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Em determinado instante, ele grita afirmações questionáveis, em um jogo de palavras sinuoso.

Se levantarmos a ficha de outros alimentos considerados saudáveis, veremos que também possuem esses mesmos pontos frágeis e questionáveis.

Concordo com cuidar do consumo excessivo,  não apenas de soja,  mas de todo e qualquer alimento.

O que considero preocupante é o oferecimento diário de fórmulas á base de soja para bebês, como substituto do leite de materno,  tanto quanto o oferecimento de fórmulas á base de leite de vaca.

Existem muitos contras, e alguns prós. Os últimos, saem na frente por garantirem o primordial, que é a alimentação do bebê. Porém, assim é apenas pelo período de um ano, aproximadamente, quando então já pode conhecer outros sabores.

Reli várias vezes o texto, procurando garantir a imparcialidade de quem não vive para levantar bandeiras.

Aliás, não acredito em bandeiras levantadas pelo radicalismo.

Geralmente, a postura torna a visão limitada e sem foco preciso para algo que vá além de sua certeza absoluta. Vamos á luta, companheiros!

Aprender a andar no caminho do meio exige um longo aprendizado. Não é apenas pular o dessa água não beberei (apesar que, em alguns casos, como o da soja transgênica, o melhor é que assim se faça).

Paracelso definiu bem essa moderação, ao eternizar uma frase que diz de alguma outra forma exatamente isso: a diferença entre o remédio e o veneno está na dose.

Ainda bem, pois nos envenenamos gradativamente em nosso dia-a-dia.

Mas será que no limite estabelecido?

 Texto

http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2008/07/08/soja-para-bebes-e-criancas/ 

A constipação é normalmente causada por uma quantidade insuficiente de líquidos e fibras na alimentação. Sem a quantidade suficiente de líquidos as fezes ficam endurecidas e com as extremidades ásperas, podendo causar fissuras, um pequeno corte doloroso no ânus.

Preocupação excessiva em ensinar o bebê a usar o “troninho”, estresse emocional (como a mudança para uma nova casa), introdução de novos alimentos ou muita gordura na dieta também podem contribuir para a ocorrência de constipação, assim como a falta de exercício adequado.

As crianças também podem ficar constipadas como resultado de prender as fezes. Uma criança ativa talvez não queira perder tempo e interromper a brincadeira para ir ao banheiro. Quando isso acontece, as fezes retidas tornam-se desidratadas e duras, e a evacuação, dolorida.

A evacuação dolorida, por sua vez, faz com que a criança queira adiar ao máximo a próxima ida ao banheiro, para evitar a dor.

Até mesmo os bebês aprendem a reter as fezes para evitar a dor. Uma assadura que provoque dor e ardência durante a evacuação pode fazer com que o bebê relute em evacuar.

O fator mais importante para determinar se seu filho está constipado é seu nível de conforto quando evacua.

Mesmo que seu filho vá ao banheiro todos os dias, fezes difíceis de evacuar podem indicar constipação. Outro indício é dor de barriga; a barriga da criança constipada pode ficar dura e sensível ao toque.

Como prevenir a Constipação Intestinal?

*Estimule seu filho a beber muita água mineral e outros líquidos, praticar exercícios físicos e comer uma dieta rica em fibras (frutas, verduras e cereais integrais devem ter um lugar de destaque no cardápio).

**Limite o tempo em que seu filho vê televisão!

***Estimule seu filho a conhecer e a responder rapidamente às suas necessidades orgânicas. Explique que prender a evacuação dificulta o movimento intestinal e causa dor.

As diretrizes alimentares citadas pelo médico autor do artigo sugerem as mesmas orientações fornecidas pelas mães desse tópico: água de ameixa (ou papinha de ameixa cozida), maior ingestão de frutas frescas e água e mais:

* Verduras verdes escuras em saladas no almoço;

** Uso de cereais (não farináceos) como aveia em flocos;

* Massagear o abdomen inferior do seu filho é reconfortante e ajuda a movimentar os intestinos. Massageie suavemente o abdome do seu filho, seguindo o movimento natural dos intestinos. Comece pelo “canto” direito inferior, suba na direção das costelas, pelo lado esquerdo e desça em direção à pélvis.

** Evite usar panelas de alumínio. É possível que traços mínimos de alumínio possam exacerbar a constipação.

SAIBA MAIS:

www.drtorrent.site.med.br

Pesquisas também derrubam mito de que substâncias previnem câncer.

Cientistas recomendam cautela no uso continuado dos suplementos.

O negócio de produção e distribuição de suplementos vitamínicos movimentou algo em torno de US$ 20 bilhões somente nos Estados Unidos, no ano passado.
Muitas pessoas buscam nesses suplementos mais do que complementar falhas na dieta do dia-a-dia. Acreditam que o consumo das vitaminas pode afastar doenças. 
Em trabalho publicado na revista “Archives of Internal Medicine”, professores do Albert Einstein College de Nova York demonstraram que a suplementação vitamínica não previne doença cardiovascular e câncer em mulheres na fase pós-menopausa.
Os dados vieram do registro Womens Health Initiative, que acompanhou 160 mil mulheres desde 1993.

O objetivo era descobrir se existia relação entre o consumo de suplementos vitamínicos e o aparecimento de tumores malignos ou problemas cardiovasculares.

Depois de oito anos (em média) de acompanhamento, os números mostraram que não existe associação alguma positiva ou negativa entre vitaminas e câncer ou infartos do coração e acidentes vasculares cerebrais.

Outro trabalho de pesquisa, esse vindo da Holanda e publicado na revista “British Journal of Gynaecology”, traz um alerta. O consumo excessivo de vitamina E durante a gravidez aumenta o risco de doença cardíaca congênita.

Os pesquisadores compararam os registros dietéticos de 300 mães de bebês que nasceram com problemas cardíacos com o mesmo numero de mães de crianças saudáveis. 

O consumo de vitamina E era maior no grupo de crianças com problemas. A utilização de suplementação de vitamina E durante a gestação aumentou o risco de uma anormalidade cardíaca no bebê em nove vezes.

Todos esses dados mostram que o uso indiscriminado de suplementos vitamínicos pode não só não ser benéfico como até mesmo trazer problemas sérios.

Uma nutrição adequada e balanceada pode fornecer praticamente todos os nutrientes que precisamos, e a suplementação de vitaminas e sais minerais deve ser indicada em casos específicos e por um especialista.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do “Saúde em Foco”, da CBN.

Fonte: G1 notícias

Não é de hoje que se tenta desacreditar o modo de vida vegetariano. O caso mais recente é uma combinação espantosa de afirmações cientificamente insustentáveis, péssimas condições de vida das crianças estudadas e envolvimento óbvio da indústria da carne.

A professora Lindsay Allen, da Universidade da Califórnia, falando na American Association for the Advancement of Science (Sociedade Americana para o Progresso da Ciência), em Washington, fez acusações graves.

Anti-ético? A União Vegetariana Europeia, que congrega a maioria das organizações vegetarianas europeias  deseja esclarecer alguns pontos:

1- A palestra da professora Allen baseou-se num estudo com 544 crianças do Quénia, com uma dieta extremamente desequilibrada; muitas sofriam de problemas graves de saúde, como amebíase, fonte de perda sanguínea intestinal que leva à deficiência de B12 e ferro.

É bem sabido que a deficiência de B12 pode reduzir o desenvolvimento cognitivo das crianças e assim não surpreende que o suplemento de B12 tenha causado efeitos positivos para a saúde.

No entanto, ainda que as crianças sofressem de deficiências de vários micronutrientes, o aumento plasmático do nível da vitamina B12 mostrou-se a única resposta mensurável do nível de micronutrientes, quando da suplementação com carne ou leite.

Em alguns jornais, há referências a “estudos de vegetarianos tanto nos Estados Unidos quanto na Holanda”, não especificados, insinuando que a falta de carne e lacticínios poderia prejudicar de forma permanente o desenvolvimento de uma criança.

Esses relatos são questionados por provas vivas:
- Os indianos são vegetarianos há centenas e talvez milhares de anos. Não há a menor indicação de que este modo de vida os tenha “prejudicado” de algum modo – muito pelo contrário.
- As crianças de algumas famílias europeias são vegetarianas de quarta ou quinta geração, e são inteligentes e saudáveis.
- Vegetarianos há longo tempo estão abismados com as afirmações da professora Allen. Sir Paul MacCartney, pai de quatro crianças vegetarianas saudáveis e bem sucedidas, descarta suas afirmações como “lixo”.

No seu estudo “Dietas Vegetarianas”, a American Dietetic Association and Dietitians of Canada (ADA), com quase 70.000 membros, afirma que “dietas vegetarianas apropriadamente planeadas são saudáveis, adequadas em termos nutricionais e trazem benefícios à saúde na prevenção e no tratamento de determinadas moléstias.

[...] Dietas veganas e outros tipos de dietas vegetarianas, se bem planeadas, são apropriadas para todos os estágios do ciclo vital, como gravidez, lactação, primeira infância, infância e adolescência. As dietas vegetarianas apresentam muitos benefícios nutricionais” .

Texto completo:

http://www.european-vegetarian.org/lang/pt/news/press/20050224.php

Os vendedores de doenças

As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa “síndrome” que exige tratamento.

Ray Moynihan, Alan Cassels

Fonte: Le Monde Diplomatique (edição maio 2006)
http://diplo. uol.com.br/

Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras.

Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune seu desespero por ver o mercado potencial de sua empresa confinado somente às doenças.

Explicando preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley’s – fabricante e distribuidor de gomas de mascar –, Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às… pessoas saudáveis.

Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de “vender para todo mundo”.

Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade.

As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis.

Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico.

Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de 500 bilhões dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença – mudando assim literalmente o que significa ser humano.

Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes.

A fabricação das “síndromes”

A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais.

Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados.

Problemas menores são descritos como muitas síndromes graves, de tal modo que a timidez torna-se um “problema de ansiedade social”, e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada “problema disfórico pré-menstrual” .

O simples fato de ser um sujeito “predisposto” a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si.

O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais farmacêuticas.

Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos.

As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos – e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais.

Médicos orientados por marqueteiros

De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial.

Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças.

Em um artigo impressionante intitulado “A arte de catalogar um estado de saúde”, Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para “favorecer a criação” dos problemas médicos.

Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova “disfunção”.

Com uma rara franqueza, Perry explica a maneira como as empresas farmacêuticas não só catalogam e definem seus produtos com sucesso, tais como o Prozac ou o Viagra, mas definem e catalogam também as condições que criam o mercado para esses medicamentos.

Sob a liderança de marqueteiros da indústria farmacêutica, médicos especialistas e gurus como Perry sentam-se em volta de uma mesa para “criar novas idéias sobre doenças e estados de saúde”.

O objetivo, diz ele, é fazer com que os clientes das empresas disponham, no mundo inteiro, “de uma nova maneira de pensar nessas coisas”.

O objetivo é, sempre, estabelecer uma ligação entre o estado de saúde e o medicamento, de maneira a otimizar as vendas.

Para muitos, a idéia segundo a qual as multinacionais do setor ajudam a criar novas doenças parecerá estranha, mas ela é moeda corrente no meio da indústria.

Destinado a seus diretores, um relatório recente de Business Insight mostrou que a capacidade de “criar mercados de novas doenças” traduz-se em vendas que chegam a bilhões de dólares.

au310046801Conhecimento de pediatras e nutricionistas sobre o tratamento da alergia ao leite de vaca no lactente

Apesar de discordar totalmente desse trecho:

 “[...] em crianças menores de dois anos(6,19), fase na qual o leite de vaca representa uma das principais ou única fonte de nutrientes. Assim, sua exclusão pode comprometer a qualidade nutricional da alimentação. Para lactentes, é difícil a substituição total do leite de vaca por alimentos sólidos(4), de modo que é necessário o uso de substitutos administrados em mamadeira para que a ingestão diária de energia e nutrientes seja adequada”.

Considero o estudo muito importante para que se continue avaliando a manifestação de sintomas após a troca de produtos.

Muitas vezes, as fórmulas á base de soja, transgênicas não sabemos do quê, e bebidas á base de soja, repletas de aditivos químicos, podem detonar novos processos alérgicos ou agravar ainda mais os atuais.

* O leite de vaca NÃO É A ÚNICA FONTE DE CÁLCIO EXISTENTE NO UNIVERSO!

O “drama” da sua retirada não deveria ser tão contundente. Existe uma variedade de outras opções, e que despertam ainda mais a criatividade (da mãe e do bebê). 

Mude a rotina! Que monotonia isso de leite de vaca todos os dias! Já pensou passar dois anos inteiros comendo apenas a mesma coisa ao menos 2 ou 3 vezes ao dia (muitas crianças vão para além disso)?

*Uma criança com mais de um ano de idade, ou até muito menos, pode segurar e beber em copo de transição próprio para a idade.

A retirada da mamadeira, algumas vezes, parece ser mais traumatica para as mães que para seus próprios filhos.

 Pediatricians and nutritionists knowledge about treatment of cow milk allergy in infants

RESULTADOS: [...] A maioria (97,5%) afirmou avaliar a dieta de crianças submetidas à exclusão do leite de vaca, entretanto, somente 48% o faziam de forma mais detalhadas, incluindo o cálculo da ingestão alimentar.

Apenas 38,7% comparam a ingestão alimentar da criança com algum padrão de recomendação.

A recomendação diária da ingestão de cálcio para crianças com até 36 meses foi corretamente assinalada por 22% dos pediatras e 60,7% dos nutricionistas (p=0,001).

Produtos não adequados como substitutos do leite de vaca seriam recomendados por 66% dos pediatras e 48,3% dos nutricionistas.

Com relação à leitura de rótulos de produtos industrializados, 81,6% dos pediatras e 96,4% dos nutricionistas orientam os pais a ler todos os termos que indicam a presença das proteínas do leite de vaca.

CONCLUSÕES: Os pediatras e nutricionista demonstraram erro conceitual no que se refere às principais recomendações terapêuticas na alergia às proteínas do leite de vaca. 

Texto completo:

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-05822007000200002&script=sci_arttext&tlng=en

Tabule de Arroz Integral

• 1 colher (sopa) de óleo
• 2 cebolas grandes picadas

• 1 dente de alho pequeno

• 1 ½ xícara (chá) de Arroz Integral
• 4 tomates grandes sem pele e sem sementes picados

• folhas de 1 maço de hortelã lavadas e picadas

• 1 pepino japonês cortado em cubos

• suco de 1 limão médio

• sal

Aqueça o óleo por 2 minutos e frite ½ cebola com o alho picado até dourar.
Junte o arroz e refogue por mais 3 minutos. Adicione 2 xícaras (chá) de água quente, tempere com sal e cozinhe em fogo alto até ferver.
Reduza a chama, tampe a panela e cozinhe por mais 15 minutos ou até que a água seque.
Retire do fogo e deixe na panela abafada por 5 minutos. Transfira para um refratário e, quando o arroz estiver bem frio, junte a cebola restante, os tomates, as folhas de hortelã, o pepino e o suco de limão.
Misture tudo e tempere com sal.
th_children-dancingMassa Básica Salgados
1kg de farinha de trigo
4 tabletes de fermento para pão
1 xícara de chá de óleo
1 colher de sopa de sal
3 colheres de sopa de açúcar mascavo ou 2 colheres de glucose de milho
2 colheres de sopa de aveia
2 xícaras de chá de água morna
4 gemas para pincelar

Dissolva o fermento no açúcar, acrescente a água morna e misture para homogenizar. Adicione o óleo, sal, aveia e por último a farinha de trigo e amasse com a mão só
para ficar uma massa lisa. Cubra com um pano úmido ou filme e deixe crescer por 1h. Abra a massa bem fina e faça o salgado de sua preferência.

PASTEL DE MILHO s/ LEITE S/ OVO

•2 colheres (sopa) de polvilho azedo
• 250 g de farinha de milho
• sal a gosto
• 2 xícaras (chá) de água quente

Em uma vasilha, misture o polvilho com a farinha de milho e o sal. Coloque a água em uma panela e leve ao fogo. Quando levantar fervura, adicione a mistura de farinha e vá mexendo até que se solte do fundo da panela. Se achar a massa dura, acrescente mais um pouco de água quente. Tire do fogo e ponha em uma mesa limpa. Cubra a massa com um plástico e abra com um rolo. Com a ajuda de um copo, faça círculos na massa. Recheie e feche em formato de meia-lua.

Esfiha

Massa:

02 tabletes de fermento para pão;
300 ml de água morna;
100 ml de óleo vegetal;
01 colher de sobremesa de açúcar;
01 colher de sobremesa de sal;
500 gr de farinha de trigo (branca, ou metade branca e metade integral).

Recheio:
ao gosto

Numa tigela grande dissolva completamente o fermento no açúcar e no sal.
Coloque a água morna devagar.
Junte os demais ingredientes, adicionando a farinha de trigo por último e aos poucos.
Mexa com as mãos. Sove a massa numa mesa ou pia enfarinhada, separe 20 bolinhas pequenas e boleie-as até ficarem lisas.
Abra cada bolinha, recheie e feche, formando pequenos triângulos.
Deixe as esfihas descansarem por 20 minutos.
Coloque-as em uma assadeira sem untar e leve para assar em forno moderado por cerca de 30 minutos, ou até ficarem coradas.

Pastel Árabe
Ingredientes:

Para a massa
300 gramas de farinha de trigo peneirada
Sal a gosto
Agua filtrada quanto baste

Confecção: coloque a farinha de trigo peneirada em uma tigela e misture o sal. Coloque agua aos poucos ate a massa ficar uniforme.
O ponto da massa tem que ficar um pouco pegajosa.
Deixe descansar por 30 minutos.
Depois estenda em um tabuleiro de mármore polvilhado com farinha de trigo e vá amassando ate que solte das mãos.
Abra a massa bem fina com auxilio de um rolo de madeira.
Corte em tamanho desejado e coloque o recheio.

SAMOSA

350 gramas de farinha de trigo
1 couve-flor pequena
2 a 3 batatas médias
1 xícara de água morna
3 colheres de óleo (azeite ou outro)
1/2 colherinha de gengibre ralado
1/2 colherinha de curry
Numa tigela, coloque a farinha de trigo, três colheres de óleo e o sal . Misture com as pontas dos dedos, acrescentando água aos poucos.

Sove até obter uma massa homogênea e leve.

Deixe descansar enquanto prepara o recheio de legumes de sua preferência (berinjela comt omates, couve-flor, repolho, etc).

apao11 Kg de farinha de trigo
1 sache de fermento biológico seco (10 g)
1 colher de chá de sal
9 colheres de chá de açucar mascavo
600 ml de água morna

Em uma superfície lisa, coloque a farinha de trigo e misture com o sal, em seguida acrescente o fermento . Amorne a água e separe metade. Dissolva o açúcar na outra metade e despeje sobre a  farinha. Comece a sovar a massa, colocando o restante da água aos poucos.

Coloque essa massa em uma vasilha polvilhada com farinha. Deixe repousar por aproximadamente 40 min. Se quiser melhor fermentação  deixe a vasilha sobre uma panela com água morna enquanto repousa).

Depois do descanso coloque a massa sobre a superficie lisa (mesa, tampo, etc). Sove por cerca de 3 minutos.

Modele os pães no formato que desejar. Coloque na assadeira e deixe repousar por mais 40 minutos . Leve ao forno na temperatura 220º e asse por cerca de 45 minutos.

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