Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Receitas de Papinhas’ Category

Read Full Post »

Veja aqui:

 RECEITAS CASEIRAS DE ALIMENTOS DE DESMAME – FARINHAS CASEIRAS

… aqui

FARINHAS NAS PAPINHAS (I)

… e aqui:

 SÓ PRA VARIAR: OPÇÕES AO MUCILON 

MAIS:

PRIMEIRAS PAPINHAS


Read Full Post »

Em 2005, a WABA ( The World Alliance for Breastfeeding Action) – Aliança Mundial Pró-amamentação, lançou a cartilha Do peito á comida caseira: Saúde a vida inteira!

Sempre atual,  o documento discorre sobre os benefícios incontestáveis da amamentação materna, e também da alimentação complementar bem elaborada logo no início.

Muitas mães não sabem, mas isso faz muito a diferença em futuro próximo.

DA AMAMENTAÇÃO EXCLUSIVA A COMIDA CASEIRA: CUIDANDO DA TRANSIÇÃO NO TEMPO CERTO

Quando começar?

Órgãos de saúde e proteção ás crianças no mundo todo recomendam que a alimentação  complementar deve acontecer no tempo certo, ser nutricionalmente adequada, segura e de acordo com as necessidades da criança.

Amamentação exclusiva é mais do que suficiente para satisfazer as necessidades nutricionais dos bebês até que eles completem 06 meses de idade (26 semanas).

Nesta fase, ocorrem vários marcos de desenvolvimento que tornam o bebê apto a comer alimentos macios e semi-sólidos.

Eles podem sentar-se, controlar a suas cabecinhas e levar a comida até a boca.

Seus sistemas digestivos e imunológicos se tornam também mais maduros.

Que alimentos oferecer?

Entre os 06 e 24 meses, crianças crescem rapidamente e precisam de mais energia, vitaminas e minerais, porém seus estômagos são relativamente pequenos (30ml/kg peso do corpo sobre o tamanho de um copo).

Neste período as crianças precisam de alimentos altamente nutritivos que propiciem muitos nutrientes em pouca quantidade de alimento (alimentos ricos em nutrientes).

Mesmo após os seis meses, oferecer outros alimentos para crianças amamentadas as expõem a uma nova fonte de potenciais infecções.

Crianças pequenas são particularmente vulneráveis a diarréia e infecções gatrointestinais.

A maioria dos episódios de diarréia em crianças tem origem na contaminação alimentar.

A boa higiene nas práticas alimentares é essencial para a alimentação de crianças pequenas.

DIETAS VEGETARIANAS E VEGETARIANAS SEM LATICÍNOS

Quando crianças pequenas são alimentadas com dietas vegetarianas ou vegetarianas sem laticínios, é importante assegurar que elas recebam os nutrientes necessários.

Dependendo da dieta, suplementos ou alimentos locais fortificados contendo ferro, zinco
e outros nutrientes podem ser necessários (principalmente suplemento de vitamina B12 para as dietas vegetarianas sem laticínios).

REFEIÇÕES E LANCHES

Refeições são ocasiões para alimentação com combinação de alimentos, por exemplo carne/legumes, o principal alimento consumido pela família (que pode ser o arroz e feijão, ou cuscuz, por exemplo) e verduras.

Lanches podem ser alimentos nutritivos que são convenientes e fáceis de preparar. Durante os lanches, os bebês podem se alimentar com suas próprias mãos através de, por exemplo, pedaços de frutas, pão com alguma pasta/manteiga, pedaços de queijo, etc.

ALIMENTOS QUE DEVEM SER EVITADOS

Frituras, empanados e “salgadinhos” são nutricionalmente pobres e muito salgados para crianças pequenas.

Comidas adocicadas, doces e refrigerantes são calóricos, mas não são nutritivos (calorias vazias).

Eles enchem os estômagos das crianças e diminuem seus apetites para alimentos nutritivos.

Eles também podem causar cáries quando os dentes começam a nascer.

Chás e cafés também enchem os estômagos das crianças.

(Nota do blog: também possuem fitatos que prejudicam a absorção de minerais importantes)

A sede pode ser saciada com leite materno ou água potável (ou fervida).

COMO INTRODUZIR OUTROS ALIMENTOS ENQUANTO A AMAMENTAÇÃO É CONTINUADA.

06-08 meses: Explorando a comida e começando a comer

Quando bebês amamentados começam a comer outros alimentos, é necessário que um novo tipo de resposta às necessidades e sinais das crianças seja estabelecido por suas
mães ou pessoas que cuidem delas.

A consistência e a textura dos alimentos, como eles são oferecidos e as quantidades
precisam mudar conforme as crianças crescem e aprendem como lidar com a comida em suas bocas, mastigam, a seguram, seguram uma colher e conforme conseguem se alimentar com as próprias mãos.

O que é apropriado aos seis meses não é o mesmo aos 12 ou aos 18 meses.

A alimentação de acordo com as necessidades das crianças refere-se a uma alimentação receptiva e envolve cuidados na ajuda e no encorajamento para as crianças comerem (sem forçá-las), alimentando devagar e pacientemente, experimentando oferecer diferentes comidas e minimizando distrações.

A amamentação sob livre demanda pode propiciar quase toda energia que bebês entre
06 e 08 meses precisam, então se eles mostram pouco interesse em comer, mas estão sendo amamentados freqüentemente, não há razão para ficar muito preocupada.

A partir dos seis meses, os dois nutrientes que os bebês precisam em maior quantidade do que proveniente apenas do leite materno são o ferro e o zinco, então a prioridade deve ser oferecer carne vermelha, suplementos ou comidas enriquecidas apropriadamente.

De início, bebês necessitam de comidas mais pastosas e macias que não requerem muita mastigação como purês grossos de carne, peixe, ovos, legumes, vegetais.

Alguns bebês também ficam felizes com pedaços de comidas macias como talos de verduras cozidas que eles podem segurar e sugar ou morder usando suas gengivas.

Crianças amamentadas são expostas aos sabores e gostos através do leite de suas mães.

Estudos sugerem que elas estão mais propensas a aceitar comidas que tenham o mesmo sabor dos alimentos ingeridos por suas mães.

Gradualmente a quantidade e a variedade de alimentos oferecidos podem ser  incrementadas, aumentando a oferta de refeições para duas ou três vezes por dia.

Nesta idade, não existe vantagem em oferecer outros alimentos numa freqüência maior que esta, pois tal atitude pode substituir a ingestão de leite materno diminuindo, assim, o consumo total de alimento dos bebês.

09-11 meses: Comendo Mais

Bebês maiores costumam comer mais, o número de refeições oferecidas pode aumentar para três ou quatro por dia, com um ou dois lanches, se necessário.

A amamentação em livre demanda deve continuar, mas é importante estabelecer um padrão regular de horários para as refeições.

Novos alimentos devem continuar a ser introduzidos para ampliar a variedade na dieta e de nutrientes consumidos.

12-24 meses: Adaptando-se ao padrão alimentar da
família

Em torno dos 12 meses de vida a maioria das crianças está fisicamente apta para comer os alimentos com consistência similar aos alimentos consumidos pela família.

É importante que elas tenham suas próprias porções/pratos, pois elas comem tão rápido
quanto os membros mais velhos da família.

Além disso, alguns alimentos ainda precisarão ser cortados em pequenos pedaços ou
amassados.

Baixe a cartilha em PDF, no site do Hospital Maternidade Interlagos

Do peito á comida caseira: Saúde a vida inteira

Quer saber mais? Clique nos títulos abaixo, e boa leitura!!

O INÍCIO DAS PAPINHAS DO BEBÊ

Como ordenhar e armazenar o leite materno

Download GUIA ALIMENTAR PARA CRIANÇAS ATÉ 02 ANOS _OMS/OPAS

Receitas primeiras papinhas (papinhas de frutas)

Baixe no 4shared Apostilas com Receitas de Papinhas e Sucos

Read Full Post »

Processamento de farinhas de cereais ou de leguminosas germinadas

Farinhas de cereais

Em alguns países africanos são preparados pelo menos 20 tipos diferentes de farinhas e produtos à base de cereais germinados e fermentados.

As suas utilizações são múltiplas, mas servem nomeadamente para a preparação do prato familiar principal, a preparação de bebidas consumidas como refeições ligeiras, papas para bebês e alimentos destinados aos doentes.

whatconsumer.co.ukPara germinar os cereais

É necessário limpar os grãos completos e depois demolhá-los em água durante um dia.

Escorrem-se em seguida os grãos e colocam-se num saco de juta ou noutro recipiente, de seguida cobrem-se com um tecido apropriado que conserve a umidade.

Os cereais úmidos são então armazenados num local escuro durante dois ou três dias, até os grãos começarem a germinar.

Os grãos germinados secam-se ao sol antes de serem moídos.

Conforme o uso, a moagem dos cereais é feita antes ou depois da fermentação.

Quando é feita depois, deixam-se os grãos demolhados durante um ou dois dias antes de os moer e de os deixar fermentar.

Qualquer que seja o método utilizado, as vantagens da farinha fermentada são numerosas.

A papa preparada com a farinha fermentada é mais rica no plano nutricional, sem que o seu volume aumente, e é também mais fácil de digerir.

O ferro contido nos cereais é melhor absorvido depois da fermentação

Por outro lado, a fermentação evita a multiplicação rápida dos germes patogênicos, o que torna a papa feita de farinha fermentada muito mais saudável para consumir e mais concentrada em nutrientes do que uma papa preparada com farinha de cereais não fermentados ou não germinados.

Seguem-se receitas que indicam como preparar farinhas de cereais germinados e fermentados.

Farinha de cereais germinados (milho, milho- miúdo ou sorgo)

1. Escolher os grãos.
2. Demolhá-los em água durante um dia.
3. Escorrer os grãos e colocá-los num saco de juta ou outro tecido apropriado.
4. Deixar os grãos num lugar escuro e quente, durante dois ou três dias, até germinarem.
5. Secar ao sol os grãos germinados.
6. Moer os grãos e peneirar a farinha.

Farinha de cereais fermentados (só a título de exemplo porque há muitas variantes)

1. Moer o milho, o milho-miúdo ou o sorgo.
2. Deixar esta mistura de molho em água (cerca de três chávenas de farinha para sete de água).
3. Deixar a mistura fermentar durante 2 ou 3 dias.
4. Cozer a papa.

Farinhas de leguminosas

As farinhas de leguminosas são muito úteis para enriquecer as farinhas de cereais, de raízes ou de tubérculos, utilizadas na preparação de alimentos para bebés.

Para preparar estas farinhas é necessário limpar os grãos, eliminando os que estão estragados, assim como as impurezas.

Os grãos são então torrados, triturados ou moídos.

A farinha é peneirada para retirar algumas partículas grandes que tenham ficado.

As receitas que a seguir se apresentam, mostram as etapas da transformação da farinha de feijão-nhemba, de soja e de feijão-congo.

Farinha de feijão-nhemba

1. Escolher e lavar o feijão-nhemba.
2. Torrar o feijão.
3. Descascá-lo (facultativo).
4. Triturá-lo ou moê-lo.
5. Peneirar a farinha.

Farinha de feijão-congo

1. Escolher e lavar o feijão-congo.
2. Demolhá-lo em água durante 2 ou 3 minutos. Escorrer.
3. Cobrir com folhas de bananeira e deixar assim durante 6 dias.
4. Torrar.
5. Moer ou triturar até obter uma farinha.
6. Peneirar a farinha.

Farinha de soja

1. Escolher o feijão de soja; não o lave.
2. Pôr água a ferver.
3. Deitar os feijões na água a ferver e deixar cozer durante 10 minutos. Escorrer.
4. Torrá-los.
5. Pelá-los.
6. Torrá-los de novo.
7. Moer ou triturar.
8. Peneirar a farinha.

Seguem-se exemplos de receitas para preparar alimentos de desmame. As três primeiras foram criadas pelo Programa não-governamental para a investigação e desenvolvimento dos recursos naturais do Quénia.

Papa de milho-miúdo e de feijão

(para 4 pessoas)

Folhas de feijão-nhemba
1 chávena de farinha de feijão-congo
3 chávenas de farinha de milho-miúdo
4 chávenas de água fria
10-12 chávenas de água quente
1 pitada de sal

1. Escolher as folhas de feijão-nhemba, deixá-las ferver durante 5 minutos, depois secá-las e triturá-las. Ponha de lado.

2. Misturar a farinha de feijão-congo com a farinha de milho-miúdo.

3. Juntar água fria e mexer até obter uma pasta homogénea.

4. Juntar a água quente à pasta. Cozer a mistura durante 10 minutos, mexendo constantemente.

5. Juntar uma colher de sopa de folhas secas de feijão-nhemba e deixar cozer por mais 2 ou 3 minutos.

6. Adicionar sal a gosto.

Mululu, abóbora e raiz de matabala

Uma mão cheia de folhas
Mululu
½ raiz de mandioca ou de matabala, descascada e cortada em bocados
¼ de uma abóbora pequena, cortada em bocados
½ chávena de leite (facultativo)

1. Escolher as folhas.

2. Cozer a mandioca ou a matabala.

3. A meio da cozedura, juntar as folhas e a abóbora. Continuar a cozedura até ficar bem macio.

4. Esmagar e servir com leite.

Folhas de juta com puré de batata-doce

1 batata-doce pequena
1 ovo
Uma mão cheia de folhas de juta
½ colher de sopa de óleo vegetal
1 pitada de sal

1. Lavar a batata-doce e cozê-la até ficar macia.

2. Cozer o ovo durante 4 ou 5 minutos, deixar arrefecer e descascar.

3. Lavar e cozer as folhas de juta.

4. Descascar a batata-doce cozida.

5. Misturar os ingredientes e juntar o óleo vegetal.

6. Adicionar sal e esmagar.

Mistura do Zimbabwe

½ chávena de farinha de milho
2 colheres de sopa de farinha de feijão
Água
1 colher de café de espinafres picados finamente
½ colher de sopa de óleo vegetal
Sal

1. Misturar a farinha de milho e a farinha de feijão com a água, deixar cozer durante 20 a 30 minutos.

2. Juntar os espinafres e o óleo vegetal, deixar cozer mais 2 minutos.

3. Juntar sal a gosto.

FONTE:

FAO  (Food and Agriculture Organization of the United States)

Mais:

FARINHAS NAS PAPINHAS

Read Full Post »

Encontrei esse documento da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) quase que por acaso.

Ele apresenta estratégias e projetos alimentares para pessoas pobres do mundo todo.

Um bom aprendizado para nós, que temos quase tudo a nosso alcance, pois conseguimos assim mais opções, que ajustamos ao nosso modo de vida.

Utilização dos alimentos de base para o desmame

O primeiro alimento de desmame que o bebé come é, geralmente, um alimento mole ou semi líquido, preparado a partir de um alimento de base feculento (por exemplo, milho, milho miúdo, mandioca ou inhame).

Contudo, uma papa simples preparada com farinha de cereal ou de tubérculo (por exemplo, mandioca) e água, não é suficientemente rica em energia e tem falta de proteínas e vitaminas essenciais, tais como a A e a C.

É pois importante juntar outros alimentos, nomeadamente leguminosas, ricas em proteínas, tais como feijão-nhemba, feijão ou feijão-congo, assim como uma colher de óleo e/ou de açúcar.

Como alternativa ao óleo, podem ser adicionadas leguminosas que sejam ricas em gordura, por exemplo os amendoins ou soja torrados/moídos, ou sementes oleaginosas, como as sementes de gergelim ou de girassol torradas/moídas.

Os legumes de folha verde e os frutos ricos em vitaminas e em sais minerais também podem ser adicionados.

Como resolver o problema dos alimentos volumosos

Os alimentos de base como o milho, o milho miúdo, o sorgo, a mandioca e o inhame, são ricos em amido.

Isto significa que durante a cozedura absorvem muita água, o que os torna volumosos; assim sendo, é necessário consumir uma grande quantidade para obter suficiente energia e nutrientes.

Os adultos podem consumir muita comida numa só refeição, mas as crianças pequenas têm um estômago pequeno e não podem consumir grandes quantidades. Assim, se os alimentos são volumosos, as crianças não recebem suficiente energia e nutrientes.

Felizmente, este problema pode ser resolvido dando às crianças refeições frequentes, preparando alimentos de desmame com farinha de cereais germinados e enriquecendo os alimentos volumosos.

Dar aos bebés refeições frequentes

Uma criança de 6 a 12 meses, em aleitamento artificial,  precisa de cerca de cinco pequenas refeições por dia, para conseguir aproveitar suficiente energia e nutrientes dos alimentos volumosos .

Preparar alimentos de desmame com farinha de cereais germinados

O facto de se fazer germinar os cereais antes de os transformar em farinha, modifica a estrutura do amido e permite preparar uma papa que contém duas vezes mais farinha do que uma papa preparada com farinha normal, sem modificar a consistência da papa.

Enriquecer os alimentos volumosos

Um alimento volumoso enriquece-se adicionando um outro alimento rico em energia ou em nutrientes, ou em ambos.

Para tornar um alimento de base mais energético, pode acrescentar-se-lhe uma colher de sopa de óleo, de gordura ou de açúcar.

Isto aumenta a concentração energética do alimento, sem aumentar o seu volume, nem modificar a sua consistência.

Um alimento para bebés pode ser igualmente enriquecido com um alimento rico em proteínas, como por exemplo a farinha de uma leguminosa (feijão-nhemba, feijão, feijão-bambara ou amendoim), adicionada à farinha de cereal ou de tubérculo utilizada para preparar o alimento.

Também pode ser adicionado feijão-nhemba, feijão, frango, carne ou peixe esmagados.

Os alimentos ricos, tanto em energia (gordura ou óleo) como em proteínas, podem ser transformados ou cozinhados e adicionados ao alimento de desmame.

Desses alimentos fazem parte o amendoim, a soja, as sementes de gergelim, as sementes de melão, as sementes de girassol ou outras sementes oleaginosas disponíveis localmente.

Para se assegurar de que as crianças recebem suficientes vitaminas A e C, o que aumenta a absorção de ferro, as mães ou outras pessoas que delas se ocupem, devem dar-lhes, todos os dias, alguns dos seguintes alimentos:

  • folhas verdes escuro, cortadas finamente, esmagadas ou trituradas;
  • legumes de cor alaranjada esmagados, tais como a abóbora ou batata doce;
  • frutos esmagados, tais como a banana, manga ou goiaba;
  • sumo de laranja, de tangerina ou de limão.

Estes alimentos podem ser misturados com a papa enriquecida ou dados separadamente às crianças.

A batata doce de polpa amarela ou alaranjada são particularmente ricas em vitamina A, constituindo uma boa base de preparação de alimentos para bebés e podendo ser enriquecidas com alimentos ricos em proteínas, tais como leguminosas.

Além disso, adicionar uma colher de óleo de palma encarnado a uma preparação para crianças, melhora significativamente o seu conteúdo em energia e fornece vitamina A, vital para uma boa visão e para a protecção contra as doenças infecciosas.

Uma colher de café de óleo de palma vermelho misturada na papa da criança todos os dias, fornece-lhe suficiente vitamina A para mantê-la de boa saúde.

FONTE:

FAO ((Food and Agriculture Organization of the United Nations)

Veja mais aqui:

SÓ PRA VARIAR: OPÇÕES AO MUCILON

**

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL: 1º LUGAR NO TOPBLOG 2010!!!

**********

Read Full Post »

Se é para engrossar o leite ou a papinha por algum motivo, tente opções que ainda por cima vão fazer bem ao corpo todo:

AVEIA

Aveia tem glúten. E o glúten deve ser evitado como parte do cardápio. Até os 6 meses, deve-se evitar tanto quanto farinhas industrializadas.

Entre 6 e 12 meses a aveia pode ser ofertada com cautela, menos que 1 colher ao dia, de preferência hidratada ou germinada. Em paralelo deve-se aumentar a ingestão de água.

Por esse motivo não pode ser dada aos bebês menores de 6 meses, pois a água necessária após ingestão de aveia vai ocupar espaço no estômago tão diminuto deles. Prejudica a nutrição diária ao diminuir a quantidade de leite que deveria ocupar aquele espaço.

Em pequenas quantidades garante alguns nutrientes, como o Cálcio.

Por ser rica em fibras deve-se ter enorme cuidado nas quantidades ofertadas aos bebês muito pequenos e crianças até 2 anos.

Evite dar todo dia religiosamente, mais que uma vez.

Hidrate a aveia e lembre-se de dar água entre as refeições.

ARARUTA

A digestão da araruta pelo nosso organismo é próxima do que podemos chamar de ideal. É o tipo de amido que vale á pena digerir sem medo, por não possuir glúten.

Infelizmente, vivemos na época do tudo que é bom dura pouco. Assim, a arauta compõe a lista dos alimentos em extinção. Por pura burrice humana…

È dificil de encontrar para compra em alguns locais do país. Por isso, a EMBRAPA lançou uma cartilha sobre a ARARUTA. Fiz um pedido procurando saber se podem mandar também algumas sementes.

Cartilha _ Como plantar e usar ARARUTA

Outras Farinhas:

FARINHA DE ARROZ

Para fazer a farinha de arroz basta moer  arroz integral. depois de torrar um tanto. Procure hidratar e depois secar, para então moer.

Como com as outras farinhas,  pode-se engrossar leite materno ou de vaca, e ainda papinhas.

receita 2

A alternativa ao uso da farinha de arroz é apenas bater arroz papa, sem sal, no liquidificador, até formar uma papa.

Pode dar mais sabor acrescentando uma fruta doce (banana, manga, caqui, etc), cacau, alfarroba, baunilha…

FARINHA DE MILHO ou FUBÁ

Pode moer mais um pouco a farinha em flocos e utilizar para fazer mingause papinhas, ou engrossar o leite. Vantagem não contém aquele tantão de açúcar do mucilon.

No blog da Neide Rigo (Come-se), tem um post muito interessante sobre como se faz a farinha de milho, a verdadeira.

Pode utilizar  ainda:

QUINOA EM FLOCOS OU FARINHA

CEVADINHA OU OUTRO GRÃO INTEGRAL.

Caso não encontre preparadas, adquira os grãos e moa em casa.

OUTRAS OPÇÕES:

INHAME, BANANA, BATATA-DOCE,  MANDIOCA, FARINHA DE MANDIOCA, ARROZ COZIDO…

(Clique abaixo)

Receitas caseiras de alimentos de desmame_ farinhas nas papinhas

Mucilon para o bebê?

Read Full Post »

A alimentação complementar deve ser iniciada aos 6 meses de idade, com a oferta de papinhas de frutas naturais.

Escolha um dia e ofereça uma fruta raspada, amassada ou peneirada, no meio da manhã.

Varie as frutas de dois em dois dias, e observe se o bebê não apresenta alguma reação. Atente para dor de barriga, irritação, muito choro, manchas na pele, assaduras ou fezes moles…

Após cerca de uma semana, comece a oferecer papinha “salgada” na hora do almoço.

Não ofereça sucos de frutas ao bebê dessa idade.

Porque sua capacidade gástrica ainda é muito pequena, e comporta apenas o estritamente necessário para sua nutrição.

Porque os sucos aumentam os niveis de glicose no sangue mais rapidamente.

Porque não precisa, e de liquidos basta o leite.

Se mesmo assim, ainda não se convenceu de que bebês menores de 1 ano não precisam de sucos e outros alimentos diluidos, ao menos saiba que devem ser feitos sem adição de açúcar, e sem diluição em água, para que a criança possa se acostumar ao gosto natural da fruta, que já é doce por natureza… ou seja, um creme bem amassado já fornece a água de que ele precisa.

Para saber quanto dar de água aos bebês, amamentados ou não, veja aqui:
QUANTO DAR DE ÁGUA AO BEBÊ e CRIANÇAS MAIORES

As primeiras papinhas de frutas devem ser oferecidas pela manhã, no intervalo depois da primeira mamada, em pequenas quantidades.

Deixe o suco para após a papinha do almoço, quando começar com elas, para que a vitamina C ajude na melhor absorção de Ferro.

Apresente o copinmho de transição nessa fase. Veja aqui:

NO COPINHO É BEM MELHOR!!

Então, resumindo:
Inicie a alimentação complementar com frutas raspadas ou amassadas, oferecidas em colher de silicone (evite as de metal que são frias e duras o suficiente para incomodar o bebê).

Assim, o bebê realmente passa a conhecer as novidades que o cercam. O suco é liquido, desce igual ao leite, e não estimula muito a compreensão dos fatos.

Frutas indicadas para essa primeira fase:

Mamão, maçã, pêra, caqui, melão, manga…

Algumas, como a manga, não são possíveis de amassar ou raspar. Faça creme batendo no liquidificador, colocando água apenas para que a faca do aparelho gire. Faça isso apenas com frutas impossíveis de serem processadas de outra forma.

Escolha apenas frutas naturalmente doces, evite as que necessitam da adição de açúcar.

As primeiras papinhas salgadas

Após praticamente seis meses tomando apenas leite, materno ou artificial, é chegada a hora de o bebê conhecer novos alimentos.

As papinhas salgadas devem ser oferecidas de forma gradativa, com paciência e em ambiente agradável.

Muitas vezes, a ansiedade da mamãe pode colocar tudo á perder logo nesse início. Procure deixar o bebê seguro e confiante.

Monte um cardápio com horários que devem ser seguidos á risca.

Mesmo que o pediatra passe receitas mirabolantes logo de cara, com 3 ou 5 alimentos misturados, sal, óleo, lembre-se que seu bebê é um bebê, e precisa não apenas conhecer os alimentos mas, principalmente, é necessário observar as possíveis reações adversas que pode ter ao ser exposto a algum deles (cólicas, agitação, alergias ou intolerâncias…).

Procure amassar ou passar os alimentos na peneira

EVITE O LIQUIDIFICADOR.

O hábito faz o monge! Muitos bebês, após 1 ano apresentam dificuldades de mastigação por terem iniciado com alimentos diluidos batidos em liquifidificador.

A regra para a combinação dos alimentos e elaboração das papinhas após o período inicial é (por volta de 1 mês a 40 dias do começo), é a seguinte:

1 – Energéticos: responsáveis pelo fornecimento da energia necessária para o crescimento e as atividades diárias da criança. Também auxilia no metabolismo da proteína.

Arroz, batata, mandioquinha, cará, inhame, batata-doce, mandioca, fubá…

2 – Construtores: ricos principalmente em proteínas, são responsáveis pela multiplicação das células.

Leguminosas, ervilha, lentilha, feijão (caldo) ou grão-de-bico e carnes (caldo)…

3 – Reguladores: regulam os processos bioquímicos do organismo, aumentam a resistência imunológica e fornecem fibras.

Alface, abóbora, brócolis, cenoura, couve, escarola, chuchu, abobrinha, vagem, quiabo…

Procure variar as verduras, com o uso de acelga, alface, agrião, chicória…

O Jantar

Assim que o bebê estiver comendo bem a papinha do almoço, e mais o lanchinho do meio da manhã, comece a dar também o lanche no meio da tarde e, posteriormente, o jantar.

No jantar, deve-se oferecer o mesmo do almoço.

Porém, isso não quer dizer que deva requentar a comida dada anteriormente, mas fazer algo parecido. Alimentos como a batata, deixados em geladeira, perdem valores nutricionais e podem causar problemas digestivos, além de estarem aptos a fermentar.

Evite sopas diluídas, faça as papinhas em consistência pastosa

EVITE:

Ovo inteiro (dê apenas a gema até que ele complete 1 ano). A clara é potencialmente alergênica para bebês menores.

Leite da vaca integral, que pode acarretar em anemia ferropriva aos menores de 12 meses.

Servir leite após as refeições “salgadas”, pois o cálcio pode prejudicar a absorção do ferro dos alimentos.

ESQUEÇA PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS de qualquer espécie: pelos aditivos químicos em quantidades muito superiores ao que um bebê pode suportar, além de açúcar refinado, adoçantes artificiais e nutrientes também em quantidades superiores ao que um bebê deve ingerir ao dia. Isso pode acarretar em acumulo de Sódio, por exemplo, e consequentemente problemas renais, no fígado ou obesidade.

Excesso de sal

********

Clique aqui e CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

DEPOIS, migre para o GRUPO ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL.

VAMOS TROCAR IDEIAS RECEITAS E MUITO MAIS!

Baixe aqui:

GUIA ALIMENTAR PARA CRIANÇAS ATÉ 02 ANOS _OMS/OPAS

Os dez passos da alimentação saudável para crianças menores de 2 anos

Papinhas – o que é bom saber / Alimentação infantil até 2 anos

Danoninho para bebês?

Mucilon para refluxo e bebês baixo peso?

Só pra variar: opções ao mucilon

Chega de mamadeira! No copinho é bem melhor!

Papinha do bebê – Alimentos de desmame

Papinha do bebê – Receitas de Farinhas caseiras (também para bebês alérgicos ao leite de vaca)

Meu bebê não quer comer – 0 a 06 meses

Meu bebê não quer comer – 06 a 12 meses

Soja e Telarca precoce – aumento das mamas

Soja para bebês e crianças?? Há controvérsias!!

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo (Crianças maiores)

 

Read Full Post »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 402 outros seguidores