU!

LEITE DE GERGELIM ou LINHAÇA

2 xícaras de água
4 colheres de sopa de sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho por cerca de 3 a 4 horas. Bata no liquidificador, depois coe.

Esse tipo de leite é melhor para uso em receitas como de pães, bolos, etc.

Não é aconselhável a ingestão de gergelim ou linhaça em quantidades maiores que 1 colher de café ao dia para crianças muito pequenas.

Essas sementes devem ser sempre hidratadas ou germinadas, e oferecidas sem a casca.

O gergelim é alergênico, portanto não deve ser oferecido aos bebês e crianças menores de 1 ano, á menos que comprovado que não há risco para a saúde. 

LEITE DE CASTANHAS com AVEIA

1/2 litro de água fervente
3 castanhas do Pará
2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 pitada de sal

Deixe de molho por cerca de 1 hora, depois bata tudo no liquidificador.Coe. Pronto.

Ideal para uso em receitas de bolos, bolinhos, tortas, etc.

As castanhas e nozes possuem potencial alergênico, e elementos tóxicos se ingeridos em quantidade superior á recomendada ao dia.

O consumo de frutas oleaginosas deve ser extremamente moderado para crianças menores.

LEITE DE ARROZ

1 xícara de arroz cru lavado (prefira arroz moti, arbóreo ou integral)
4 xícaras de água, 1 pitada de sal marinho
Deixar de molho por cerca de 4 horas.

Coloque o arroz para cozinhar em fogo baixo, até que fique cozido e empapado. Não deixe a água secar. O caldo deve estar com os níveis sempre acima dos grãos de arroz, mesmo depois de cozido.

Deixe esfriar. Coloque a água do cozido com auxilio de uma concha, e algumas colheres do arroz já cozido, no liquidificador, com a própria água.

Para acrescentar cálcio á receita, coloque 2 castanhas de molho em água fervente, por 4 horas, e bata junto com o arroz, ou acrescente 1 colher de café de gergelim ou linhaça germinados ou hidratados, ou misture o arroz com  Quinoa, que é rica em cálcio.

Coe em coador de pano grande (de café ou similar).

downloadLEITE DE COCO

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa. Pique e bata no processador ou iquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina. Esprema para tirar todo o seu leite.

Ou faça dessa maneira:

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha.

Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos.

A seguir, despeje em um coador de pano e esprema bem.

Guarde em jarra de vidro esterilizada.

LEITE DE QUINOA

1/2 copo de grãos de quinoa lavada

2 xicaras de água filtrada

Coloque a quinoa de molho em água, em uma tigela de vidro.

Cubra com uma tampa ou filme plástico. Deixe na  geladeira durante a noite.

Na manhã seguinte, escorra a quinoa e passe em água limpa.

Coloque em uma panela, junte as 2 xícaras de água  e leve ao fogo até ferver.

deixe amornar e bata no liquidificador, acrescentado água aos poucos, se necessário.

Coe utilizando coador de pano grande (de café).

LEITE DE AMÊNDOAS DOCES

Coloque as amêndoas de molho (200g) em uma vasilha com cerca de dois dedos acima.

Deixe por cerca de 1 hora. despreze a água.

Bata com água (1 litro).

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LEITE DE ORCHATA DE CHUFA (Blog da Karenina)

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem sucedida!

Horchata

Tem ainda leite de inhame, de canjica, de milho, de quinoa, de alpiste, de cevadinha, de

Utilize baunilha em favas, cacau, alfarroba ou frutas doces para dar um up no sabor!

Leites de castanhas, nozes, gergelim ou linhaça devem ser consumidos com moderação, pois possuem substâncias que podem causar problemas se ingeridas acima da quantidade diária recomendada.

De onde veio?

Tomei conhecimento do leite de arroz lendo o livro de um médico alemão, que o recomendava como excelente para fortalecer o aparelho digestivo. Isso lá no outro século.

Ele citava a medicina chinesa, de onde sempre vem muita coisa boa, e a macrobiótica.

Anos depois, lembrei do leite de arroz como substituto ao leite de vaca para minha filha alérgica e intolerante.

O leite de grãos eu achava forte, depois soube que pode causar um desequilíbrio de nutrientes por conter muitos fitatos.

Deixei para quando ela estivesse maior, e os de gergelim e de castanhas conheci em um tópico do orkut.

Veja mais:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

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refluxoMãe sofre quando o filho não come, e ainda mais, no sentido literal da frase, quando não come porque não pode.

Lá no Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo (RGE), tem uma pequena lista do que não deve ser consumido por pessoas com problemas gástricos e digestivos, não apenas crianças.

Para muitas pessoas isso sempre foi meio óbvio, complicações gastrointestinais são causadas principalmente pelo que se ingere, não é? Mas sempre tem quem precise de evidências cientificas para entender a mensagem mais plenamente.

A Dra. Jamie Koufman, professora especialista em otorrinolaringologia de Nova Iorque  pensa o mesmo. E, por isso, á partir daí escreveu inúmeros estudos sobre o assunto.

O destaque, agora, são os resultados da sua última pesquisa, sobre a oferta de alimentos de baixa acidez para refluxo (benefícios e implicações).

“Os sintomas em 19 dos 20 indivíduos (95%) pesquisados melhoraram, e três participantes tornaram-se completamente assintomáticos.”
(In Estudo sobre refluxo gastroesofágico e consumo de alimentos acidificantes)

Leia resumo no PubMedLow-acid diet for recalcitrant laringopharingeal reflux

Muitos alimentos e outras substâncias estimulam a produção de ácido clorídrico e pepsina pelo estômago. Isso quer dizer que tornam nosso organismo ácido (ou mais ácido). São o que se chama de “alimentos acidificantes”.

Muito tempo sem comer, ou o consumo de produtos industrializados contendo aditivos químicos, também podem ocasionar em acidificação gástrica.

E as consequências vão desde vômitos constantes a diarreia, gazes, cólicas abdominais, flatulência, regurgitamento ou “refluxo”.

Se houver RGE (refluxo gastroesofágico), devido a alteração na válvula que separa esôfago e estômago, a acidez acaba por acelerar processos como a esofagite de refluxo.

refluxo - gastropesofágico - bebê = criançaÉ tudo junto e misturado!

Durante o processo de digestão dos alimentos ocorrem inúmeras reações e sínteses  de substâncias produzidas pelo nosso próprio organismo.

O suco gástrico é formado por água, enzimas, ácido clorídrico e outras substâncias secretadas pelas mucosas do estômago.

A pepsina é uma delas, e atua em conjunto com o ácido clorídrico na quebra de proteínas obtidas pela alimentação.

O consumo de alimentos ácidos provoca aumento na produção e excreção desses sucos. Como consequência, os alimentos ingeridos “sobem” até o esôfago (órgão que vai da boca ao estômago), causando queimação, azia, dores, aspiração dessas secreções para os pulmões e possíveis lesões nas mucosas dos órgãos de passagem.

A acidez dos alimentos também pode acarretar em desmineralização óssea.

Veja aqui: A secreção de HCl (ácido cloridrício) e pepsinogênio pelo estômago

Por isso, é necessário fazer com que o ácido estomacal pare de aumentar além do necessário, e invadir o esôfago, com o auxilio de medicamentos, e de alimentos que diminuam sua produção.

Obs. O próximo post será sobre os alimentos indicados

FONTE:

PubMed: Low-acid diet for recalcitrant laryngopharyngeal reflux: therapeutic benefits and their implications. Koufman, JA. National Center for Biotechnology InformationU.S. National Library of Medicine

Guia de alimentação infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – 2003

Mais do mesmo:


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050712_0053_0170_jshsMeu bebê está gripado! Meu filho está com gripe!

Mas será que não é SINUSITE?

Possível de diagnosticar apenas com auxílio de raio X ou ultrassonografia, é caracterizada por inflamação ou infecção dos seios da face ( vias respiratórias superiores).

Pode ser conseqüência de alergia a certos alimentos (como leite, soja…), fumaça de cigarro, mofo, odor de produtos de limpeza, perfumes, poluição, ar muito frio, ar condicionado do carro que leva poluentes ambientais para dentro do veículo, ar condicionado muito gelado…

Os seios da face são revestidos de membranas mucosas, que servem para aquecer, umedecer e filtrar o ar que entra pelas narinas e chega aos pulmões. São pares correspondentes de cavidades situadas no centro do crânio, atrás da parte superior do nariz, na testa (acima das sobrancelhas) e sob cada olho.

… ou Rinite?

Muito parecida com a Sinusite, também é inflamação crônica, porém, instala-se na mucosa nasal.

Possui várias causas, quase todas parecidas com as que acometem a sinusite: alergia a alimentos ou outra substãncia, ar poluído, poeira, mofo, ataque de vírus ou bactéria, fumaça e tudo o mais.

Que barulho é esse?

Colocando-se como personagem principal na ocorrência de doenças do aparelho respiratório, o muco, ou secreção, ou catarro, ou seja lá como for chamado é, na verdade, um agente do mal produzido por nosso próprio corpo, fazendo com que perca mais vitaminas e sais minerais do que deveria.

Cálcio e magnésio são seus alvos favoritos.

O que faz aumentar o catarro?

Se o organismo apresentar uma condição interna ácida, acaba por produzir ainda mais secreção.

Tudo o que vem do leite, ou contém o dito na fórmula, mais farinha branca (de trigo, utilizada na fabricação de pães e bolos), açúcar refinado, chocolate (rico em açúcar, gordura hidrogenada e leite), macarrão e amidos.

Já as frutas cítricas colaboram na medida em que auxiliam a liquefazer a secreção já existente, parada nos pulmões, entupindo os alvéolos.

Como a causa da dificuldade respiratória pode estar em uma alergia, evite alimentos prontos, em potinhos, que contêm acidulantes, sal ou açúcar como conservantes.

Procure incluir mais cenoura, mandioquinha e abóbora no cardápio. Ache outras formas de aumentar a vitamina A (betacaroteno), que reforça o organismo no combate a doença.

B6 e B12 são boas para quem tem asma por problemas alérgicos.

Ofereça alimentos ricos em Zinco, o que é relativamente fácil, pois há uma infinidade de alimentos ricos nele: cogumelo, batata, cebola, banana, abacate, lentilha, grão de bico, etc.Porém, deve-se cuidar com o excesso desse mineral, pois pode debilitar o sistema imunitário.

Deixe os suplementos vitamínicos de lado neste período, pois podem causar problemas estomacais devido ao açúcar e vitamina C da fórmula. Inclusive, estes produtos não possuem bioflavonóides, necessários para a absorção da vitamina pelo organismo.

Não coloque o bebê deitado antes de expelir o catarro. Eleve a cabeceira do berço ou da cama.

Criança pequena deve ficar deitada de lado, de preferência com o lado direito para cima. Se colocar catarro para fora, não tem risco de sufocar. Sentada com o corpo reto pode ter o muco que sai dos pulmões fazendo a trajetória de volta.

Não deite seu bebê após as mamadas, pois pode ocorrer refluxo do liquido para os ouvidos, causando otite.

Alho, cebola e gengibre devem ser utilizados para temperar as receitas, pois são todos mucocinéticos, ou seja, movimentam o muco tornando mais fácil sua retirada.

A substância que confere sabor ao alho, a alina, possui as mesmas características de uma droga conhecida como S-carboximetilcisteína, componente de um medicamento para retirar muco, vendido na Europa.A quercetina, encontrada na cebola, é um antiinflamatório potente contra a gripe, parecida com cromolyn, droga utilizada no combate a algumas alergias. Também é antibacteriana, auxiliando na asma causada por infecção bacteriana.Gengibre atua limpando a secreção, é antibacteriano, cura inflamação da garganta, destrói o vírus da gripe e é antidepressivo. Não causa qualquer mal ao aparelho digestivo, sendo indicado também em casos de náusea e enjôos constantes.

Nada de terrorismo. Para curar gripes ou bronquite ninguém precisa comer pedaços de alho ou cebola, que podem causar certa azia e gases nos menores. Utilize como tempero, um pouco de cada, em sopas e caldos apetitosos, saborosos e fortificantes.

A maçã é antibacteriana, anti-inflamatória e adstringente. Porém, pode dificultar a saída das fezes.  Tente abacate, brócolis, abóbora ou melancia.

Acrescente vitamina C através de folhinhas de coentro, salsinha, cebolinha ou manjericão, no tempero dos pratos. Coloque a erva picada após desligar o fogo e abafe.

O bom funcionamento dos intestinos é fundamental para a recuperação de todo doente. Houve épocas em que os supositórios eram receitados para os mais variados casos de convalescença. Prefira os alimentos que fazem o mesmo serviço.

Pomada de calêndula nos sinos da face e pescoço. A Calêndula alivia dores, é cicatrizante, alivia queimaduras, hematomas…

Vaporização com manjericão, alfazema ou lavanda são excelentes para o trato respiratório.

Para aliviar a tosse noturna, coloque uma cebola cortada ao meio, no quarto. Jogue fora pela manhã. Não coloque muito próxima á cama. O cheiro se espalha, não tem jeito…

É canja de galinha…

Em 1978, um pneumologista de Miami, EUA, resolveu tirar a dúvida. Descobriu substâncias aromáticas que funcionam até mesmo quando estão frias, diminuindo o muco e combatendo a congestão das vias respiratórias.

A galinha, como boa parte das proteínas, contém um aminoácido conhecido como cisteína, semelhante a acetilcisteína, prescrita pelos médicos em casos de bronquite e infecções respiratórias. Este elemento retira secreção dos pulmões afetados, aliviando os sintomas de vários problemas respiratórios.

No final da década de 1990, outro pneumologista, Stephen Rennard, de Nebraska, EUA, resolveu investigar a canja novamente a partir de uma receita de sua avó.

Encontrou substâncias antiinflamatórias que interrompem o fluxo de muco nos pulmões e nas fossas nasais. Por isso, a canja também auxilia em casos de sinusite, adenóides e outras inflamações.

FONTE

Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – Nana Guimarães


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Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

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Substitutos do leite de vaca, para quem precisa de outras opções, pelos motivos mais diversos:

Os Campeões em CÁLCIO

Leite Materno:

A boa relação cálcio:fósforo presentes no LM favorece a absorção do cálcio, e diminui o teor de fósforo, contribuindo para a manutenção do pH intestinal do bebê.

Apesar de possuir pequenas concentrações de ferro, o leite humano possui alta biodisponibilidade, evitando anemia no bebê amamentado.

Sementes de gergelim: 90 mg de cálcio em 1 colher de sopa (sementes com casca)
10 mg de cálcio em 1 colher de sementes descascadas

Amêndoas 1/3 de xícara  =   50mg
Melado escuro 1 colher de sopa =  137 mg
Alga hijiki, seca 1/4 de xícara =  162 mg
Alga wakame, seca 1/4 de xícara = 104 mg

Hummus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara=   81 mg
Quinoa  1 xícara =  50 mg
Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa= 128 mg
Sementes de linhaça: 211 mg

Coentro desidratado : 788 mg
Folha de caruru crua: 455mg
Alfavaca : 258mg
Manjericão:  211 mg
Couve refogada : 177mg

Agrião:  133 mg
Mostarda:  68 mg
Brócolis : 51mg    Cozido: 86mg
Salsinha:  179 mg
Cebolinha:  80 mg
Abobrinha crua:  80 mg
Palmito: 58 g
Aveia: 48mg

2º e 3º lugares

Leite de coco: pouco 16 mg)
Açaí: 22 mg
Manga haden: 22 mg
Laranja: 34 mg
Chicória: 45 mg

Veja ainda receitas de

LEITES” VEGETAIS

que podem ser utilizados em receitas de bolos, pudins, mousses, etc.
(Tem ainda “leite de inhame”, “creme de leite” de inhame, leite de canjica, etc.

Leite de Gergelim
2 xícaras de água
4 CS sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho na água por mais ou menos 3 horas. No liquidificador, bata por 3 minutos. Coe. Dá para usar tb sementes de girassol sem as cascas.

Leite de Castanhas
1/2 litro de água fervendo
3 castanhas-do-pará
2 colheres de sopa de aveia em flocos
1 pitada de sal

Junte todos os ingredientes. Deixe de molho por uma hora. Bata tudo no liquidificador e coe.

Leite de arroz
1 xícara de arroz cru lavado
2 xícaras de água
Deixar de molho por 4 horas, bater por 2 minutos no liquidificador.

Leite de coco

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa.

Pique e bata no processador ou liquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina.

Esprema para tirar todo o seu leite.

ou

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha. Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos. A seguir, despeje em um pano ou coador. Esprema bem, obtendo o leite.

Leite de orchata de chufa

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem-sucedida.

Mais:

RECEITAS PARA FESTAS INFANTIS SEM LACTOSE

FONTES:

TACO – Tabela Brasileira de Composição e Alimentos

Tabela americana de composição de alimentos (USDA)

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Os ovos fazem parte da lista de alimentos potencialmente alergênicos para bebês, assim como o leite de vaca, a soja, amendoim e nozes.

O perigo do ovo mora na clara, onde está a albumina. Ela não é a única proteína do ovo (que possui outras 3), mas é a maior responsável por reações alérgicas como:

* Rinite

* Asma

* Dermatite atópica e eczemas

* Náusea

* Vômitos

* Chiado no peito

* Anafilaxia (reação alérgica aguda)

* etc.

Atualmente, tem sido recomendada a ingestão do ovo inteiro logo no inicio da alimentação complementar, após 6 meses de idade. 

Agora, para quê mesmo vamos ofertar ovos e alimentos potencialmente alergênicos a um bebê menor de 1 ano, aguardando uma possível reação?

O ovo pode ser perfeitamente substituído por alimentos mais seguros e que não coloquem seu bebê em risco.

Lembrete 1:

Os ovos de galinha são utilizados na fabricação de alguns tipos de vacina, como para todas as gripes (incluso H1N1) e febre amarela.

Após ser vacinado, se seu filho tiver alguma reação, lembre-se disso.

Lembrete 2:

Caso esteja ciente da alergia, atente aos rótulos de todos os produtos que ele ingere.

Também avise na escola, para as mães de amiguinhos, familiares e demais sobre a alergia.

Para ajudar na identificação, coloque etiquetas como essas da names2glue nos pertences de seu filho ou filha.

A foto acima é do Kieran, filho da Allanna, que tem múltiplas alergias alimentares e intolerâncias.

Mais do mesmo:

Estudo revela que alergia a leite e ovos vem aumentando nos últimos anos

      • Allergic rhinitis Rinite alérgica
      • Asthma Asma
      • Dermatitis Dermatite
      • Diarrhea Diarréia
      • Gastrointestinal symptoms Os sintomas gastrointestinais
      • hives urticária
      • Nausea Náusea
      • Oral allergy syndrome (symptoms appear around the mouth, lips and throat) Síndrome de alergia oral (os sintomas aparecem ao redor da boca, lábios e garganta)
      • Vomiting Vómitos
      • Wheezing Chiado
      • Anaphylaxis. Anafilaxia.

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