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Archive for the ‘Alergia Alimentar’ Category

Leite vegetal para o bebê ou criança pequena é uma boa pedida na hora de oferecer mais vitaminas, minerais, fibras e também gorduras benéficas.

Na verdade, o dito popular acabou fixando as bebidas feitas com vegetais como “leite”.

Leite porque alimenta, e pronto.

mymidlifemumblings.wordpress

LEITE DE AVEIA

Coloque 150 ml de aveia em flocos de molho em 1 litro de água, por cerca de 20 minutos.

Em seguida, bata no liquidificador, acrescentando 1 pitada de sal.

naturaltherapypagescomau -

Guarde em jarra de vidro esterilizada ou pote de vidro, bem fechado, na geladeira.

Para bebês, pode fazer cozido, como um mingau ralo, para garantir a segurança alimentar.

Coloque 250ml de água para cada 3 colheres de aveia, e leve ao fogo, com umA pitada de sal.

Para dar mais sabor, coloque raspas de laranja, bata com uma fruta doce, acrescente baunilha em favas ou cacau, alfarroba…

Evite alimentos crus para bebês pequenos, pelo risco de contaminação.

A menos quea família seja crudívora, e saiba lidar com esse tipo de alimentação adequadamente.

Como o Daniel, pai da Olivia:

OLIVIA É CRUDIVORA DESDE QUE NASCEU!

LEITE DE GERGELIM ou LINHAÇA

2 xícaras de água
4 colheres de sopa de sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho por cerca de 3 a 4 horas. Bata no liquidificador, depois coe.

Esse tipo de leite é melhor para uso em receitas como de pães, bolos, etc.

Não é aconselhável a ingestão de gergelim ou linhaça em quantidades maiores que 1 colher de café ao dia para crianças muito pequenas.

Essas sementes devem ser sempre hidratadas ou germinadas, e oferecidas sem a casca.

O gergelim é alergênico, portanto não deve ser oferecido aos bebês e crianças menores de 1 ano, á menos que comprovado que não há risco para a saúde. 

LEITE DE CASTANHAS com AVEIA

1/2 litro de água fervente
3 castanhas do Pará
2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 pitada de sal

Deixe de molho por cerca de 1 hora, depois bata tudo no liquidificador.Coe. Pronto.

Ideal para uso em receitas de bolos, bolinhos, tortas, etc.

As castanhas e nozes possuem potencial alergênico, e elementos tóxicos se ingeridos em quantidade superior á recomendada ao dia.

O consumo de frutas oleaginosas deve ser extremamente moderado para crianças menores.

LEITE DE ARROZ

1 xícara de arroz cru lavado (prefira arroz moti, arbóreo ou integral)
4 xícaras de água, 1 pitada de sal marinho
Deixar de molho por cerca de 4 horas.

Coloque o arroz para cozinhar em fogo baixo, até que fique cozido e empapado. Não deixe a água secar. O caldo deve estar com os níveis sempre acima dos grãos de arroz, mesmo depois de cozido.

Deixe esfriar. Coloque a água do cozido com auxilio de uma concha, e algumas colheres do arroz já cozido, no liquidificador, com a própria água.

Para acrescentar cálcio á receita, coloque 2 castanhas de molho em água fervente, por 4 horas, e bata junto com o arroz, ou acrescente 1 colher de café de gergelim ou linhaça germinados ou hidratados, ou misture o arroz com  Quinoa, que é rica em cálcio.

Coe em coador de pano grande (de café ou similar).

downloadLEITE DE COCO

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa. Pique e bata no processador ou iquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina. Esprema para tirar todo o seu leite.

Ou faça dessa maneira:

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha.

Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos.

A seguir, despeje em um coador de pano e esprema bem.

Guarde em jarra de vidro esterilizada.

LEITE DE QUINOA

1/2 copo de grãos de quinoa lavada

2 xicaras de água filtrada

Coloque a quinoa de molho em água, em uma tigela de vidro.

Cubra com uma tampa ou filme plástico. Deixe na  geladeira durante a noite.

Na manhã seguinte, escorra a quinoa e passe em água limpa.

Coloque em uma panela, junte as 2 xícaras de água  e leve ao fogo até ferver.

deixe amornar e bata no liquidificador, acrescentado água aos poucos, se necessário.

Coe utilizando coador de pano grande (de café).

LEITE DE AMÊNDOAS DOCES

Coloque as amêndoas de molho (200g) em uma vasilha com cerca de dois dedos acima.

Deixe por cerca de 1 hora. despreze a água.

Bata com água (1 litro).

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LEITE DE ORCHATA DE CHUFA (Blog da Karenina)

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem sucedida!

Horchata

Tem ainda leite de inhame, de canjica, de milho, de quinoa, de alpiste, de cevadinha, de

Utilize baunilha em favas, cacau, alfarroba ou frutas doces para dar um up no sabor!

Leites de castanhas, nozes, gergelim ou linhaça devem ser consumidos com moderação, pois possuem substâncias que podem causar problemas se ingeridas acima da quantidade diária recomendada.

De onde veio?

Tomei conhecimento do leite de arroz lendo o livro de um médico alemão, que o recomendava como excelente para fortalecer o aparelho digestivo. Isso lá no outro século.

Ele citava a medicina chinesa, de onde sempre vem muita coisa boa, e a macrobiótica.

Anos depois, lembrei do leite de arroz como substituto ao leite de vaca para minha filha alérgica e intolerante.

O leite de grãos eu achava forte, depois soube que pode causar um desequilíbrio de nutrientes por conter muitos fitatos.

Deixei para quando ela estivesse maior, e os de gergelim e de castanhas conheci em um tópico do orkut.

Veja mais:

KEFIR E IOGURTE CASEIRO

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refluxoMãe sofre quando o filho não come, e ainda mais, no sentido literal da frase, quando não come porque não pode.

Lá no Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo (RGE), tem uma pequena lista do que não deve ser consumido por pessoas com problemas gástricos e digestivos, não apenas crianças.

Para muitas pessoas isso sempre foi meio óbvio, complicações gastrointestinais são causadas principalmente pelo que se ingere, não é? Mas sempre tem quem precise de evidências cientificas para entender a mensagem mais plenamente.

A Dra. Jamie Koufman, professora especialista em otorrinolaringologia de Nova Iorque  pensa o mesmo. E, por isso, á partir daí escreveu inúmeros estudos sobre o assunto.

O destaque, agora, são os resultados da sua última pesquisa, sobre a oferta de alimentos de baixa acidez para refluxo (benefícios e implicações).

“Os sintomas em 19 dos 20 indivíduos (95%) pesquisados melhoraram, e três participantes tornaram-se completamente assintomáticos.”
(In Estudo sobre refluxo gastroesofágico e consumo de alimentos acidificantes)

Leia resumo no PubMedLow-acid diet for recalcitrant laringopharingeal reflux

Muitos alimentos e outras substâncias estimulam a produção de ácido clorídrico e pepsina pelo estômago. Isso quer dizer que tornam nosso organismo ácido (ou mais ácido). São o que se chama de “alimentos acidificantes”.

Muito tempo sem comer, ou o consumo de produtos industrializados contendo aditivos químicos, também podem ocasionar em acidificação gástrica.

E as consequências vão desde vômitos constantes a diarreia, gazes, cólicas abdominais, flatulência, regurgitamento ou “refluxo”.

Se houver RGE (refluxo gastroesofágico), devido a alteração na válvula que separa esôfago e estômago, a acidez acaba por acelerar processos como a esofagite de refluxo.

refluxo - gastropesofágico - bebê = criançaÉ tudo junto e misturado!

Durante o processo de digestão dos alimentos ocorrem inúmeras reações e sínteses  de substâncias produzidas pelo nosso próprio organismo.

O suco gástrico é formado por água, enzimas, ácido clorídrico e outras substâncias secretadas pelas mucosas do estômago.

A pepsina é uma delas, e atua em conjunto com o ácido clorídrico na quebra de proteínas obtidas pela alimentação.

O consumo de alimentos ácidos provoca aumento na produção e excreção desses sucos. Como consequência, os alimentos ingeridos “sobem” até o esôfago (órgão que vai da boca ao estômago), causando queimação, azia, dores, aspiração dessas secreções para os pulmões e possíveis lesões nas mucosas dos órgãos de passagem.

A acidez dos alimentos também pode acarretar em desmineralização óssea.

Veja aqui: A secreção de HCl (ácido cloridrício) e pepsinogênio pelo estômago

Por isso, é necessário fazer com que o ácido estomacal pare de aumentar além do necessário, e invadir o esôfago, com o auxilio de medicamentos, e de alimentos que diminuam sua produção.

Obs. O próximo post será sobre os alimentos indicados

FONTE:

PubMed: Low-acid diet for recalcitrant laryngopharyngeal reflux: therapeutic benefits and their implications. Koufman, JA. National Center for Biotechnology InformationU.S. National Library of Medicine

Guia de alimentação infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – 2003

Mais do mesmo:


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050712_0053_0170_jshsMeu bebê está gripado! Meu filho está com gripe!

Mas será que não é SINUSITE?

Possível de diagnosticar apenas com auxílio de raio X ou ultrassonografia, é caracterizada por inflamação ou infecção dos seios da face ( vias respiratórias superiores).

Pode ser conseqüência de alergia a certos alimentos (como leite, soja…), fumaça de cigarro, mofo, odor de produtos de limpeza, perfumes, poluição, ar muito frio, ar condicionado do carro que leva poluentes ambientais para dentro do veículo, ar condicionado muito gelado…

Os seios da face são revestidos de membranas mucosas, que servem para aquecer, umedecer e filtrar o ar que entra pelas narinas e chega aos pulmões. São pares correspondentes de cavidades situadas no centro do crânio, atrás da parte superior do nariz, na testa (acima das sobrancelhas) e sob cada olho.

… ou Rinite?

Muito parecida com a Sinusite, também é inflamação crônica, porém, instala-se na mucosa nasal.

Possui várias causas, quase todas parecidas com as que acometem a sinusite: alergia a alimentos ou outra substãncia, ar poluído, poeira, mofo, ataque de vírus ou bactéria, fumaça e tudo o mais.

Que barulho é esse?

Colocando-se como personagem principal na ocorrência de doenças do aparelho respiratório, o muco, ou secreção, ou catarro, ou seja lá como for chamado é, na verdade, um agente do mal produzido por nosso próprio corpo, fazendo com que perca mais vitaminas e sais minerais do que deveria.

Cálcio e magnésio são seus alvos favoritos.

O que faz aumentar o catarro?

Se o organismo apresentar uma condição interna ácida, acaba por produzir ainda mais secreção.

Tudo o que vem do leite, ou contém o dito na fórmula, mais farinha branca (de trigo, utilizada na fabricação de pães e bolos), açúcar refinado, chocolate (rico em açúcar, gordura hidrogenada e leite), macarrão e amidos.

Já as frutas cítricas colaboram na medida em que auxiliam a liquefazer a secreção já existente, parada nos pulmões, entupindo os alvéolos.

Como a causa da dificuldade respiratória pode estar em uma alergia, evite alimentos prontos, em potinhos, que contêm acidulantes, sal ou açúcar como conservantes.

Procure incluir mais cenoura, mandioquinha e abóbora no cardápio. Ache outras formas de aumentar a vitamina A (betacaroteno), que reforça o organismo no combate a doença.

B6 e B12 são boas para quem tem asma por problemas alérgicos.

Ofereça alimentos ricos em Zinco, o que é relativamente fácil, pois há uma infinidade de alimentos ricos nele: cogumelo, batata, cebola, banana, abacate, lentilha, grão de bico, etc.Porém, deve-se cuidar com o excesso desse mineral, pois pode debilitar o sistema imunitário.

Deixe os suplementos vitamínicos de lado neste período, pois podem causar problemas estomacais devido ao açúcar e vitamina C da fórmula. Inclusive, estes produtos não possuem bioflavonóides, necessários para a absorção da vitamina pelo organismo.

Não coloque o bebê deitado antes de expelir o catarro. Eleve a cabeceira do berço ou da cama.

Criança pequena deve ficar deitada de lado, de preferência com o lado direito para cima. Se colocar catarro para fora, não tem risco de sufocar. Sentada com o corpo reto pode ter o muco que sai dos pulmões fazendo a trajetória de volta.

Não deite seu bebê após as mamadas, pois pode ocorrer refluxo do liquido para os ouvidos, causando otite.

Alho, cebola e gengibre devem ser utilizados para temperar as receitas, pois são todos mucocinéticos, ou seja, movimentam o muco tornando mais fácil sua retirada.

A substância que confere sabor ao alho, a alina, possui as mesmas características de uma droga conhecida como S-carboximetilcisteína, componente de um medicamento para retirar muco, vendido na Europa.A quercetina, encontrada na cebola, é um antiinflamatório potente contra a gripe, parecida com cromolyn, droga utilizada no combate a algumas alergias. Também é antibacteriana, auxiliando na asma causada por infecção bacteriana.Gengibre atua limpando a secreção, é antibacteriano, cura inflamação da garganta, destrói o vírus da gripe e é antidepressivo. Não causa qualquer mal ao aparelho digestivo, sendo indicado também em casos de náusea e enjôos constantes.

Nada de terrorismo. Para curar gripes ou bronquite ninguém precisa comer pedaços de alho ou cebola, que podem causar certa azia e gases nos menores. Utilize como tempero, um pouco de cada, em sopas e caldos apetitosos, saborosos e fortificantes.

A maçã é antibacteriana, anti-inflamatória e adstringente. Porém, pode dificultar a saída das fezes.  Tente abacate, brócolis, abóbora ou melancia.

Acrescente vitamina C através de folhinhas de coentro, salsinha, cebolinha ou manjericão, no tempero dos pratos. Coloque a erva picada após desligar o fogo e abafe.

O bom funcionamento dos intestinos é fundamental para a recuperação de todo doente. Houve épocas em que os supositórios eram receitados para os mais variados casos de convalescença. Prefira os alimentos que fazem o mesmo serviço.

Pomada de calêndula nos sinos da face e pescoço. A Calêndula alivia dores, é cicatrizante, alivia queimaduras, hematomas…

Vaporização com manjericão, alfazema ou lavanda são excelentes para o trato respiratório.

Para aliviar a tosse noturna, coloque uma cebola cortada ao meio, no quarto. Jogue fora pela manhã. Não coloque muito próxima á cama. O cheiro se espalha, não tem jeito…

É canja de galinha…

Em 1978, um pneumologista de Miami, EUA, resolveu tirar a dúvida. Descobriu substâncias aromáticas que funcionam até mesmo quando estão frias, diminuindo o muco e combatendo a congestão das vias respiratórias.

A galinha, como boa parte das proteínas, contém um aminoácido conhecido como cisteína, semelhante a acetilcisteína, prescrita pelos médicos em casos de bronquite e infecções respiratórias. Este elemento retira secreção dos pulmões afetados, aliviando os sintomas de vários problemas respiratórios.

No final da década de 1990, outro pneumologista, Stephen Rennard, de Nebraska, EUA, resolveu investigar a canja novamente a partir de uma receita de sua avó.

Encontrou substâncias antiinflamatórias que interrompem o fluxo de muco nos pulmões e nas fossas nasais. Por isso, a canja também auxilia em casos de sinusite, adenóides e outras inflamações.

FONTE

Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – Nana Guimarães


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Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

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Substitutos do leite de vaca, para quem precisa de outras opções, pelos motivos mais diversos:

Os Campeões em CÁLCIO

Leite Materno:

A boa relação cálcio:fósforo presentes no LM favorece a absorção do cálcio, e diminui o teor de fósforo, contribuindo para a manutenção do pH intestinal do bebê.

Apesar de possuir pequenas concentrações de ferro, o leite humano possui alta biodisponibilidade, evitando anemia no bebê amamentado.

Sementes de gergelim: 90 mg de cálcio em 1 colher de sopa (sementes com casca)
10 mg de cálcio em 1 colher de sementes descascadas

Amêndoas 1/3 de xícara  =   50mg
Melado escuro 1 colher de sopa =  137 mg
Alga hijiki, seca 1/4 de xícara =  162 mg
Alga wakame, seca 1/4 de xícara = 104 mg

Hummus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara=   81 mg
Quinoa  1 xícara =  50 mg
Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa= 128 mg
Sementes de linhaça: 211 mg

Coentro desidratado : 788 mg
Folha de caruru crua: 455mg
Alfavaca : 258mg
Manjericão:  211 mg
Couve refogada : 177mg

Agrião:  133 mg
Mostarda:  68 mg
Brócolis : 51mg    Cozido: 86mg
Salsinha:  179 mg
Cebolinha:  80 mg
Abobrinha crua:  80 mg
Palmito: 58 g
Aveia: 48mg

2º e 3º lugares

Leite de coco: pouco 16 mg)
Açaí: 22 mg
Manga haden: 22 mg
Laranja: 34 mg
Chicória: 45 mg

Veja ainda receitas de

LEITES” VEGETAIS

que podem ser utilizados em receitas de bolos, pudins, mousses, etc.
(Tem ainda “leite de inhame”, “creme de leite” de inhame, leite de canjica, etc.

Leite de Gergelim
2 xícaras de água
4 CS sementes de gergelim

Deixe as sementes de molho na água por mais ou menos 3 horas. No liquidificador, bata por 3 minutos. Coe. Dá para usar tb sementes de girassol sem as cascas.

Leite de Castanhas
1/2 litro de água fervendo
3 castanhas-do-pará
2 colheres de sopa de aveia em flocos
1 pitada de sal

Junte todos os ingredientes. Deixe de molho por uma hora. Bata tudo no liquidificador e coe.

Leite de arroz
1 xícara de arroz cru lavado
2 xícaras de água
Deixar de molho por 4 horas, bater por 2 minutos no liquidificador.

Leite de coco

Limpe 2 cocos médios.Retire a polpa.

Pique e bata no processador ou liquidificador, com pouca água do próprio coco.

Transfira para um pano fino (tipo tule), ou uma peneira extrafina.

Esprema para tirar todo o seu leite.

ou

Coloque o bagaço do coco em uma vasilha. Misture com água. Deixe de molho por 30 minutos. A seguir, despeje em um pano ou coador. Esprema bem, obtendo o leite.

Leite de orchata de chufa

Por recomendação da pediatra, a Karenina começou a dar leite de orchata pra sua filha, ainda bebê. No blog ela conta como foi essa experiência, muito bem-sucedida.

Mais:

RECEITAS PARA FESTAS INFANTIS SEM LACTOSE

FONTES:

TACO – Tabela Brasileira de Composição e Alimentos

Tabela americana de composição de alimentos (USDA)

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Os ovos fazem parte da lista de alimentos potencialmente alergênicos para bebês, assim como o leite de vaca, a soja, amendoim e nozes.

O perigo do ovo mora na clara, onde está a albumina. Ela não é a única proteína do ovo (que possui outras 3), mas é a maior responsável por reações alérgicas como:

* Rinite

* Asma

* Dermatite atópica e eczemas

* Náusea

* Vômitos

* Chiado no peito

* Anafilaxia (reação alérgica aguda)

* etc.

Atualmente, tem sido recomendada a ingestão do ovo inteiro logo no inicio da alimentação complementar, após 6 meses de idade. 

Agora, para quê mesmo vamos ofertar ovos e alimentos potencialmente alergênicos a um bebê menor de 1 ano, aguardando uma possível reação?

O ovo pode ser perfeitamente substituído por alimentos mais seguros e que não coloquem seu bebê em risco.

Lembrete 1:

Os ovos de galinha são utilizados na fabricação de alguns tipos de vacina, como para todas as gripes (incluso H1N1) e febre amarela.

Após ser vacinado, se seu filho tiver alguma reação, lembre-se disso.

Lembrete 2:

Caso esteja ciente da alergia, atente aos rótulos de todos os produtos que ele ingere.

Também avise na escola, para as mães de amiguinhos, familiares e demais sobre a alergia.

Para ajudar na identificação, coloque etiquetas como essas da names2glue nos pertences de seu filho ou filha.

A foto acima é do Kieran, filho da Allanna, que tem múltiplas alergias alimentares e intolerâncias.

Mais do mesmo:

Estudo revela que alergia a leite e ovos vem aumentando nos últimos anos

      • Allergic rhinitis Rinite alérgica
      • Asthma Asma
      • Dermatitis Dermatite
      • Diarrhea Diarréia
      • Gastrointestinal symptoms Os sintomas gastrointestinais
      • hives urticária
      • Nausea Náusea
      • Oral allergy syndrome (symptoms appear around the mouth, lips and throat) Síndrome de alergia oral (os sintomas aparecem ao redor da boca, lábios e garganta)
      • Vomiting Vómitos
      • Wheezing Chiado
      • Anaphylaxis. Anafilaxia.

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Centro di Allergologia, Clinica Pediatrica III – Azienda Meyer, de Florença, Itlay.

Resumo

As reações adversas às proteínas do leite de vaca são geralmente indicadas como alergia ao leite de vaca / intolerância, porque não é possível a diferenciação com base em sintomas, e não há nenhum teste laboratorial confiável único disponível para o diagnóstico da APLV (alergia) ou CMPI (intolerância).

Eliminação do alimento da dieta, e testes de desafio para as proteínas do leite de vaca utilizando critérios de diagnóstico rigorosos e bem definidos , são necessários para o diagnóstico da APLV / CMPI.

A dermatite atópica (DA) é um dos sintomas mais comuns da CMPA / CMPI.

Aproximadamente um terço das crianças com dermatite atópica possui diagnóstico de APLV / CMPI de acordo com a dieta de eliminação e testes de provocação, e cerca de 40-50% de crianças menores de 1 ano de idade com CMPA / CMPI possuem dermatite atópica.

Muitas crianças que se curam de dermatite atópica podem desenvolver outras doenças alérgicas, como rinite ou asma.

Veja mais:

Queijos e iogurtes para intolerantes á lactose

FONTE:

U.S National Library of Medicine / National Institutes of Health

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Primeiro, é preciso que se saiba a diferença entre

REFLUXO FISIOLÓGICO E REFLUXO PATOLÓGICO

RELUXO FISIOLÓGICO é quando o bebê mesmo regurgitando/vomitando não perde peso, nem o humor, e se desenvolve á contento.

Pode ser considerado normal, ou seja, faz parte do desenvolvimento infantil e não causa mal algum à criança, como perda de peso principalmente.

Em bebês menores de 6 meses a cárdia, ou esfincter esofágico inferior, está imatura e não se fecha após a passagem do alimento.

O refluxo fisiológico não requer tratamento com medicação.

Aproximadamente 50% das crianças com até 2 meses de idade regurgitam o leite de duas ou mais mamadas ao dia. São os golfadores! :-)

Basta colocar um babador e seguir alguns cuidados básicos: não chacoalhar o bebê após a mamada, jogar para cima, fazer gut gut com o dedo na garganta dele, falar muito alto, agitar o ambiente…

Esse tipo de refluxo, que é o fisiológico,  desaparece espontaneamente em virtude do desenvolvimento do esfíncter esofagiano e da mudança na alimentação.

Em 80% dos casos, o refluxo fisiológico desaparece totalmente á partir dos 6 meses de vida. Alimentos sólidos dificilmente refluem.

Há também mudança na postura. Por um, bom tempo, após o nascimento, os bebês passam o dia inteiro deitados. Agora, sentam mais, e evoluem para os primeiros passos.

O RGE fisiológico deve ser tratado somente com medidas posturais e dietéticas, como pode verificar lendo aqui.

Já o REFLUXO PATOLÓGICO (DRGE) é o retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, devido alterações no funcionamento da cárdia. c

O refluxo gastroesofágico deve ser tratado com medidas posturais e dietéticas, além do uso de medicamentos.

De qualquer forma, vale ressaltar que o  tratamento medicamentoso não vai curar o RGE, apenas evitar possíveis complicações. Entre elas, o retorno do alimento durante o sono.

Medidas Dietéticas para tratamento do Refluxo

Fisiológico ou Patológico

* Manter aleitamento materno exclusivo até o sexto mês.
Se o bebê receber leite em pó, fracione as mamadeiras e, em alguns casos, engrosse o leite.
Cuidado com farinhas impróprias para menores de 12 meses, como mucilon, etc., mesmo prescritas por médico.
O espessamento da mamadeira pode ser indicado pelo médico, lembrando que algumas vezes este procedimento causa piora dos sintomas, já que o leite engrossado é de mais difícil digestão para bebês menores de 12 meses.
As mamadeiras devem ser tomadas com o bebê em posição semielevada e, após as mesmas, esperar pelo menos 40 minutos para deitar.
Veja algumas posições na página AMAMENTAÇÃO
É muito importante a forma como a mãe segura seu filho durante a amamentação, ou administração da mamadeira. Procure apoiar toda a coluna da criança em seus braços, evitando pressão na barriga do bebê.
*A mamadeira pode ser a vilã do RGE. E traz alguns riscos, como engasgos, refluxo com o bebê dormindo, otite, cáries, etc.
Promove a congestão das vias aéreas superiores, e permite maior ingestão de ar , distendendo o estômago e provocando o refluxo.
Para controlar o refluxo de seus bebê, muito importante não oferecer mamadeira antes de dormir.
Atente para reações ás proteínas do leite de vaca (caseina, entre outras), ou intolerância a seu açúcar (lactose).
Jamais substitua leite de vaca por soja, na alimentação de crianças com alergia á proteína do LV.
Procure orientação nutrição sobre fórmulas especiais para alérgicos.
Não dê bebidas industrializadas á base de soja, para bebês e crianças menores, intolerantes á lactose. 

REFLUXO GASTROESOFÁGICO X ALERGIA LEITE DE VACA

Qual a relação entre o refluxo gastroesofágico e a alergia à proteína do leite de vaca?
O refluxo gastroesofágico e a alergia à proteína do leite de vaca podem ocorrer ao mesmo tempo em 16 a 42% dos bebês.
Possuem aspectos comuns relacionados aos sintomas, idade de acometimento e evolução.
As causas que promovem o refluxo gastroesofágico são várias, dentre elas, o número de vezes aumentado que ocorre o relaxamento da válvula que fica entre o esôfago e o estômago (esfíncter esofágico inferior), e o tempo maior para o estômago esvaziar seu conteúdo, seja secreção gástrica ou alimentos.
Em relação á alergia à proteína do leite de vaca, através de uma inflamação que se instala na parede do estômago e intestino, ocorre uma dificuldade nos movimentos peristálticos desta região, levando a uma lentidão na eliminação do conteúdo gástrico.
Com isto, no momento em que a cárdia relaxa espontaneamente, o alimento retorna do estômago para o esôfago, saindo pela boca.
Bebês e crianças que não sabem cuspir, podem engolir o conteúdo desse retorno, levando aos pulmões.

O que é teste terapêutico?

O teste terapêutico é feito retirando-se o leite de vaca e derivados da dieta da criança e da mãe, quando a mesma está amamentando, e introduzindo fórmulas despeciais.
A alergia à proteína do leite de vaca é reversível?
Sim. Após um período que pode variar entre 8 a 12 semanas, deverá ser realizado um teste de desencadeamento com leite de vaca, ou seja, pequenas quantidades de leite de vaca são administradas à criança, observando-se se há retorno dos sintomas.
Existem casos que não respondem ao tratamento?
Alguns pacientes não melhoram com os hidrolisados protéicos e necessitam de fórmulas à base de aminoácidos.
Para saber mais: 

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‘QUEIJO’ DE NOZES, CASTANHAS OU AMÊNDOAS

Deixe de molho em água filtrada, por uma noite, 2 xícaras de nozes ou caju, amêndoas, castanha do Pará, etc.

No dia seguinte lave e escorra bem.

Bata no liquidificador com um copo de água filtrada, até que vire uma pasta.

Coloque a pasta em um saco de pano. Aperte bem. Deixe escorrer e então leve á geladeira.

Se quiser mais firme, leve rapidamente a um desidratador ou forno pré-aquecido, com a porta entreaberta.

Para garantir a firmeza como dos queijos tradicionais, também é utilizado agar-agar.

fonte: Rawmazing

Cream cheese  de amêndoas

1 xícara de amêndoas inteiras
1 colher de sopa de suco de limão
3 colheres de sopa, mais 1 / 4 xícara de azeite extra virgem
1 colher de chá de alho picado
1 colher de chá de sal marinho
1 colher de sopa de folhas frescas de tomilho
1 colher de chá de folhas frescas de alecrim

Coloque as amêndoas em uma tigela e cubra com água fria.. Deixe de molho 24 horas.

Escorra a água e enxague as amêndoas em água corrente fria.

Processe  as amêndoas com o suco de limão, 3 colheres de sopa de azeite, alho, sal e 1/2 xícara de água fria, por 6 minutos, (deve ficar suave e cremosa)

Coe e coloque em um pano, torcendo bem para extrair a umidade.

Prenda com elástico e deixe descansar por 12 horas. Descarte o líquido.

fonte: Tropical Vegan

Queijo de amêndoas com alecrim

3 xícaras de Amêndoas germinadas

1 colher de chá de Alecrim Fresco
Limão
Azeite
Sal a gosto

Coloque as amêndoas de molho por 48 horas. Lave bem com água corrente, trocando a água 1 vez ao dia.

Descasque e retire a pele .

Pique o alecrim. Em um processador pequeno coloque as amêndoas, processe até formar um textura homogênea. Acresce o sal e gotinhas de limão processe para misturar. Retire do processador. Acrescente o Alecrim, misture com uma colher. Modele com as mão em forma de uma bola bem redondinha. Coloque num prato. Aperte as extremidades criando a forma de um queijinho mineiro tradicional.

Desenhe com fios finos de azeite e polvilhe com alecrim.

fonte: Culinaria Viva

Cream Cheese de Castanha de caju 

1 xícara de castanha de caju
1/4 de xícara de leite de amêndoas
2 colheres de tahini
2 colheres de sopa de levedo de cerveja
1/2 colher de sopa de cebola em pó
1/2 colher de sopa de sal
1/4 colher de sopa de alho em pó
1/4 colher de sopa de pimenta-branca em pó

Coloque todos os ingredientes em um processador de alimentos ou no liquidificador e bata até obter um creme homogêneo.

Conserve o queijo cremoso em um pote hermético na geladeira.

fonte: Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA)

Clique abaixo e conheça a receita de queijo parmesão sem leite de vaca:
RECEITA QUEIJO PARMESÃO VEGAN

 

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Só pra variar: opções ao mucilon

Há um contrassenso em sugerir que se engrosse os alimentos dos bebês com refluxo, ou dos prematuros baixo peso,  com mucilon e farinhas do gênero, antes mesmo de se iniciar a alimentação complementar.

1) Engrossar as fórmulas para bebês com refluxo começou com a Papa Epstein, que é feita com maizena.

Para substituir a maizena podemos pensar em outras opções.

Muitos bebês tratados de refluxo possuem alergia ao leite de vaca (geralmente, essas farinhas possuem leite de vaca ou traços dele),  o que pode piorar o problema, que segue mascarado pela medicação para RGE (azia e vômitos).

2) Possui quantidade diária de calorias (Kcal) muito superior ao recomendado para bebês antes de 1 ano. 1 apenas, não, 2, 3 e 4 …

Tabela com necessidades diárias por idade (Kcal)

Os mucilons possuem referência para acima de 2000 Kcal ao dia, ou seja, para crianças bem maiores que bebês de 0 a 12 meses.

Levando-se em consideração o leite que vai junto, as calorias sobem ainda mais.

Para bebês que estão em alimentação complementar deve-se considerar ainda as papinhas e sucos.

E repensar o “engordar”, pois pode sair pela culatra, ou seja, em vez de engordar o bebê pode é emagrecer.

O número de mães que dão mucilon com leite para seu bebê esperando que engordem e não obtêm esse resultado é até superior ao de bebês que ficam com sobrepeso ou obesidade.

3) É recomendado que não sejam fornecidos alimentos industrializados açúcar e doces aos bebês, por motivos fisiológicos (deles). Não é apenas para “pegar no pé das mães”.

Mucilon possui açúcar em quantidades superiores ao indicado para bebês e crianças até 4 anos:

Apesar do rótulo errôneo, teste confirma que farinhas para mingau são impróprias para menores de 12 meses

Fonte: REVISTA PRO TESTE, EDIÇÃO 79, ABRIL/09 

4) Passo nº 8

(10 passos para alimentação da criança até 2 anos/OMS):

Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida.

5) Ainda no 8º passo:

Usar sal com moderação

Sódio no Mucilon: 57mg em 21g

Conforme a DRI (Dietary Reference Intakes).

A Anvisa recomenda a ingestão de 225mg de Sódio ao dia, para crianças de 1 a 3 anos.

Some-se ao Sódio do Mucilon o Sódio da fórmula fornecida. Considere ainda o Sódio dos alimentos dos bebês em alimentação complementar.

6) Farinhas industrializadas são todas “enriquecidas” com vitaminas e sais minerais, porém:

Produto enriquecido pode ocultar alto teor de gordura, açúcar e sódio

http://www.portaleducacao.com.br/esporte/noticias/38137/produto-enriquecido-pode-ocultar-alto-teor-gordura-acucar-e-sodio

7) Mucilon para engordar…tsc…tsc…

Se for para engordar o bebê antes dos seis meses, não é apenas um equívoco, como um péssimo conselho.

Além da monotonia de oferecer o mesmo alimento todos os dias, até que o bebê não aguenta mais e passa a recusar, no mundo todo, atualmente, discute-se os maus hábitos alimentares desde a infância, e a obesidade que vem crescendo assustadoramente. E não é culpa apenas da gordura trans, mas do açúcar e outras gorduras em excesso.

A oferta precoce desses alimentos e substâncias, compromete o paladar do bebê ainda pequeno.

É sabido que o ser humano,  em um tempo agora remoto necessitou do açúcar para garantir sua sobrevivência. Por isso o sabor agrada tanto por onde passa.

Porém, quando o bebê “reconhece” o sabor antes do devido, seu organismo responde com certa dependência, querendo sempre mais, e passa a rejeitar alimentos saudáveis como frutas, verduras e legumes, e não engordam.

Fonte

Bailey DJ, Andres JM, Danek GD, Pineiro-Carrero VM. Falta de eficácia da alimentação engrossada como tratamento para refluxo gastroesofágico . J Pediatr 1987 fevereiro; 110 (2) :187-9.

Leiam os DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 02 ANOS

Veja ainda, opções  sem farinha e açúcar refinado:

RECEITAS PRIMEIRAS PAPINHAS

e:

MEDIDAS DIETÉTICAS PARA TRATAMENTO DO REFLUXO

Danoninho para bebês? Não pode, não!!

Bebês brasileiros consomem produtos industrializados em excesso

Obesidade infantil: a culpa é da mamãe?

(“Autoras” que copiaram essa postagem sem citar a fonte, agradeço a visita. Em retribuição coloquei o titulo igual ao que vocês deram às suas cópias).

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Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.

Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.

Concordo com cuidar do consumo excessivo,  não apenas de soja,  mas de todo e qualquer alimento.

O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno,  tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.

Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.

Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.

Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.

Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta. Vamos á luta, companheiros!

Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).

Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia-a-dia.

Mas será que no limite estabelecido?

 Texto

http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2008/07/08/soja-para-bebes-e-criancas/ 

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Existem alguns pontos discutíveis no texto que reproduzo a seguir.

Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.

Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.

Concordo com cuidar do consumo excessivo,  não apenas de soja,  mas de todo e qualquer alimento.

O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno,  tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.

Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.

Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.

Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.

Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta.

Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).

Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia a dia.

Mas será que no limite estabelecido?

Alerta sobre a soja

A soja começou a ser utilizada como alimento durante a dinastia Chou (1134-246 AC), depois que os chineses aprenderam a fermentar os grãos de soja para produzir alimentos como missô e shoyu.

Os orientais consomem alimentos de soja em pequenas quantidades, como condimento e não para substituir produtos animais.

A maioria dos alimentos modernos de soja não são fermentados para neutralizar toxinas contidas nos grãos de soja e são processados de tal forma que as proteínas são alteradas e os níveis de cancerígenos aumentam.

* Inibidores de tripsina na soja interferem com a digestão de proteínas e podem causar distúrbios no pâncreas.

* Alimentos de soja aumentam a necessidade de vitamina D no organismo, porém a vitamina D sintética, acrescentada ao leite de soja, é tóxica.

* Os análogos à vitamina B12 na soja não são absorvidos e até aumentam a demanda de vitamina B12 no corpo.

* Alimentos de soja contém altos níveis de alumínio, que são tóxicos para o sistema nervoso e os rins.

* O processamento da proteína de soja resulta na formação de lisinoanalina tóxica e de nitrosaminas altamente cancerígenas. Durante o processamento, também é formado glutamato monossódico, MSG, um potente neurotóxico, e quantidades adicionais são acrescentadas a vários alimentos de soja.

* Altos níveis de ácido fítico na soja reduzem a assimilação de cálcio, magnésio e cobre, bem como a biodisponibilidade de ferro e zinco, necessários para a saúde e o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso.

O ácido fítico na soja não é neutralizado por métodos comuns, como deixar de molho, germinar e cozinhar por muito tempo.

Alimentos que contém grandes quantidades de ácido fítico causaram problemas de crescimento em crianças.

* Megadoses de fitoestrógenos, no pó de soja para lactentes, são implicados no atual aumento do desenvolvimento sexual prematuro em meninas e no retardamento do desenvolvimento sexual em meninos.

Fitoestrógenos na soja interferem na função endócrina e podem causar infertilidade e podem provocar câncer de mama.

Vários estudos revelaram que a soja causa infertilidade em animais.

O consumo de soja aumenta o crescimento de cabelo em homens de meia idade, indicando níveis reduzidos de testosterona. Tofu era consumido por monges budistas para reduzir a libido.

Fitoestrógenos na soja são potentes agentes antitireóides que causam hipotireoidismo e podem causar câncer da tireóide.

Em nenês, o consumo de leite de soja foi associado a uma doença auto-imune da tireóide.

Alimentos de soja podem estimular o crescimento de tumores relacionados ao estrógeno e causar problemas na tireóide. A baixa função da tireóide está relacionada a dificuldades na menopausa.

* Em animais, a alimentação com soja mostra que fitoestrógenos na soja são poderosos disruptores endócrinos.

A amamentação com soja — que inunda a corrente sangüínea com hormônios femininos, que inibem a testosterona — não pode ser ignorada como possível causa de desenvolvimento alterado em meninos, incluindo o TDAH, transtorno no déficit de atenção e hiperatividade.

Meninos expostos a DES, um estrógeno sintético, tinham testículos menores que o normal na fase de maturação.

* Bebês do sexo masculino passam por uma “onda de testosterona” durante os primeiros meses de vida, quando os níveis de testosterona podem atingir aqueles de um homem adulto. Durante este período, o nenê masculino está programado para desenvolver características masculinas na puberdade — não apenas no desenvolvimento dos órgãos sexuais e de outros traços físicos masculinos, mas também na determinação das características cerebrais do comportamento masculino.

*Bebês alimentados com leite de soja têm 13.000 a 22.000 vezes mais compostos de estrógeno no sangue do que nenês que recebem leite em pó comum.

O bebê alimentado exclusivamente com mamadeira de soja, recebe diariamente o estrógeno equivalente a, pelo menos, cinco pílulas anticoncepcionais por dia.

* Quase 15% de meninas brancas e 50% de meninas afro-americanas mostram sinais de puberdade, como desenvolvimento dos seios e pêlo púbico, antes dos oito anos de idade.

Algumas meninas mostram desenvolvimento sexual antes dos três anos de idade.

O desenvolvimento prematuro de meninas foi relacionado ao uso de mamadeira de soja e à exposição a pseudo estrógenos ambientais como PCBs e DDE.

* O consumo elevado de fitoestrógenos durante a gravidez pode produzir efeitos adversos no feto e, mais tarde, sobre o início da puberdade.

O FDA nunca aprovou a proteína isolada da soja como GRAS (Generally Recognized as Safe), devido à preocupação com a presença de toxinas e cancerígenos na soja processada.

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Fórmulas de soja para bebês não são seguras

Soja pode causar infertilidade masculina, segundo estudo (BBC News)

Fonte:

Soy Alert! Fundation Weston A Price/ Washington

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