Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Alergia ao Leite de Vaca (caseína)’ Category

Leite vegetal para o bebê ou criança pequena é uma boa pedida na hora de oferecer mais vitaminas, minerais, fibras e também gorduras benéficas.

Na verdade, o dito popular acabou fixando as bebidas feitas com vegetais como “leite”.

Leite porque alimenta, e pronto.

mymidlifemumblings.wordpress

LEITE DE AVEIA

Coloque 150 ml de aveia em flocos de molho em 1 litro de água, por cerca de 20 minutos.

Em seguida, bata no liquidificador, acrescentando 1 pitada de sal.

naturaltherapypagescomau -

Guarde em jarra de vidro esterilizada ou pote de vidro, bem fechado, na geladeira.

Para bebês, pode fazer cozido, como um mingau ralo, para garantir a segurança alimentar.

Coloque 250ml de água para cada 3 colheres de aveia, e leve ao fogo, com umA pitada de sal.

Para dar mais sabor, coloque raspas de laranja, bata com uma fruta doce, acrescente baunilha em favas ou cacau, alfarroba…

Evite alimentos crus para bebês pequenos, pelo risco de contaminação.

A menos quea família seja crudívora, e saiba lidar com esse tipo de alimentação adequadamente.

Como o Daniel, pai da Olivia:

OLIVIA É CRUDIVORA DESDE QUE NASCEU!

LEITE DE GERGELIM ou LINHAÇA

2 xícaras de água
4 colheres de sopa de sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho por cerca de 3 a 4 horas. Bata no liquidificador, depois coe.

Esse tipo de leite é melhor para uso em receitas como de pães, bolos, etc.

Não é aconselhável a ingestão de gergelim ou linhaça em quantidades maiores que 1 colher de café ao dia para crianças muito pequenas.

Essas sementes devem ser sempre hidratadas ou germinadas, e oferecidas sem a casca.

O gergelim é alergênico, portanto não deve ser oferecido aos bebês e crianças menores de 1 ano, á menos que comprovado que não há risco para a saúde. 

LEITE DE CASTANHAS com AVEIA

1/2 litro de água fervente
3 castanhas do Pará
2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 pitada de sal

Deixe de molho por cerca de 1 hora, depois bata tudo no liquidificador.Coe. Pronto.

Ideal para uso em receitas de bolos, bolinhos, tortas, etc.

As castanhas e nozes possuem potencial alergênico, e elementos tóxicos se ingeridos em quantidade superior á recomendada ao dia.

O consumo de frutas oleaginosas deve ser extremamente moderado para crianças menores.

LEITE DE ARROZ

1 xícara de arroz cru lavado (prefira arroz moti, arbóreo ou integral)
4 xícaras de água, 1 pitada de sal marinho
Deixar de molho por cerca de 4 horas.

Coloque o arroz para cozinhar em fogo baixo, até que fique cozido e empapado. Não deixe a água secar. O caldo deve estar com os níveis sempre acima dos grãos de arroz, mesmo depois de cozido.

Deixe esfriar. Coloque a água do cozido com auxilio de uma concha, e algumas colheres do arroz já cozido, no liquidificador, com a própria água.

Para acrescentar cálcio á receita, coloque 2 castanhas de molho em água fervente, por 4 horas, e bata junto com o arroz, ou acrescente 1 colher de café de gergelim ou linhaça germinados ou hidratados, ou misture o arroz com  Quinoa, que é rica em cálcio.

Coe em coador de pano grande (de café ou similar).

downloadLEITE DE COCO

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa. Pique e bata no processador ou iquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina. Esprema para tirar todo o seu leite.

Ou faça dessa maneira:

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha.

Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos.

A seguir, despeje em um coador de pano e esprema bem.

Guarde em jarra de vidro esterilizada.

LEITE DE QUINOA

1/2 copo de grãos de quinoa lavada

2 xicaras de água filtrada

Coloque a quinoa de molho em água, em uma tigela de vidro.

Cubra com uma tampa ou filme plástico. Deixe na  geladeira durante a noite.

Na manhã seguinte, escorra a quinoa e passe em água limpa.

Coloque em uma panela, junte as 2 xícaras de água  e leve ao fogo até ferver.

deixe amornar e bata no liquidificador, acrescentado água aos poucos, se necessário.

Coe utilizando coador de pano grande (de café).

LEITE DE AMÊNDOAS DOCES

Coloque as amêndoas de molho (200g) em uma vasilha com cerca de dois dedos acima.

Deixe por cerca de 1 hora. despreze a água.

Bata com água (1 litro).

download (2)

LEITE DE ORCHATA DE CHUFA (Blog da Karenina)

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem sucedida!

Horchata

Tem ainda leite de inhame, de canjica, de milho, de quinoa, de alpiste, de cevadinha, de

Utilize baunilha em favas, cacau, alfarroba ou frutas doces para dar um up no sabor!

Leites de castanhas, nozes, gergelim ou linhaça devem ser consumidos com moderação, pois possuem substâncias que podem causar problemas se ingeridas acima da quantidade diária recomendada.

De onde veio?

Tomei conhecimento do leite de arroz lendo o livro de um médico alemão, que o recomendava como excelente para fortalecer o aparelho digestivo. Isso lá no outro século.

Ele citava a medicina chinesa, de onde sempre vem muita coisa boa, e a macrobiótica.

Anos depois, lembrei do leite de arroz como substituto ao leite de vaca para minha filha alérgica e intolerante.

O leite de grãos eu achava forte, depois soube que pode causar um desequilíbrio de nutrientes por conter muitos fitatos.

Deixei para quando ela estivesse maior, e os de gergelim e de castanhas conheci em um tópico do orkut.

Veja mais:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

Encontre-nos em nossa PÁGINA do Facebook, ou compartilhe experiências ingressando em nosso GRUPO.

Read Full Post »

chocolate-making-workshop-with-25101244Alfarroba - carob – é uma espécie de “chocolate” que só faz bem, desde que consumido conforme as recomendações de Paracelsus*. 

É naturalmente doce, e rica em vitaminas A, D e do complexo B, boa dose de cálcio, potássio, zinco, cobre, manganês e fibras, além de apenas 1/3 das calorias do chocolate tradicional.

A cocção de sua polpa serve para aliviar dores por gastrite ou úlcera, azia, diarreia ou refluxo gastroesofágico.

Suas fibras, aliadas á pectina, impedem que o conteúdo estomacal ácido retorne pela garganta, ocasionando em vômitos.

Pectina é uma espécie de gel solúvel em água, que protege o organismo de infecções bacterianas. Auxilia a digestão, ajuda a limpar e aliviar irritações estomacais, e do esôfago, e em tratamentos da diarreia. 

A alfarroba também tem lignanas, fitoestrógenos indicados na menopausa, que protegem contra o câncer.

São antivirais, antifúngicas, antibacterianas e anti-inflamatórias.

sementes de alfarrobaE cadê ela?

Típica das regiões mediterrâneas, é ainda pouco acessível por essas bandas. Entretanto, possui história de longa data.

Tudo começou há milhares de anos, na Mesopotâmia (atual Iraque), onde suas vagens eram utilizadas no preparo de sucos e doces.

Dali, foi para todo o Oriente Médio e norte da África, especialmente o Egito, onde, assim como na Grécia, servia de medicamento para infecções e distúrbios gástricos, tosse e problemas na garganta.

Os egípcios a utilizavam em casos de indigestão, diarreia ou azia, devido suas propriedades adstringentes, emolientes e purgantes no organismo humano. Aproveitavam ainda para fazer cola com sua goma e atar suas múmias.

Antes mesmo de o açúcar da cana ser “descoberto” pelo homem branco, a alfarroba já era utilizada como adoçante em larga escala.

E, assim como o açúcar da cana, foi moeda de troca em tempos passados.

Os espanhóis levaram as primeiras mudas para a América do Sul. Os ingleses a cultivavam na América do Norte, desde meados de 1800.

Em toda a Europa, as vagens da alfarrobeira são famosas por seu sabor naturalmente doce, e capacidade de deter a diarreia infantil.

favim.comBoa para os bebês…

... e também para os cães e gatos!!

Chocolate é feito de açúcar e cacau, que é rico em teobromina, uma substância similar á cafeína

A teobromina afeta o sistema nervoso dos animais, provocando vômito s, diarreia, reações alérgicas, taquicardia, tremores, convulsões, coma e até morte. 
Os cães também possuem baixa produção de lactase, uma enzina importante para a digestão do leite de vaca. Por isso, podem apresentar sintomas como inchaço, vômitos e diarreias.

A alfarroba não depende da lactose do leite de vaca, utilizada para mascarar o sabor amargo do cacau.

E, por seu sabor adocicado, não são necessários outros açúcares ou adoçantes no preparo de seu chocolate.

FONTES:

Farinha de alfarroba para o tratamento de diarreia em bebês prematuros - PubMed - National Center for Biotechnology Information

Mondial Carob Group

Grupo Cão Amigo

* Paracelso : “A diferença entre o veneno e o remédio está na dose”.

RECEITAS COM ALFARROBA

PureVege.comCobertura de alfarroba

250 g de gordura de coco 300 ml de açúcar em pó Baunilha em fava 150 ml de alfarroba em pó
Derreta a gordura de coco em temperatura média á baixa.
Adicione os outros ingredientes, misturando bem.

Cubra bolos, muffins, cupcakes, biscoitos, etc. Receita > purevege.com

Trufas de alfarroba com hortelã

2 xícaras de alfarroba em pó
3/4 xícara de óleo de coco
2 colheres de sopa de óleo de hortelã
2 xícaras de tâmaras hidratadas (pode colocar de molho em água de coco)
1/4 xícara de mel certificado
1/2 xícara de farinha de coco
Pitada de sal marinho

Passe todos os ingredientes em um processador de alimentos, ou liquidificador de alta velocidade.

Forme bolas, e role no pó de alfarroba.

Deixe na geladeira,  por cerca de 01 hora. Polvilhe com coco ralado ou alfarroba em pó.

72-carob-trufflesReceita >> rawfoodrecipes.com

Veja aqui>: Receitas de Ovos de Páscoa e Creme de alfarroba

Read Full Post »

KEFIR é uma bebida produzida através da fermentação de grãos de micro-organismos vivos, assim como os iogurtes.

Diz a lenda que a tribo turca Karachay, habitante das montanhas entre a Europa Oriental e Ásia Oriental, foi agraciada pelo Criador com os grãos que deram origem a essa bebida quase mítica.

Com a dádiva, foram entregues algumas normas, como a doação dos grãos apenas ás pessoas honestas e de bom coração. Entre as tribos caucasianas do norte, vender Kefir era um pecado mortal.

Com isso, os segredos da origem dos grãos do Kefir se perderam no tempo, e sua disseminação pelo mundo iniciou-se apenas após 1867, data em que se registram suas primeiras aparições, distantes das tribos turcas.

Hoje, o Kefir é popular em vários países, onde é vendido em supermercados. No Brasil, contamos com a doação de grãos para a produção caseira da bebida.


PRODUÇÃO CASEIRA

Os grãos do Kefir multiplicam-se conforme são cultivados, e aumentam rapidamente.

Diferentemente do iogurte, fermentado apenas por lactobacilos, pode ser fermentado por cerca de 37 micro-organismos diferentes, incluindo as leveduras utilizadas na preparação de pães e cerveja.

Após o preparo da bebida, separa-se os grãos para novo cultivo (formação de mais Kefir), para ser consumido ao natural, ou misturado com frutas, mel e cereais, e também pode ser utilizado no preparo de receitas como substituto do leite ou iogurte.

O Kefir entra em estado de “hibernação” quando exposto á temperaturas abaixo de 10.° Por isso, pode ficar em hibernação, guardado em geladeira, caso deseje dar um tempo no cultivo ou consumo.


SAÚDE!!

Segundo cientistas asiáticos e europeus o Kefir contém triptofano, cálcio, magnésio, fósforo, vitaminas B1, vitamina K, biotina e ainda garantem que possui vitamina B12 (devido ás suas origens remotas).

Argumenta-se que o ácido láctico presente no Kefir e demais bebidas fermentadas melhora o metabolismo geral, e o ácido carbônico diminui a irritação da mucosa estomacal, aliviando sintomas de colite, gastrite, rins e pulmões.

A bebida auxilia na saúde mental, colabora com a redução do peso, tratamento de diabetes e algumas alergias. Fortalece o sistema imunitário, normaliza a pressão arterial, regula o colesterol, é útil para pessoas com depressão e insônia, bronquite e aterosclerose. Pra terminar, também é desintoxicante.

Porém, pode ser contraindicado para pessoas com problemas hepáticos, devido á formação de etanol durante sua fermentação.

Segundo estudos europeus, descobriu-se que 1 litro de Kefir pode conter até 38 g de etanol  por litro após 7 a 10 dias de fermentação.

Para intolerantes á lactose, vegetarianos ou vegans o cultivo em água ou outra cultura fermentativa que não o leite de vaca é o mais adequado.

FONTES:

TEOR DE ETANOL NO KEFIR DE ÁGUA – Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA - NCBNI

HISTÓRIA DO KEFIR – WIKIPEDIA -UC

A MÁGICA DO IOGURTE DA MODA – ILIANA DIMITROVA ( 24chasa.bg)

Mais do mesmo:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

ALIMENTOS FERMENTADOS – Muito além dos iogurtes

Encontre um doador de kefir aqui:

Kefir – alimento probiótico

Read Full Post »

050712_0053_0170_jshsMeu bebê está gripado! Meu filho está com gripe!

Mas será que não é SINUSITE?

Possível de diagnosticar apenas com auxílio de raio X ou ultrassonografia, é caracterizada por inflamação ou infecção dos seios da face ( vias respiratórias superiores).

Pode ser conseqüência de alergia a certos alimentos (como leite, soja…), fumaça de cigarro, mofo, odor de produtos de limpeza, perfumes, poluição, ar muito frio, ar condicionado do carro que leva poluentes ambientais para dentro do veículo, ar condicionado muito gelado…

Os seios da face são revestidos de membranas mucosas, que servem para aquecer, umedecer e filtrar o ar que entra pelas narinas e chega aos pulmões. São pares correspondentes de cavidades situadas no centro do crânio, atrás da parte superior do nariz, na testa (acima das sobrancelhas) e sob cada olho.

… ou Rinite?

Muito parecida com a Sinusite, também é inflamação crônica, porém, instala-se na mucosa nasal.

Possui várias causas, quase todas parecidas com as que acometem a sinusite: alergia a alimentos ou outra substãncia, ar poluído, poeira, mofo, ataque de vírus ou bactéria, fumaça e tudo o mais.

Que barulho é esse?

Colocando-se como personagem principal na ocorrência de doenças do aparelho respiratório, o muco, ou secreção, ou catarro, ou seja lá como for chamado é, na verdade, um agente do mal produzido por nosso próprio corpo, fazendo com que perca mais vitaminas e sais minerais do que deveria.

Cálcio e magnésio são seus alvos favoritos.

O que faz aumentar o catarro?

Se o organismo apresentar uma condição interna ácida, acaba por produzir ainda mais secreção.

Tudo o que vem do leite, ou contém o dito na fórmula, mais farinha branca (de trigo, utilizada na fabricação de pães e bolos), açúcar refinado, chocolate (rico em açúcar, gordura hidrogenada e leite), macarrão e amidos.

Já as frutas cítricas colaboram na medida em que auxiliam a liquefazer a secreção já existente, parada nos pulmões, entupindo os alvéolos.

Como a causa da dificuldade respiratória pode estar em uma alergia, evite alimentos prontos, em potinhos, que contêm acidulantes, sal ou açúcar como conservantes.

Procure incluir mais cenoura, mandioquinha e abóbora no cardápio. Ache outras formas de aumentar a vitamina A (betacaroteno), que reforça o organismo no combate a doença.

B6 e B12 são boas para quem tem asma por problemas alérgicos.

Ofereça alimentos ricos em Zinco, o que é relativamente fácil, pois há uma infinidade de alimentos ricos nele: cogumelo, batata, cebola, banana, abacate, lentilha, grão de bico, etc.Porém, deve-se cuidar com o excesso desse mineral, pois pode debilitar o sistema imunitário.

Deixe os suplementos vitamínicos de lado neste período, pois podem causar problemas estomacais devido ao açúcar e vitamina C da fórmula. Inclusive, estes produtos não possuem bioflavonóides, necessários para a absorção da vitamina pelo organismo.

Não coloque o bebê deitado antes de expelir o catarro. Eleve a cabeceira do berço ou da cama.

Criança pequena deve ficar deitada de lado, de preferência com o lado direito para cima. Se colocar catarro para fora, não tem risco de sufocar. Sentada com o corpo reto pode ter o muco que sai dos pulmões fazendo a trajetória de volta.

Não deite seu bebê após as mamadas, pois pode ocorrer refluxo do liquido para os ouvidos, causando otite.

Alho, cebola e gengibre devem ser utilizados para temperar as receitas, pois são todos mucocinéticos, ou seja, movimentam o muco tornando mais fácil sua retirada.

A substância que confere sabor ao alho, a alina, possui as mesmas características de uma droga conhecida como S-carboximetilcisteína, componente de um medicamento para retirar muco, vendido na Europa.A quercetina, encontrada na cebola, é um antiinflamatório potente contra a gripe, parecida com cromolyn, droga utilizada no combate a algumas alergias. Também é antibacteriana, auxiliando na asma causada por infecção bacteriana.Gengibre atua limpando a secreção, é antibacteriano, cura inflamação da garganta, destrói o vírus da gripe e é antidepressivo. Não causa qualquer mal ao aparelho digestivo, sendo indicado também em casos de náusea e enjôos constantes.

Nada de terrorismo. Para curar gripes ou bronquite ninguém precisa comer pedaços de alho ou cebola, que podem causar certa azia e gases nos menores. Utilize como tempero, um pouco de cada, em sopas e caldos apetitosos, saborosos e fortificantes.

A maçã é antibacteriana, anti-inflamatória e adstringente. Porém, pode dificultar a saída das fezes.  Tente abacate, brócolis, abóbora ou melancia.

Acrescente vitamina C através de folhinhas de coentro, salsinha, cebolinha ou manjericão, no tempero dos pratos. Coloque a erva picada após desligar o fogo e abafe.

O bom funcionamento dos intestinos é fundamental para a recuperação de todo doente. Houve épocas em que os supositórios eram receitados para os mais variados casos de convalescença. Prefira os alimentos que fazem o mesmo serviço.

Pomada de calêndula nos sinos da face e pescoço. A Calêndula alivia dores, é cicatrizante, alivia queimaduras, hematomas…

Vaporização com manjericão, alfazema ou lavanda são excelentes para o trato respiratório.

Para aliviar a tosse noturna, coloque uma cebola cortada ao meio, no quarto. Jogue fora pela manhã. Não coloque muito próxima á cama. O cheiro se espalha, não tem jeito…

É canja de galinha…

Em 1978, um pneumologista de Miami, EUA, resolveu tirar a dúvida. Descobriu substâncias aromáticas que funcionam até mesmo quando estão frias, diminuindo o muco e combatendo a congestão das vias respiratórias.

A galinha, como boa parte das proteínas, contém um aminoácido conhecido como cisteína, semelhante a acetilcisteína, prescrita pelos médicos em casos de bronquite e infecções respiratórias. Este elemento retira secreção dos pulmões afetados, aliviando os sintomas de vários problemas respiratórios.

No final da década de 1990, outro pneumologista, Stephen Rennard, de Nebraska, EUA, resolveu investigar a canja novamente a partir de uma receita de sua avó.

Encontrou substâncias antiinflamatórias que interrompem o fluxo de muco nos pulmões e nas fossas nasais. Por isso, a canja também auxilia em casos de sinusite, adenóides e outras inflamações.

FONTE

Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – Nana Guimarães


Read Full Post »

Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

Read Full Post »

Pode dar AdeS para o bebê?

Pode, não!

Porque:

1) Contém açúcar refinado. E açúcar refinado dá cáries.

Ainda mais quando a quantidade consumida ao dia é bem acima do estabelecido para um bebê, ou criança menor.

2) Já reparou nos Valores Diários mencionados nas embalagens?

Valores Diários são o equivalente à média padrão de calorias que uma pessoa deve consumir, estipulada em 2000 Kcal para adultos.

Dificilmente você encontrará o correspondente para as crianças, que é  de 1000 Kcal, para idades entre 1 e 2 anos, e 1.600 Kcal, entre 3 e 8 anos.

Para bebês: de seis a 8 meses aproximadamente 600 Kcal.  Á partir dos 9 meses, 700 Kcal a 800 Kcal.

Se indagamos a empresa pelo SAC, como fiz, a atendente afirma que AdeS porde ser consumido por maiores de 3 anos.

E aí começa a confusão!

Se o VD% tem como base 2000 Kcal, seu bebê ou filho menor está consumindo tudo muito acima!

Ou porque só bebe do produto e não ingere outros alimentos, ou porque, ainda por cima, consome outros alimentos que vão fornecer mais sódio, mais potássio, mais zinco, mais cálcio do que o seu organismo necessita e pode processar.

“Ah! mas é bom. Ele precisa de “vitaminas” e lá tem tudo”…

Calma lá, mamãe! As “vitaminas” sintéticas adicionadas aos produtos podem se acumular e causar efeitos tóxicos, quando consumidas com exagero, ou interagir errado com alimentos ou suplementos, prejudicando a absorção dos mesmos.

A confusão se completa quando utilizam como marketing as palavras criança, cálcio… e as mães seguem sem notar as fotografias na embalagem, de crianças maiores de 9 anos, não bebês ou menores (de 4, 5, 6, 7…).

Os VD% nesses produtos kids são estabelecidos para crianças maiores de  10 anos (2.000 Kcal).

*Veja  o relatório do FNDE (Fundo Nacional de Alimentação escolar), o link está no final do post. A média de Kcal ao dia para crianças de 6 a 10 anos é de 1.776 Kcal/dia

3) Açúcar provoca cáries

É inevitável. Ainda mais quando vai na mamadeira noturna, antes do sono e sem qualquer limpeza bucal posterior, ou mesmo no copinho das crianças maiores.

Daí, não importa que seu filho, ou filha, tenha 9 anos ou mais. Como qualquer pessoa que possui dentes, sua saúde bucal corre riscos.

As bebidas á base de soja, os sucos de frutas artificiais e as cáries

Por conta da falta de prevenção, as cáries surgem precoces, e atrapalham o desenvolvimento da criança.

Porque falta de cuidados também é ofertar açúcar sem limites. E falta grave é oferecer açúcar aos bebês menores de 6 meses ou 1 ano.

Sabe os 10 passos para a alimentação saudável para crianças menores de 2 anos? Então, está lá, não devemos oferecer açúcar aos bebês, e não é porque “somos radicais”. É porque temos que despertar nossa consciência já nessa fase.

E o excesso de açúcar das bebidas á base de soja, colas, achocolatados ou guaranás consegue bater seus próprios records! Tudo para mascarar o sabor original da soja, do guaraná, do cacau…

Mas não pense que com o leite de vaca na mamadeira é diferente. O Ninho não perde em nada, no quesito açúcar refinado, para o AdeS. E também é tão responsável pelas “cáries de mamadeira” quanto seu concorrente.

Vamos dar a palavra a quem sabe do assunto:

Relação doença Cárie-Açúcar :  Prevalência em crianças

 Departamento de Odontologia da Universidade Federal de Sergipe

A cárie dentária é uma doença multifatorial, infecciosa, transmissível e sacarose dependente.

Quer dizer, depende da quantidade de açúcar e tempo deste em contato com os dentes, para se instalar.

Está intimamente ligada à introdução dos carboidratos refinados na dieta da população, principalmente a sacarose (açúcar da cana),  o dissacarídeo mais cariogênico, sendo este o mais presente na dieta familiar em quase todo o mundo.

Em estudo realizado para avaliar o potencial cariogênico de sucos de frutas artificiais, com ou sem soja,  pela Universidade de Minas Gerais, os resultados foram os seguintes

Arquivos em Odontopediatria – Universidade de Minas Gerais

O objetivo deste trabalho foi avaliar 20 sucos de frutas industrializados, sob o ponto de vista do potencial erosivo e cariogênico. Avaliaram-se três parâmetros que podem contribuir para a possível perda de minerais dentários.

Quando pH, acidez e açúcares totais foram analisados em conjunto, percebe-se que a maioria dos sucos apresentou baixo pH, altas quantidades de carboidratos e elevada acidez, o que os tornam tanto erosivos quanto cariogênicos.

Os resultados permitem sugerir que, se consumidos com freqüência, estes sucos podem contribuir para o desenvolvimento de erosão e cárie dentária.

* Entre as vinte bebidas estudadas estão: Ades (laranja, maçã e abacaxi), Del Valle, Su Fresh, Kapo e Yakult Tonyu.

4) Onde a soja entra nessa história?

O consumo excessivo de soja não-fermentada, mesmo sem o açúcar, pode causar alterações hormonais (puberdade precoce) ou  prejudicar a absorção de outros nutrientes.

Crianças alérgicas não devem consumir soja em substituição ao leite de vaca.

Se o médico prescrever, procure outro que indique fórmula especial para alérgicos ao LV.

Procure também uma nutricionista que elabore cardápio rico em cálcio, sem caseína ou soja. 

Soja pode dar alergia cruzada. Começa bem, até que surgem os probleminhas (otite, roncos no peito, “gripinhas”…), ou problemões  (refluxo, pneumonia, asma…).

Caso tenha realmente que oferecer, procure pelas fórmulas á base de soja , não bebidas ou “leite” de soja vendidos aleatóriamente em supermercados, porque na propaganda garantem que é rica em cálcio. E sequer mencionam que essa “riqueza” toda é artificial.

5) Os bebês e os aditivos químicos

Não é difícil encontrarmos mães ávidas a oferecer industrializados aos filhos de… 4 meses!

O bebê mal entrou na alimentação complementar, precisa de leite, seja materno, ou fórmula, e já está consumindo produtos industrializados na mamadeira. E não apenas uma ao dia, mas duas, três, quatro…

E tudo porque, na propaganda, “a nutricionista do irmão de alguém que aparece por 5 segundos” diz que é saudável e tem cálcio. Ou, na pior das hipóteses, o pediatra “libera” .  Parece tão saudável, o bebê adora, na embalagem afirmam que é rico em cálcio …

Vamos lá, tentar explicar o porquê, se até agora seu bebê tomou e “não fez mal algum”.

Seu bebê é um bebê, é um bebê, é um bebê… não tem jeito. Não é possível lutar com a natureza. E a natureza do bebê é delicada e suave.

Ainda não está preparada para lidar, digerir, quebrar moléculas de aditivos químicos variados,  açúcares ou outros adoçantes artificiais.

Veja aqui: Dossiê Pro teste – Perigo dos aditivos químicos para crianças

6) Mas não para por aí.

Se o fato de ter “um tantão” mais de açúcar, potencialmente cariogênico, no leite ou suco do seu bebê, não a assusta, então pense no sódio.

Aquele mesmo, com o qual alguém da sua família luta incessantemente. Aquele que pode causar graves problemas cardíacos ou renais.

Acredite, é muito sódio para um bebê ou uma criança pequena.

 Em 200 ml do Ades original tem 190mg de sódio, e  6,5 g de açúcar.

Para completar, não dê  mamadeira (de soja ou LV), na hora de dormir. Pela saúde dentária, e também dos ouvidos  ou do trato gastrointestinal (podem ocorrer otites ou refluxo).

Os dentes precisam ser limpos, do contrário, a cárie vai se instalar com maior facilidade.

LEIA MAIS EM:

Ai, meu dentinho!

Açúcar para o bebê, doces para as crianças… e o diabetes rondando

Soja para alérgicos ao LV? Cuidado!!

Consumo de soja e telarca precoce (aumento de mamas em crianças)

O LADO BOM DA SOJA

Fórmulas de soja para bebês não são seguras

Bebês brasileiros consomem produtos industrializados em excesso

Obesidade infantil: a culpa é da mamãe?

FONTES:

Análise do pH, acidez e açúcares totais de sucos de frutas industrializadas: Arquivos em Odontologia – vol. 44- nº 03/UFMG

Relação doença Cárie-Açúcar :  Prevalência em crianças: Pesq Bras Odontoped Clin Integr, João Pessoa, v. 4, n. 3, p. 199-203, set./dez. 2004

Referências Nutricionais para o Programa Nacional de Alimentação Escolar

Read Full Post »

Não é difícil encontrar mães que são orientadas a dar leite de vaca em caixinha, ou saquinho, para seu bebê. Muitas vezes, logo nos primeiros dias de vida.

Diferentemente do que acontece no Brasil, a Academia Americana de Pediatria (APA) costuma monitorar e analisar questões nutricionais relacionadas ao uso de leite de vaca INTEGRAL para lactentes.

À partir desses estudos, a APA recomenda que crianças menores de 01 ano fiquem longe do leite de vaca integral (inclua-se aí  o leite ninho).

A  primeira opção  deve ser sempre o Leite Materno.

Apenas na ausência da amamentação materna deve-se escolher, com ajuda profissional, uma Fórmula infantil apropriada.

Os motivos para evitar o leite de caixinha, leite UHT, leite de saquinho, enfim, o leite de vaca integral,  são os seguintes:

→ O bebê não possui capacidade gástrica para digerir a proteína do leite integral.

Por isso, a recomendação de diluir em água.

Contudo, essa prática pode trazer novos problemas, como desnutrição (por diluição mal feita), e baixa oferta de gordura.

Pelo mesmo motivo, o leite desnatado é contra-indicado aqui no Brasil. Nos EUA, os pediatras recomendam quando notam obesidade á vista.

Durante a diluição, pode acontecer contaminação, expondo a criança ao risco de infecções intestinais, diarreias e consequente intolerância á lactose provocada pelo desarranjo intestinal.

→ A quantidade de proteína no leite de vaca pode prejudicar o funcionamento dos rins.

O leite de vaca possui 3 vezes mais proteínas que o leite humano. Devido a essa característica,  o leite integral acidifica o pH sangüíneo.

Também sobrecarrega os rins, quando consumido diariamente.

→ Crianças alimentadas com leite de vaca integral apresentam baixa ingestão de nutrientes como   ácido linoléico,  zinco, ferro e vitaminas C e E.

O ácido linoléico é essencial para o desenvolvimento do Sistema Nervoso Central do bebê.

Os ácidos araquidônico (ARA) e ácido docosahexaenóico (DHA), são vitais para o desenvolvimento visual e cerebral.

Encontrados no leite materno, estão ausentes no leite de vaca.

As Fórmulas infantis, pesquisadas pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, em 2010, apresentaram quantidades de ácidos graxos bem abaixo do estabelecido obrigatoriamente para as indústrias.

→ Por outro lado,  ocorre a ingestão excessiva de sódio, potássio, proteínas e cálcio.

O excesso de sódio pode acarretar em retenção de água e desidratação.

O excesso de cálcio pode prejudicar a absorção do ferro.

O excesso de proteínas do leite de vaca pode desencadear alergia ao próprio alimento.

Essa alergia pode manifestar-se através dos sintomas mais variados, que vão de tosse, problemas de pele, problemas respiratórios, vômitos que se confundem com refluxo gastroesofágico, problemas intestinais, sangue nas fezes, etc.

O Leite de vaca possui fatores imunológicos que não servem para os bebês humanos, funcionam apenas com os da mesma espécie.

O leite materno sim, é bem completinho.

Possui fatores de defesa,  divididos em quatro grupos: antimicrobianos, anti-inflamatórios, imunomoduladores e leucócitos (neutrófilos, macrófagos e linfócitos).

Quer dizer, diminui ou afasta totalmente o risco de inflamações, infecções, alergias ou intolerâncias ao próprio leite, como acontece com o leite animal.

Segundo estudos realizados tanto no Brasil quanto nos EUA, como o da revista americana Today’s Parent, oferecer leite integral ao seu bebê pode ocasionar em sangue oculto nas fezes, devido a pequenos sangramentos intestinais. E daí para uma anemia ferropriva é um passo.

→ A fervura do leite integral destrói o ácido fólico presente no alimento.

Essa deficiência pode acarretar em anemia megaloblástica.

Como o bebê menor de 12 meses não possui ainda uma variedade muito grande de alimentos em suas refeições, a reposição do ácido fólico pode acabar comprometida.

Então, já sabe:

Na ausência do aleitamento materno, procure a fórmula infantil mais adequada, em parceria com o pediatra.

Leite integral x Farinhas

Com o leite integral diluído, para ajudar na digestão, os pediatras costumam indicar o acréscimo de farinhas industrializadas.

A questão é que praticamente todas as farinhas industrializadas, são impróprias para o consumo de bebês e crianças menores de 04 anos, devido as quantidades de sódio e açúcar que possuem.

Se o mesmo sódio, em grandes quantidades no leite de vaca, traz prejuízos, com a farinha, o risco é dobrado.

Se o motivo para a recomendação (de diluir),  for a condição social da mãe,  o correto é encaminhar para o serviço social da cidade em que mora, para que receba a fórmula infantil indicada, através de programas do Estado.

O “barato” que sai mais caro

O consumo de alimentos artificiais costuma desembocar na compra de outros ítens, necessários para completar a nutrição do bebê.

Como o leite de vaca carece de certos nutrientes, torna-se importante a suplementação com produtos químicos.

Da lata ou caixinha, para a compra de vitamina A, vitamina D, ferro e outros, há uma pequena distância. Aliás, não há distância alguma.

Soma-se a isso, a possibilidade do surgimento de determinadas doenças, ou mesmo reações alérgicas mascaradas pela falta de tratamento adequado.

Daí paga-se  pouco pelo leite, mas muito mais para manter o engano. Sem falar no bebê sempre assaltado por algum problema que “fazemos de tudo e nenhum médico descobre o que é”.

Outro ponto é o uso de suplementos para bebês que utilizam fórmulas artificiais, e não fazem parte de determinados grupos para o uso compulsório (prematuros, etc).

Quer dizer, se as fórmulas são elaboradas para substituir o leite materno, e possuem ferro, cálcio, vitamina A, e tudo o mais, para que mais suplementação artificial??

Bem, isso é assunto para outra conversa.

Fontes:

A utilização do leite integral na infância – Comitê de Nutrição/ Pediatrics – Jornal da Academia Americana de Pediatria

Fatores Imunológicos do leite humano – Unidade Neonatal da Divisão de Clínica Pediátrica do Hospital Universitário da USP/SP

Consumo de leite de vaca e anemia ferropriva na infância –  Jornal de Pediatria/ Maria A.A. Oliveira e Mônica Osório (Universidade Federal de Pernambuco/UFPE)

Revista Today’s Parent (Ready for cow’s milk?)

Fórmulas infantis comercializadas no Brasil possuem valores nutricionais abaixo do recomendado – Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP/SP

Consumo do leite de vaca:  Mitos e Realidades – Denise Madi Carreiro (Nutricionista)

Read Full Post »

Substitutos do leite de vaca, para quem precisa de outras opções, pelos motivos mais diversos:

Os Campeões em CÁLCIO

Leite Materno:

A boa relação cálcio:fósforo presentes no LM favorece a absorção do cálcio, e diminui o teor de fósforo, contribuindo para a manutenção do pH intestinal do bebê.

Apesar de possuir pequenas concentrações de ferro, o leite humano possui alta biodisponibilidade, evitando anemia no bebê amamentado.

Sementes de gergelim: 90 mg de cálcio em 1 colher de sopa (sementes com casca)
10 mg de cálcio em 1 colher de sementes descascadas

Amêndoas 1/3 de xícara  =   50mg
Melado escuro 1 colher de sopa =  137 mg
Alga hijiki, seca 1/4 de xícara =  162 mg
Alga wakame, seca 1/4 de xícara = 104 mg

Hummus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara=   81 mg
Quinoa  1 xícara =  50 mg
Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa= 128 mg
Sementes de linhaça: 211 mg

Coentro desidratado : 788 mg
Folha de caruru crua: 455mg
Alfavaca : 258mg
Manjericão:  211 mg
Couve refogada : 177mg

Agrião:  133 mg
Mostarda:  68 mg
Brócolis : 51mg    Cozido: 86mg
Salsinha:  179 mg
Cebolinha:  80 mg
Abobrinha crua:  80 mg
Palmito: 58 g
Aveia: 48mg

2º e 3º lugares

Leite de coco: pouco 16 mg)
Açaí: 22 mg
Manga haden: 22 mg
Laranja: 34 mg
Chicória: 45 mg

Veja ainda receitas de

LEITES” VEGETAIS

que podem ser utilizados em receitas de bolos, pudins, mousses, etc.
(Tem ainda “leite de inhame”, “creme de leite” de inhame, leite de canjica, etc.

Leite de Gergelim
2 xícaras de água
4 CS sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho na água por mais ou menos 3 horas. No liquidificador, bata por 3 minutos. Coe. Dá para usar tb sementes de girassol sem as cascas.

Leite de Castanhas
1/2 litro de água fervendo
3 castanhas-do-pará
2 colheres de sopa de aveia em flocos
1 pitada de sal

Junte todos os ingredientes. Deixe de molho por uma hora. Bata tudo no liquidificador e coe.

Leite de arroz
1 xícara de arroz cru lavado
2 xícaras de água
Deixar de molho por 4 horas, bater por 2 minutos no liquidificador.

Leite de coco

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa.

Pique e bata no processador ou liquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina.

Esprema para tirar todo o seu leite.

ou

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha. Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos. A seguir, despeje em um pano ou coador. Esprema bem, obtendo o leite.

Leite de orchata de chufa

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem-sucedida.

Mais:

RECEITAS PARA FESTAS INFANTIS SEM LACTOSE

FONTES:

TACO – Tabela Brasileira de Composição e Alimentos

Tabela americana de composição de alimentos (USDA)

Read Full Post »

É inevitável. Filho doente causa uma sensação tão difícil de controlar… o chão é o primeiro a sumir.

A cabeça pensa besteira, o coração entra em descompasso, mas não podemos parar.

Pelo contrário, agora é que mostramos mesmo para que servem as mamães…hehehe.

Atente para sintomas como palidez, choro que parece um gemido ou grito de dor, falta de apetite, sonolência, vômito e, principalmente, alta temperatura corporal.

Caso suba, nada de pânico!  Preocupe-se mesmo se estiver acima de 37,5 º, medidos com termômetro.

Bebês menores de um ano, e crianças de qualquer idade que não falam, precisam de muito mais atenção.

Podem cair no sono com facilidade, ou passar horas acordados para total aflição materna. Demonstram incômodo de alguma forma, em alguns casos expelem o que está maltratando o corpo pelo vômito, ou diarréia. Ruim quando o negócio não quer sair, e o organismo não dá conta de expulsar o invasor.

Se parecer grave, consulte um médico de confiança o quanto antes.

Não caia no desespero e leve seu bebê recém-nascido ao Pronto Socorro mais próximo porque sente cólicas, ou regurgitou… Lembre-se sempre que é muito importante ter muita calma nessa hora.

Se houver sintomas preocupantes, e persistentes, busque orientação especializada (não o clínico geral) para investigações mais detalhadas, e orientações adequadas.

Exames clínicos ou laboratoriais podem detectar possíveis infecções. Qualquer sinal de problema respiratório deve ser observado e tratado com muita prudência.

Crianças portadoras de lesões cerebrais costumam apresentar temperatura alta ( não exatamente febre), quando sentem alguma dor que não conseguem expressar.

Também pode acontecer a hipotermia. Mesmo seriamente enfermas, a temperatura fica lá embaixo.

Para baixar a febre

Faça compressas com uma fralda ou pano de algodão, umedecido em água não muito fria.

Coloque na testa, atrás do pescoço, das orelhas e embaixo dos braços. Deixe por alguns minutos nestas áreas. Conforme forem esquentando, troque-os. Verifique após alguns minutos se a temperatura se normalizou, com o auxílio de um termômetro.

Não cubra. Retire meias e blusas, e segure-se: não enrole seu filho em um cobertor porque bate os dentinhos de frio.

Coloque roupas leves, de algodão.

Hidrate! Dê pequenos goles de água, vez ou outra.

Ofereça pequenos pedaços de frutas (sem casca) como maçã, pêra, melão, manga…

Evite bebidas protéicas (sucos de soja ou leite de vaca), e açúcar, especialmente o refinado.

Não automedique!

Dê antitérmico e analgésico,  apenas por recomendação médica.

O uso continuado de dipirona sódica, pode causar redução de glóbulos brancos. Existe um tempo para uso do remédio, evite ultrapassar. Utilize apenas se muito necessário, como nos casos em que outras substâncias antitérmicas não fazem efeito.

Quando a febre não cede fácil, pode ser sinal de infecção. O médico prescreve o uso de antibióticos, com a possibilidade de tratamento em casa, sem riscos de infecções hospitalares.

Algumas reações alérgicas também podem provocar estado febril.

Mais:

Corpo hidratado funciona melhor, mesmo que a doença dê  a impressão de que tudo vai muito mal.

Os bebês especiais, e crônicos respiratórios, costumam apresentar um ronco forte nos pulmões, após a ingestão de líquidos, quando estão muito gripados.

Os roncos também podem ser sintomas de reação alérgica a algum alimento. O leite de vaca é o primeiro no ranking dos causadores de alergias em crianças até 3 anos.

As reações aos alimentos podem provocar sintomas que se confundem com gripe, resfriado, asma bronquica, bronquite, bronquiolite, refluxo gastroesofágico (vômitos), entre outros, e também levar a criança  a uma pneumonia.

Dê líquidos, mas perceba o momento de parar, se houver muita salivação e ronco.

É preciso secar toda essa secreção, ou que seja retirada através da tosse provocada por tapotagem, nos casos de bebês e crianças especiais.

A limpeza dos brônquios pulmonares é primordial para a saúde pois, entupidos com o catarro, passam a ter funcionamento deficiente, provocando séria dificuldade na respiração.

Se a criança estiver arfando, e não houver infecção, tome providências urgentes antes que as secreções cheguem aos pulmões e dominem o ambiente (ondepode evoluir para pneumonia).

Verifique também se o nariz não parece inchado, e se há dificuldades em respirar ao dormir. Pode ser apenas catarro que não conseguem soltar. Pode-se prevenir com vaporização durante o banho. Deixe a água quente do chuveiro criar vapor e então leve seu filho para lá, ajudando-o a aspirar o vapor quente por alguns poucos minutos.

Utilize pomada de calêndula para secar os seios da face. Passe acima dos olhos, rente ás sobrancelhas, da raiz do nariz até as bochechas chegando nas orelhas. Alivia as dores da sinusite e seca as secreções quando não há infecção.

A constipação costuma acontecer com frequência em organismos debilitados, prejudicando ainda mais a saúde.  A falta de apetite também.

Opte por frutas como a pêra, para ajudar a evacuar e fornecer água. Mamão, que auxilia a fortalece ro sistema imunológico,creme de abacate com banana (sem açúcar),  maçã, que combate bactérias intestinais e o mau hálito, creme de manga , etc. Dê a maçã sem casca, não faça sucos.  Pode colocá-la nos sucos com outras frutas, que ajuda a liberar os intestinos.

Nesta horas, os caldos e cremes são a melhor pedida, pois confortam o corpo, que não está com muita disposição para digerir nada complicado.

A carne vermelha é de difícil digestão. O corpo adoecido precisa de ajuda, não de mais problemas. Prefira canja de galinha caipira.

Use mais os legumes e a maior quantidade de verde possível.

Salsinha, coentro e cebolinha vão ajudar na digestão e aumentar os níveis de vitamina C e clorofila.

Utilize azeite de oliva extravirgem.

Após longos períodos de recuperação, troque a chupeta e a escova de dentes, jogando fora as bactérias e outros microorganismos oportunistas.

Alergia Alimentar infantil

A alergia ás proteínas do leite de vaca é a alergia alimentar que mais acomete as crianças na primeira infância.

Costuma ocorrer nos menores de três anos, também com a sensibilização através do aleitamento materno, caso a mãe consuma alimentos lácteos ou derivados.

Cerca de 60% das crianças manifestam os primeiros sintomas de alergia logo após a primeira mamada.

Estudos apontam que as alergias alimentares são causadas principalmente pelas proteínas do leite de vaca, seguido do ovo, soja, amendoim, castanhas, peixes, frutos do mar e trigo.

Pelo menos 40 sintomas podem estar associados com reações alérgicas: cólica, vômito, diarréia (às vezes com sangue), urticária, asma, salivação intensa e engasgos que levam á pneumonia, sinusite, coceira, otites de repetição, tosse, espirro, anemia, baixo crescimento, rinite, dor de cabeça, inchaço nos lábios, na língua e na garganta e choque anafilático.

Fonte:

Guimarães, Nana. Guia de alimentação infantil- com dicas de cuidados para crianças especiais, 2003.

GAZOLA, Helen B. Alergia alimentar em crianças. São Paulo: Revista Nutrição em Pauta, V. 16, n. 90, 2008, p. 16 – 20.

Veja mais:

Para fortalecer o sistema imunitário



Read Full Post »

Dor de barriga e muito choro são o alerta de que algo não está bem.

No caminho que vai da boca ao intestino grosso, a comida  sofre várias alterações, até ter o fim que já conhecemos.

A cólica do bebê nada mais é que a fermentação dos alimentos, em especial o leite, provocando gases.

Estes gases acabam por pressionar as paredes intestinais, causando muita dor.

Nem sempre percebemos, assim de cara, o que está acontecendo.

Parou para pensar quando foi o último cocô?…Passou um dia, e nada?!?

Presas nos intestinos, as fezes começam a “trabalhar”, enviando toxinas ao fígado e, daí, uma sucessão de consequências desastrosas toma conta da história.

Pior mesmo é quando sintomas como dor de cabeça, fadiga, irritação ou mau humor mascaram a origem do problema.

A flora intestinal, com toda sua população de bactérias, fungos e demais micro-organismos, depende de um bom tratamento.

O consumo de determinados carboidratos não é totalmente absorvido pelo intestino delgado, formando resíduos.

Estes resíduos vão para o intestino grosso,  onde uma comunidade de micro-organismos se abastece, provocando fermentação dos restos.

No processo, gera gases mistos, muitos sem odores, outros capazes de infectar o ambiente por alguns metros, como o dióxido de carbono.

Entre os campeões da flatulência (do grego flatus : vento) estão:  o feijão, que possui um açúcar oligossacarídeo na composição (a rafinose), as fibras solúveis do farelo de aveia (betaglucanos), amidos (açucares) de trigo, milho, batata e aveia e a pectina, fibra da maçã, quando ingerida em forma de suco, doces com açúcar refinado + leite de vaca e chocolate (geralmente, ao leite) e alimentos refinados em geral.

Tem ainda o leite de vaca e derivados, repolho, couve-flor, brócolis, ervilha, lentilha, cebola, nabo, soja, banana e pães.

A carne vermelha pode prender. Não contém fibras, e sua digestão é lenta.

O que fazer numa hora dessas?

Antes de tudo: Água!

Se o seu bebê for menor de 6 meses, e se alimenta de fórmulas artificiais

Fale com o pediatra sobre a quantidade de água a oferecer ao dia, entre as mamadas. E tome outras medidas, como veremos a seguir.

Se o seu bebê se alimenta com fórmulas artificiais, e toma algum tipo de medicamento, leia a bula, e observe se não está colaborando com as cólicas.

Remédios para refluxo podem causar incômodos abdominais, por acelerarem o esvaziamento gástrico. Daí é bom saber a diferença entre refluxo fisiológico e patológico antes de medicar o bebê menor de 2 meses.

O ferro suplementado também pode ocasionar em fezes presas, se a ingestão estiver acima do necessário ao dia (considere também o ferro dos alimentos nos cálculos).

Se é amamentado ao seio, não dê água, ou qualquer outro líquido, mesmo com alguém dizendo que pode. Não pode, e não precisa.

Bem, um pequeno parentêses.

Alguns juram que o que a mamãe come não passa para o leite materno, e a cólica não tem nada a ver com aquele stress todo. ‘Tá!

Então, alguém me explique por que todos são unânimes em afirmar que as substâncias tóxicas do cigarro e outras drogas (legais e ilegais), passam, ou por que a mamãe que amamenta um bebê com alergia alimentar tem que seguir uma dieta isenta de proteínas que afetam seu filho?

Daí para que muitas mães de primeira viagem ingiram aditivos químicos, gordura hidrogenada, alimentos ricos em sódio e açúcar refinado, frituras, refrigerantes, nitratos cancerígenos, é um pulo. Tudo porque existe um meio termo que não se considera.

Ou seja, não são todas as substâncias que passam para o leite materno, ele realmente possui fatores de proteção, mas existe o outro lado. Não é possível radicalizar pelo racional.

Enquanto decidimos quem tem razão, está lá o bebê se torcendo de dores, porque seu aparelho digestório é bem imaturo, e vai passar por isso, quase inevitável.

Mas não custa nada dar uma forcinha, evitando comer como se fosse tudo como antes… antes do bebê… lembra?

Para os maiores de 6 meses, que já estão em alimentação complementar:

As Frutas frescas auxiliam o trabalho dos intestinos, regando a passagem com seus líquidos.

Nestes casos, as mais eficazes são: ameixa, pêssego, banana nanica madurinha, mamão, melão, manga, pera, abacate, coco…

A pera possui efeitos quase imediatos, assim como o abacate, que possui mais fibras. Para adoçar, basta misturar com um pedaço de banana nanica.

Utilize azeite de oliva extravirgem nas papinhas (um ou dois fios bastam).

Não frite alho e cebola para fazer a comida do seu bebê, especialmente quando inicia a alimentação complementar.

Comece com purês, sem óleo aquecido e temperos que nós, adultos, suportamos bem.

Bolacha maizena e afins podem causar mais prisão de ventre.

Cuidado com as farinhas industrializadas para bebês. No processo perdem tantas fibras naturais!

Cereais industrializados podem não ser uma boa idéia. Costumam acrescentar açúcar entre os ingredientes. Prefira os integrais naturais (aveia em flocos, cevadinha, etc).

As sementes ajudam outro bocado, e se hidratadas, melhor. Evite tostar e moer. Os efeitos serão melhores com a hidratação, levando água ao bolo fecal, além de gorduras saudáveis como a da linhaça.

Aveia é bom mesmo, entretanto pode complicar o meio de campo. Utilize flocos hidratados. Basta deixar de molho em água pouco antes de misturar á fruta, por exemplo.

Lembre-se que, se der a aveia, precisa dar água, para ajudar o bolo intestinal a ficar mais umedecido facilitando a saída.

Tem mais:

Essa todo mundo sabe: Fibras!

Como absorvem água é necessário ter cautela ao dar fibras para crianças menores de 2 anos, que sequer possuem a quantidade diária estabelecida pelos órgãos competentes. Portanto, moderação. Também porque podem comprometer a absorção de nutrientes importantes como o Ferro.

Com fibras: aveia, trigo, cevada, arroz integral, etc.

Probióticos: os fermentados são excelentes para o bom funcionamento dos intestinos: do famoso iogurte ao pouco conhecido kefir. Para os mais alternativos vai ainda:  missô, natoo, kombuchá, tempeh…

Verduras verde escuras: Brócolis, couve, rúcula, repolho…

Sementes: a linhaça já está ficando famosa por sua capacidade de colaborar com o bom funcionamento intestinal. Para crianças pequenas a quantidade diária é mínima, trazendo ótimos resultados. Quem já pode consumir gergelim e castanhas, aproveite!

Sementes germinadas: Mais que ajudam os intestinos, são boas para o corpo todo!

Depois falamos mais sobre o assunto, porém, a quem interessar possa, passe no site do pessoal do TERRAPIA, da Fiocruz, para aprender mais sobre germinação.

Principais pontos positivos: alimentos germinados não contêm glúten, possuem maltose e dificilmente farão mal como gelatinas com corante, iogurtes com conservantes, carnes com hormônios ou antibióticos, etc.

E + : amêndoas, damasco,  castanhas,  uva passa, abóbora…

MASSAGEM

Os bebês adoram ser massageados! Aliás, quem não gosta?

Já postei antes, posto novamente o vídeo da Shantala fazendo a massagem que ganhou seu nome, mas que não foi criada por ela. Na Índia, é bem comum.

Fonte:

Guia de Alimentação infantil – Com dicas de cuidados para crianças especiais

Nana Guimarães/ 2003

Mais:

Orientações médicas para constipação

Read Full Post »

No blog Eu, meus filhos e a alergia alimentar, a Ana Alice narra um pouco do que é a vida das mães de crianças alérgicas no Brasil.

Complicada…bem complicada!

Outro dia, pesquisando sobre leite de vaca nas carnes (sim! Nas carnes de bovinos!), descobri que utilizam leite de vaca fermentado como substituto aos nitratos.

E muitas lanchonetes fast food (grandes redes), misturam soja na carne do hamburguer.

Trocam seis por meia dúzia e não nos avisam!

Imaginem como ficam as mães de crianças alérgicas (ao LV, á Glúten, á Albumina, á Soja, etc), que á cada refeição vê-se com o filho, ou filha, vomitando aos cântaros, engasgando, com coceiras ou eczemas pelo corpo… apenas porque comeu um bifinho no almoço!

Enfim, se é difícil da porta para dentro, imaginem como é da porta para fora!

http://www.dropyourallergies.com

… Enquanto isso na escola…

A primeira coisa que deve saber é: o que eu espero da escola? Claro, você nunca vai achar uma escola boa se não sabe o que esperar dela…
O que eu buscava: Uma escola em que ele pudesse levar o lanche de casa, e que não trocasse lanche com os colegas, e que alguém deveria cuidar dessa hora do lanche…

Comecei a peregrinação… olhei 08 escolas, sim, foram 08!

E até chegar na ideal ouvi muitas abobrinhas, em duas que eu disse que o filho era alérgico o tour pela escola acabou alí, as apresentadoras disseram literalmente que a escola não teria estrutura para cuidar dele.

Uma muito renomada me peguei discutindo com a PSICOPEDAGOGA, que fez questão de me dizer seu título antes da visita, o diálogo foi assim:

… e o que vocês ensinam na culinária?

Pão de queijo, brigadeiro…

e eu: Ah, mas não tem como ensinar coisas mais adequadas pra idade e que ele possa participar, gelatina, saladas de frutas, pão sem leite…

Você quer mudar o cardápio da escola por causa do seu filho? O que eu recomendo é que ele FALTE nas aulas de culinária…

…mas todas as aulas?? E teria desconto???

Ah você quer demais!!! e eu… deixa ver seu eu entendi, você quer que toda aula de culinária meu filho falte por que ele não pode comer nada com leite…

e a resposta: É, por que isso não é um problema da escola…

e o fim da conversa…

*************************************

Se não é problema da escola, deveria começar a ser, oras bolas!

E essa ignorância segue em escolas (geralmente particulares), hospitais (públicos e particulares), creches em geral, etc., etc..

****************************************

Para ajudar na identificação, coloque etiquetas como essas da names2glue nos pertences de seu filho ou filha.

Onde for, tenha sempre declarado que é alérgico, ou alérgica.

Para saber mais:

Alergia ao leite / intolerância e dermatite atópica na infância

Read Full Post »

Centro di Allergologia, Clinica Pediatrica III – Azienda Meyer, de Florença, Itlay.

Resumo

As reações adversas às proteínas do leite de vaca são geralmente indicadas como alergia ao leite de vaca / intolerância, porque não é possível a diferenciação com base em sintomas, e não há nenhum teste laboratorial confiável único disponível para o diagnóstico da APLV (alergia) ou CMPI (intolerância).

Eliminação do alimento da dieta, e testes de desafio para as proteínas do leite de vaca utilizando critérios de diagnóstico rigorosos e bem definidos , são necessários para o diagnóstico da APLV / CMPI.

A dermatite atópica (DA) é um dos sintomas mais comuns da CMPA / CMPI.

Aproximadamente um terço das crianças com dermatite atópica possui diagnóstico de APLV / CMPI de acordo com a dieta de eliminação e testes de provocação, e cerca de 40-50% de crianças menores de 1 ano de idade com CMPA / CMPI possuem dermatite atópica.

Muitas crianças que se curam de dermatite atópica podem desenvolver outras doenças alérgicas, como rinite ou asma.

Veja mais:

Queijos e iogurtes para intolerantes á lactose

FONTE:

U.S National Library of Medicine / National Institutes of Health

Read Full Post »

Primeiro, é preciso que se saiba a diferença entre

REFLUXO FISIOLÓGICO E REFLUXO PATOLÓGICO

RELUXO FISIOLÓGICO é quando o bebê mesmo regurgitando/vomitando não perde peso, nem o humor, e se desenvolve á contento.

Pode ser considerado normal, ou seja, faz parte do desenvolvimento infantil e não causa mal algum à criança, como perda de peso principalmente.

Em bebês menores de 6 meses a cárdia, ou esfincter esofágico inferior, está imatura e não se fecha após a passagem do alimento.

O refluxo fisiológico não requer tratamento com medicação.

Aproximadamente 50% das crianças com até 2 meses de idade regurgitam o leite de duas ou mais mamadas ao dia. São os golfadores! :-)

Basta colocar um babador e seguir alguns cuidados básicos: não chacoalhar o bebê após a mamada, jogar para cima, fazer gut gut com o dedo na garganta dele, falar muito alto, agitar o ambiente…

Esse tipo de refluxo, que é o fisiológico,  desaparece espontaneamente em virtude do desenvolvimento do esfíncter esofagiano e da mudança na alimentação.

Em 80% dos casos, o refluxo fisiológico desaparece totalmente á partir dos 6 meses de vida. Alimentos sólidos dificilmente refluem.

Há também mudança na postura. Por um, bom tempo, após o nascimento, os bebês passam o dia inteiro deitados. Agora, sentam mais, e evoluem para os primeiros passos.

O RGE fisiológico deve ser tratado somente com medidas posturais e dietéticas, como pode verificar lendo aqui.

Já o REFLUXO PATOLÓGICO (DRGE) é o retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, devido alterações no funcionamento da cárdia. c

O refluxo gastroesofágico deve ser tratado com medidas posturais e dietéticas, além do uso de medicamentos.

De qualquer forma, vale ressaltar que o  tratamento medicamentoso não vai curar o RGE, apenas evitar possíveis complicações. Entre elas, o retorno do alimento durante o sono.

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo

Fisiológico ou Patológico

* Manter aleitamento materno exclusivo até o sexto mês.
Se o bebê receber leite em pó, fracione as mamadeiras e, em alguns casos, engrosse o leite.
Cuidado com farinhas impróprias para menores de 12 meses, como mucilon, etc., mesmo prescritas por médico.
O espessamento da mamadeira pode ser indicado pelo médico, lembrando que algumas vezes este procedimento causa piora dos sintomas, já que o leite engrossado é de mais difícil digestão para bebês menores de 12 meses.
As mamadeiras devem ser tomadas com o bebê em posição semielevada e, após as mesmas, esperar pelo menos 40 minutos para deitar.
Veja algumas posições na página AMAMENTAÇÃO
É muito importante a forma como a mãe segura seu filho durante a amamentação, ou administração da mamadeira. Procure apoiar toda a coluna da criança em seus braços, evitando pressão na barriga do bebê.
*A mamadeira pode ser a vilã do RGE. E traz alguns riscos, como engasgos, refluxo com o bebê dormindo, otite, cáries, etc.
Promove a congestão das vias aéreas superiores, e permite maior ingestão de ar , distendendo o estômago e provocando o refluxo.
Para controlar o refluxo de seus bebê, muito importante não oferecer mamadeira antes de dormir.
Atente para reações ás proteínas do leite de vaca (caseina, entre outras), ou intolerância a seu açúcar (lactose).
Jamais substitua leite de vaca por soja, na alimentação de crianças com alergia á proteína do LV.
Procure orientação nutrição sobre fórmulas especiais para alérgicos.
Não dê bebidas industrializadas á base de soja, para bebês e crianças menores, intolerantes á lactose. 

REFLUXO GASTROESOFÁGICO X ALERGIA LEITE DE VACA

Qual a relação entre o refluxo gastroesofágico e a alergia à proteína do leite de vaca?
O refluxo gastroesofágico e a alergia à proteína do leite de vaca podem ocorrer ao mesmo tempo em 16 a 42% dos bebês.
Possuem aspectos comuns relacionados aos sintomas, idade de acometimento e evolução.
As causas que promovem o refluxo gastroesofágico são várias, dentre elas, o número de vezes aumentado que ocorre o relaxamento da válvula que fica entre o esôfago e o estômago (esfíncter esofágico inferior), e o tempo maior para o estômago esvaziar seu conteúdo, seja secreção gástrica ou alimentos.
Em relação á alergia à proteína do leite de vaca, através de uma inflamação que se instala na parede do estômago e intestino, ocorre uma dificuldade nos movimentos peristálticos desta região, levando a uma lentidão na eliminação do conteúdo gástrico.
Com isto, no momento em que a cárdia relaxa espontaneamente, o alimento retorna do estômago para o esôfago, saindo pela boca.
Bebês e crianças que não sabem cuspir, podem engolir o conteúdo desse retorno, levando aos pulmões.

O que é teste terapêutico?

O teste terapêutico é feito retirando-se o leite de vaca e derivados da dieta da criança e da mãe, quando a mesma está amamentando, e introduzindo fórmulas despeciais.
A alergia à proteína do leite de vaca é reversível?
Sim. Após um período que pode variar entre 8 a 12 semanas, deverá ser realizado um teste de desencadeamento com leite de vaca, ou seja, pequenas quantidades de leite de vaca são administradas à criança, observando-se se há retorno dos sintomas.
Existem casos que não respondem ao tratamento?
Alguns pacientes não melhoram com os hidrolisados protéicos e necessitam de fórmulas à base de aminoácidos.
Para saber mais: 

Read Full Post »

‘QUEIJO’ DE NOZES, CASTANHAS OU AMÊNDOAS

Deixe de molho em água filtrada, por uma noite, 2 xícaras de nozes ou caju, amêndoas, castanha do Pará, etc.

No dia seguinte lave e escorra bem.

Bata no liquidificador com um copo de água filtrada, até que vire uma pasta.

Coloque a pasta em um saco de pano. Aperte bem. Deixe escorrer e então leve á geladeira.

Se quiser mais firme, leve rapidamente a um desidratador ou forno pré-aquecido, com a porta entreaberta.

Para garantir a firmeza como dos queijos tradicionais, também é utilizado agar-agar.

fonte: Rawmazing

Cream cheese  de amêndoas

1 xícara de amêndoas inteiras
1 colher de sopa de suco de limão
3 colheres de sopa, mais 1 / 4 xícara de azeite extra virgem
1 colher de chá de alho picado
1 colher de chá de sal marinho
1 colher de sopa de folhas frescas de tomilho
1 colher de chá de folhas frescas de alecrim

Coloque as amêndoas em uma tigela e cubra com água fria.. Deixe de molho 24 horas.

Escorra a água e enxague as amêndoas em água corrente fria.

Processe  as amêndoas com o suco de limão, 3 colheres de sopa de azeite, alho, sal e 1/2 xícara de água fria, por 6 minutos, (deve ficar suave e cremosa)

Coe e coloque em um pano, torcendo bem para extrair a umidade.

Prenda com elástico e deixe descansar por 12 horas. Descarte o líquido.

fonte: Tropical Vegan

Queijo de amêndoas com alecrim

3 xícaras de Amêndoas germinadas

1 colher de chá de Alecrim Fresco
Limão
Azeite
Sal a gosto

Coloque as amêndoas de molho por 48 horas. Lave bem com água corrente, trocando a água 1 vez ao dia.

Descasque e retire a pele .

Pique o alecrim. Em um processador pequeno coloque as amêndoas, processe até formar um textura homogênea. Acresce o sal e gotinhas de limão processe para misturar. Retire do processador. Acrescente o Alecrim, misture com uma colher. Modele com as mão em forma de uma bola bem redondinha. Coloque num prato. Aperte as extremidades criando a forma de um queijinho mineiro tradicional.

Desenhe com fios finos de azeite e polvilhe com alecrim.

fonte: Culinaria Viva

Cream Cheese de Castanha de caju 

1 xícara de castanha de caju
1/4 de xícara de leite de amêndoas
2 colheres de tahini
2 colheres de sopa de levedo de cerveja
1/2 colher de sopa de cebola em pó
1/2 colher de sopa de sal
1/4 colher de sopa de alho em pó
1/4 colher de sopa de pimenta-branca em pó

Coloque todos os ingredientes em um processador de alimentos ou no liquidificador e bata até obter um creme homogêneo.

Conserve o queijo cremoso em um pote hermético na geladeira.

fonte: Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA)

Clique abaixo e conheça a receita de queijo parmesão sem leite de vaca:
RECEITA QUEIJO PARMESÃO VEGAN

 

Read Full Post »

Só pra variar: opções ao mucilon

Há um contrassenso em sugerir que se engrosse os alimentos dos bebês com refluxo, ou dos prematuros baixo peso,  com mucilon e farinhas do gênero, antes mesmo de se iniciar a alimentação complementar.

1) Engrossar as fórmulas para bebês com refluxo começou com a Papa Epstein, que é feita com maizena.

Para substituir a maizena podemos pensar em outras opções.

Muitos bebês tratados de refluxo possuem alergia ao leite de vaca (geralmente, essas farinhas possuem leite de vaca ou traços dele),  o que pode piorar o problema, que segue mascarado pela medicação para RGE (azia e vômitos).

2) Possui quantidade diária de calorias (Kcal) muito superior ao recomendado para bebês antes de 1 ano. 1 apenas, não, 2, 3 e 4 …

Tabela com necessidades diárias por idade (Kcal)

Os mucilons possuem referência para acima de 2000 Kcal ao dia, ou seja, para crianças bem maiores que bebês de 0 a 12 meses.

Levando-se em consideração o leite que vai junto, as calorias sobem ainda mais.

Para bebês que estão em alimentação complementar deve-se considerar ainda as papinhas e sucos.

E repensar o “engordar”, pois pode sair pela culatra, ou seja, em vez de engordar o bebê pode é emagrecer.

O número de mães que dão mucilon com leite para seu bebê esperando que engordem e não obtêm esse resultado é até superior ao de bebês que ficam com sobrepeso ou obesidade.

3) É recomendado que não sejam fornecidos alimentos industrializados açúcar e doces aos bebês, por motivos fisiológicos (deles). Não é apenas para “pegar no pé das mães”.

Mucilon possui açúcar em quantidades superiores ao indicado para bebês e crianças até 4 anos:

Apesar do rótulo errôneo, teste confirma que farinhas para mingau são impróprias para menores de 12 meses

Fonte: REVISTA PRO TESTE, EDIÇÃO 79, ABRIL/09 

4) Passo nº 8

(10 passos para alimentação da criança até 2 anos/OMS):

Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida.

5) Ainda no 8º passo:

Usar sal com moderação

Sódio no Mucilon: 57mg em 21g

Conforme a DRI (Dietary Reference Intakes).

A Anvisa recomenda a ingestão de 225mg de Sódio ao dia, para crianças de 1 a 3 anos.

Some-se ao Sódio do Mucilon o Sódio da fórmula fornecida. Considere ainda o Sódio dos alimentos dos bebês em alimentação complementar.

6) Farinhas industrializadas são todas “enriquecidas” com vitaminas e sais minerais, porém:

Produto enriquecido pode ocultar alto teor de gordura, açúcar e sódio

http://www.portaleducacao.com.br/esporte/noticias/38137/produto-enriquecido-pode-ocultar-alto-teor-gordura-acucar-e-sodio

7) Mucilon para engordar…tsc…tsc…

Se for para engordar o bebê antes dos seis meses, não é apenas um equívoco, como um péssimo conselho.

Além da monotonia de oferecer o mesmo alimento todos os dias, até que o bebê não aguenta mais e passa a recusar, no mundo todo, atualmente, discute-se os maus hábitos alimentares desde a infância, e a obesidade que vem crescendo assustadoramente. E não é culpa apenas da gordura trans, mas do açúcar e outras gorduras em excesso.

A oferta precoce desses alimentos e substâncias, compromete o paladar do bebê ainda pequeno.

É sabido que o ser humano,  em um tempo agora remoto necessitou do açúcar para garantir sua sobrevivência. Por isso o sabor agrada tanto por onde passa.

Porém, quando o bebê “reconhece” o sabor antes do devido, seu organismo responde com certa dependência, querendo sempre mais, e passa a rejeitar alimentos saudáveis como frutas, verduras e legumes, e não engordam.

Fonte

Bailey DJ, Andres JM, Danek GD, Pineiro-Carrero VM. Falta de eficácia da alimentação engrossada como tratamento para refluxo gastroesofágico . J Pediatr 1987 fevereiro; 110 (2) :187-9.

Leiam os DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 02 ANOS

Veja ainda, opções  sem farinha e açúcar refinado:

RECEITAS PRIMEIRAS PAPINHAS

e:

MEDIDAS DIETÉTICAS PARA TRATAMENTO DO REFLUXO

Danoninho para bebês? Não pode, não!!

Bebês brasileiros consomem produtos industrializados em excesso

Obesidade infantil: a culpa é da mamãe?

(“Autoras” que copiaram essa postagem sem citar a fonte, agradeço a visita. Em retribuição coloquei o titulo igual ao que vocês deram às suas cópias).

Read Full Post »

au310046801
No caso das crianças com alergia ao leite de vaca, o leite de soja é indicado?

Segundo o professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da PUCRS, o gastroenterologista e nutrólogo, Dr. José Vicente Noronha Spolidoro, NÃO.

“As fórmulas à base de proteína de soja não são indicadas para o tratamento da alergia à proteína do leite de vaca, pois também contém proteínas potencialmente alergênicas”, explica.

Um dado importante é que metade dos bebês com alergia à proteína do leite de vaca sofre com alergia à proteína de soja.

Uma das alternativas é a substituição do leite por fórmulas especiais à base de proteínas extensamente hidrolisadas, ou fórmula especial composta de aminoácidos livres.

Para saber mais, leia a pesquisa na íntegra:

Conhecimento de pediatras e nutricionistas no tratamento da alergia ao leite de vaca no lactente

Read Full Post »

Massa Básica para salgadinhos
1kg de farinha de trigo
4 tabletes de fermento para pão
1 xícara de chá de óleo
1 colher de sopa de sal
3 colheres de sopa de açúcar mascavo, melado ou 2 colheres de glucose de milho
2 colheres de sopa de aveia
2 xícaras de chá de água morna
óleo para pincelar

Dissolva o fermento no açúcar, acrescente a água morna e misture para homogenizar. Adicione o óleo, sal, aveia e por último a farinha de trigo e amasse com a mão só para ficar uma massa lisa.

Cubra com um pano úmido ou filme e deixe crescer por 1h.

Abra a massa bem fina e faça o salgado de sua preferência.

th_children-dancingPASTEL DE MILHO s/ LEITE S/ OVO

•2 colheres (sopa) de polvilho azedo
• 250 g de farinha de milho
• sal a gosto
• 2 xícaras (chá) de água quente

Em uma vasilha, misture o polvilho com a farinha de milho e o sal. Coloque a água em uma panela e leve ao fogo.

Quando levantar fervura, adicione a mistura de farinha e vá mexendo até que se solte do fundo da panela. Se achar a massa dura, acrescente mais um pouco de água quente. Tire do fogo e ponha em uma mesa limpa.

Cubra a massa com um plástico e abra com um rolo.

Com a ajuda de um copo, faça círculos na massa.

Recheie e feche em formato de meia-lua.

Esfiha

Massa:

02 tabletes de fermento para pão;
300 ml de água morna;
100 ml de óleo vegetal;
01 colher de sobremesa de açúcar;
01 colher de sobremesa de sal;
500 gr de farinha de trigo (branca, ou metade branca e metade integral).

Recheio:
ao gosto

Numa tigela grande dissolva completamente o fermento no açúcar e no sal.
Coloque a água morna devagar.

Junte os demais ingredientes, adicionando a farinha de trigo por último e aos poucos.

Mexa com as mãos. Sove a massa numa mesa ou pia enfarinhada, separe 20 bolinhas pequenas e boleie-as até ficarem lisas.

Abra cada bolinha, recheie e feche, formando pequenos triângulos.
Deixe as esfihas descansarem por 20 minutos.

Coloque-as em uma assadeira sem untar e leve para assar em forno moderado por cerca de 30 minutos, ou até ficarem coradas.

Pastel Árabe
Ingredientes:

Para a massa
300 gramas de farinha de trigo peneirada
Sal a gosto
Agua filtrada quanto baste

Confecção: coloque a farinha de trigo peneirada em uma tigela e misture o sal. Coloque agua aos poucos ate a massa ficar uniforme.
O ponto da massa tem que ficar um pouco pegajosa.

Deixe descansar por 30 minutos.

Depois estenda em um tabuleiro de mármore polvilhado com farinha de trigo e vá amassando ate que solte das mãos.

Abra a massa bem fina com auxilio de um rolo de madeira.
Corte em tamanho desejado e coloque o recheio.

SAMOSA

350 gramas de farinha de trigo
1 couve-flor pequena
2 a 3 batatas médias
1 xícara de água morna
3 colheres de óleo (azeite ou outro)
1/2 colherinha de gengibre ralado
1/2 colherinha de curry

Numa tigela, coloque a farinha de trigo, três colheres de óleo e o sal . Misture com as pontas dos dedos, acrescentando água aos poucos.

Sove até obter uma massa homogênea e leve.

Deixe descansar enquanto prepara o recheio de legumes de sua preferência (berinjela comt omates, couve-flor, repolho, etc).

BISCOITINHOS DE MEL

Ingredientes

Massa
1 xícara e meia (chá) de mel
2 colheres (sopa) de fermento em pó
4 colheres (sopa) de óleo
4 colheres (sopa) de água
4 gemas
5 xícaras (chá) de farinha de trigo
6 colheres (sopa) de açúcar mascavo
Meia colher (chá) de cravo em pó
Uma pitada de canela em pó

Cobertura
Glacê
Confeitos coloridos

Necessário
Cortadores (o formato fica a seu critério)
Corantes em gel, cores variadas
Confeitos coloridos

Modo de Preparo:
Massa
Junte em uma panela o mel, o açúcar mascavo, o óleo e a água e leve ao fogo para dissolver os ingredientes. Mexa a mistura enquanto aquece.

Quando se tornar homogênea, desligue rapidamente o fogo e deixe esfriar. Em um recipiente, junte a farinha de trigo, as gemas, o fermento em pó, a pitada de canela e o cravo em pó.

Adicione a mistura de mel e açúcar mascavo e misture tudo com as pontas dos dedos, até que a massa forme uma bola. Em seguida, embrulhe-a em filme plástico e deixe na geladeira por duas horas.

Estique a massa gelada com um rolo, sobre uma superfície enfarinhada, até que ela fique com a espessura de meio centímetro.

Em seguida, corte-a com os cortadores em formato de coelhinhos. Acomode os biscoitinhos em uma assadeira untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo. Deixe assar por aproximadamente 20 minutos.

Cobertura
Prepare o glacê seguindo as instruções da embalagem. Se quiser fazer biscoitinhos coloridos, adicione o corante em gel nas cores de sua preferência ao glacê.

Cubra os biscoitinhos já assados com glacê e decore-os com confeitos coloridos.

Só sirva depois que a cobertura endurecer.

Read Full Post »

Atualmente, algumas correntes de pesquisadores iniciaram a mostrar um lado até então desconhecido da soja, proclamada como salvadora de inúmeros problemas, principalmente os femininos.

Porém, existem melhores formas de se consumir a soja, e todas elas passam por sua fermentação, o que garante o consumo de shoyu, missô, tempeh ou natoo.

MISSÔ

O missô é uma pasta de soja fermentada, muito utilizada na culinária japonesa. Sua origem é dividida pela China e pela Península Coreana, e há mais de uma teoria a respeito das modificações sofridas por esse alimento ao longo do tempo.

Existe um ditado sobre o missô que diz: “isha ni okane o harau yorimo, missoya ni harae” (do que pagar dinheiro a um médico, pague ao fabricante/vendedor de missô).

Isso demonstra o grande valor nutritivo desse alimento. Uma colher de sopa de missô (19 g), contém cerca de 30 kcal, 2 g de carboidratos e proteínas e cerca de 15 mg de cálcio.

Estão presentes também as vitaminas B2, B12 e E e enzimas que auxiliam na digestão, além de todos os nutrientes inerentes à soja.

Efeitos benéficos : Prevenção do câncer do estômago e de doenças gástricas, prevenção do envelhecimento, aceleração do metabolismo, eliminação das toxinas encontradas no corpo e proteção contra os males do cigarro e poluição do ar.

FONTE:

NippoBrasil

MAIS:

Alimentos Fermentados – muito além dos iogurtes

PARA SABER MAIS SOBRE A SOJA:

SOJA E TELARCA PRECOCE ESTUDO COMPROVA ALTERAÇÕES HORMONAIS EM CRIANÇAS

SOJA PARA BEBÊS E CRIANÇAS? HÁ CONTROVÉRSIAS

MÉDICOS E NUTRICIONISTAS ERRAM AO INDICAR O USO DE SOJA PARA ALÉRGICOS AO LEITE DE VACA

Outros:

CIENTISTAS BRASILEIROS QUESTIONAM BENEFÍCIOS DA SOJA – FÓRMULAS PARA BEBÊS NÃO SÃO SEGURAS

Read Full Post »

Existem alguns pontos discutíveis no texto que reproduzo a seguir.

Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.

Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.

Concordo com cuidar do consumo excessivo,  não apenas de soja,  mas de todo e qualquer alimento.

O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno,  tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.

Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.

Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.

Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.

Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta.

Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).

Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia a dia.

Mas será que no limite estabelecido?

Alerta sobre a soja

A soja começou a ser utilizada como alimento durante a dinastia Chou (1134-246 AC), depois que os chineses aprenderam a fermentar os grãos de soja para produzir alimentos como missô e shoyu.

Os orientais consomem alimentos de soja em pequenas quantidades, como condimento e não para substituir produtos animais.

A maioria dos alimentos modernos de soja não são fermentados para neutralizar toxinas contidas nos grãos de soja e são processados de tal forma que as proteínas são alteradas e os níveis de cancerígenos aumentam.

* Inibidores de tripsina na soja interferem com a digestão de proteínas e podem causar distúrbios no pâncreas.

* Alimentos de soja aumentam a necessidade de vitamina D no organismo, porém a vitamina D sintética, acrescentada ao leite de soja, é tóxica.

* Os análogos à vitamina B12 na soja não são absorvidos e até aumentam a demanda de vitamina B12 no corpo.

* Alimentos de soja contém altos níveis de alumínio, que são tóxicos para o sistema nervoso e os rins.

* O processamento da proteína de soja resulta na formação de lisinoanalina tóxica e de nitrosaminas altamente cancerígenas. Durante o processamento, também é formado glutamato monossódico, MSG, um potente neurotóxico, e quantidades adicionais são acrescentadas a vários alimentos de soja.

* Altos níveis de ácido fítico na soja reduzem a assimilação de cálcio, magnésio e cobre, bem como a biodisponibilidade de ferro e zinco, necessários para a saúde e o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso.

O ácido fítico na soja não é neutralizado por métodos comuns, como deixar de molho, germinar e cozinhar por muito tempo.

Alimentos que contém grandes quantidades de ácido fítico causaram problemas de crescimento em crianças.

* Megadoses de fitoestrógenos, no pó de soja para lactentes, são implicados no atual aumento do desenvolvimento sexual prematuro em meninas e no retardamento do desenvolvimento sexual em meninos.

Fitoestrógenos na soja interferem na função endócrina e podem causar infertilidade e podem provocar câncer de mama.

Vários estudos revelaram que a soja causa infertilidade em animais.

O consumo de soja aumenta o crescimento de cabelo em homens de meia idade, indicando níveis reduzidos de testosterona. Tofu era consumido por monges budistas para reduzir a libido.

Fitoestrógenos na soja são potentes agentes antitireóides que causam hipotireoidismo e podem causar câncer da tireóide.

Em nenês, o consumo de leite de soja foi associado a uma doença auto-imune da tireóide.

Alimentos de soja podem estimular o crescimento de tumores relacionados ao estrógeno e causar problemas na tireóide. A baixa função da tireóide está relacionada a dificuldades na menopausa.

* Em animais, a alimentação com soja mostra que fitoestrógenos na soja são poderosos disruptores endócrinos.

A amamentação com soja — que inunda a corrente sangüínea com hormônios femininos, que inibem a testosterona — não pode ser ignorada como possível causa de desenvolvimento alterado em meninos, incluindo o TDAH, transtorno no déficit de atenção e hiperatividade.

Meninos expostos a DES, um estrógeno sintético, tinham testículos menores que o normal na fase de maturação.

* Bebês do sexo masculino passam por uma “onda de testosterona” durante os primeiros meses de vida, quando os níveis de testosterona podem atingir aqueles de um homem adulto. Durante este período, o nenê masculino está programado para desenvolver características masculinas na puberdade — não apenas no desenvolvimento dos órgãos sexuais e de outros traços físicos masculinos, mas também na determinação das características cerebrais do comportamento masculino.

*Bebês alimentados com leite de soja têm 13.000 a 22.000 vezes mais compostos de estrógeno no sangue do que nenês que recebem leite em pó comum.

O bebê alimentado exclusivamente com mamadeira de soja, recebe diariamente o estrógeno equivalente a, pelo menos, cinco pílulas anticoncepcionais por dia.

* Quase 15% de meninas brancas e 50% de meninas afro-americanas mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pêlo púbico, antes dos oito anos de idade.

Algumas meninas mostram desenvolvimento sexual antes dos três anos de idade.

O desenvolvimento prematuro de meninas foi relacionado ao uso de mamadeira de soja e à exposição a pseudo estrógenos ambientais como PCBs e DDE.

* O consumo elevado de fitoestrógenos durante a gravidez pode produzir efeitos adversos no feto e, mais tarde, sobre o início da puberdade.

O FDA nunca aprovou a proteína isolada da soja como GRAS (Generally Recognized as Safe), devido à preocupação com a presença de toxinas e cancerígenos na soja processada.

****

LEIA MAIS EM:

Ades, cáries e tudo o mais

Soja para alérgicos ao LV? Cuidado!!

Consumo de soja e telarca precoce (aumento de mamas em crianças)

O LADO BOM DA SOJA

Outros:

Fórmulas de soja para bebês não são seguras

Soja pode causar infertilidade masculina, segundo estudo (BBC News)

Fonte:

Soy Alert! Fundation Weston A Price/ Washington

***

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE INFANTIL: 1º LUGAR SAÚDE NO TOPBLOG!!!

**********

Read Full Post »

Passei tantos anos acreditando que encontraria cálcio apenas em um copo de leite de vaca e derivados, que senti um grande receio ao pensar que aquilo teria que mudar.

Por “força das circunstâncias”, sacudi o comodismo preso em latas de leite em pó, e fui á caça desse mineral tão importante para o crescimento de um bebê.

Ainda estava presa áquela certeza de que o encontraria apenas em outro leite, que não o das vacas. Assim, passei a coletar informações necessárias sobre tipos de leite, e intolerância á lactose.

A ficha ainda não havia caído…

Ué?! Então existe mesmo cálcio fora do leite de vaca?

Era difícil de acreditar…ainda mais porque para onde me virasse ouvia a afirmação como verdade absoluta, vinda também de profissionais de saúde e nutrição.

Foi preciso que as indústrias começassem a lançar produtos na linha “sem lactose”, no país, para que se descortinasse o véu das alergias e intolerâncias.

Com o crescente número de bebês tratados por refluxo gastroesofágico, cólicas, constipação severa, ou diarréias constantes, enfim chegamos á nova era com a multiplicação de produtos afins. E isso foi ainda ontem.

Deixo as informações para que a democracia prevaleça. Façam suas escolha, com base no que é útil e necessário ao bem estar de quem tem muita importância em nossas vidas.

Mais:

NEM SÓ DE LEITE DE VACA VIVE O CÁLCIO

Read Full Post »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 376 outros seguidores