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Meu bebê está gripado! Meu filho está com gripe!

Mas será que não é SINUSITE?

Possível de diagnosticar apenas com auxílio de raio X ou ultra sonografia, é caracterizada por inflamação ou infecção dos seios da face ( vias respiratórias superiores).

Pode ser conseqüência de alergia a certos alimentos (como leite, soja…), fumaça de cigarro, mofo, odor de produtos de limpeza, perfumes, poluição, ar muito frio, ar condicionado do carro que leva poluentes ambientais para dentro do veículo, ar condicionado muito gelado…

Os seios da face são revestidos de membranas mucosas, que servem para aquecer, umedecer e filtrar o ar que entra pelas narinas e chega aos pulmões. São pares correspondentes de cavidades situadas no centro do crânio, atrás da parte superior do nariz, na testa (acima das sobrancelhas) e sob cada olho.

… ou Rinite?

Muito parecida com a Sinusite, também é inflamação crônica, porém, instala-se na mucosa nasal.

Possui várias causas, quase todas parecidas com as que acometem a sinusite: alergia a alimentos ou outra substãncia, ar poluído, poeira, mofo, ataque de vírus ou bactéria, fumaça e tudo o mais.

Que barulho é esse?

Colocando-se como personagem principal na ocorrência de doenças do aparelho respiratório, o muco, ou secreção, ou catarro, ou seja lá como for chamado é, na verdade, um agente do mal produzido por nosso próprio corpo, fazendo com que perca mais vitaminas e sais minerais do que deveria.

Cálcio e magnésio são seus alvos favoritos.

O que faz aumentar o catarro?

Se o organismo apresentar uma condição interna ácida, acaba por produzir ainda mais secreção.

Tudo o que vem do leite, ou contém o dito na fórmula, mais farinha branca (de trigo, utilizada na fabricação de pães e bolos), açúcar refinado, chocolate (rico em açúcar, gordura hidrogenada e leite), macarrão e amidos.

Já as frutas cítricas colaboram na medida em que auxiliam a liquefazer a secreção já existente, parada nos pulmões, entupindo os alvéolos.

Como a causa da dificuldade respiratória pode estar em uma alergia, evite alimentos prontos, em potinhos, que contêm acidulantes, sal ou açúcar como conservantes.

Procure incluir mais cenoura, mandioquinha e abóbora no cardápio. Ache outras formas de aumentar a vitamina A (betacaroteno), que reforça o organismo no combate a doença.

B6 e B12 são boas para quem tem asma por problemas alérgicos.

Ofereça alimentos ricos em Zinco, o que é relativamente fácil, pois há uma infinidade de alimentos ricos nele: cogumelo, batata, cebola, banana, abacate, lentilha, grão de bico, etc.Porém, deve-se cuidar com o excesso desse mineral, pois pode debilitar o sistema imunitário.

Deixe os suplementos vitamínicos de lado neste período, pois podem causar problemas estomacais devido ao açúcar e vitamina C da fórmula. Inclusive, estes produtos não possuem bioflavonóides, necessários para a absorção da vitamina pelo organismo.

Não coloque o bebê deitado antes de expelir o catarro. Eleve a cabeceira do berço ou da cama.

Criança pequena deve ficar deitada de lado, de preferência com o lado direito para cima. Se colocar catarro para fora, não tem risco de sufocar. Sentada com o corpo reto pode ter o muco que sai dos pulmões fazendo a trajetória de volta.

Não deite seu bebê após as mamadas, pois pode ocorrer refluxo do liquido para os ouvidos, causando otite.

Alho, cebola e gengibre devem ser utilizados para temperar as receitas, pois são todos mucocinéticos, ou seja, movimentam o muco tornando mais fácil sua retirada.

A substância que confere sabor ao alho, a alina, possui as mesmas características de uma droga conhecida como S-carboximetilcisteína, componente de um medicamento para retirar muco, vendido na Europa.A quercetina, encontrada na cebola, é um antiinflamatório potente contra a gripe, parecida com cromolyn, droga utilizada no combate a algumas alergias. Também é antibacteriana, auxiliando na asma causada por infecção bacteriana.Gengibre atua limpando a secreção, é antibacteriano, cura inflamação da garganta, destrói o vírus da gripe e é antidepressivo. Não causa qualquer mal ao aparelho digestivo, sendo indicado também em casos de náusea e enjôos constantes.

Nada de terrorismo. Para curar gripes ou bronquite ninguém precisa comer pedaços de alho ou cebola, que podem causar certa azia e gases nos menores. Utilize como tempero, um pouco de cada, em sopas e caldos apetitosos, saborosos e fortificantes.

A maçã é antibacteriana, anti-inflamatória e adstringente. Porém, pode dificultar a saída das fezes.  Tente abacate, brócolis, abóbora ou melancia.

Acrescente vitamina C através de folhinhas de coentro, salsinha, cebolinha ou manjericão, no tempero dos pratos. Coloque a erva picada após desligar o fogo e abafe.

O bom funcionamento dos intestinos é fundamental para a recuperação de todo doente. Houve épocas em que os supositórios eram receitados para os mais variados casos de convalescença. Prefira os alimentos que fazem o mesmo serviço.

É canja de galinha…

Em 1978, um pneumologista de Miami, EUA, resolveu tirar a dúvida. Descobriu substâncias aromáticas que funcionam até mesmo quando estão frias, diminuindo o muco e combatendo a congestão das vias respiratórias.

A galinha, como boa parte das proteínas, contém um aminoácido conhecido como cisteína, semelhante a acetilcisteína, prescrita pelos médicos em casos de bronquite e infecções respiratórias. Este elemento retira secreção dos pulmões afetados, aliviando os sintomas de vários problemas respiratórios.

No final da década de 1990, outro pneumologista, Stephen Rennard, de Nebraska, EUA, resolveu investigar a canja novamente a partir de uma receita de sua avó.

Encontrou substâncias antiinflamatórias que interrompem o fluxo de muco nos pulmões e nas fossas nasais. Por isso, a canja também auxilia em casos de sinusite, adenóides e outras inflamações.

FONTE

Guia de Alimentação Infantil – com dicas de cuidados para crianças especiais – Nana Guimarães


Atualmente, distinguir os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) do que é natural, orgânico, realmente funcional, não é tão complicado, mesmo que os rótulos não ajudem muito.

Com o constante crescimento na comercialização de soja, adivinhem o que fazem para otimizar os lucros?

Já comentamos anteriormente sobre Soja e aumento precoce das mamas, em meninas. E as suspeitas sobre o quanto a soja pode desencadear alergias, tanto quanto o leite de vaca.

E a dúvida para as mães de meninos só fez crescer.

Soja pode provocar puberdade precoce apenas em meninas? Como a soja vai atuar nos meninos?

Leia aqui: Ciência e Nutrição – outras palavras

O Glúten

O glúten foi descoberto por volta do século VII, por monges budistas, quando amassavam farinha de trigo misturando-a com água, para formar uma massa comestível chamada Seitan.

É o tipo de coisa que todo mundo ouve falar, mas não sabe exatamente o que é. Hoje em dia, o vilão favorito de quem deseja perder peso.

A dieta sem glúten, para fins de emagrecimento, possui o viés típico das dietas da moda. O mal do glúten está em seu consumo excessivo, assim como o mal de toda alimentação pobre e sem variedade. O que provoca a perda de peso, nessa dieta, é que junto com o agora mal afamado glúten estão carboidratos refinados ou integrais, que promovem o aumento na balança.

Se diminuirmos o consumo de produtos que contêm glúten entre seus ingredientes, em composição com açúcar refinado, xarope de milho, amido, gorduras trans e saturadas, obviamente haverá redução de calorias e peso.

Logo, o glúten é maléfico apenas em condições específicas como Doença Celíaca, ocorrência de Dermatite Herpetiforme ou para pessoas com autismo, epilepsia ou determinadas neuropatias.

Provavelmente, o maior benefício do glúten para a alimentação humana está em seu uso á nível mundial na produção de pães, bolos, biscoitos, farinhas, massas e determinadas bebidas.

Suas proteínas são consideradas de baixo valor biológico. Entretanto, mesmo não sendo considerado substituto á altura das carnes, colabora com o fornecimento de proteínas para pessoas que seguem dietas vegetarianos ou veganas, e  pode ser essencial para quem tem menor poder aquisitivo, pelo baixo custo.

RECEITAS

FONTES

ACELBRA (Associação dos Celíacos do Brasil): Diagnóstico e dieta

Teores de poliaminas em alguns alimentos da dieta básica do povo brasileiro. 2006. Tese – Instituto de Ciências Rurais – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP

Proteínas com funcionalidade mecânica: um estudo físico-químico sobre a viscoelasticidade da gliadina, uma proteína de reserva do glúten do trigo. 2004. Tese – Instituto de Química – Universidade de São Paulo – USP

Doença celíaca: a afecção com múltiplas faces. Jornal de Pediatria (Rio de Janeiro) 2005;81:357-8

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Diabetes: Crianças que recebem fórmulas infantis à base de leite de vaca antes dos 2 meses têm 2 vezes maior probabilidade de desenvolver diabetes.
Morte súbita: Crianças não amamentadas têm probabilidade quase 3 vezes maior de serem vítimas de morte súbita do que crianças amamentadas.
Má oclusão (dentes tortos): Entre crianças amamentadas, quanto mais longa a duração do aleitamento materno, menor a incidência de má oclusão.
 Cárie dental: Crianças amamentadas desenvolvem menos cáries do que crianças não amamentadas.
Parasitas: Crianças de 1 a 2 anos amamentadas têm uma taxa de infecção por parasitas de 29%, enquanto que crianças não amamentadas têm uma taxa de 66%.
Infecção do trato urinário: Do nascimento até os 6 meses as crianças alimentadas por mamadeira têm probabilidade 5 vezes maior de contrair infecção urinária do que as amamentadas.
Diarréia: Crianças de 0-12 meses que n ão recebem leite de peito são 14,2 vezes mais provavéis de morrer de diarréia do que bebês amamentados exclusivamente.
Desnutrição: 80% das crianças de 3 meses ou mais ainda amamentadas apresentam estado nutricional normal, mas das crianças alimentadas por mamadeira somente
43% têm essa classificação.
Infecção respiratória aguda (IRA): Bebês desmamados têm risco 3.6 vezes maior de morrer por infecção respiratória aguda comparado a crianças em aleitamento
materno.
 Otite: Crianças de 0 a 12 meses amamentadas exclusivamente têm metade do número de otites do que crianças não amamentadas.
Visão melhor: Tanto bebês nascidos pré termo como a termo, alimentados com leite de peito, apresentam melhor visão aos 4 meses e aos 36 meses do que aqueles
alimentados artificialmente.
Xeroftalmia (desordem da visão): A xeroftalmia em crianças é 3 vezes mais provável nas que interromperam a amamentação antes dos 24 meses.
Câncer: Crianças exclusivamente amamentadas por no mínimo 6 meses apresentam metade da probabilidade de desenvolver câncer antes dos 15 anos  que crianças não amamentadas.
Melhor desenvolvimento intelectual: Crianças amamentadas por longo período apresentam maiores índices em testes de inteligência.
FONTE: GIFA – Geneva Infant Feeding Association, membro da IBFAN
(clique no nome da IBFAN, acima, para acessar o documento completo, também com artigo sobre inteligência e aleitamento materna).
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