Existem alguns pontos muito discutíveis no texto que reproduzo a seguir.
Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.
Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.
Concordo com cuidar do consumo excessivo, não apenas de soja, mas de todo e qualquer alimento.
O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno, tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.
Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.
Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.
Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.
Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta. Vamos á luta, companheiros!
Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).
Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.
Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia-a-dia.
Mas será que no limite estabelecido?
Texto
http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2008/07/08/soja-para-bebes-e-criancas/